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"Vítimas" Fantasmas de MJ parte 2

“Vítimas” números 4 e 4,5:



Como resultado da pesquisa de Tom Sneddon, em todo o mundo, para as vítimas adicionais veio, finalmente, um pacote de cinco delas, que o Smuking Gun ironicamente chamou de "Jackson 5".

No entanto, as "vítimas" não eram tão unidas como o Jackson 5 – dos cinco deles, três acabou por ser testemunhas de defesa – Macaulay Culkin, Wade Robson e Brett Barnes.

Todos eles negaram veementemente qualquer abuso. Os dois restantes, ou melhor, um e meio, acabara, por ser os únicos candidatos mais ou menos adequados para o papel de vítima.

Jordan Chandler não era realmente uma testemunha, já que ele não veio para o tribunal. Ele era o garoto a quem a seguradora de Michael pagou US$ 15,3 milhões em um processo civil, mas o acordo confidencial não o impedia de testemunhar em um julgamento criminal.

Ele havia sido abordado para testemunhar no caso 2005, mas ele se recusou a fazê-lo, acrescentando que “ele tinha feito a parte dele”. A recusa dele foi tão veemente de que ele ameaçou processar os investigadores se eles insistissem com ele indo para o tribunal. Foi só a mãe dele, June Chandler, que usou o direito de testemunhar e tomou a posição. Descobriu-se que ela nunca tinha visto nada impróprio e nunca testemunhou qualquer abuso.

A outra “vítima” foi Jason Francia, que disse que se lembrava de ser agradado em 3 ocasiões. É interessante que ele, na década de 90, tinha sido repetidamente entrevistados pela polícia, e, no momento, ele ficou tão irritado com as insinuações dos policias que ele confessou "eu queria golpeá-los na cabeça". No entanto, 12 anos depois, de repente, lembrou-se de episódios cócegas. Está documentalmente comprovado que o júri riu ao ouvir o testemunho dele...


Este artigo é apenas um dos exemplos – foi citado durante o julgamento pelo Fórum Wilmott:


O CASO DE JACKSON: TESTEMUNHA DA ACUSAÇÃO LEVA OS JURADOS AO RISO

Os jurados no caso Michael Jackson foram ouvidos durante uma pausa no julgamento zombando de testemunha de 24 anos, que alegou ter sido molestado por Michael Jackson quando ele tinha 7 anos e 9 anos de idade, fontes afirmam.

Especificamente, um jurado foi ouvido por dois jornalistas [um de Fron UK SKY TV] dizendo: “Oh boo-hooo, Michael Jackson me fez cócegas”. Essa declaração foi seguida de risos de outros jurados.

O comentário também foi ouvido por um oficial de justiça.

Funcionários judiciais estão investigando.

O relatório foi transmitido pela primeira vez no rádio de melhor audiência, KFI, tomada de Los Angeles, pela repórter Laura Ingle.

Os jurados 8 e 9 foram observados rindo durante o último depoimento de testemunhas, muitas vezes cobrindo a boca e falando durante o depoimento.

O depoimento de Jason Francia levou os jurados a fazer piadas não porque eles não se importavam com o caso, mas porque o testemunho de Francia foi ridículo e cheio de incongruências. As mentiras eram tão óbvias, que o testemunho dele não poderia ser levado a séirio.




“Vítima” n º 6, etc



Não estou fechando a lista, pois o número de voluntários para desempenhar o papel de “vítimas” de MJ pode ser infinito – tudo depende da imaginação dessas pessoas, a ganância e o estado de saúde mental delas.

Um dos exemplos de voluntário foi um menino canadense que acusou MJ de abuso sexual em 1995. O caso parecia tão grave que Diane Dimond mesma foi para o Canadá denunciá-lo – apenas para descobrir que, pura decepção, era uma farsa.

Também descobriram que o homem que era o “informante” dela, neste caso, foi mais tarde condenado à prisão pela polícia canadense por – você adivinhou –abuso sexual infantil! Essa é mais uma prova de que os pedófilos estão, por algum motivo, extremamente interessados ​​em acusar falsamente Michael Jackson desses crimes. Provavelmente porque eles esperam usá-lo como garoto-propaganda para o “movimento”? Ou porque ele se recusou a se “honrar” de ser um deles é por isso que agora eles estão se vingando dele?

Aqui está o relatório de Diane Dimond sobre o canadense.

Lembremo-nos de que ela estava falando com um verdadeiro pedófilo que tinha provavelmente se infiltrado em Neverland!

Agora que já procuramos pelo mundo inteiro a as chamadas vítimas de MJ e ainda não encontramos nada, a questão é – as histórias dessas pessoas valem os 20 anos de assédio brutal a Michael Jackson?

Resposta honesta, por favor!


***

ATUALIZAÇÃO 25 de agosto de 2010: Mais uma “vítima fantasma” de

Diane Dimond e Ray Chandler

por D. Edwards


Eu encontrei outra vítima fantasma! Eu estava lendo Diane Dimond “Be Careful Who You Love”, e na página 149, ela fala sobre uma mulher alemã que chama Evan Chandler em dezembro de 1993 para reclamar que MJ havia molestado o filho dela também.

No início, eu pensei que isso pudesse ter sido a terceira vítima fantasma (com Jordie Chandler e Jason Francia sendo as duasn primeiras “vítimas”) a que Sneddon e Garcetti aludiram no comunicado de imprensa deles, em setembro de 1994, mas eu estava errado, porque eles alegaram que a terceira vítima fantasma foi “molestada” três vezes (duas vezes em LA, e uma vez em Santa Barbara). A mulher alemã alegou que o filho dela foi “molestado” uma vez na Alemanha. De acordo com Dimond e Ray Chandler (que também a mencionou no livro “All That Glitters”), a mulher ligou para Evan para lhe contar sobre o filho dela, e Evan se ofereceu para ajudá-la a ir para os EUA para conseguir que o filho tivesse ajuda psiquiátrica, mas ela declinou. E em 2004, Court TV foi procurá-la, e encontrou-a, mas ela se recusou a dar uma entrevista para a câmara. Eu me pergunto se Sneddon já voou para a Alemanha para tentar entrevistar o filho, da mesma forma que ele voou para a Austrália e as Filipinas para entrevistar Brett Barnes e os Quindoys, respectivamente.

Aqui está um trecho do comunicado de imprensa de setembro de 1994:


O inquérito revelou também a existência de uma terceira suposta vítima que está em terapia psicológica desde a divulgação dele para a polícia no início de novembro de 1993. Ele alegou que Michael Jackson o molestou em três ocasiões. Duas dessas ocasiões, supostamente ocorridas em Los Angeles, além do estatuto de limitações (prescreveram), e a terceira ocasião, dentro da lei, supostamente ocorrido em Santa Bárbara. À luz da decisão da suposta vítima primária em não depor, e, por causa da relutância da terceira suposta vítima em depor e tendo em conta o bem-estar psicológico dele, nenhuma acusação relativa à terceira suposta vítima será prosseguida neste momento.



Aqui está o trecho de “Be Careful Who You Love”, página 149-150:


O telefone dos Chandlers nunca parou de tocar. Tanto telefonema feroz entrou – dia e noite –, que a polícia finalmente instalou um gravador de fita em uma tentativa de armadilha, e, em seguida, confrontar, alguns dos piores criminosos. O dispositivo não se liga automaticamente a cada telefonema, era até um ou outro Evan ou Nathalie, ligar o gravador se fosse necessário.

Em dezembro de 1993, antes de a parceria dental ser dissolvida, Chandler estava ocupado com um paciente quando a recepcionista lhe pediu para fazer uma chamada de uma mulher em Stuttgart, na Alemanha.

Primeiro nome da mulher era Ulrike (sobrenome não revelado), e em Inglês trêmulo, ela disse a Evan Chandler que eles tinham algo em comum – um filho que tinha sido mudado para sempre, depois de passar um tempo com Michael Jackson. Dr. Chandler lhe deu o número de telefone de casa e em uma série de conversas telefônicas, algumas das quais Chandler gravou, uma Ulrike emocional revelou detalhes de uma viagem de verão, em 1992, que ela e o filho de seis anos tinham feito para um festival ao ar livre, em Munique.

Foi um encontro casual na rua entre um jovem fã e uma celebridade internacional, explicou. Ulrike disse que quando Jackson viu o menino e soube que o nome dele também era Michael, isso teria atingido como se fora como velhos amigos. Ela disse que Jackson estava cercado por guarda-costas e estava vestindo calça preta, uma camisa vermelha, e o habitual fedora preto e ele convidou o menino para o quarto de hotel dele. A criança foi completamente ofuscada pela estrela pop, e quando a mãe traduziu o convite, o menino, radiante, pediu permissão para aceitar. Ulrike disse que ela concordou e caminhou com eles para o hotel de Jackson. Foi-lhe dito para pegar o filho no lobby do hotel em não mais que duas horas.

Ulrike é ouvido explicando em uma gravação que, quando o filho voltou “ele não era o garoto que eu criei”. Tudo o que ele poderia dizer, quando questionado sobre a visita é que foi “legal”. Perguntado sobre o que ele e Jackson fizeram juntos, a criança, timidamente, respondeu que eles tinham “apenas dançado um pouco”.

“Ele se tornou estranho, comecei a chorar muito, e depois, quando ele começou a escola no ano passado... ele teve que abandonar a escola porque ele não conseguia se concentrar mais, de jeito nenhom. Enfim, depois disso, eu não sei, eu só tenho a sensação de que algo estava errado com meu filho", disse Ulrike durante uma das chamadas telefônicas transatlânticas com os Chandlers.

“Eu finalmente lhe perguntei: ‘o que está acontecendo? ', e ele realmente disse, 'Eu não acho mais que Michael é ótimo e eu realmente não gosto dele muito mais. E, em seguida, o rapaz me disse: 'esse cara era tão estranho. Tínhamos dançado juntos e então ele tocou meu pênis. E ele tentou me beijar – ele chamou issi de‘um beijo cuspe', porque isso é um beijo molhado. De qualquer forma, ele (Jackson) tentou dar-lhe isso e ele não gostava disso. Ele disse: 'Isso não foi bom, mamãe, você não precisa fazer isso. Eu nunca vi você fazer isso eu não gosto nada disso’. Ele não confia em quase ninguém mais, isto é, particularmente os homens que ele não confia mais.”

Evan Chandler pediu mais de uma vez se ela poderia trazer Ulrike e o filho para os Estados Unidos para que o menino pudesse “falar com especialistas, como o meu filho falou”. Chandler também certamente sabia como seria benéfico para o caso dele, se outra criança reclamando intensificada. Mas Ulrike recusou a oferta, dizendo que ela iria encontrar ajuda para o filho na Alemanha.

Na primavera de 2004, quando um produtor de TV Tribunal rastreou Ulrike em um bairro de Stuttgart de baixa renda, ele descobriu que o marido dela tinha morrido recentemente e ela se recusou a ir para a câmera para falar sobre Michael Jackson.

Quando perguntado sobre Ulrike, disse um oficial da lei da Califórnia, "Nós ouvimos sobre um monte de crianças alemãs que passaram muito tempo com Jackson." Mas ninguém especificamente lembrou a história de Ulrike.

Eu acho que essa última frase diz tudo! Você está me dizendo que MJ passou um tempo com todos esses garotos alemães, e apenas um dos pais reclamaram que MJ molestou o filho, mas ninguém na aplicação da lei sequer se "lembrava" desse garoto? Você está brincando comigo? Bem, acho que isso responde à pergunta que eu levantei mais cedo: Sneddon não deve ter voado para a Alemanha para entrevistar a criança ou a mãe, porque ele não acreditava nessa história! Por que essa mãe ligou para Evan Chandler, em vez de chamar a polícia em LA ou Santa Bárbara?

Pessoalmente, eu acho que foi um trote, que está no mesmo nível que Rodney Allen, o cara do Canadá, que enganou Dimond a voar lá para entrevistar a "vítima" em 1995.

Aqui está o relato de Ray Chandler do telefonema, a partir de “All That Glitters”,página 180. Existem duas enormes discrepâncias aqui: primeiro, ele diz que a mãe alemã chamou Evan em 8 de outubro de 1993, quando Dimond diz que o telefonema aconteceu em dezembro de 1993! E segundo, Dimond diz que a mãe inicialmente chamou Evan no escritório, mas Raymond diz que inicialmente ela o chamavam em casa! Eles não podem sequer igualar as respectivas datas e locais!
Era meio-dia e Evan e eu estávamos sentados na sala discutindo os acontecimentos recentes, quando o telefone tocou. Anexado ao telefone era uma máquina de recodificação instalado pela polícia para capturar ameaças de morte. Foi definido para começar a rolar com o primeiro anel.

Evan raramente atendeu o telefone. Em seu escritório não havia pessoal para fazê-lo. Em casa, eu selecionados a maioria das chamadas. Mas desta vez Evan estava sentada ao lado dele e respondeu por reflexo.

“Meu nome é Kirsten Danzig”, o interlocutor disse, com uma voz forte sotaque, mas compreensível. “Estou ligando da Alemanha. Eu queria falar com o Dr. Chandler.”



“Por quê?”
“Porque o meu filho também foi molestado por Michael Jackson.”

“Ele tocou o pênis dele?”, perguntou Evan – a questão crucial.
“Sim, respondeu Kirsten. “E ele tentou beijá-lo.”
Kirsten retransmitiu como ela e o filho de oito anos de idade conheceram Jackson em Munique, e que, a pedido de Michael, deixou o filho ir sozinho com ele por algumas horas.

“Meu filho foi mudado”, Kirsten disse, soluçando. “Ele não é o filho que eu pari... Ele me disse: ‘Mamãe, ele me tocou, mas não foi um toque de uma mãe ou um pai, ele me tocou muito estranho’.” “E então ele me mostrou onde ele tocou. Você sabe, eu me senti tão mal e me sinto culpada, eu me sinto tão culpada! Eu o deixei sozinho”.

Evan e Kirsten falaram longamente sobre os efeitos a longo prazo de tal experiência para a criança e a necessidade para elas obter ajuda imediata. Evan se ofereceu para comprar para eless passagens aéreas para os Estados Unidos para vir falar com Feldman e o promotor. Kirsten disse que iria considerá-lo, mas um terapeuta aconselhou-a que o trauma de ir a público seria devastador para o filho dela, então ela decidiu não ir em frente. (Por conseguinte, o seu nome real não foi usado.)

Feldman não estava preocupado. O caso era mais do que sólido sem ela.

Só para reiterar o que eu disse anteriormente, o fato de que ninguém na aplicação da lei “se lembrava especificamente” desse garoto, e que Sneddon não voou lá para localizá-lo, mostra o quanto de “fé” tinham na história desse garoto!

“Onde há fumaça, há fogo”, hein? Bem, considere esta uma outra chama extinta!

Atualizado por vindicatemj em 26.08.10

David se esqueceu de mencionar que foi outro inimigo de Michael Jackson, que extinguiu o fogo começou por Ray Chandler e Diane Dimond.

Ray Chandler disse que “Feldman não estava preocupado. O caso dele era mais do que sólida, sem ela”.

E a fonte favorita dos odiadores , Victor Gutierrez, diz o oposto – no livro dele, ele diz que Larry Feldman expressou s= preocupação de que a polícia não conseguisse encontrar outra vítima para corroborar a história de Jordan Chandler:


Terça - feira, 11 de janeiro (1994) “Naquela mesma tarde encontrei-me com o advogado de Jordie, Larry Feldman, para saber mais sobre o estado do caso. Durante nossa conversa, Feldman me expressou a inquietação dele sobre a dificuldade de encontrar mais crianças para testemunhar contra Jackson”.

Seja qual for o caso de Larry Feldman o fato de que nem Tom Sneddon, promotor de Santa Bárbara, nem Gil Garcetti, promotor de Los Angeles, nem o xerife Jim Thomas de Santa Barbara – todos eles estavam investigando o caso de 1993 –jamais usou a “evidência” de uma mulher alemã, mostra o verdadeiro valor disso.

Diane Dimond e Ray Chandler são capazes de nos fornecer com centenas de histórias de ficção como essa.

Infelizmente, o efeito pode, muitas vezes, ser muito prejudicial, mesmo se elas são comprovadas mentiras, mentiras coloridas são mais interessantes do que a verdade chata e, portanto, fica mais fácilmente impressa na mente das pessoas. É por isso que eu aconselho David a não fornecer enormes textos de livros odiadores – alguém crédulo pode levá-los a séro, embora a situação descrita acima seja claramente falsa.


Se houvesse um grão de verdade nessa história, Tom Sneddon teria enviado um esquadrão de policiais para buscar o menino ea mãe, pagando a passagem deles para Santa Barbara. Ele e Gil Garcetti estavam simplesmente morrendo de vontade de ter novas “vítimas” e estenderam a investigação criminal por meses na esperança de que algumas novas circunstâncias incriminadoras fossem divulgadas.

Veja como eles foram alongando o período de investigação esperando por um pouco de sorte, com mais acusações:



“Em emados de março, outra vez, o Promotor Distrital de Los Angeles prometeu que a investigação seria concluída no próximo mês. Desde o início do caso, sete meses antes, a investigação estava sendo concluída no próximo mês. Primeiro o Promotor previu que seria feito em meados de outubro. Outubro veio e se foi e sem fim à vista. Por isso, foi anunciado que seria concluída no próximo mês de novembro. Então, antes do fim do ano, dezembro. Em seguida, início de 1994, janeiro. Em seguida, no próximo mês, fevereiro. Não houve decisão em fevereiro ou março. Gil Garcetti anunciou, em 15 de março, que esperava uma decisão sobre se deveria ou não acusar Michael em cerca de seis semanas. ‘Em um mês ou assim teremos a investigação embrulhada e dentro de 2 ou 3 semanas depois disso uma decisão será tomada’. Então, agora seria concluída no próximo mês de abril. Ok, talvez maio. Se eles ainda não tiverem nenhuma evidência, até então, para indiciá-lo, eles podem sempre adiá-la até junho”.

Então, “um juiz de Santa Barbara prorrogou o prazo do júri de Santa Barbara, em 11 de abril, que tinha chegado ao fim do mandato de 90 dias”. ... (Lisa Campbell, “The King of Darkest Hour do Pop”).



Mesmo quando o caso foi encerrado em setembro de 1994, ele ainda permaneceu tecnicamente aberto para a duração do prazo de prescrição de seis anos, no caso de Jordan Chandler mudar de ideia e decidir cooperar com os promotores. Ou no caso de algumas novas circunstâncias virem a público.


A prorrogação das investigações demonstra que as autoridades não tinham nada contra Michael, apesar de milhões terem sido gastos em busca de evidências. Mais de 300 pessoas terem sido ouvidas, diuversas buscas foram feitas na spropriedades de MJ – vários itens foram levados e examinados – Sneddon viajou ára outros países em buscas de vítimas e nada foi encontrado. Dois grandes júris foram formados e ambos decidiram NÃO INDICIAR MICHAEL. Dizer que o acordo civil foi o que impediu o indiciamento é uma desculpa esfarrapada. Os promotores tinham a colaboração dos Chandlers até fevereiro de 1993, quando o acordo foi feito e não conseguriam indiciá-lo porque a historinha mal contada de Jordan não era o suficiente e nenhuma outra evidência havia. Aliás, segundo Ray Chandler, eles nunca deixaram de colaborar. Ele afirmou em entrevista a Larry King que não era verdade que não queriam colaborar. E, logicamnete, nenhum acordo civil impede que a pessoa testemunhe em um caso criminal. Portanto, a desculpa dos promotores só cola para quem é um completo idiota.


E depois de tudo isso, Diane Dimond diz que todo esse tempo Tom Sneddon e Gil Garcetti tinham uma vítima pronta para eles e eles nunca se importaram?

O que eles pensam que somos?


Completos idiotas?

Vale lembrar que o próprio Ray Chandler também se contradisse sobre a questão de “outra vítima”, no livro dele, “All That Glitter”.Ao dizer a razão porque a advogada Gloria Allred foi demitida – logo depois de dizer que Jordan queria o dia dele no tribunal – ele afirmou que a estratégia dos advogados Larry Feldman e Robert Saphiro era mais inteligente, pois “seria impossível condenar Michael sem a existência de outra vítima”.

Ora, se fose verdade a ligação da tal alemã, eles teriam nas mãos a tão sonhada “outra vítima”. Vìtima alguma jamis ouve, no entanto, eles, mais que ninguém, sabiam disso.

Devamını oku...

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“Vítimas” Fantasmas de Michael Jackson


“Vítimas” Fantasmas de Michael Jackson

 


21 de junho de 2010

Por Helena (vinidatemj)

Traduzido por Daniela Ferreira

Comentários em azul são da tradutora



Graças a David e Suzy (membros do vindicatemj), temos muitas informações sobre vítimas fantasmas ou inexistentes de Michael Jackson. Duas dessas vítimas já foram mencionadas no post ceticismo, mas os detratores de Michael querem todos elas agrupados ordenadamente, então vamos fazê-lo – mas primeiro vamos ver que eventos precederam ao aparecimento dessas tais vítimas.


A conferência de imprensa foi realizada no dia seguinte, após o ataque surpresa a Neverland de Michael Jackson, que não sabia de nada, pois ele estava em Las Vegas, no momento, gravando "One More Chance" e se preparando para o lançamento d novo álbum.
O Xerife de Santa Barbara, Jim Anderson, abriu a conferência de imprensa e disse que um mandado de prisão para o Sr. Jackson tinha sido emitido. No dia anterior, cerca de 70 policiais invadiram o rancho Neverland das 8:30 da manhã às 11:00, mais dois mandados de busca tinham sido executados.
A base para esta investigação sobre o Sr. Jackson envolvia alegações de abuso sexual infantil, 288 (a) do Código Penal da Califórnia.
O valor da fiança, relativa ao mandado havia sido fixado em US $ 3mln dólares. Ao Sr. Jackson seria dada a oportunidade de entregar-se à custódia do departamento do Xerife de Santa Barbara dentro de um período de tempo especificado.
Em seguida, o Promotor de Santa Barbara, Thomas Sneddon, tomou a palavra. Ele comparou o novo caso com o de 1993 e disse que havia uma grande diferença entre os dois:
"Número um, é diferente, porque a lei da Califórnia mudou, e mudou-se especificamente por causa da investigação de Michael Jackson investigação em 1993-1994. A lei na Califórnia, naquela época, desde que a criança vítima não poderia ser forçada a testemunhar em um processi de abuso sexual infantil sem a permissão e consetimento e cooperação dela. Como resultado do caso de Michael Jackson, o legislador alterou a lei, e isso não é mais a lei na Califórnia. Em segundo lugar, como todos sabem, ou a maioria de vocês sabem, ou de estar envolvido, ou sabendo, naquela a investigação, nunca houve indiciamento como resultado daquela investigação. Nenhum mandado emitido.”

(Estou citando apenas no caso de alguém se esqueceu de que Michael nunca foi acusado em 1993).

MJ nunca foi indiciado em 1993/1994, mas não porque Jordan Chandler não quis colaborar, mas porque DOIS GRANDES JÚRIS asim decidiram, pois não havia prova alguma que justificasse o indiciamento. Mas claro, eles sempre usarão o acordo (entre Chandler e Jackson) como desculpa para a investigação infundada e milhões de dólares gastos em um caso que evidentemente era uma farsa.



O memorando DCFS.

Michael Jackson foi preso no dia seguinte, em 20 de novembro de 2003, quando ele voou de Las Vegas especificamente para se colocar nas mãos da polícia, foi algemado, mantidos em um banheiro sujo de fezes por 45 minutos, mais tarde liberado sob uma fiança de 3 milhões de dólares (valor inconstitucional por ser demasiadamente alto), mas ainda não foram feitas acusações contra ele.
Seis dias depois, em 26 de novembro de 2003, o Departamento de Serviçoes às Crinaças e a Família de LA divulgou uma declaração oficial de que as acusações feitas pela família Arvizo eram infundadas.
A nota oficial emitida pelo DSCF foi baseada em duas 2 semanas deinvestigação realizada conjuntamente pelos DSCF e a polícia no inpicio do ano, em fevereiro de 2003 (logo após o filme de Bashir foi ao ar) e citou a mãe do acusador dizendor que Michael era como um pai para os filhos dela, que nenhum deles jamais compartilhou a cama com ele (ele sempre dormia no chão) e a irmã nunca tinha visto nada impróprio entre os irmãos e o artista.


Dr. Charles Sophy, um oficial de alta patente do DSCF,  a quem foi dirigido o memorando.


The Smoking Gun explica o que o termo "acusações infundadas" realmente significa:


"A investigação conjunta do DSCF e da polícia de Los Angeles ocorreu de 14 a 27 de fevereiro e, o memorando da Unidade de Casos Sensíveis concluiu que as alegações de negligência e abuso sexual não têm fundamento, tanto pela Polícia de Los Angeles, divisão de Wilshire, quanto o DSCF.
Quando uma investigação está fechada, funcionários do bem-estar infantil podem resumir as descobertas em uma de três maneiras. Se a evidência for encontrada para apoiar acusações de abuso, o caso será marcado como ‘fundamentada’.
Um caso é chamado de “não comprovado”, quando a evidência descoberta não é suficiente para apoirar às alegações (embora as alegações possam, de fato, ser verdade).
Finalmente, um caso é marcado como ‘infundado’ quandos assitentes determinam que não há mérito para as alegações.”
Ou seja, os assitentes sociais que investigaram o caso concluíram que não havia razão alguma para acreditar que um crime foi cometido por Michael Jackson contra os Arvizos.
 
Tom Sneddon, porém, insistiu que haveria acusações feitas contra Michael Jackson:

“Existe um mandado pendente e posso assegurar-lhe que, dentro de um período muito curto de tempo, haverá acusações apresentadas contra o Sr. Jackson. Acusações múltiplas. Isso é diferente [do caso de 1993].”
A conferência de imprensa de 19 de novembro de 2003, realizada por Tom Sneddon e Jim Anderson foi inacreditável de muitas maneiras: o ataque anterior que tinha sido adiado por várias semanas e finalmente foi nomeado para o tempo exatamente antes do lançamento do novo álbum de Michael (o oficial pretexto foi "por causa de todos os visitantes que vieram até aqui para o Dia das Bruxas") – Como se uma investigação criminal devesse ser adiada em razão de um feriado próximo –, Tom Sneddon estava em um ótimo humor, fez piadas sobre Michael, e finalmente disse que poderia haver outras possíveis vítimas.

Mais que isso, Sneddon pediu que, se houvesse qualquer vítima, que ela viesse para frente e ele teria prazer em processar MJ.
Uma vez que esse foi, provavelmente, o principal objetivo do show, o xerife Jim Anderson convidou o país a participar do processo de encontrar as vítimas:
“... Nós incentivamos o público a vir para frente se tiverem qualquer informação que nos levaria a acreditar que há outras vítimas na comunidade... para entrar em contato conosco para que possamos acompanhar essa informação”.
Assim, dois anos antes do julgamento de 2005, tanto D.A. Tom Sneddon quanto o xerife Jim Anderson estavam desesperadamente precisando de vítimas autodeclaradas para apoiar o frágil caso Arvizo, e estavam à espera que o público a ajudasse a acusação.
Na realidade, linhas telefônicas foram disponibilizadas para que as pessoas fizem dessem informações contra MJ e um site foi criado especificamente para que as “vítimas” entrassem em contato. 

Em 25 de novembro de 2003, Nancy Grace já estava relatando na Court TV sobre as inúmeras chamadas de potenciais vítimas que tinham vindo, nos cinco dias desde a conferência de imprensa:

"Eu achei estranho quando eu ouvi, pela primeira vez, mas depois soubemos que o xerife tinha emitido uma declaração pública pedindo quaisquer potenciais vítimas a apresentar, é o meu entendimento de que há relatório de que eles estão recebndo muitas, muitas, muitas dezenas de telefonemas. Se são eles legítimos, não sei. Mas eu acho que o promotor e o delegado têm que filtrar através deles e determinar se existem quaisquer outras acusações encargos que devem ser acopladas com esse jovem menino."
Agora que o público foi convidado a participar da caça às bruxas e “vítimas” foram incentivadas a entrar, vamos ver quem atendeu a chamada da trombeta.


“Vítima” número 1:

Entre as “dezenas” de chamadas mencionadas por Nancy Grace, havia um certo Terry George, um homem de negócios britânico, que agora é dono de uma empresa de sexo por telefone.
Nossa Suzy deixou o seguinte comentário sobre o homem:

"Lembro-me de Terry George, vendendo uma história para os tablóides britânicos. Ele afirmou que Michael o obrigou a fazer "sexo por telefone", quando ele tinha 13 anos e Michael tinha 19 anos. Como você força alguém a fazer sexo por telefone? Enfim, o cara era um fã obcecado, (risos). Há fotos dos dois posando como MJ iria posar com qualquer fã. Na foto, o cara parece ter cerca de 17-18 e Michael cerca de 23-24.

Terry disse aos tablóides que depois que MJ o rejeitou, ele estava tentando chegar até ele em hotéis ou onde quer que estivesse, mas ele (MJ) o cortou. Agora, a diferença é que Terry é o homem gay e (risos) este é exatamente o motivo pelo qual Michael o cortou! Não que ele tivesse um problema com gays, mas eu acho que esse cara estava tentando paquerá-lo e Michael estava preocupado com isso, porque ele não era gay.
‘Engraçado’ como o Sr. Terry George só se lembrou dessa história "abuso sexual" e vendeu para tablóides depois que o caso Chandler quebrou. Outra reviravolta na história é que ele é dono de uma empresa de sexo por telefone... E "engraçado" como, apesar de ser "molestado" por Michael quando um menino, ele estava correndo atrás dele em todo o mundo tentando chegar aos hotéis dele quando estava com 17-18. Claro, tablóides pagam em dinheiro por histórias como essa.”

Eu fui para o site de Terry George.


Lá ele afirma que ele foi convocado para o julgamento de 2005, no entanto, mesmo o próprio link desmente essa afirmação, uma vez que acrescenta ERRADO até o fim do mesmo:

http://www.terrygeorge.co.uk/about/michael-jackson/ article / _Terry-George-at-Jacksons-trial-ERRADO /.



Agora sabemos que Terry George nunca testemunhou no julgamento de 2005. Parece que Tom Sneddon não estava muito feliz com esta testemunha – o cara gay praticamente se impôs como uma vítima de abuso sexual sobre o procurador-chefe, mas ele ainda não estava impressionado e não estava interessado... Por quê?

Se olharmos para a biografia de Terry George, vamos aprender que, a partir de 12 anos de idade, o menino que diz sobre si mesmo que ele era "uma violeta que nunca murcha” tinha um hobby de entrevistar pessoas famosas.
Terry diz que ele é uma tiete e se gaba de que as fitas das entrevistas dele foram importantes o suficiente para ser transmitidas pela rádio local. Para nós, isso significa que todas elas foram feitas para a discussão a céu aberto. Entrevistas de Terry foram anunciadas como se segue:
"Muitas das entrevistas dele não estavam apenas spoonpessoal para o rapz tiete, mas bate-papos pensados ser importantes o suficiente para ser transmitidos por emissoras de rádio locais. Entre aqueles que estão presos em uma fita por Terry estavam uma seleção de ‘superstars’ tão diversos como Michael Jackson, com quem ele se tornou amigo (leia conta separada neste web-site, Omar Sharif, Paul McCartney, Boy George, Les Dawson, Dick Emery e mais outros trezentos grandes nomes do show biz."
Então, quando Terry se gaba no site dele que "o Ministério Público acredita que uma conversa telefônica entre o Sr. George e Jackson, em 1979, poderia ser uma evidência chave", ele se refere a essa fita completamente oficial de uma entrevista com Michael Jackson que foi apresentada no rádio. Não é à toa que Tom Sneddon nunca poderia usá-la para os propósitos dele.

Mas como sabemos que Terry não tem mais nada, além dessa entrevista oficial?

Porque Terry era muito meticuloso no que ele estava fazendo e valorizava cada conversa que teve com (qualquer) uma estrela. E se ele estava gravando cada pedacinho precioso, a suposta conversa dele com o MJ, envolvendo "masturbação" deveria ter sido registrada por todos os meios, e teria sido a jóia da coleção deele! Isso poderia ter sido vendido para a mídia por uma soma astronômica, ou usada para chantagear MJ e buscar "compensação" dele.
E se Terry tivesse uma fita incriminadora, isso teria certamente ido parar nas mãos de Tom Sneddon. Mas já que isso não aconteceu, isso significa que não havia nada para mostrar ou ouvir. Simples assim.
O resto da informaçãono site dele é uma pobre tentativa de retratar Terry e Michael como "amigos", que é, naturalmente, uma grande ferramenta para a promoção de uma boate gay que Terry teve no início da carreira.
Quanto a essa suposta "masturbação", (e estamos falando de masturbação durante sexo por telefone, lol) ele está simplesmente abanando a língua sobre isso – você não vai encontrar uma única nesga de evidências no site para provar as palavras dele! Não há nada, exceto alguma porcaria mostrando "o quão importante ele é" e alguns cortes de jornais provando que Michael e o Jackson 5 se apresentaram na cidade natal dele nos anos 70.
Isso é tudo.
 
 
Terry George
 
 
Em suma, Terry George é um homem que fez a carreira exclusivamente ostentando a fictícia "amizade" dele com Michael Jackson e espalhamdo falsas acusações contra Michael.
Era sobre personagens como ele que Michael uma vez disse: "Eu vi advogados que não são meus porta-vozes que não me conhecem falando que me representarm".
A propósito, esse menino, Terry George, foi o único mencionado nos arquivos do FBI. Não havia nada além de um jornal cortado sobre ele no arquivo e nenhuma ação foi tomada pelo FBI, pois não havia nada a investigar, como podemos ver.

Porém a hitória de Terry, por mais absurda, ganhou muitas manchetes.

A julgar pelos interesses profissionais que Terry teria mais tarde, eu me pergunto, qual dos dois jovens queria estuprar o outro por telefone nos anos 70... Não admira que Michael evitasse Terry como a peste depois disso.


“Vítima” número 2

Em meados de abril de 2004, denúncias foram feitas por Daniel Kapon. Foi exatamente no meio da investigação Arvizo, então o timing desda acusação está dizendo metade da história, pois é outra clara resposta ao chamado de Tom Sneddon. A imprensa noticiou o caso em junho de 2004.
Essa "vítima" nunca foi autorizada a depor, pois as reivindicações dela poderia arruinar todo o frágil caso de Sneddon contra Michael Jackson. No entanto, após o julgamento terminar, Kapon, com 20 anos de idade, decidiu tentar a sorte em um processo civil que ajuizou em outubro de 2005.


 David escreveu o seguinte sobre esse cara:


"Em 1 º de junho de 2004, Daniel Kapon vendeu uma história filmada de onde ele disse que foi ‘molestado’ por MJ desde a idades de 3 aos 9 anos para o tablóide britânico ‘News Of The World’ por 500 mil dólares. Além do abuso sexual, ele também acusou Jackson de forçá-lo a ‘tomar drogas e beber álcool’, bem como fazê-lo passar por "cirurgia estética", e ‘mantê-lo em cárcere’.”
“E, (o pior de tudo!) Kapon continua a alegar que Jackson o plagiou, roubou ideias de músicas dele por 10 anos 1987 a 1997. Aos 9 anos, ele, de repente, "esqueceu" sobre os 6 anos de assédios e cirurgias plásticas, só para ter as memórias reprimidas "recuperadas" sob o tratamento da notória inimiga de MJ, Carole LIE-Berman. Kapon também contratou – você adivinhou! – Gloria Allred para representá-lo em um julgamento civil! Lieberman relatou aos policiais, como ela é obrigada a fazer por lei, e, naturalmente, a polícia completamente descartou essa afirmação sem fundamento!”
 “Mas o que é realmente preocupante sobre isso é o fato de que as falsas alegações deles foram habilitadss e incentivadas por Carole Lieberman e Gloria Allred! Essas duas charlatães famintas por atenção e amantes do dinheiro teriam, imediatamente, desprezado tais alegações infundadas se elas tivessem sido lançadas contra qualquer pessoa que não MJ.”

Vamos dar uma olhada em Daniel Kapon:
 

Daniel Kapon Vende Uma Gravação de Meia Hora Com Alegações de Abuso Sexual Ppara Um Tabloide Britânico

Por Jennifer Vineyard

Michael Jackson e o camp dele estão descartando como “maliciosas” e “falsas” as alegações feitas por um homem de 18 anos que vendeu a história de abuso dele a um tablóide britânico.

News of the World comprou a fita de vídeo de meia hora de Daniel Kapon, na qual ele alega que Jacksono tinha drogado, molestado e gravado durante viagens para a casa da família de Jackson, em Encino, Califórnia, assim como no rancho Neverland. Kapon afirma que o abuso começou quando ele tinha 3 anos e continuou por seis anos. Um porta-voz de Jackson disse que a fita estava sendo oferecida por quase meio milhão de dólares, quando surgiu pela primeira vez, um mês e meio atrás.
"Esta parece ser uma tentativa maliciosa de prejudicar o direito do Sr. Jackson a um julgamento justo sobre os encargos atualmente pendentes", disse os advogados de Jackson em um comunicado. "Temos de questionar o tempo e o propósito dessa falsa alegação ser levantada neste momento. Acreditamos que esta campanha de difamação é impulsionada por advogados com fome de dinheiro, que procuram capitalizar sobre a atual situação jurídica do Sr. Jackson."
Kapon afirma que as alegações foram levadas por uma memória reprimida que foi recuperada, enquanto sob os cuidados de um psiquiatra. Esseo psiquiatra alegadamente é Dr. Carole Lieberman, e a advogada de Kapon é, alegadamente, Gloria Allred. Lieberman e Allred tiveram denúncias anteriormente apresentadas contra Jackson ao Departamento de Serviços às Crianças e à Família após o infame incidente com o bebê pendurando (veja "Michael Jackson dizenso para a advogada de ir ao inferno"). Lieberman recusou a comentar, e Allred não estava disponível para comentar o assunto.
(Claro que eleas se recusaram a comentar. Duas golpistas, é o que são. As mentiras de Kapon ficaram tão evidentes que isso poderia ter acabado com a carreira das duas, mas, claro, elas conseguira, escapar.)
Continaunado...

Outra fonte, "O portal de notícias Thaindian", relatou, em janeiro de 2008, uma versão diferente do alegado período de abuso sexual. Agora, foi estendido a partir de 6 anos até os 12 anos, pois Kapon afirmou que "Jackson começou a molestá-lo quando ele tinha 2 anos de idade e ele o agrediu sexualmente até a idade de 14 anos".
Jackson "obrigou-o a ingerir drogas e álcool e submeteu-o à cirurgia plástica desnecessária, queimaduras, torturas e espancamento". Kapon também acusou o cantor de 49 anos de "roubar as ideias musicais" dele. Além disso Kapon alegava que ele era o pai dos filhos de MJ, pois ele queria "continuar a linha de sangue de Kapon"!
"No depoimento dele, ele disse que Jackson o teve ejaculando em um frasco e, mais tarde, usou o sêmen dele para engravidar a ex-mulher, Debbie Rowe."
"Ele estava obcecado com gênes e linhas de sangue e ele me disse que queria continuar minha linha de sangue, que ele acreditava estar relacionada com os Rothschilds", disse Kapon.
Depois de ler coisas como essa é de se supor que Kapon foi colocado em uma instituição mental correspondente, para expressar livremente as ideias dele por lá, porém, essa seria uma conclusão totalmente errada a fazer. Não só as alegações malucas dele não foram desprezadas no dia seguinte, como o tribunal precisou de quatro anos completos para resolver essa loucura e levá-la a uma fase de julgamento. A ação foi julgada improcedente apenas em 2008 e só depois que o autor... não apareceu para oinício do julgamento.
 
 
Aqui está o que o Notícias Thaindian diz sobre isso: 

PROCESSO CONTRA MICHAEL JACKSON INDEFERIDO

15 de janeiro de 2008


Washington, 15 de janeiro (ANI): A ação movida contra a pop star, Michael Jackson, por um homem de 22 anos foi indeferida após o autor não aparecer para o início do julgamento.


Daniel Kapon tinha ajuizado um processo contra a estrela pop, afirmando que Jackson o havia molestado sexualmente e o tinha agredido por 12 anos. O caso, porém, foi indeferido depois que ele não apareceu.

"Acho que o juiz percebeu o quão louco a ação era," E! News citou o advogado de Jackson, Thomas C. Mundell, dizendo.
No processo original ajuizado em janeiro de 2006, em Orange, e depois ajuizado novamente em Los Angeles, em março, Kapon acusou Jackson de um rosário de pecados, incluindo o abuso sexual de crianças, ataque, agressão, cárcere privado, plágio e fraude.
No entanto, o advogado de Jacksons afirmou: "Estas não são respostas de deposições de boa-fé. Elas são os delírios de um perseguidor de celebridades desequilibrado".

Uma citação da petiçaõ de Daniel Kapon

 

Para outra fonte de informações sobre o mesmo episódio, por favor, clique aqui.


Para a maioria de nós a natureza clínica das fantasias de Daniel Kapon é tão óbvia, que não necessita de qualquer desmistificação, mas para aqueles poucos que ainda não estão convencidos aqui está uma amostra de dados para que eles verifiquem e comparem.
É uma citação da ação de 2005 de Kapon dizendo que o réu Michael Jackson "golpeou" a mãe do autor, enquanto o autor estava "muito próximo a ele" e afirmando que esse evento notável ocorreu em 21 de dezembro de 1999.

Michael estava em Nova York na época. Fonte:

A verdadeira linha do tempo mostra que, em dezembro daquele ano, Michael Jackson estava emgravações em New York para o novo álbum dele, em 20 de dezembro de 1999, ele partiu de Neverland para lá, juntamente com os filhos e babá.

Kapon alegou que o evento ocorreu em Los Ângeles. O que mostra que ele estava delirando totalmente.
 
O comportamento de Kapon foi demais até mesmo para o advogado dele.

Não é à toa que com um cliente como Daniel Kapon, o advogado dele, Barry Fischer, finalmente perdeu toda a paciência e o largou, dizendo que ele "não podia preparar para o julgamento em tais circunstâncias" (os nossos agradecimentos a Shelly pelos documentos judiciais em litígios de Daniel Kapon).

David faz um relato muito detalhado do caso de Daniel Kapon, como é descrito por Diane Dimond:


"Uma vez no consultório do médico, eles encontraram um rapaz pequeno, com aparência de medo, que vou chamar de ‘Donny’. A história dele não foi só dramática, mas gráfica. Em poucas palavras, disse-lhes que, ao longo de vários anos, quando ele estava entre as idades de dez e quatorze anos, o pai o tinha levado várias vezes para Neverland Ranch e o deixado lá alguns dias de cada vez. Jackson, disse ele, tinha comprado um carro novo para o pai para ter certeza que ele sempre teria uma maneira confiável para levá-lo a Neverland a partir da casa deles no subúrbio de Los Angeles. No começo, ele e Jackson só tinham divertido no rancho, brincando com todos os jogos e montando os brinquedos do parque de diversões. Mas, em seguida, ao longo do tempo, disse ele, Jackson lhe deu álcool servido em latas de refrigerante e drogas que o fizeram ‘ficar fora do ar’.
Donny disse aos investigadores que chegou a um ponto onde ele não se importava, porque dessa forma ele poderia estar ‘fora do corpo dele e não ligava para o que realmente estava acontecendo’. Pedido para descrever exatamente o que tinha acontecido, ele disse a eles sobre vários atos sexuais, incluindo a penetração, que foram realizadas sobre ele pela estrela.
O interrogador relatou que a história do jovem ficava mudando. A reivindicação original, de que tinha entre dez e 14 anos de idade na época do abuso sexual, mudou em meados de entrevista. Não, Donny disse, ele tinha, na verdade, de três a sete anos de idade. Então, mais tarde, ele teria dito que o abuso sexual ocorreu quando ele tinha 15 anos de idade. Havia outras diferenças também. Mas as autoridades de Santa Bárbara não colocaram lá. Eles investigaram a alegação de que a mãe foi atacada no estacionamento e descobriram isso não foi nada além de uma briga entre dois vizinhos, brigando por alguma bobagem. Eles encontraram o pai do menino e descobriram muito mais.
O pai de Donny disse aos investigadores que ele nunca conheceu Michael Jackson e, certamente, nunca tinha levado o filho a Neverland – jamais. Ele chamou a ex-esposa ‘um psicopata de carteirinha’, que teria, na verdade, perdido a guarda de Donny quando ele tinha apenas três anos de idade. O pai criou o menino e a mãe não teve nenhum contato com ele até o décimo oitavo aniversário. Ela aparentemente tinha contratado um detetive particular para localizar o filho na faculdade dele e reentrou na vida dele.
O conto de Donny foi descrito por insiders como ‘uma tragédia, pura e simples’. Um menino solitário, impressionável, que tanto almejava amor maternal que ele se permitiu, praticamente, sofre uma lavagem cerebral para acreditar na incrível história de uma mãe instável.
Questionado mais tarde sobre o que ele achava da história Donny, o Promotor de Santa Bárbara, Thomas Sneddon, disse-me: ‘A história era vodu puro. Mas que pobre, pobre criança’.” 

Fonte:


(Um post especial sobre Daniel Kapon e os delírios dele será publicado em breve)

Continua...

 


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