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Maculay Culkin: Um Amigo Verdadeiro

Macaulay Culkin: um VERDADEIRO AMIGO de Michael Jackson


by vindicatemj em junho de 2011

Traduzido por daneJackson




Há uma razão para tudo o que acontece. Se não fosse pelo o julgamento de 2005, não teríamos a chance agora de ler o testemunho de Macaulay Culkin de 12 de maio de 2005, que é uma obra-prima completa e é provavelmente a melhor coisa que o ator tem feito desde o seu grande filme "Home Alone" .
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Intimação de Ray Chandler, parte 3 "Quanto Cinismo!"


Intimação de Ray Chandler. O inacreditável cinismo


by vindicatemj, em 05 de agosto de 2010
Traduzido por Daniela Ferreira


Agora que você sabe o resultado de intimação de Ray Chandler, sugiro dê uma olhada mais de perto nos documentos não selados pelo Tribunal Superior da Califórnia, sobre este assunto:
 (digite Ray Chandler em "seção de busca "e você os encontra).

Um resumo do post anterior sobre a intimação de Ray Chandler





Ray Chandler foi convocado pela Defesa como um "guardião de documentos" para provar a sua autenticidade no tribunal, mas a mera ideia o  horrorizou tanto que ele usou todos os pretextos possíveis e impossíveis para evitar o procedimento.
Na verdade o terror disto era tão grande que não só Ray Chandler se recusou a comparecer ao tribunal, mas ele também alegou que ele estava coberto pela Ordem de protecção que deu o direito a testemunhas de Michael Jackson de não revelar a ninguém que eles haviam sido intimados. Sim, o direito ele tinha, mas o cinismo desta decisão é incrível.




Fiquei imaginando do que se tratava esta Ordem de Proteção . Embora a sua razão exata ainda seja desconhecida para mim, podemos ter uma idéia  a partir do próprio texto do documento. Também será correta para iniciar o nosso estudo minucioso dos documentos do Superior Tribunal com este papel, uma vez que é datado de 09 de julho de 2004 e cronologicamente vem em primeiro lugar na sucessão de documentos precedentes intimação de Ray Chandler (ver páginas 27-28 da moção de 70 páginas de Ray Chandler, para revogar a intimação):

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Intimação de Ray Chandler,parte 2 " Morrendo de medo!"

 
Ray Chandler intimado pela defesa: Morrendo de medo de precisar provar as mentiras dele no tribunal
 
 
 
Nem Jordan nem o pai, Evan Chandler, deram os testemunhos deles no tribunal. Nem em 1993 nem em 2004/05, quando eles tiveram uma segunda (e perfeita) chance de fazê-lo. Esse fato imediatamente levanta questões sobre a veracidade da história deles sobre Michael Jackson. A relutância de Jordan Chandler em testemunhar foi tão forte que, quando abordado pela polícia, em 2004, ele disse algo misteriosamente como “ele tinha feito a parte dele” e que iria processá-los se eles insistissem no depoimento dele.
2) A única pessoa que  testemunhou em 2005 foi June Chandler. No entanto, ela nunca tinha visto qualquer abuso sexual e não podia dizer qualquer coisa definitiva sobre o alegado abuso contra o filho dela. Ela também foi mistreriosa sobre a parte dela nessa história. Ela chegou a afirmar que ela “nunca processou Jackson”, embora a ssinatura dela seja encontrada no acordo de confidencialidade firmado no caso em 1994. Conforme o acordo, as partes não deveriam falar com a imprensa, embora pudessem muito bem falar em tribunal (o que ela fez, mas nunca o filho e o ex-marido, Evan Chandler, fizeram).
3) O tio de Jordan, Ray Chandler, é um completo oposto do resto dos Chandlers. Ele sempre foi excepcionalmente falante sobre o alegado abuso contra o sobrinho dele e falou sobre isso em inúmeros programas de TV, que foi exatamente o período em que a investigação criminal contra Jackson estava no auge (2004-2005).
4) Apesar das exata cláusulas do acordo que dizem o contrário, Ray Chandler não se considerava abrangido pelo acordo de confidencialidade e escreveu um livro “contando tudo” sobre o caso, quando a tinta ainda não estava seca no referido acordo.
5) Ray Chandler alegou que o livro disse nada além da verdade, pois foi baseado em “autênticos” documentos (documentos legais assinados pelo advogado dos Chandlers, Barry Rothman e várias gravações, etc).
6) O livro dele “All That Glitters: The Crime And The Cover Up” foi publicado em 12 de setembro de 2004.
7) Uma semana depois, em 19 de setembro, a equipe de defesa de Michael Jackson, no caso de 2004, intimou  Ray Chandler como um “guardião de documentos” com base no quais o livro foi escrito, com o intuito de examiná-los no tribunal. A intimação foi chamada de “Duces Tecum” o que significa que a intimação solicitava que “as provas (documentos) fossem trazidas com a pessoa”.
 
8) Todo mundo esperava que Ray Chandler aproveitasse a chance de apresentar os documentos dele ao júri para finalmente destruir o “predador” e tê-lo preso para o resto da vida dele, mas...
9)... mas então aconteceu uma coisa estranha. Em vez de recolher os documentos e correr com eles para o tribunal, Ray Chandler primeiro pediu uma prorrogação de 20 dias do prazo dentro do qual ele foi obrigado a responder à intimação. Nesse meio tempo ele (ele próprio é um advogado) virou-se para um escritório de advocacia que posteriormente fez uma objeção à intimação, apoiando o caso dele por um conjunto de argumentos, totalizando cerca de 70 páginas. Todas elas no sentido de que era absolutamente impossível e totalmente desnecessário para Ray Chandler ir ao tribunal e apresentar os documentos de valor inestimável dele lá.
10) Isso foi seguido por uma boa dose de moções (pedidos) entre a defesa de Michael Jackson e a equipe de advogados de Ray Chandler sobre o assunto de por que era impossível e desnecessário para Ray Chandler comparecer ao tribunal.
11) No final, foi Ray Chandler ganhou. Não só foi a intimação dele foi anulada (declarada invalida), mas o pedido dele para lacrar a intimação também foi cumprido, para que o Povo nunca soubesse que Ray Chandler havia sido convocado para depor em tribunal.
12) Então, agora Ray Chandler estava livre para fazer as rondas dele pelos programas de TV, promovendo o livro dele com base em “investigação séria” e “documentos autênticos” e habitado em “crimes indizíveis” cometidos por Michael Jackson. Não havia absolutamente nenhuma necessidade de provar qualquer um dos pontos agora. O público não sabe sobre a intimação anulada e continua aplaudindo o querido velho Ray, pela “verdade dita” sobre aquele terrível “predador”. Final feliz para Ray Chandler. 
Pense em algo NOVO para dizer que tem algum SIGNIFICADO? Bem, já que você está pedindo, aqui está uma saga em documentos, que mostra o caminho que Ray Chandler lutou com unhas e dentes para o direito de NUNCA TER QUE TESTEMUNHAR PARA PROVAR AS MENTIRAS DELE EM TRIBUNAL.
O primeiro documento é a resposta de Ray Chandler à intimação do Réu Michael Jackson, que está explicando ao tio de Jordan o que exatamente ele é convidado a apresentar juntamente com sua persona:
DOCUMENT 1:
25 de outubro de 2004
O povo do Estado da Califórnia (Autor) vs Michael Jackson Michael (Réu)
Objeções Verificada por não-parte, Raymond Chandler, à intimação do Réu, Duces Tecum
Atribuído para todos os efeitos, o honorável Rodney S. Melville
Audição Data: 04 de novembro de 2004
 
PEDIDO NO. 1:

TODOS OS DOCUMENTOS constituindo, evidenciando, concernentes, discussões ou mensões sobre o relacionamento entre Jordan Chandler com Michael Jackson desde 1 de janeiro de 1992 (embora eles tenham se conhecido apenas em Maio de 1992).
 
RESPOSTA AO PEDIDO NO. 1:
As obejeções de Raymond Chandler para a produção desses documentos, alegando que: (a) o pedido é exagerado e oneroso, uma vez que a maioria desses documentos – na casa das centenas de páginas – são artigos de jornais e revistas e contestações judiciais, (b) esses documentos são documentos públicos facilmente disponíveis para o réu, (c) na medida em que qualquer um desses documentos é inédito, eles estão protegidos da produção compelida pela Shield Law (lei de proteção a jornalistas).
Nota: Isso não é engraçado? Ao mesmo tempo em que ele alega que os documentos são públicos, pois consistem em publicações de jornais, ele afirma que são inéditos. E desde quando recortes de jornais são documentos?!
 ("A shield Law" é uma lei que dá a jornalistas alguns meios de proteção contra ser forçado a revelar informações confidenciais ou fontes em um tribunal estadual. Não há nenhuma lei de proteção federal e as Shield Law no estado variam na extenção. Em geral, porém, uma Shield Law visa proporcionar a proteção clássica para “um repórter não poder ser forçado a revelar a fonte dele” legalmente. Dependendo da jurisdição, o privilégio poderá ser total ou qualificado, e pode também se aplicada a outras pessoas envolvidas no processo da notícia e no processo de divulgação também, assim como um editor).
Na medida em que esses documentos não são artigos de jornais ou revista ou contestações judiciais prontamente disponíveis para o réu, e não são protegidos quanto à produção pela Shield Law, a autorização da produção será sujeitada às régras deste Tribunal na Moção para Anular e simultâneamente arquivar estas Objeções em revisão dos documentos em câmera deste tribunal.
 
Nota: Agora eles novamente não são provenentes de jornais?
 
 (“In camera”: é um termo do Latin que significa “em câmaras”. Refere-se a uma audiência ou discussões com o juiz na privacidade dos aposentos dele (salas de escritório) ou quando os espectadores e os jurados foram excluídos do tribunal. Um exame in camera pode ser feito de informações confidenciais ou sensíveis para determinar se deve apresentá-las ao júri e torná-las parte do registro público).
 
PEDIDO NO.2
TODOS OS DOCUMENTOS constituindo, evidenciando, relacionados, discutindo ou mencionando qualquer contrato, acordo de consultoria, contrato de empreendimento em comum, relação de trabalho, ou contrato de serciços entre você e Tellem Worldwide.
 
 (Tellem Worldwide é uma agência de relações públicas de Centure City Los Angeles, EUA, fundanda em 1994. A empresa oferece assessoria de imprensa, planejamento de eventos e vídeo / produção multimídia para os cuidados de saúde, biotecnologia e indústrias de produtos de consumo, assim como para empresas de entretenimento, restaurantes, e organizações sem fins lucrativos. Ela também oferece consultoria de gestão de crises para os clientes, tais como o escritório do Promotor Distrital de Santa Barbara, no caso de Michael Jackson. Outros clientes incluem Clear Channel Communications, UCLA Medical Center, e Marriot. a agência é de propriedade da MTA Films Entertainment, que dá acesso a Tellem para uma instalação completa de edição de vídeo com câmeras, equipamento de iluminação e outros equipamentos audio-visuais).
 
RESPONSE TO REQUEST NO.2:
Raymond Chandler objects to producing these documents on the grounds that the documents requested are irrelevant to the issues in this case.
Notwithstanding said objections, Raymond Chandler is unable to comply with Request No.2 because no such documents have ever existed. A diligent search and reasonable inquiry has been made in an effort to comply with this demand.
RESPOSTA AO PEDIDO NO. 2:
Raymond Chandler objeta a produção desses documentos, alegando que os documentos solicitados são irrelevantes para as quastões neste caso.
Não obstante, disse a objeção, Raymond Chandler é incapaz de cumprir com Pedido No. 2 porque nenhum desses documentos já existiu. Uma diligente investigação razoável tem sido feita em um esforço para dar cumprimento a presente demanda.
 
PEDIDO NO.3:
TODOS OS DOCUMENTOS constituindo, evidenciando, relacionado, discutindo ou mencionando qualquer comunicação, correspondência, anotações, cartas, memorandos, ou discussão entre você e Worldwide Tellem desde 01 de janeiro de 1992, ou qualquer de seus representantes.
 
RESPOSTA AO PEDIDO NO. 3:
Raymond Chandler objeta a produzir esses documentos, alegando que (a) os documentos solicitados são irrelevantes para as questões neste caso, e (b) não levará à razoável descoberta de provas admissíveis.
 ("Prova admissível" é uma evidência que pode ser antecipada em um tribunal de lei para apoiar ou prejudicar um caso legal. Para ser considerada admissível, a prova deve atender a certos padrões, os padrões sendo especialmente alto em casos criminais. Preocupações com provas admissíveis são muito importantes para as pessoas que investigam crimes. Eles querem se certificar de que as provas que pegam são cuidadosamente documentadas e garantidas, de forma que elas podem ser usadas em tribunal. Para que as provas possam ser confiáveis o suficiente para ser admitidas, a parte que apresenta a prova deve provar que a fonte é confiável.)
 
PEDIDO NO. 4:
TODOS OS DOCUMENTOS constituindo, evidenciando, relacionado, discutindo ou mencionando qualquer comunicação, correspondência, anotações, cartas, memorandos, ou discussão entre você e qualquer pessoa, empresa ou outra entidade desde 01 de janeiro de 1992, onde Michael Jackson foi mencionado ou discutido.
RESPOSTA AO PEDIDO NO. 4:
Raymond Chandler objeta a produzir esses documentos, alegando que (a) o pedido é exagerado e oneroso; (b) é uma invasão de privacidade; (c) na medida em que qualquer um desses documentos é inédito eles estão protegidos pela lei de proteção a jornalistas, e (d) não levará razoavelmente à descoberta de provas admissíveis.
 
PEDIDO NO. 5
TODOS OS DOCUMENTOS constituindo, evidenciando, a respeito, discutindo ou mencionando qualquer comunicação, correspondência, anotações, cartas, memorandos, ou discussão entre você e a força policial, entidade governamental, o pessoal da polícia, pessoal do xerife, o pessoal do serviço de proteção à criança ou qualquer de seus representantes, se federal, estadual ou local, desde 1º de janeiro, de 1992, onde Michael Jackson ou Jordan Chandler foi mencionado ou discutido.
RESPOSTA AO PEDIDO NO. 5:
Raymond Chandler objeta a produzir esses documentos, alegando que eles não são relevantes para o assunto em mãos, pois nenhum desses documentos contém todas as informações sobre quaisquer reclamações de abuso sexual infantil ou defesas de tais alegações.
 
PEDIDO NO. 6:
TODOS OS DOCUMENTOS constituindo, evidenciando, a respeito, discutindo ou mencionando qualquer remuneração, pagamento, reembolso de despesas, cheques cancelados ou outras provas de pagamento, sobre qualquer discurso, escrito, manuscrito, performance, livro, serviço de consulta, obras, trabalho ou outras formas de assistência que tenha sido fornecida a qualquer pessoa onde o assunto Michael Jackson ou Jordan Chandler foi discutido, mencionado, ou envolvido.
 
RESPOSTA AO PEDIDO NO. 6:
Raymond Chandler objeta a produzir esses documentos, alegando que (a) o pedido é excessivo e oneroso; (b) é uma invasão de privacidade; (c) são irrelevantes para os problemas neste caso, e (d) não vai levar razoavelmente à descoberta de provs admissíveis.
 
Raymond Chandler é incapaz de cumprir com Pedido No. 6, porque nenhum desses documentos já existiram. Uma diligente investigação e busca razoável tem sido feita em um esforço para dar cumprimento a presente demanda.
 
PEDIDO NO. 7:
TODOS OS DOCUMENTOS constituindo, evidenciando, a respeito, discutindo ou mencionando qualquer discussão, cartas, anotações, comunicações, contratos, acordos ou correspondência entre você e Jordan Chandler, ou qualquer de seus representantes, onde o tema Michael Jackson foi discutido ou mencionado desde 1º de Janeiro, 1992.
 
RESPOSTA AO PEDIDO NO. 7:
 Raymond Chandler objeta a produção desses documentos, alegando que (a) o pedido é excessivo e oneroso; (b) é uma invasão de privacidade; (c) na medida em que qualquer um desses documentos é inédito e eles estão protegidos da produção forçada pela a lei de proteção a jornalistas, e (d) não razoavelmente levarão à descoberta de provas admissíveis.
Raymond Chandler é incapaz de cumprir com Pedido No. 6, porque nenhum desses documentos já existiu. Uma diligente investigação e busca razoável tem sido feita em um esforço para dar cumprimento a presente demanda.
PEDIDO NO.8:
TODOS OS DOCUMENTOS constituindo, evidenciando, a respeito, discutir ou mencionar qualquer discussão, cartas, anotações, comunicações, contratos, acordos ou correspondência entre você e Evan Chandler, ou qualquer de seus representantes, onde o tema do Michael Jackson ou Jordan Chandler foi discutido ou mencionada desde 1 de janeiro de 1992.
 
RESPOSTA AO PEDIDO NO. 8:
Raymond Chandler objeta a produção desses documentos, alegando que (a) o pedido é excessivo e oneroso; (b) é uma invasão de privacidade; (c) na medida em que qualquer um desses documentos é inédito eles estão protegidos da produçãoforçada pela lei de proteção a jornalistas, e (d) não razoavelmente levará à descoberta de provas admissíveis.
 
PEDIDO NO. 9:
TODOS OS DOCUMENTOS constituindo, evidenciando, a respeito, discutindo ou mencionando quaisquer manuscritos, rascunhos, notas de pesquisa, notas de entrevista, entrevista de áudio e gravações de vídeo, correspondência com testemunhas, e discussões com as testemunhas concernentes ou relacionados com o livro “All That Glitter: The Crime and The Cover Up” por Raymond Chandler.
 
RESPOSTA AO PEDIDO NO. 9:
Raymond Chandler objeta a produção desses documentos, alegando que (a) o pedido é excessivo e oneroso; (b) é uma invasão de privacidade; (c) na medida em que qualquer um desses documentos é inédito eles estão protegidos da produção forçada pela lei de proteção a jornalistas, e (d) não razoavelmente levará à descoberta de provas admissíveis.
 
PEDIDO NO. 10:
TODOS OS DOCUMENTOS constituindo, evidenciando, a respeito, discutindo ou mencionarndo qualquer contrato, acordo ou ajuste para a impressão, distribuição, promoção e venda do livro “All That Glitter: The Crime and The Cover Up” por Raymond Chandler.
 
RESPOSTA AO PEDIDO NO. 10:
Raymond Chandler objeta a produção desses documentos, alegando que: (1) eles não são relevantes para o assunto em mãos, que nenhum desses documentos contém quaisquer informações sobre quaisquer reclamações ou defesas para a ação; (b) a produção destes documentos é uma invasão da privacidade, pois eles revelam informações financeiras pessoais.
 
Datado de 25/10/2004
Escritório de Advocacia de Herb Fox,
Herb Fox, Advogado para o não-parte, Raymond Chandler
 (Raymond Chandler declara na “Verificação” do documento que sob pena de perjúrio do exposto é verdadeiro e correto.)
 
*   *   *
Um par de notas sobre o documento acima:
• Deixe-me lembrá-lo do fato surpreendente de que é a equipe de DEFESA que está convocando Ray Chandler para apresentar todos os documentos no tribunal. Se Michael Jackson se sentisse “culpado” de alguma forma, a submissão desses documentos atestando a alegada culpa dele seria a última coisa em que o time dele estaria interessado. Se eles insistem nesses documentos, significa que eles estão seguros do caso deles e esperavam que tais documentos exonerassem Michael Jackson completamente.
Em suas aparições na TV, Ray Chandler sempre falou sobre alguns documentos que comprovam o caso dele, porém aqui ele se refere a “centenas de artigos de jornais e revistas ou documentos públicos facilmente disponíveis ao réu”. O que significa que ele não tem nada mais do que recortes de jornais da imprensa sensacionalista.
• O material inédito é “protegido pela Shield Law”.  Ray Chandler quer dizer que ele é um jornalista protegidos pela Shield Law de revelar suas fontes de informação?
Nota da tradutora: Ray Chandler nunca foi um jornalista, mas ele criou a própria editora para publicar “All That Glitters”, o que leh garantou o amparo da referida lei.
• Tudo o mais que ele tem é sugerido para uma discussõa “in camera”, que deve ser feita na privacidade dos escritórios do juiz e onde os espectadores e os jurados não estarão presentes. Ponto interessante... Especialmente se você considerar que todos os documentos que estabelece a base parao livro dele são exibidos em um suplemento para isso, à vista do público em geral. Por que toda essa discriminação para o júri, então? Por que não podem ver os documentos também?
• Não admira que a Defesa questionasse Ray Chandler sobre Tellem Worldwide. A equipe de Michael Jackson, evidentemente, tinha razões para acreditar que Ray Chandler estava conectado com essa agência de relações públicas, convenientemente fundada exatamente em 1994 (quando a investigação criminal ainda estava em curso contra MJ, após o acordo de confidencialidade ser assinado). A agência Tellem diz que “ofereceu conselhos de gestão de crises para os clientes, tais como o escritório do Promotor Distrital de Santa Barbara, no caso de Michael Jackson”. Por que a promotoria necessitaria de uma agência de relações públicas está além da minha compreensão – a menos que eles quisessem fazer um show mundial sobre o caso, é claro. Ray Chandler, naturalmente, negou qualquer ligação...
• Quanto aos órgãos de aplicação da lei, Ray Chandler não disse que ele não teve qualquer comunicação com eles – não, ele apenas objetou produzir os documentos, pois eram irrelevantes para o caso porque “nenhum destes documentos não contêm quaisquer informações sobre quaisquer reclamações de abuso sexual infantil". Nenhum deles é relevante? E nenhum deles contém alegações de abuso sexual infantil? Isto é algo novo... Então os Chandlers nunca fizeram qualquer reclamação de que Jordan Chandler havia sido molestado?
• Quando questionado pela Defesa sobre a comunicação dele com Jornad e Evan Chandler e todos os materiais de vídeo e entrevista para o livro “All That Glitters”, Ray Chandler respondeu com um completo bombardeio de terminologias jurídicas – o pedido é “excessivo” (vagos e não específicos), invade a privacidade, é protegido pela lei de proteção a jornalistas e não vai levar a “descoberta de provas admissíveis”.
Francamente, dizer que algo que “não faria uma evidência admissível” pareceu-me uma maneira elegante e admirável para dizer que você não tem certeza de sua prova.
Nota da tradutora: uma prova pode ser considerada inadmissível por várias razões, quando adquirida de forma ilicita, por exemplo. Uma gravação telefônica secreta é uma prova ilicita. Mas o rigor se refere às provas contra o reú, não a favor dele. Se as provas estavam sendo solicitadas pela DEFESA, o argumento de Ray não faz sentido.)
 
A enciclopédia diz que “provas admissíveis” devem satisfazer duas condições: ser relevante para o caso e ser confiáveis. Quanto a ser relevantes não tenho dúvidas sobre isso, mas quanto à sua confiabilidade... Ray Chandler não admitiu isso ele mesmo, que ainda que ele apresentasse os documentos dele eles não levariam à descoberta de provas admissíveis? Isso, em linguagem simples, significa que a “confiabilidade” dos documentos dele era tal que melhor para o tribunal seria não vê-los?
Sim, todas essas manobras mostram que Ray Chandler não estava muito disposto a testemunhar em tribunal, a fim de provar que o livro dele foi baseado em documentos autênticos. O esforço que ele tomou para evitar essa súbita dificuldade foi simplesmente sem precedentes.
A mera anulação da intimação não era bom para ele também – era necessário que “o Povo” nunca soubesse, de jeito nenhum, que ele já havia sido intimado, a fim de alcançar esse objetivo nobre, Ray Chandler recorreu a uma medida extrema: ele procurou a proteção do adversário dele, Michael Jackson e a equipe de defesa dele.
A coisa é que havia certa Ordem de Protecção para as pessoas que foram intimadas pela Defesa. Não sei a razão para essa Ordem (meu palpite é que algumas pessoas provavelmente foram hesitantes em participar desse pesadelo, e essa Ordem foi uma espécie de proteção para a privacidade delas).
 
Seja qual for o caso, a Ordem de protecção, disse:

• “As pessoas ou entidades intimadas pelo Réu não devem divulgar, direta ou indiretamente ao Povo (promotoria) o fato de que eles foram intimados ou a natureza da intimação. Qualquer aparência, objeção, compliação, ou outra comunicação pela parte intimada pelo Réu deve ser apresentada com o selo” (não divulgada).
E o nosso grande advogado Raymond Chandler foi rápido o suficiente para encontrar abrigo sob esta Ordem muito protetiva, a qual, naturalmente, o incluia, pois ele também foi intimado pela Defesa. Se ao menos ele tivesse sido intimado pelo Ministério Público... Mas ele não foi... Meninos inteligentes...
O paradoxo acima é referido no documento fornecido abaixo (não tenha medo – isto será tudo por hoje).
 
DOCUMENT 2
25 de outubro de 2004
O Povo do Estado da Califórnia (Autor) vs Michael Jackson (Réu)
Aplicação para Selo de Confidencialidade e sem aviso prévio ao Povo;

 Data da aidiência: 04 de novembro de 2004

Honorável Juiz Rodney S Melville
 
Raymond Chandler, uma não-parte neste processo, submete o presente pedido de uma Ordem que lhe permitiu selar um arquivo com Aviso de Moção e Movimento para revogar Intimação Duces Tecum direcionada a ele pelo Réu, Michael Jackson, permitindo-lhe arquivar esta Aplicação sem aviso prévio ao Povo.
Em 19, ou próximo, de setembro de 20004, Raymolnd Chandler foi intimado, na qualidade de guardião dos registros, com uma Intimação Duces Tecum e documentos afins. A resposta à intimação foi entregue em 25 de outubro de 2004, às 09:00, no Departamento SM-2.
Em 9 de julho de 2004, o presidente do Tribunal Superior, o Exmo.  Juiz Rodney Melville, emitiu uma Ordem de Proteção Quanto às Intimações Duces Tecum Provenientes do Réu, cuja cópia foi anexada à intimação aqui identificada como Anexo 1. Esta Ordem de Proteção estabelece, em parte, que:
3. Pessoas ou entidades intimadas pelo Réu não devem divulgar, direta ou indiretamente ao Povo o fato de que elas foram intimadas ou a natureza da intimação.”
4. “Qualquer aparição, objeção, compliação, ou outra comunicação por uma parte intimada pelo Réu deve ser apresentada sob sigilo.”
Anexa a presente Aplicação está uma Ordem proposta.
 
Data 25 de outubro de 2004
ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA DE HERB FOX
 
Herb Fox,
Advogado de Raymond Chandler
 
*     *     *
Se você ainda não leu alguma das situações acima aqui é a essência em um par de frases:
• Michael Jackson intimou Ray Chandler como um “guardião de documentos” que lançou as bases do livro dele, educadamente pedindo-lhe para provar as mentiras em tribunal.
• Ray Chandler se recusou a fazê-lo sob vários pretextos e buscou refúgio da intimação de Michael Jackson sob as regras que protegem as testemunhas do próprio Michael.
 • A FORMA como Ray Chandler conseguiu evitar depor em tribunal não é importante para nós. O que é crucial é que ele lutou por esse direito de não produzir os documentos dele para o exame judicial de uma forma feroz, só comparável à luta pela própria vida, o que lança alguma luz sobre a “autenticidade” dos documentos que ele estava tão indisposto a mostrar na imprensa.
Agora, depois deste breve resumo, gostaria de saber se há alguém aqui que ainda está pensando que aquela obra-prima de Ray Chandler, “All That Glitters” é baseada em FATOS? Mostre-me estes dinossauros, por favor, eu gostaria dar uma olhada nestas espécies raras...
 
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Tio Ray e o famigerado livro All That Glitters

 

Vendeta de Evan contra Michael: Entra Ray Chandler
 
 
Por vindicatemj e David Edwards
Fonte: vindatemj.wordpress.com
Traduzido por Daniela Ferreira
 
 
Depois de dar uma olhar para o acordo entre as Chandlers e Michael Jackson, é interessante ver o quão bem ele foi observado por ambas as partes.
Assim que os Chandlers concordaram em não arruinar a vida de Michael com quaisquer outras notícias (a graça que custou a Michael ou a companhia de seguros dele, cerca de 15 milhões de dólares) Evan Chandler e o irmão dele, Ray Chandler, imediatamente começaram a procurar uma oportunidade para quebrar esse acordo. Como Ray considerou que ele não estivesse vinculado ao acordo, começou as negociações sobre a publicação da versão dele sobre a saga de Jordan.
Eu me pergunto por que Ray não estava vinculado pelo acordo. Não é estranho que os advogados de Michael tenham incluido lá quase todos à vista, mas negligenciado parentes imediatos de Evan - seu irmão Ray? O irmão, no entanto, ainda pode ser considerado como um "representante" da família, por isso quem sabe como o tribunal de arbitragem teria encarado o caso, se ele nunca chegou a uma disputa?
Você vai se lembrar de que a soma do acordo era para ser pago integralmente em qualquer caso – mesmo que o contrato fosse quebrado –, mas ainda havia o perigo de que Michael pudesse tomar algum dinheiro de volta se o tribunal arbitral decidisse em favor dele. No entanto, apesar de uma possível reivindicação do lado de Michael, o desejo dos Chandlers em quebrar o acordo era simplesmente demasiado forte para ser superado, por isso aqui vai...
A história que Ray Chandler disse a várias editoras aponta claramente para Evan Chandler como sendo parte do projeto. Uma editora americana, Judith Regan, diz que ela foi abordada por Ray Chandler, dentro de dias, após a família resolver o caso:
“Eu recebi um telefonema do tio da Jordan. Ele queria fazer um livro no qual ele descrevia, em detalhes, a alegação de abuso sexual contra Michael Jackson. Então eu perguntei como ele se propôs a fazer isso dado o fato de que os Chandlers tinham realmente assinado um acordo de confidencialidade e levados $ 20milhões. (15.3 milhões de dólares, para ser exato). E ele disse que o pai de Jordan lhe tinha dado todas as informações que precisava para o livro e ele acreditava que estava fora dos limites do acordo de confidencialidade, porque ele seria o autor. Na época, eu tinha a impressão de que os Chandlers foram oportunistas descarados e considerei toda a proposta feita pelo tio desagradável. Eles entram em um acordo de confidencialidade e antes que a tinta secasse estavam procurando por um negócio que violaria aquele acordo?”
Na verdade, primeiro eles assinaram um acordo e roubaram o dinheiro. E no momento seguinte eles o violaram, sem sequer pestanejar?
 Bem, seja o que for que cada um de nós pense das razões para a assinatura do acordo, uma violação grosseira das obrigações ocorreu lá e a maneira fácil como foi feita fala muito sobre o belo caráter de Evan Chandler, o comportamento dele é de inegável intergridade, não?
Um dos passos dos Chandlers foi refutar o artigode de Mary Fischer “Was Michael Framed?”, que foi publicado originalmente pela revista GQ, em outubro de 1994. A “refutação” foi publicada em um site de Haters, onde se referiam a ele como um “argumento convincente de que o artigo de M. Fischer na melhor das hipóteses é extremamente desleixado e, na pior, intencionalmente falso”.
O autor do artigo anti-Fischer é, provavelmente, Ray Chandler, pois a pessoa que escreveu, muitas vezes refere-se ao livro “All That Glitters”, a obra dele.
No entanto, esta é uma suposição apenas, pois o nome exato do autor, a fonte de onde o artigo vem, e a data em que foi publicado estão envolto em algum mistério. A data de outubro de 1994, no título, na verdade, refere-se ao artigo de Mary Fischer, e é, evidentemente, colocada ali de propósito para direcionar os leitores interessado no real artigo de Mary Fischer para um falso, escrito por Ray Chandler, que ele chama de a “réplica” dele.
Dar, assim o mesmo título e data para o artigo é apenas um truque de marketing por parte do autor, com o intuito de confundir os leitores – eles procuram por uma coisa e encontram outra, e em vez do artigo de Mary, deparam-se com algo que é totalment o oposto. E é essa pessoa que emprega tais truques sujos que tem a intenção de refutar o artigo de Mary Fischer como intencionalmente falso? Está bem...
A chamada refutação foi, naturalmente, escrita muito mais tarde, pois o autor lá se refere ao livro “All That Glitters”, que somente foi publicado em setembro de 2004. Ele também falsamente alega que no mesmo mês, Mary Fischer teve “uma mudança de coração” e pediu que o artigo dela fosse removido.
Bem, em primeiro lugar, ela não teve uma “mudança de coração”, pois recentemente ela permitiu que o artigo dela fosse reimpresso em AboveTopSecret.com (eu vi o consentimento dela com meus próprios olhos lá), e, em segundo lugar, seria bom se o autor do artigo deixasse de contar mentiras e fazer truques sujos para chamar a atenção para a estória dele. Ou ele pensa que é através de mentiras que a verdade deve ser dita?
Nota da tradutora: Mary Fisher, recentmente lançou o artigo como um livro, que se encontra à venda no amazon.com, daí você percebe como Ray Chandler era dado á verdade...
Seja qual for o caso, vamos ver o que esse um tanto misterioso e astuto autor tem a dizer. O artigo dele é uma massa bem estruturada de detalhes, em que as questões importantes (Jason Francia) e sem importância (o número de scripts que Evan Chandler escreveu) são misturados para criar a impressão geral de que uma pesquisa séria foi feita, sem que um único detalhe tenha sido esquecido ou não analisado.
A ideia principal do artigo é tentar provar que não era extorsão e substituir isso pela ideia de que as partes estavam envolvidas em negociações usuais para todos os acordos fora dos tribunais.
Enquanto percorria as 22 páginas dos inumeráveis e desnecessários detalhes, eu procurei uma resposta para uma pergunta que é realmente crucial para a questão e resolveria isto de uma vez por todas: Quem foi o primeiro a sugerir a liquidação financeira?
Se foi Michael quem ofereceu o dinheiro, isso poderia dar alguns motivos para pensar que ele era realmente quem estava “comprando o silêncio dos Chandlers”, mas se foi os Chandlers os primeiros a exigí-lo, isso apontaria para uma direção totalmente diferente...
O assunto não ficou muito claro, especialmente porque o artigo vagamente dá a entender que foi “Pellicano que sugeriu o acordo para o filme”. Então eu realmente não esperava encontrar uma resposta para minha pergunta neste artigo especial e fiquei agradavelmente surpresa quando eu encontrei. O que é ainda mais precioso sobre isso é que a informação é de primeira mão, vem da fonte original (Ray ou, provavelmente, do próprio Evan Chandler).
Após aproximadamente 12 páginas duelando nisto e, finalmente, o autor pergunta à Mary Fischer em uma maneira um tanto desafiadora “então, quando a extorsão ocorreu?”, e responde à pergunta dois parágrafos adiante: “após o encontro em Westwood Marquis, em 4 de agosto de 1993, entre Evan, Jordan, Michael e Pellicano terminar sem resolução, Pellicano encontrou-se no escritório de Barry Rothman, mais tarde, naquele dia, momento em que Rothman fez uma exigência de US $ 20 milhões”.
“Rothman fez uma exigência de US $ 20 milhões”!
Portanto foi Rothman! E assim, consequentemente, Evan Chandler, quem levantou a questão de dinheiro! E até mesmo “exigiu” isso, como o autor colocou. Graças a Deus Michael não tinha nada a ver com isso...
No entanto, o autor, evidentemente, não percebeu o que ele acabou de dizer e está a tentar provar o ponto de que a coisa toda não era nada além de negociações:
• “Pellicano não rejeitou a demanda de 20 milhões dólares definitivamente. Ele afirmou que iria conversar com o cliente dele e voltar para Rothman. A gravação que Pellicano fez de Rothman na secretária eletrônica revela que Pellicano fez uma contraproposta de US $ 1 milhão, em 09 de agosto, que foi rejeitada por Evan. Para punir Evan por argumentar com ele, Pellicano voltou com uma oferta de US$ 350.000 em 13 de agosto. Em 17 de agosto, como evidenciado pela gravação de Pellicano, os dois homens ainda estavam negociando.”
• “As negociações continuaram ao longo de um período de duas semanas e foram citadas por autoridades como apenas uma das razões pelas quais se concluiu que não havia ocorrido a extorsão. Outra razão foi que a polícia não ouviu nenhuma palavra de extorsão nas duas gravações oferecidas pelo campo de Jackson. Nem a imprensa.”
 
Agora eles estão falando sério? Que coisa ridícula de dizer! A polícia não ouviu as palavras exatas de extorsão e foi o que os impediu de ver a verdadeira natureza do projeto de Evan Chandler? Eu não sabia que a polícia era tão ingênua e precisava de alguém para mostrá-los como colocar dois e dois juntos...
O autor prossegue:
 
. “De acordo com a declaração oficial feita pela polícia de Los Angeles, a prova revelou que as partes estavam envolvidas em negociações legítimas para resolver ações judiciais fora dos tribunais – algo que a lei incentiva, o porta-voz da polícia disse”.
Concordo que tais negociações podem, por vezes, ser legítimas e que a lei pode até incentivar tais coisas. Por exemplo, se o acusado de qualquer delito oferece dinheiro por próprio e livre arbítrio. Mas tendo os braços dele torcidos da forma como foi feito neste particular caso, adiciona uma dimensão totalmente diferente a toda a história! Não é de admirar que o autor tanha dedicado apenas meia página das 22 da narração dele a essa questão crucial, mas incômoda. Ele claramente se sente desconfortável com isso.
O fato de que Michael não ofereceu nenhum dinheiro, ele mesmo, e de que era totalmente contra a qualquer pagamento aos Chandlers e não fez acordo quando ainda era possível evitar todo o horror de uma investigação criminal e o assédio da imprensa é prova suficiente de que ele não se sintia culpado de qualquer delito e estava enfrentando o futuro com uma esperança de obter um tratamento justo e alguma justiça, mesmo que viesse um processo penal contra ele.
O que é mais interessante sobre o artigo de Chandler?
 
• Diz e repete, pelo menos duas vezes, uma mentira ultrajante de que o menino deu uma “descrição precisa dos sinais distintivos na genitália de Michael”, embora o autor saiba que, com certeza, tanto em 1994, 2005 ou qualquer que seja o ano do artigo, é uma mentira completa e que a descrição e fotos eram tão semelhantes e “correspondiam” tanto quanto preto e branco são iguais.
 
Nota da tradutora: tanto a descrição não correspondia que Larry Feldman, advogado dos Chandlers, pediu que as fotos fossem retiras do processo!
 
• O autor também alega que havia pornografia infantil encontrada na casa de Jackson, o que é uma coisa completamente ridícula de se dizer. Se tivesse sido dessa maneira este fato por si só teria sido suficiente para indiciar Michael, julgá-lo e colocá-lo na cadeia, (sem que as acusações dos Chandlers fossem necessárias), pois manter a pornografia infantil é um crime por si só.
• O artigo também diz que um dos guarda-costas alegou que Michael tinha lhe odado ordens para destruir a imagem de um menino nu, que foi gravada no espelho do banheiro particular dele. Eu por acaso vim a saber que o nome desse guarda-costas era Leroy Thomas, que contou essa mentira de forma imprudente e até mesmo se submeteu a um teste de polígrafo para provar isso.No livro “The King Of Pop Darkest Hour” Lisa Campbell diz que “os resultados mostraram que ele foi sincero em algumas perguntas, mas ele falhou em outras questões, principalmente de que Michael havia pedido a ele para destruir uma foto de um menino nu” (essa foto nunca esteve lá, em primeiro lugar, não há que se falar na necessidade de destruí-la).
• O autor também refuta a história do amital sódico, que diz que a verdade foi extraída de Jordan junto com o dente dele. Essa refutação foi, porém, negada mais uma vez pelo próprio autor, que fez um relato completamente diferente da mesma situação no livro dele “All That Glitters”. Lá, ele diz que o menino foi colocado para dormir para ter o dente puxado para fora e quando ele acordou, a primeira  pergunta que o pai lhe fez  foi sobre o delito de Jackson contra  e foi a primeira vez que ele disse “sim”.
 
Nota da tradutora: Jordan também rlatou o ocorrido ao psiquiatra Ricahr Gardner.
 
Esta enumeração chata poderia continuar. É apenas a mistura usualmente tediosa de mentiras e meias-mentiras polvilhada com alguma verdade, para ser engolida, à noite, por um mediano leitor de tabloide...
O final da história é extremamente impressionante, embora se veja como a hipocrisia e a falsidade está escorrendo de cada palavra da estrondosa conclusão do autor:
De quando em quando, novamente, a história nos ensinou que uma imprensa livre e sem restrições é essencial para que uma sociedade democrática possa prosperar. Tão evidente foi isso para nossos Pais Fundadores que eles protegeram a imprensa na alteração da primeirenda à Constituição.
Desde aquela época, particularmente nos últimos anos, a Suprema Corte continuou a salvaguardar o papel vital da mídia, atribuindo a jornalistas o reforço da proteção por se recusar a revelar fontes e aumentando a imunidade de responsabilidade para relatar o que eles acreditavam ser a verdade, mesmo quando se tornaram falsas e difamatórias.
Bem, não parece que o  autor está praticamente nos avisando que o que acabamos de ler no artigo dele pode vir a ser “falso e difamatório” e não haverá ninguém a ser culpado por isso, pois este direito é garantido pelo Supremo Tribunal?
O artigo continua a falar sobre a responsabilidade de relatar a verdade, mas desde que isso não tem qualquer relação com este particular autor, nós devemos apenas deixar por isso mesmo.
Este é o link para o artigo original (não recomendado):
 
Eu incluí um trecho que fala sobre o uso de amital de sódio. Esta é a mais importante peça de informação para exonerar MJ daquelas acusações. Odiadores de MJ adoram usar a declaração de Jordie como “prova” irrefutável de que MJ é culpado, então temos que ter certeza de que podemos provar definitivamente que amital de sódio foi utilizado. Mesmo que, obviamente, nunca poderemos provar com 100% de precisão que foi utilizado (apenas Jordie e Dr. Torbiner poderiam fazer isso), o fato de que Jordie não conseguiu a descrição correta fala muito e erradica a “declaração” dele, encontrada no Smoking Gun.
Ray usa a mesma lógica enviesada que Diane Dimond usa no livro dela: porque o Dr. Torbiner não apresentou a documentação correta, então ele não poderia tê-lo usado. Também porque não há “nenhuma demanda” por amital sódico na rua, ele não poderia ter, eventualmente, ter obtido ilegalmente. Se é possível para Dr. Torbiner obter essas outras drogas e ilegalmente usá-las para fins não dentários (o que levou a UCLA a “pedir-lhe para deixar” o papel dele como professor assistente), então é certamente uma possibilidade para ele obter amital sódico sem o conhecimento da DEA. Talvez ele tenha pedido a outro médico sórdido que o obtivesse por ele?
Agora, Ray touxer um bom ponto, que é algo a que me referi em um post anterior. Por que tanto Evan ou Dr. Torbiner admitiram ou até mesmo implicaram que amital sódico foi utilizado? Minha teoria é apenas que, de alguma forma, o reporter (cujo nome é Henry Levin) descobriu isso, através de uma fonte próxima ao Evan, e então ele emboscou Evan com a pergunta, pegando-o desprevenido. Depois de ver a reportagem de Henry Levin, Mary Fisher foi ao Dr. Torbiner, e porque era quase um ano depois, ele provavelmente tinha uma memória difusa sobre o incidente (porque ele atendeu a muitas “chamadas de casa” para os pacientes dele, eu acho), e foi por isso que ele disse: “Se eu usei, foi para fins odontológicos”. Eu não sei, issoo é apenas minhas suspeitas! Ray também questiona quando ou se Henry Levin entrevistou Evan, que é o que eu quis saber também, devido ao acordo de confidencialidade a ser assinado em janeiro de 1994.
Em seguida, Ray passa a implicar que, já que os meios de comunicação não informaram essa “bombástica” evidência que ajudaria a exonerar MJ, então não deve ser verdade. Mas desde quando é que a mídia relata qualquer coisa que exonere MJ? Quanto à afirmação dele de que Evan & Dr. Torbiner não poderiam ter implantado as memórias, porque eles não tinham formação, bem, talvez alguém mais o tenha feito ao longo de um período de vários dias ou semanas, ou talvez eles realmente tivessem algum tipo de treinamento.
Lembre-se, de acordo com o psiquoatra Resnick, basta que se façam perguntas de uma forma não neutras (ou seja, questões induzitivas) para que as “lembranças” sejam implantadas. Evan disse que havia pessoas “em determinadas posições”, que estavam esperando pela “chamada” dele, portanto, talvez ele tivesse algum tipo de assistência.
 
Nota da tradutora: Vale lembrar, também, que após a extração de dente com o uso do amital sódico, Jordan foi levado ao psiquiatra Mathis Abrams para uma sessão de cerca de quatro horas. Mathis Abrams tinha treinamento suficiente para reforçar as falsas lembranças, o que não seria difícil, uma vez que Jordan já estava altamente sugestionável, pois a mital leva a pessoa a acreditar piamente no que não passa de imaginação.
Aqui você encontra um artigo sobre a produção de memórias. E aqui você tem outro. E mais este sobre o uso de amital. E este excelente artigo do psiquitra August Piper sobre “soros da verdade”. Se não basta leia este e veja o que amital pode causar. Ah, sim, eles o usaram em Jordan. E você também pode ler sobre como crianças são levadas, facilmente, a acreditar no que nunca aconteceu nesta série de artigos.
 Ray inssite que não há nenhuma maneira de que essas memórias pudessem ter sido implantadas, porque Jordie enganaria muitos policiais, terapeutas, etc. Mas toda a questão da implantação de falsas memórias é fazer com que a vítima acredite que são verdadeiras e, posteriormente, todo mundo vai acreditar nelas também! Olhe para os outros casos em que pessoas foram hipnotizadas com amital sódico e outros métodos e colocaram os “autores” atrás das grades.
Ray, então, usa a descrição que Pellicano fez de Jordie na reunião deles, para dizer que Jordie não poderia ter sofrido uma lavagem cerebral. Mas lembre-se, Evan disse a Jordie que ele nunca iria contar a ninguém, assim Jordie poderia parecer embaraçado por Evan estar ameaçando MJ com essas alegações, não que elas fossem verdadeiras. Mesmo que fosse uma lavagem cerebral, ele ainda acreditava que Evan iria manter as acusações em segredo.
Por fim, Ray passa a vender a mesma mentira que Sneddon, Dimond, Orth, e tantas pessoas nos meios de comunicação têm dito há anos: a descrição de Jordie combinou! O que absolutamente me deixa perplexo quando as pessoas dizem isso, é que elas nunca explicam por que MJ não foi preso! O objetivo da busca foi determinar se havia uma correspondência, que teria sido a causa provável necessária para prendê-lo! Eles alegam que a descrição Jordie das manchas de vitiligo combinava, mas eles sempre IGNORAM a característica mais definidora do pênis de qualquer homem: MJ não era circuncidado!!!
Leia aqui, aqui e aqui o quão errada a descrição de Jordan estava.
 
No final do trecho, eu incluí uma nota de rodapé sobre o Dr. Torbiner se recusar a reconhecer o que ele disse ou não disser a Fischer, citando privilégios médico-paciente. Tenho certeza que se Fischer tivesse mentido sobre o que ela afirma que o Dr. Torbiner disse a ela, ele teria tomado medidas legais logo após o artigo ser lançado em 1994. O silêncio dele é um tácito reconhecimento de que ele realmente disso a ela, em minha opinião!
Bem, eu incluí um link para a refutação inteira. Eu só queria ficar com o tópico mais importante, mas você está livre para olhar para ele e ver se há alguma coisa que você quer refutar. Não importa o que Ray, Orth, Dimond, ou qualquer outra pessoa diz, nós fãs de MJ temos estes fatos do nosso lado que haters precisam abordar antes que eles chamem de MJ culpado:
1. O Chandlers reconheceram, eles prórpios, que se MJ tivesse pago os $ 20 milhões em agosto de 1993, eles não teriam notificado as autoridades sobre “abuso sexual” contra Jordie. (ATG página 128).
2. A descrição de Jordie não corresponde. Ponto

3. A seguradora de MJ negociou e pagou pela liquidação de $ 20 milhões, (na verdade 15.3 milhões) sem a aprovação dele, e o acordo não impedia que os Chandlers depusessem no tribunal criminal. E não há nenhuma garantia de que MJ teria sido indiciado mesmo que eles cooperassem com as autoridades.
4. Em julho de 2009, Judith Regan reconheceu que Ray Chandler propôs a ela um contrato para um livro contando “o lado dele da história”, logo depois que o acordo de confidencialidade foi assinado, e ela os descreveu como “oportunistas descarados”. E Evan também ajudou Victor Gutiérre escrever “MJ Was My Lover”!
5. Jordie legalmente emancipou-se em algum momento entre 1994 e 1996, o que é muito suspeito. Ele voltou a ter contato com Evan em algum momento de 2005, e Evan quase o matou em agosto de 2005.
6. Em 1996, Evan processou MJ, Lisa Marie Presley, ABC News, e a Sony por US $ 60 milhões de dólares, e o direito a gravar um álbum refutação chamado “EVANstory”. Ele não queria a atenção da mídia por depor em um tribunal contra MJ, mas queria gravar um álbum louvo? Você está falando sério?
7. Jordie, Evan e Ray se recusaram a testemunhar contra MJ em tribunal, e o depoimento de June foi cheio de mentiras. Ela alegou que não tinha conhecimento de que Dave Schwartz tinha US $ 5 milhões em dívidas, quando Ray disse que não só ela sabia, mas ela pediu a MJ $ 4 milhões emprestados. Ela também disse que não processou MJ, quando o nome dela está em todo aquele processo.
8. Jordie disse ao FBI, em 2004, que iria tomar medidas legais contra Sneddon, se ele fosse intimado. Por que ele tinha tanto medo de ser interrogado? Era por que Mesereau tinha testemunhas que iriam desmascará-lo?
Para o artigo de Mary Fisher clique:
 
 
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