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A Cronologia da Promotoria no Caso de Jackon Não Faz Sentido


A Cronologia da Promotoria no Caso de Jacko(sic) Não Faz Sentido

 

 

 


Publicado em 03 maio de 2005

FoxNews.com

Por Roger Friedman
Traduzido por Daniela Ferreira

 

 


Michael Jackson não estava no rancho Neverland, em 6,7 e 8 de março de 2003 e, possivelmente, não em 9 de março também. 

Essa foi a notícia que o Ministério Público, inadvertidamente, admitiu ontem, em evidência, no julgamento por abuso sexual infantil de Jackson, enquanto ele estava ocupado analisando os registros de telefone de todos os principais jogadores do caso. 

E aqueles três dias, e também, possivelmente, 20 de fevereiro de 2003, continuam a diminuir o período de tempo em que a acusação afirma que Jackson cometeu os crimes. 

Graças à revisão um pouco chata de registros telefônicos, pudemos saber um par de pequenas coisas que podem ter grande significado mais tarde.

Enquanto Jackson estava longe de Neverland, o acusador adolescente dele estava na fazenda com a família. O menino, agora com 15 anos, disse no depoimento dele no grande júri e no tribunal que o abuso ocorreu "no fim" da estadia dele em Neverland – em 12 de março de 2003.

Jackson, como acidentalmente soubemos no tribunal, esteve hospedado no Beverly Hilton, por vários dias, naquela época, sob o nome de "Kenneth Morgan". Registros do telefone introduzido pela promotoria mostram que ele estava ali, chamando a assistente dele, Evvy Tavasci, noite e dia.

Os registros telefônicos do hotel foram inseridos como prova pela acusação. Assim foram as contas de quarto, que mostram que Jackson estava em uma suíte de US$ 850,00 por.

Registros telefônicos também indicam que Jackson pode ter estado longe de Neverland em 20 de fevereiro de 2003. Esse é o dia em que o promotor disse na acusação dele que Jackson começou a molestação e conspiração.

Os registros telefônicos mostram que Jackson poderia estar em Miami nessa data, ficando em Turnberry Isle Inn, no mesmo lugar onde ele ficou no início do mês, por US$ 3.700 por noite. E você se pergunta por que ele não tem dinheiro.

Uma vez que o promotor colocou todas as ações indiciáveis de Jackson entre 20 de fevereiro e 10 de março de 2003, parece que a suposta janela de oportunidade dele para ter molestado o menino está ficando cada vez menor.

Já foi estabelecido que a família estava longe de Neverland entre 25 de fevereiro e 02 de março de 2003. Quase uma semana fora do tempo. Agora elimine esses três ou quatro dias no final de março, além de 20 de fevereiro e, possivelmente, 21 de fevereiro e 22.

Outros itens no depoimento de ontem não combinavam com o que o júri já ouviu. Por um lado, a mãe do acusador, Janet Arvizo, foi veemente durante o próprio testemunho de que ela tinha perdido a celebração do Dia dos Namorados com o então namorado dela por causa de Jackson e os associados dele.
 

Mas os registros telefônicos mostram que ela fez sete chamadas em 14 de fevereiro para a amiga Azja Pryor, a noiva do comediante Chris Tucker. Ela também teve várias conversas telefônicas com o associado de Jackson, Frank Tyson naquele dia. 

A última chamada do dia, feita por Arvizo a Pryor, foi às 11:40.  A defesa poderia dizer que, se ela perdeu o Dia dos Namorados, foi culpa da própria Arvizo.

O detetive de Santa Barbara, o sargento Craig Bonner – um sujeito bom o suficiente, que havia trabalhado na obtenção de todos os registros telefônicos por todas as partes neste caso – admitiu, durante o interrogatório por Robert Sanger, que ele havia omitido chamadas para 04 de fevereiro de 2003, durante a apresentação dele em interrogatório pela acusação.

Ele também disse que os registros telefônicos não haviam sido finalizados até o final de domingo, à noite – depois de um período de preparação para o julgamento, que durou mais de um ano.

Os registros dos Arvizos também incluíram duas chamadas para a casa de Tucker, em 04 de fevereiro, com poucos minutos uma da outra.

Sob interrogatório, durante o que parecia ser um dia brutalmente aborrecido no tribunal, a defesa começou a definir o cenário para uma história que nós relatamos nesta coluna, exclusivamente, na última sexta-feira.

Essa é a história que os Arvizos pediu para ser enviados a Miami para ver Jackson em 6 de fevereiro de 2003. Eu lhe disse que fontes dizem que Tucker vai relatar como a viagem a Miami foi ideia dele, não de Jackson.

As chamadas para Tucker, a defesa vai argumentar, se o caso dela começar, são importantes. Elas vão mostrar que depois que foi feita foi feita uma oferta à família por repórteres de tablóides britânicos, pela história deles, os Arvizos pegaram o telefone e ligaram para Tucker para ter acesso a Jackson. Tucker, então, levou família para Miami em um avião que ele tinha alugado, a caminho de Orlando, Atlanta, e do All-Star Game da NBA.


A mãe fez amigos em Neverland


A última vez que alguém ouviu o nome Angel Vivanco no tribunal foi quando Janet Arvizo disse que não o conhecia.
 

Isso foi em um dia de interrogatório quando o advogado líder da defesa, Thomas Mesereau, astuciosamente correu uma lista de trabalhadores de Neverland e pediu a Arvizo para identificá-los.

"Eu não conheço ninguém, exceto Jesus Salas e Evvy", disse ela, referindo-se à assistente de Jackson. Ela também disse que nunca tinha ouvido falar de Violet Silva, a antiga chefa de segurança em Neverland. Mas agora parece que Arvizo, de fato, conhece Vivanco, e pode mais uma vez ser confrontanda pelas próprias mentiras.

Registros telefônicos mostram que ela chamou Vivanco em casa, muitas vezes, especialmente depois que ela "escapou" do rancho Neverland, pela terceira e última vez.
 

Vivanco recebeu um telefonema de Arvizo em casa, em Guadalupe, na Califórnia, em 12 de março; outra, em 13 de março; três chamadas em 19 de março; duas no dia 20 de março e, outra, no dia 21 de março. O número de Vivanco estava em contas de telefone intimadas pelo Ministério Público, mas o escritório do procurador distrital não se preocupou em ver qual número era. O advogado de defesa, Sanger, revelou, durante o interrogatório, que a equipe dele tinha fornecido essa informação à acusação.

Ainda não está claro por que o promotor não estaria interessado em para quem Arvizo poderia estar ligando em Guadalupe, uma cidade perto de Neverland, mas longe da casa dela própria.
 

Da mesma forma, Arvizo fez muitas outras chamadas para funcionários de Neverland depois da terceira “fuga” dela.

Ela fez várias chamadas para outro funcionário de Neverland, Maria Aceves, e Jorgen e Adele Staal, proprietários de uma empresa local de autoarmazenamento, nas proximidades de Santa Ynez.

Aceves estava na lista de potenciais testemunhas da promotoria, mas nunca foi chamada. Os Staals não estão em nenhuma lista de ambos os lados. Vivanco e seu irmão Jorge estão na lista de defesa.

 

Oxman Vive e Morre Pela Espada
 


Acredite ou não, o advogado Brian Oxman ainda está representando Michael Jackson – não apenas no tribunal criminal.
 

Oxman foi flagrado na semana passada defendendo Jackson contra o processo de 4 milhões de dólares ajuizado por Marc Schaffel. 

Você deve se lembrar de que Oxman foi colocado para fora. Aos gritos, do caso de abuso infantil pelo avogado líder da defesa, Tom Mesereau, que estava farto dos cochilos dele no tribunal.

Alguns outros repórteres alegam que Oxman alegou pegou o machado, porque ele se reuniu com o investigador particular Paul Barresi para ouvir fitas que esta coluna informou sobre pagamentos de tablóides para fontes, etc, no caso de 1993.

Ai de mim, posso lhes dizer que esse não era o caso.

Oxman e Barresi se encontram, e Barresi gravou toda a loucura com a permissão de Oxman.

Mas Barresi apenas quis detalhar como a prática dos tablóides de distribuir dinheiro para tipos repugnantes “criou um monte de histórias falsas na década de 1990”. Não foi por isso Oxman foi demitido.
Disseram-me que Mesereau fiocu incomodado quando ele descobriu que os papéis que Oxman arquivado no caso Schaffel pode ter contradito documentos e argumentos no caso de abuso infantil.

Isso é o que quebrou o que estragou tudo, disse uma fonte – isso e os conhilos.

 


 

 

Alpha

 
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Reportagem do Times Sobre Larry Feldman Pedir Cópias das Fotos de MJ


Advogado menino Procura Fotos do Corpo de Michael Jackson

Postado 8/14/10

 

Metropolitana Digest / LOS ANGELES COUNTY NOTÍCIAS EM RESUMO


5 de janeiro de 1994

 

 

Traduzido por Daniela Ferreira

Comentários em azul são da tradutora

 

 

 


O advogado que representa um menino de 13 anos de idade, que alega ter sido molestado por Michael Jackson, apresentou documentos no tribunal, terça-feira, em um esforço para obter fotografias do corpo do artista.


No mês passado, Jackson foi submetido a uma revista corporal por investigadores que procuravam evidências para corroborar as alegações do menino.


“Nós achamos que o fato de que meu cliente pode estabelecer como o Sr. Jackson parece nu é uma evidência muito substancial de culpa de Michael Jackson”, disse Larry Feldman, advogado do garoto.

 

Isso foi dito antes das fotos serem tiradas, ems eguida Larru Feldeman fez um pedido muito interessante ao Tribunal:


Feldman disse que ele apresentou uma moção no tribunal que é um “pedido múltipla-escolha”: Jackson pode fornecer cópias das fotografias da polícia, se submeter a uma segunda busca, ou o tribunal pode barrar as fotografias do processo civil como prova.

 

Feldman disse que pediu aos advogados de Jackson e do gabinete do Promotor Distrital de Los Angeles cópias das fotos, mas eles recusaram.

 

 

Perceberam a manobra de Larry Feldman?

 

Jordan deu uma descrição da genitália de Michael (descrição na qual, segundo Ray Chandler disse em All That Glitters, Feldman e Jordan trabalharam muito, ou seja, tentaram criar uma descrição que combinasse), mas Jordan errou, como sabemos e você pode ler nesta série de posts.

 

Assim, Larry Feldman estava com um problema, pois as fotos se tornaram provas a favor de Michael, não contra. Então ele pediu que as fotos fossem entregues a ele. Claro! Assim Jordan veria como os genitais de Michael eram de verdade e poderia dar uma nva descrição, agora milagrosamente correta.

 

Caso as cópias das fotos não lhe fossem entregue, elas deveriam ser admitidas no processo civil.

 

Ora, mas as fotos não foram um pedido de Feldman para provar que jordan estava dizendo a verdade? Por que agora eles não as queriam no processo civil?

 

Porque elas mostravam que Jordan estava mentindo, é claro. Não há prova maior de que as fotos não combnavam com a descrição que esse pedido de Feldman!

 


 

 

 
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Reportagem do Times sobre o caso Chandler em 05 de fevereiro de 1994



O Grand Júri Convocado no Caso Jackson: Direito: Fontes próximas à investigação dizem que um júri de Santa Bárbara vai ouvir depoimentos, na próxima semana, sobre alegado abuso sexual do menino

 

 

JIM NEWTON | TIMES STAFF WRITER 05 de fevereiro de 1994

 

Traduzido por Daniela Ferreira

 

Um Grande Júri do condado de Santa Barbara se reunirá na próxima semana para começar a ouvir o depoimento sobre se Michael Jackson molestou sexualmente um menino durante um período de vários meses do ano passado, fontes próximas à investigação disseram sexta-feira.
Intimações já foram entregues a um número de testemunhas, disseram as fontes. Elas acrescentaram, no entanto, que nem Jackson nem o jovem acusador dele, até agora, foram chamado para depor.
As ações do grande júri não são necessariamente sinal de que uma acusação está no horizonte. Júris muitas vezes são usados ​​para reunir provas, e não apenas para considerar acusações.
Mas a decisão de convocar o grande júri envia o sinal mais forte ainda de que as investigações criminais do artista continuam apesar da liquidação do mês passado de uma ação civil movida contra ele pela suposta vítima.
Os advogados de Jackson e da suposta vítima, um menino de 14 anos de idade, que entrou com um processo contra o cantor no ano passado, anunciou, em 25 de janeiro, que tinham resolvido o caso do menino. Apesar de que os termos desse acordo não foram revelados, fontes familiarizadas com as negociações disseram que Jackson concordou em pagar entre US$ 15 milhões e US$ 24 milhões.
A resolução do processo levou muitos observadores a especular que o andamento do processo criminal pode ser severamente prejudicado. Analistas jurídicos dizem que isso seria verdade especialmente se o menino decidiu que não estava em seus melhores interesses depor no processo criminal, agora que a matéria civil está concluída.
A lei da Califórnia proíbe as autoridades de punir vítimas abuso sexual que se recusarem a depor. O testemunho do menino no caso de Jackson é considerado essencial para os promotores ganharem uma condenação.
O menino não disse se ele concordaria em assumir o posto, mas as autoridades estão claramente preocupadas que ele pode decidir contra isso.
Na quinta-feira, o Promotor Distrital de Los Angeles, Gil Garcetti, anunciou que o escritório dele está patrocinando legislação que forçaria qualquer vítima de abuso sexual, que entrou com uma ação ou aceitou dinheiro como parte de um acordo civil, a testemunhar em um processo criminal relacionado.
 Este caso teria aplicação na investigação de Michael Jackson, devemos decidir que a acusação é justificada”, disse Garcetti quinta-feira. Quero enfatizar que não estamos nesse ponto.”
Larry R. Feldman, advogado do garoto, não disse se o cliente dele estaria disposto a testemunhar em um caso criminal. Embora ele tenha dito que “ninguém comprou o silêncio de ninguém” com o acordo civil, ele também salientou, repetidamente, que os psicólogos acreditam que a melhor coisa para o garoto seria começar com a vida dele, em vez de continuar lidando com as alegações. 
Enquanto as investigações criminais avançam, fontes familiarizadas com o caso dizem os promotores de Los Angeles e Santa Barbara estão de olho nos movimentos um do outro. O escritório Garcetti perdeu vários julgamentos importantes recenemtente, e fontes dizem que o promotor está relutante em assumi outro caso de grande repercussão, a menos que ele acredite que tem uma boa chance de ganhar.
Por outro lado, Garcetti poderia ser deixado em uma situação embaraçosa se ​​ele passa um processo criminal apenas para ter seu homólogo de Santa Barbara, Thomas Sneddon Jr., revendo os mesmos fatos e concluir que a acusação se justifica.
O resultado, de acordo com fontes, é um problema político difícil para ambos os procuradores eleitos: Nenhum deles quer trazer um caso e perder, mas também não querem deixar passar a oportunidade de processar e ter a vitória em contrapartida.
Daniel Davis, um advogado de Los Angeles que lida com casos de abuso sexual infantil e consulta em casos de grande repercussão em todo o estado, previu, sexta-feira, que Garcetti não vai processar Jackson.
 Garcetti nunca irá processar”, disse Davis, que representou, com sucesso, réus no cas de abuso sexual infantil da pré-escolar Mcmartin, o que ajudou a provocar a queda política do antecessor de Garcetti, o ex-prmotor distrital, Ira Reiner. “(Garcetti) irá parar, racionalizar, em seguida, passar.”
Nota da traduora: Evidetemente Gracetti não era burro e saia muito bem que não havia evidências contra Michael e seria tolice tentar processá-lo. Poe fim, ele tentou, o Grande Júri foi formado, mas decidiu não indiciar MJ.
Mas Davis disse que acredita que o promotor de Santa Barbarapode estar mais dispostos a arriscar processar Jackson. Muitos especialistas legais disseram que um júri de Santa Barbara poderia ser mais inclinado a condenar Jackson, e eles observam que Sneddon é considerado um litigante agressivo, engajado.
Nota: Sneddon é um litigante malicioso e oportunista, isso sim. Ele jamais perderia um caso de alto perfil, nem mesmo com a total ausência de provas. Não é sem razão que ele tem a alcunha de cachorro louco.
 “Eu acho que é possível que Sneddon prossiga neste caso”, disse Davis. “Ele não está preocupado com a reticência de Garcetti”.
Bem, ele também tentou (até mesmo a Lei Mann), outro Grande Júri foi formado, dezemnas de testemunhas ouvidas, milhões gastos... Mas NADA foi encontrado que justificasse o indiciamente e o Grande Júri decidiu não indiciar MJ.

 


 
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Oficiais Desesperados para Agarrar Michael Jackson



Oficiais Desesperados para Agarrar
Michael Jackson

 


Traduzido por Daniela Ferreira para o blog The Untold Side of the Story
 


Wickham, DeWayne. USA Today. McLean, Virgínia: 07 de fevereiro de 1994.
pg. A12




LOS ANGELES - A criança no caso de abuso sexual contra Michael Jackson tomou uma nova – e feia – medida.

Os promotores de Los Angeles e Santa Barbara estão lutando para salvar o que restou das investigações criminais sobre as denúncias de abuso sexual contra a estrela da música pop.

O Promotor Distrital de Los Angeles, Gil Garcetti, instou os legisladores estaduais, na semana passada, a alterar de uma lei que, agora, proíbe forçar as pessoas que dizem ter sido vítimas de violência sexual a depor em processo penal.

Se aprovada, a mudança entraria em vigor imediatamente e permitiria que Garcetti obrigasse o garoto de 14 anos de idade, com quem Jackson chegou a um acordo fora dos tribunais no mês passado, a testemunhar em qualquer julgamento criminal que surgir da amplamente divulgada acusação de que o superstar abusou sexualmente dele.

Isso seria um verdadeiro ato de marabalismo legal arriscado.

Se os legisladores derem a Garcetti o poder que ele procura e o meninocujos médicos dizem que ele precisa deixar esse assunto para trásse recusa a depor, o que ele faria? Enviaria o rapaz para a cadeia?

As autoridades policiais no Condado de Santa Barbara têm tomado uma diferente – se não menos desesperada – abordagem na busca delas por acusações criminais contra Jackson.

Os investigadores do escritório do xerife do condado recentemente organizaram para que o filho de 13 anos de idade da ex-empregada de Jackson fosse a um terapeuta. O menino foi entrevistado pela polícia depois que a mãe lhes disse que ele tinha passado um tempo a sós com Jackson. Segundo a mãe, a criança tem repetidamente negado ter sido abusado de qualquer forma pela estrela da música pop.

A oferta de um terapeuta foi feita após a mulher, uma imigrante da América Central, reclamar sobre reuniões e conversas telefônicas que os assistentes do xerife tiveram com o menino enquanto ela não estava presente. Isso a fez “se sentir desconfortável”, ela disse em depoimento que ela não sabia o que os assistentes estavam falando com o menino.

Quando ela lhes perguntou “com quem eu devo falar” sobre as preocupações dela, eles providenciaram para que a mulher e o filho vissem terapeutas separados, à custa do condado, disse ela na declaração juramentada.

Não surpreendentemente, um alto funcionário do departamento do xerife de Santa Barbara disse a revista People, na semana passada, que o garoto que trouxe a acusaçãooriginal de abuso sexual contra Jackson original “não é a única vítima lá fora”.

Nota da tradutora:

Isso é engraçado. “Um alto funcionário” afirma que há mais “vítimas lá fora”, e a imprensa não perde tempo em passar adiante. Quando, de fato, eles não conseguiram nenhuma outra vítima depois de uma massiva e extensa investigação que consumiu milhões de dólares e envolveu dois departamentos de polícia e o FBI. Ok, então, MJ é um gênio do crime que não deixa rastros ou as autoridades dos Estados Unidos são completamente incompetentes? Nada disso. Apenas nunca ouve vítima alguma!

Esta semana, um grande júri será convocado no Condado de Santa Barbara para ouvir o depoimento sobre o caso de Jackson, e o projeto de lei que Garcetti está empurrando será apresentado na assembléia estadual.


E a linha entre a justiça e a injustiça é cada vez mais difícil de encontrar.

 

 


Créditos a:


 

 

 
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BBC NEWS | Entretenimento | Bashir censurado sobre a entrevista prodígio

 

 

 

Traduzido por Daniela Ferreira para o blog The Untold Side of the Story

 


 
 
 
 
 
 
 
Bashir fez o nome de si mesmo
 ao conseguir grandes entrevistas.
 


O jornalista de TV, Martin Bashir, que fez o controverso documentário
Living With Michael Jackson, foi repreendido por uma entrevista conduzida por ele com o pai de uma criança gênio.

Farooq Yusof queixou-se à Comissão de Normas de Radiodifusão (BSC) sobre um programa, liderado por Bashir, sobre a filha dele, Sufiah, e o relacionamento dela com a família.

Sufiah chegou às manchetes quando, aos 15 anos de idade, ela fugiu da Universidade de Oxford, onde estava estudando para um mestrado em matemática.

Ela foi encontrada segura e bem depois de duas semanas, e Bashir foi o primeiro jornalista a ganhar uma entrevista com a família, apesar de eles não terem sido reunidos naquele ponto.

O site The Media Guardian relata que o Sr. Yusof disse em uma audiência com BSC que Bashir havia prometido lhe dar informações sobre o paradeiro da filha dele em troca de uma entrevista.

A BSC confirmou uma queixa sobre a forma como a entrevista com o Sr. Yusof foi obtida.

A BSC decidiu que Bashir e o Tonight com o time de Trevor McDonald enganaaram Sr. Yusof sobre a natureza do programa para que ele concordasse em ser entrevistado.

Caricatura

Mas o BSC negou as duas outras denúncias de que havia sido negada uma oportunidade prometida para ver o programa antes da transmissão e que ele foi tendencioso em favor da filha.

O documentário de Bashir sobre a vida de Michael Jackson, em que ele recebeu a permissão para seguir a estrela ao longo de um período de oito meses, também está sujeito a uma reclamação.

O cantor dos EUA queixou-se ao BSC dizendo que ele foi mal interpretado no documentário após comentários de Bashir, que disse que seu rancho Neverland era um "lugar perigoso" para as crianças.

Ele apresentou o próprio material para a comissão em uma tentativa de provar o ponto dele.

Jackson disse que o programa da Granada foi uma "farsa da verdade", mas a empresa de TV está de pé por Bashir.

Essa reclamação está atualmente "em espera" enquanto aguarda o resultado de uma ação legal iniciada pelo cantor contra Bashir e a Granada Television.
 

 



 
 
 
A filha de farooq Tusof ficou
desaparecida por duas semanas.

 


 

Nota da tradutora: Yusof veio a ser condenado por abuso sexual contra alunos dele. Esta autora não apoia qualquer tipo de crime, muito menos contra uma criança. A intenção aqui é mostrar a prática desonesta empregada por Martin Bashir para conseguir uma entrevista. O fato de o senhor Yusof ter sido condenado nada tem a ver com Michael Jackson.

 
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