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M.O.N.E.Y: Extorsão de Michael Jackson - Parte 4


As Evidências Apresentadas Para Dois Grandes Júris

 



Jordie Chandler citou vários outros meninos que ele alegou que também foram "vítimas". Esses meninos incluía o ator Macaulay Culkin, Brett Barnes e Wade Robson. A Unidade de Criança Exploradas Sexualmente da DPLA entrevistou os meninos. Nenhum dos garotos corroborou as alegações de Jordie Chandler. De fato, o DSCF (Departamento de Seriviços à Criança e à Família) entrevistou Macaulay Culkin, que exonerou Michael. Mas isso não impediu que os Departamentos de Polícia de Los Angeles e Santa Bárbara partissem em busca de provas após a liquidação civil. Entre os entrevistados estavam Emmanuel Lewis, Jimmy Safechuck e Jonathan Spence.

DeWayne Wickham brincou nos USA Today: "Se você ainda não percebeu, este caso é sobre dinheiro – e nada mais”. Tendo se equivocado em lançar as investigações criminais, [Gil Garcetti] e Sneddon gastou dezenas de milhares de dólares dos contribuintes em procura de provas, enquanto os acusadores do cantor mantiveram-se focados em pegar o dinheiro. "Os procuradores do Distrito vasculharam a terra, literalmente, à procura de outra testemunha para corroborar as alegações de abuso sexual em 1993 e não consiguiram nada”.

Após o acordo, denúncias criminais contra Michael Jackson foram levadas para dois grandes júris. Nenhum dos quais o indiciou. É importante notar que grandes júris ouvem a evidência de que a promotoria pretende apresentar; tipicamente, não há interrogatório ou interrogatório cruzado, e a defesa não apresenta nenhum caso. Por isso, é a evidência da acusação sem qualquer oportunidade de refutar qualquer das reivindicações. Mesmo essa forma unilateral de evidência tendo sido apresentada a dois diferentes júris, Michael não foi indiciado.

Em 2 de maio de 1994, o grande júri de Los Angeles foi dissolvido. Um jurado comentou que ele não ouviu nenhum testemunho prejudicial e o painel nunca foi convidado a prestar uma acusação. O FBI seguiu e em 8 de agosto de 1994, a agência foi informada de que o Promotor Distrital de Los Angeles ainda não havia decidido se iria apresentar acusações.

Finalmente, em setembro de 1994, os promotores Gil Garcetti (LA) e Tom Sneddon (Santa Bárbara) estavam dispostos a anunciar que, "depois de uma investigação exaustiva, envolvendo mais de 400 testemunhas, incluindo 30 chamadas perante os grandes júris, eles ficaram com apenas o principal acusador de Jackson, que se recusou a testemunhar em tribunal e não poderia ser compelido por lei a isso”. Portanto, o Ministério Público também não iria apresentar acusações.

O Ministério Público considerou os Quindoys e os LeMarques inúteis como testemunhas. Os Quindoys depois tentaram conseguir um negócio de livro. Em conexão com as tentativas deles de encontrar um comprador, eels afirmaram ter testemunhas secretas que eles esconderam do Ministério Público.

O estatuto de limitações (prazo prescricional) sobre o caso teve mais cinco anos para expirar, o que permitia a Jordie ou Evan a mudar de ideia e oferecer testemunho em apoio às acusações criminais. Isso nunca ocorreu. Uma vez que Evan Chandler obteve o dinheiro – anotado no diário dele meses antes –, se as alegações fossem verdadeiras, ele não procurou justiça para o filho dele.

O ex-advogado de June Chandler, Michael Freeman, disse: "Eu acho que [Michael Jackson] foi acusado injustamente. Eu acho que Evan Chandler e Barry Rothman viram uma oportunidade e foram atrás dela. Essa é a minha crença pessoal. Eu acredito que foi tudo sobre dinheiro, e a estratégia deles, obviamente. Funcionou”.



Acordo Não Basta



Em 1996, Evan Chandler processou Michael Jackson, buscando 60 milhões de dólares, alegando que Michael havia violado os termos do acordo de solução confidencial, negando as alegações de abuso sexual. As reclamações surgiram depois da aparição de Michael Jackson no Prime Time da ABC, ao vivo, quando Michael e Lisa Marie Presley disseram a Diane Sawyer que as acusações de abuso sexual eram "mentiras, mentiras, mentiras, mentiras". Evan Chandler alegou que a declaração de Michael violava os termos do acordo de solução e, como se isso fosse possível, danificou a reputação da família dele. Em 07 de maio de 1996, alegou 16 causas de ação, incluindo quebra de contrato, negligência, imposição intencional de sofrimento emocional, calúnia e conspiração. No processo, Evan Chandler alegou que, quando Michael escreveu "They on’t Care About Us”, a canção o retratou em uma luz ruim, porque os versos “chame-me de judeu, chame-me, processe-me" e "Chute-me, chame-me Kise" se referem a ele, já que ele era judeu, e as declarações foram depreciativas. (Nota: Evan Chandler mudou o sobrenome de 'Charmatz' para Chandler supostamente porque ele achava que soava muito judaico.)
 

A questão foi submetida à arbitragem. Em 26 de julho de 1999, o árbitro decidiu que o acordo de confidencialidade especificamente estabeleceu que nenhuma das partes era culpada de qualquer crime nem tinha cometido qualquer delito. Assim, Michael não prejudicou a reputação de Chandler ao declarar a inocência dele. A Suprema Corte da Califórnia confirmou a decisão do árbitro em outubro de 2000. O assunto foi revelado em junho de 2001, quando o árbitro ordenou Evan Chandler a pagar honorários advocatícios de Michael Jackson.

Em 5 de agosto de 2005, Jordie e o pai moravam juntos em um arranha-céu de luxo com vista para o rio Hudson, em Nova York, quando, por trás, Evan bateu em Jordie com um sino de 12,5 libras. Para a boa medida, Evan, então, pulverizou Jordie no rosto com pimenta. Jordie obteve uma ordem de restrição temporária contra Evan sob a Prevenção da Violência Doméstica Lei, NJSA 2C: 25-17 e -35. As restrições foram mantidas por despacho de 19 agosto de 2005, no entanto, Jordie pediu uma ordem de restrição permanente contra o pai dele. No julgamento, após Jordie encerrar o caso, o advogado de Evan apresentou um recurso para indeferimento nos termos do artigo 4:37-2 (b). Ao indeferir os pedidos de Jordie, o juiz considerou que os homens eram membros da mesma família quando o ato abusivo ocorreu. O juiz também considerou que o peso poderia ter causado lesão corporal grave ou a morte. Assim, o juiz ficou convencido de que Jordie tinha fornecido provas, que se acreditadas, iriam apoiar a conclusão da agressão agravada. No entanto, apesar desta conclusão, o juiz se recusou a emitir uma ordem de restrição final, fundamentando da seguinte forma:


“Eu estou convencido, neste ponto, que a alegação... enquanto grave em si, não é um padrão de comportamento abusivo e controlador [Ênfase adicionada].

O caso foi inicialmente rejeitado, mas em recurso, o tribunal de apelações de Nova Jersey determinou que Jordie apresentou provas suficientes para justificar um julgamento para determinar se Evan Chandler representava perigo suficiente para justificar uma ordem de restrição permanente. A decisão do Tribunal de Apelação foi proferida em 8 de junho de 2006 (Súmula Nº. A-0422-05T10422-05T1). Em junho de 2006, Jordie finalmente obteve uma ordem de restrição permanente contra o pai dele.

Em 17 de novembro de 2009, foi amplamente divulgado que o corpo de Evan Chandler foi encontrado no apartamento de luxo dele em Jersey City depois que ele perdeu uma consulta médica. Ele morreu de uma ferida de bala auto-infligida à cabeça em 5 de novembro de 2009. Ele foi cremado sem um único amigo ou membro da família presente. É um pouco surpreendente que alguém que alegou que ele tinha muito a dizer sobre Michael Jackson – e supostamente, adoraria a oportunidade de testemunhar contra Michael – não tenha deixado uma nota de suicídio.

 




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M.O.N.E.Y: Extorsão de Michael Jackson - Parte 3


A Pesquisa de Corpo



Já em Outubro de 1993, falava-se de obter um mandado para uma revista. De acordo com o USA Today, em 24 novembro de 1993, Larry Feldman disse que queria um médico “para examinar [Michael Jackson]”, presumivelmente para corroborar as descrições do menino da genitália de Jackson. Desde que nenhum ato de penetração foi alegadado, essa era a única maneira de fundamentar as alegações do menino.

Em outubro de 1993, enquanto os Jacksons estavam no Arizona assistindo ao funeral do pai de Joseph Jackson, a polícia invadiu a casa de Hayvenhurst, localizada em Encino. Eles apreenderam uma fita de vídeo chamada “Pintinhos” e estavam certos de que isso era uma evidência de pornografia infantil. Ao retornar para o sescritório, a polícia confirmou que o vídeo continha pintos, como aves.

A polícia acreditou se tratar de pornografia infantil porque, segundo eles, o termo “pintinhos” é usado por pedífilos. Mas quebraram a cara, porque o vídeo falava de filhotes de aves.

Em novembro, o Ministério Público foi capaz de obter um mandado de busca permitindo que Michael Jackson fosse fotografado nu para determinar se as descrições do pênis e nádegas de Michael correspondiam à descrição fornecida por Jordie. O Smoking Gun alegou que tinha uma delcaração juramentada do escritório da polícia da descrição de Jordan do pênis de Michael Jackson. Há extensos tecnicismos jurídicos dessa forma duplo boato, mas basta dizer que o depoimento indicou que a descrição de Jordie incluía que Michael era circuncidado. Jordie também forneceu detalhes sobre as descolorações no, pênis de Michael e região glútea, provavelmente o resultado do vitiligo dele. Além do depoimento, Jordie traçou um panorama do que ele afirmou ser a genitália de Michael. O desenho expressamente afirma: "Michael é circuncidado".

A busca do corpo ocorreu em 20 de dezembro de 1993. Antes da pesquisa de corpo, os advogados de Jackson não receberam uma cópia da declaração indicando a razão da “causa provável”. Na época da pesquisa, o advogado de Michael, Howard Weitzman, solicitou uma cópia do depoimento. Tem sido relatado que, em resposta ao pedido, o detetive Russ Birchim do Gabinete do Xerife do Condado de Santa Barbara declarou: "Eu não penso assim". Weitzman riu e disse: “Nunca é demais para tentar”.

Michael Jackson pediu que todos saíssem da sala, exceto o médico dele, o Dr. Arnold Klein, o fotógrafo pessoal, Louis Swayne; o sargento Gary Spiegel, o fotógrafo do xerife e o dermatologista do promotor, Dr. Richard Strick.

Há um erro aqui. Não foi Klein quem presenciou, mas outro médico de Michael, Dr. David Forecast.

O primeiro aspecto do exame do corpo que contradiz a declaração descritiva de Jordie e o desenho era a questão de saber se Michael Jackson foi circuncidado. Evan Chandler e o filho de 13 anos de idade dele eram judeus quando o depoimento e o desenho foram criados. É possível que tanto Evan quanto Jordie fossem circuncidados, eles mesmos.

Eles com certeza eram circunciados. A circuncisão é obrigatória para judeus e é realizada poucis dias após o nascimento em cerimônia solenne. 

Evan não tinha pensado na possibilidade de que um menino pobre e negro nascido em Indiana, em 1958, não teria sido circuncidado. Em qualquer caso, simplesmente não é possível que alguém que forneceu um depoimento tão detalhado e desenho onde a curcuncisão é expressamente afirmanda, tenha errado um fato tão crítico, se ele tivesse realmente visto o pênis de Michael Jackson. No entanto, como foi confirmado durante a busca de corpo e observado por Dr. Strick, Michael, Jackson não era circuncidado. Esse detalhe oi também corroborada no relatório da autópsia de Michael Jackson que lançado recentemente. 

Esse é um ponto muito relevante e umas das maiores provas de que Jordan Chanlder estava mentindo. Jordan disse ao psiquiatra Richard Gardner, em entrevista realizada em agosto de 1993 que ele havia masturbado Michael em mais de 10 ocasiões e que os dois tinham tomado banhos juntos diversas vezes. Ora, se isso fosse verdade, Jordan teria tido a oportunudade de ver o pênis de Michael erteto e não ereto diversas vezes. Não só visto mais tocado. 

Agora, considerando-se que Jordan Chanlder era, certamente, circuncidado, assim como o pai dele e o tio eram, ele teria imediatamrnte percebido a diferença entre o pênis não circuncidado de Michael e o dele, que é.  O erro quanto à cricuncisão é um dado muito relevante que, mais uma vez, foi ignirado pela imprensa ou dispensado como irrelevante, como o “biografo” Randy Taraborrelli que coloca em dúvida a importância de tal erro, ao implicar que sweria fácil para um “menino de trezes anos confundir um pênis ereto com um pênis circuncidado”. Bem, não é fácil, pois as diferenças são enormes. E estamos falando em ver e tocar mais de diversas vezes, de acordo com as alegações de Jordan. Para Jordan Chandler se enganar sobre isso só há um a explicação: ele nunca viu o pênis de Michael. 

Para completar, Jordan disse que o pênis de Michael era negro com uma mancha branca, “tão clara como o rosto dele”, ele disse. Ocorre que o pênis de MJ era branco, com uma pequena mancha negra, ou sea, o contrário do que ordan Chnadler afirmou. Portanto, a menos que Jordan sofresse de um tipo raro de daltonismo, só posso concluir que ele nunca viu o pênis de MJ, nem nenhuma outra parte da genitália dele. 

Você pode ler nesta série de posts sobre os erros que Jordan cometeu na tal descrição que resultou em um dos, possivelmente, piores dias da vida de Mihcael Jackson. 

Além disso, reivindica-se que Jordie descreveu uma mancha presente numa na área logo abaixo o pênis de Michael. O sargento Spiegel era um fotógrafo da polícia que havia lido o depoimento e estava familiarizado com as descrições. Por isso, ele pediu que Michael reorganizasse a anatomia dele para que ele pudesse ver a área em questão. O sargento Spiegel afirma que a marca estava presente. Curiosamente, enquanto o próprio fotógrafo alegou que a marca estava presente, o mesmo fotógrafo se esqueceu de tirar uma única fotografia ou filmar a alegada marca. O sargento Spiegel, um fotógrafo da polícia, presumivelmente familiarizado com o que seria necessário ao fotografar uma pesuisa de corpo, explicou a incapacidade de capturar o local porque não tinha assistentes para ajudá-lo a manter o flash e close-up do equipamento de fotografia. Pergunta-se por que o sargento Spiegel e o escritório do xerife do condado de Santa Barbara não teriam todos os recursos necessários em mãos, uma vez que todos eles tinham presumivelmente lido o depoimento e sabiam quais lugares teriam que ser fotografado. No entanto, o depoimento é a única evidência de que a descrição de Jordie foi remotamente precisa.
 

Novamente precisamos ressaltar que a tal mancha era escura, quando Jordan sisse que era tão clara quanto o rosto de Michael. Ora, para se ter uma mancha branca, é preciso que todo o resto seja escuro e vice-versa. Logo, Jordan Chandler descreveu o pênis de Michael ao contrário do que era. Isso pode levar alguém a crer que os Chandlers, tlavez, tenham recebido informações sobre o coprpo de Michael, mas acabaram por se confundir no memento de dar a desxcrição. 

Lembre-se de que Evan Chandleer disse que havia investido muito nisto (o plano dele) e que havia outras pessoas envlvidas a quem ele tinha pagado.
Veja conversa de Evan com Dave Schewart aqui.
 

No livro de Ray Chandler, “All That Glitters”, consta duas inrformações importantes sobre esse fato: Primeio, Evan Chandler a plicou uma injeção em MJ quando ele estava na casa de Evan em maio de 1993. A droga, (alegadamente um aanalgésico, mas muito improvável que o fosse) deixou MJ imediatamente grogue e quase sem consciência. Segundo, Larry Feldman ligou para Evan para dizer que o delegado de Los Angeles tinha lhe dito que a doença vitiligo poderia mudar a apreência de MJ e que isso era bom para eles, porque se a descrição de Jordan estivesse certa, ok. Mas se estivesse errada, eels teriam uma desculpa.

Ora, os Chandlers podem ter obtido a informação sobre o corpo de Mj de outras pessoas, mas essas não chegaram até eles precisas, corretas. Ou Evan pode ter visto Michael nun no dia em que o drogou. Ele pode ter se aproveitado do estado dopado de MJ para ver o corpo dele. Lembrando que já naquela época Evan tinha a intenção de extorqueir Michae. Mas não memorizou as marcas da forma como relamente eram. O fato é que a descrição não correspondia a realidade. 

É importante refutar as alegações posteriores de policiais de que Michael Jackson pode branqueado a pele, em uma tentativa de remover quaisquer marcas visíveis. Pois, como descrito acima, antes da exibição, os policiais e escritório de advogado de distrito não forneceu a Michael Jackson a aos advogados o depoimento de Jordie Chandler ou o desenho do que ele descreveu ser o pênis de Michael Jackson. Além disso, um prepúcio certamente não volta a crescer. Claro, havia o local onde existia a mancha descolorida onde Jordie disse que teria (logo abaixo do pênis), como poderia Jordie ter visto, ao mesmo tempo, perdendo o fato óbvio da falta de uma circuncisão? 

Aqui a autora comete um engano, pois a mancha existia, mas não era branca como Jordan disse, era escura.

Também é importante notar que as alegações de Jordie de que o primeiro ato sexual ocorreu em Marrocos depois que ele e Michael tomaram um banho juntos. Certamente, houve uma ampla oportunidade de fazer uma descrição precisa.
 

Jordie alegou que o primeiro ato ocorreu em Mônaco. A viagem para Mònaco foi no início de maio de 1993, e, depois dela, Jordan continuou a ver Michael até julho de 1993.

Os meios de comunicação perpetuaram a crença errônea de que Jordie Chandler descreveu com precisão a genitália de Michael, imprimindo e informando que médicos que examinaram afirmaram que a descrição trazia "semelhanças notáveis", mas não foi uma correspondência definitiva. Claro, há um buraco nessa declaração.

Os médicos não disseram que havia uma semlenhança notável. Isso foi inventado pela imprensa. O único médico que saiu discutindo o asusnto foi Dr. Strick, o médico da polícia. E ele disse que ele havia sido informado de que a descrição correspondia. Preste atenção! Strick disse que DISSERAM A ELE          A DESCRIÇÃO CORREPSONDIA. Não foi ele próprio quem fez a comparação. Como deveria ter sido. Logo, ele não poderia afrimar se correpondia ou não. 

E sabemos que não correspindia. Ou por que outra razão arry Feldman, advogado dos Chandler iria pedir que as fotos fossem desentarnhadas do processo civil ao passo que o promotor Tom Sneddon partiu em busca dos registros médicos de MJ em uma deseperada tentativa de provrar que Michael tinha refeito o prepúcio e alterado a coloração dos genistais? As atitudes de Feldman e Sneddon são prova de que a descrição não correspondia à realidade e apenas um cego não é capaz de ver isso.

Em outubro de 2009, Geraldo Rivera entrevistou o Dr. Strick, que disse: "A genitália era muito estranhamente colorida com pele escura e pele clara e me foi dito mais tarde que a descrição e as fotos que foram tiradas absolutamente combinavam com o que a criança tinha descrito". Havia apenas dois médicos na sala, Dr. Strick e Dr. Arnold Klein; Dr. Strick estava lá para fazer a determinação, em nome do escritório do xerife. O fato de que o Dr. Strick admitiu que lhe foi dito que combinava confirmou que ele não fez a determinação e isso contradiz os relatórios da mídia de que ele tinha feito tal determinação. A questão permanece: quem determinou que havia uma semelhança?

Em 2005, a resposta a essa pergunta foi Tom Sneddon. Em uma tentativa de introduzir as fotografias tiradas no exame de corpo a partir do 20 de dezembro de 1993 no julgamento de 2005, a fim de demonstrar que Michael não era tímido, o Sr. Sneddon assinou uma afirmação de procurador indicando que ele observou o depoimento Jordie Chandler e o desenho do pênis ereto de Michael e determinou que e descrição combinava com as fotografias tiradas posteriormente. É importante notar que as fotos seriam introduzidas apenas para a questão de saber se o pênis de Michael era manchado ou não; e não para saber se a descrição original era precisa ou não. No entanto, o juiz Melville, em uma decisão incomum em favor da defesa, neste caso, negou a admissão das fotografias, observando que seria muito prejudicial dado a incapacidade da defesa de interrogar Jordie Chandler, que se recusou a depor.

Na entrevista ao vivo para o Prime Time Live, em 1995, com Diane Sawyer, Michael negou que a descrição correspondesse e Lisa Marie disse que quando a descrição não correspondeu, os jornais imprimiram apenas um minusculo artigo detalhando o fato.


JACKSON: Não havia nada queme ligasse a essas acusações... Nada.

SAWYER: Então, quando soubemos que havia uma marca ou algo do tipo?

JACKSON: Nenhuma marca.

SAWYER: Nenhuma marca?


JACKSON: Não. Por que eu ainda estou aqui, então?

LISA PRESELY: Você não vai me perguntar sobre isso, vai? Sobre as marcas?

SAWYER: Você pode oferecer.

PRESLEY: Não. A questão é que, quando finalmente se concluiu que não havia correpondência, então, isso foi impresso destr tamanho [ela faz o sinal minúsculo com dois dedos], ao contrário de quão grande era a informação, que a correspondência deveria ser.



Diane Sawyer ignorou as declarações deles completamente.

 

Quando Michael disse: “Por que eu estou aqui ainda?” Ele quis dizer que, se a descrição de Jordan estivesse correta, ele teria diso preso imediatamente por causa provável. Logo, se ele não foi preso é porque não correpondia. Mas Sawyer assim como a grande maioria dos membros da imprensa não se iportam com evidências ou lígica, uma vez que Jordan disse que era de um jeito, eles queriam uma confirmação de que ele estava certo e apenas isso, qualquer coisa em contrário era prontamente ignorado.

Em 22 de dezembro de 1993, Michael emitiu uma declaração afirmando a inocência dele. Nessa declaração, eleinfomou ao público de que ele havia de fato passado por uma revista corporal durante a qual foram feitas fotografias das nádegas e do pênis dele.


A partir de 02 de janeiro de 1994, a Promotoria tinha gasto dois milhões de dólares investigando as alegações de abuso sexual de crianças, uma utilização de recursos públicos até então inédita. Tenha em mente que esse dinheiro foi gasto ao longo de um período de cinco meses, o que significa que mais de US $ 400.000 por mês foi gasto em uma única investigação. Será que os contribuintes de Los Angeles e Santa Barbara sabem que assim era como os impostos deles estavam sendo usados?
 


Liquidação: Por Que Pessoas Inocentes Fazem Acordos?

 


Em 25 de janeiro de 1994, o escritório do procurador distrital de Los Angeles decidiu que não iria investigar supostas criminosas tentativas de extorsão de Michael Jackson por Chandler. Essa decisão define a fase de liquidação. A razão para essa decisão é clara: seria absurdo para um promotor construir um caso por abuso sexual contra um réu, ao mesmo tempo em que trazia acusações contra o autor da denúncia por extorsão.

Notavelmente, poucos na mídia relataram as alegações de extorsão de Michael.  
O USA Today relatou “informações vazadas no caso de abuso sexual infantil contra Michael Jackson e do registro público da briga pela custódia pai do menino de 13 anos de idade, de nome desconhecido, levantam questões sobre a motivação do acusador” [e] “o fracasso dos meios de comunicação em tratar a alegada trama de extorsão a sério, desde o início, injustamente prejudicou a imagem de Jackson”.

Com base no conselho dos amigos, Michael Jackson concordou em resolver o processo de Chandler.

Um monte de gente acha que Michael resolveu o processo civil de 1993 com dinheiro do próprio bolso. No entanto, quando informados de que o dinheiro foi efetivamente pago pela seguradora de Michael, o pagamento feaz muito mais sentido. Enquanto a maioria das reclamações contra Michael foram de natureza intencionais, alegações intencionais como agressão, fraude, má conduta dolosa, etc, não teriam sido cobertas pela apólice de seguro, a inclusão de uma reivindicação de negligência garantia que a empresa de seguros de Michael teria se envolvido para financiar um acordo. Ao fazer um rápido cálculo matemático, podemos estimar que, em 1993, assumindo seis advogados a oito horas por dia, isso teria custado a seguradora mais de dez milhões de dólares para defender Michael durante 365 dias. (A investigação de 2005 e julgamento duraram 572 dias). Em 1993, houve um processo civil pendente e um pedido reconvencional, onde Jackson afirmou extorsão pelos Chandler. Ações civis podem se arrastar por anos. Uma estimativa conservadora seria 3 a 5 anos. Além disso, previa-se que um processo criminal também em breve seria iniciado. Dada a diversidade dos casos, duas equipes legais teriam sido necessárias. 
 

Nenhuma companhia de seguros vai pagar US$20.000.000 (vinte milhões de dólares) por ano para a defesa, quando podem fazer acordo. Tenha em mente que esaa estimativa não inclui investigadores, estagiários ou outros custos do litígio. 

Já tratamos em outros posts a razão do acordo e o envolvimento da seguradora nisso, com voce pode ler aqui, aqui e aqui. Como ditos nesses posts, as regras do processo civil nas leias americanas beneficiam demasiadamente o autor e isso leva a uma necessidade de seguros que o pretejam de processos. Mas enquanto a seguradora é obrigada a ressarcir o processdo peloes gastos com o precesso, ela tem o direito de fazer um acordo para evitar prejuízos maiores. Os gatsos com a defesa de Michael poderiam chegar a vinte milhões por ano, enquanto os Chanlder pediam trinta mulhões em indenização, e acabram aceitando quinze milhões. Assim, é óbvio que a seguradora farai o acordo. E o mais importante, ela fez sem o concentimento de Michael, como era direito dela.

Enquanto detratores alegam que não há nenhuma prova de que a seguradora de Michael Jackson pagou a liquidação dos Chandler, provas em virtude de um memorando de advogado foi submetido à Corte em 22 de março de 2005. Os advogados de defesa de Michael Jackson apresentaram documentos legais que buscavam impedir a evidência do valor da liquidação 1993 especificamente porque Michael não teve controle sobre o acordo. O memorando de lei apresentado por Tom Mesereau, em 2005, declarou:

O autor procura apresentar provas do acordo civil de 1993 o processo através do testemunho de Larry Feldman, advogado da família atual e do reclamante de na questão de 1993. O acordo foi sobre globais acusações de negliência e o processo foi defendido pela seguradora de Michael Jackson. A operadora de seguros negociou e pagou o acordo, sobre os protestos do Sr. Jackson e do advogado pessoal dele.

É prática geral para uma seguradora ter direito a controlar as negociações de liquidação e o segurado está impedido de qualquer interferência. Shapero v Allstate Ins. Co., 114 Cal. App.3d 433, 438 (1971); Ivy v Ins Automóvel Pacífico. Co., 156 Cal. App.2d 652, 660 (1958) (O segurado está impedido de interferir com os procedimentos de liquidação). Sob a maioria dos contratos de seguro de responsabilidade civil, o controle absoluto da defesa da matéria é entregue à companhia de seguros e o segurado é excluído de qualquer interferência em qualquer negociação para a liquidação ou outros procedimentos legais (grifo nosso). Merritt v Reserva Ins. Co., 34 Cal. App.3d 858, 870 (1973). Uma companhia de seguros tem o direito de liquidar sinistros cobertos pelo seguro quando decide que a liquidação é conveniente; e o segurado não pode interferir nem impedir tais assentamentos. 44 Am. Jur. 2d, Seguros, seg. 1392, em 326-27 (ed. rev 2002).

Seria antiético para um advogado fazer falsas declarações ao Tribunal, e em tal caso altamente divulgado, seria suicídio profissional.
 

Mesereau apresentou esa moção em 2005 para provar que MJ não teve controle sobre o acordo, pois era direito da seguradora liquidar. É óbvio que o promorot Tom Sneddon lutaria contra isso se houvesse meios, se Mesereau estivesse mentindo, mas obviamente ele não estava. Foi a seguradora de MJ quem fez acordo contra a vontade dele.

Aqueles que não são advogados parecem pensar que uma companhia de seguros não pode fazer você resolver uma ação judicial. No entanto, o seguro deve fornecer a você um advogado e pagar por um julgamento até os limites da apólice. Na verdade, a linguagem padrão em uma apólice de indenização dispõe: “Nós podemos, a nosso critério, investigar qualquer ‘ocorrência’ e resolver qualquer reclamação ou ‘processo’ que possa resulatar. Em nenhum lugar nessa linguagem padrão de política de responsabilidade há uma declaração que permita que você decida se um acordo pode ser efetuado pela companhia de seguros. Contrariamente à crença popular, os seguros desse tipo não existem para garantir um dia na Corte. Portanto, uma vez que o segurado é demandado, a seguradora pode fazer quaisquer assentamentos que estejam nos melhores interesses delas. Desde que as companhias de seguros estão no negócio de fazer dinheiro, fazer um acordo com custo menor do que o custo da defesa está no melhor interesse dela. Se o segurado não concordar em resolver dentro dos limites da apólice, uma seguradora pode rescindir a apólice por falta de cooperação, deixando o segurado sem cobertura.
 

Além de deixar o segurado sem cobertura, a seguradora certamente cobraria multa pela rescisão a que foi “forçada”. Um seguro envolvendo MJ certamente estava na casa das centanas de milhões de dólares e assim o seria a multa. Mas você deve estar pesnando: “Para alguém tão rico isso não era importante. Iria valer a oensa pagar a multa recisória, valeria a pensa bancar o processo sozinho.” Ok. Até posso concordar com isso. Iria vlaer a pena se livrar da seguradora e arcar com todos os prejuízos. Mas não se você leva em conta todos os outros tormentos que Michael estava enfrntando: o linchamento na imprensa; outros acusadores que não passavam de mais oportunistas com histórias flagrantemente falsas; a ameaça de um processo crimianl e o uso de provas que fossem apresentadas pela defesa dele no processo civil pelos promotores (de forma manipulada, é claro). Rescindir o contrato com a seguradora seria apenas um dos prejuízos, o menor deles. O mais grave consistia em arriscar a defesa dele em um possível processo criminal. E apenas um idiota pagaria para colocar a própria cabeça na guilhotina. Veja aqui nosso posts sobre o acordo.

Se você já esteve envolvido em um acidente de carro, você pode nem perceber que a reivindicação foi feita contra você, porque ela foi investigada e resolvida por sua companhia de seguros.

Ironicamente, o próprio Evan Chanlder foi processado diversas vezes após arrancar dinheiro da seguradora de MJ e a seguradora dele fez acordos por considerar que não valia a pena prosseguir no processo.

Como parte desse acordo, todas as partes assinaram um acordo confidencial, não um acordo confidencialialidade. (O acordo tem sido amplamente disponibilizados online por anos.) É importante mencionar que o acordo eleiminou as primeiras seis causas da acção, sem prejuízo. Quando as ações são resolvidas com prejuízo, todas as reivindicações afirmadas na ação estão para sempre impedidas de ser trazidas novamente. Quando as ações são resolvidas sem prejuízo, isso permite ao autor de reviver aquelas reivindicações – se eles devem fazer – em um momento posterior. Desde que Jordie era menor de idade na época do acordo, os direitos dele de intentar uma ação contra Michael até à maioridade foram expressamente preservados. Portanto, tivesse Jordie decidido apresentar queixa contra Michael, ele teria sido capaz de fazê-lo até o estatuto de limitações expirar. (Ocorrer prescrição). Desde que ele era menor de idade, o estatuto de limitações ficaria suspenso para adicionar mais tempo para ele atingir a maioridade e trazer um processo.
 

Ou seja, mesmo com um acordo, Jordan Chanlder poderia voltar a processar MJ e isso durante longo tempo, tendo-se em conta a prescrição estava suspensa até ele completar a maioridade. Jordan Chandler teve, dessa forma, muitos anos para processar Michael e não o fez. E estamos falando de processo civil. Na esfera criminal, ele também nunca fez nem quis fazer nada contra Michael. E até mesmo se recusou a depor contra ele em 2005.

Em 1993, a lei existente impedia que as autoridades obrigassem uma vítima de alegado abuso a depor. Portanto, quando Jordie Chandler aceitou o dinheiro do acordo, ele foi autorizado a se recusar a depor em uma questão criminal, e ele assim o fez. Na verdade, ele deixou o estado da Califórnia o que, simultaneamente, o afastou do poder de intimação do estado.
 

Os detratores de Michael sempre usam o argumento de que Jordan Chanlder não deu depoimento porque ele não queria sofrer, o que é um argumento risível. O medo de sofrer nunca impediu Jordan de lafar sobre os alegados abusos com psiquiatras. Aliás, ele foi muito frio ao relatar a obscena história ao psiquiatra Richard Gardner, como você pode ler aqui. Nem o desejo de “preservá-lo” impediu a família dele de falar sobre o caso publicamente. O tio, Ray Chanlder, tratou do caso no livro All That Glitters com cinismo, sarcasmo e ele escreveu o dito livro com total apoio de Evan Chandler.

No entanto, se ele tivesse reiniciado as alegações, ele, então, teria sido obrigado a testemunhar em um julgamento criminal. Em outras palavras, a porta foi deixada aberta para Jordie apresentar queixa civil contra Michael, mas se ele tivesse feito isso, simultaneamente teria sido forçado a testemunhar se o estado tivesse decidido prosseguir com as acusações criminais.
 

Isso porque as o Código penal Penal na Califórnia foi alterado no que concerne a abuso sexual infantil, graças à intevenção dos promotores Tom Sneddon e Gill Garcetti. Assim, as supostas vítimas de abuso sexual passaram a poder ser forçadas a testemunhar.

Referindo-se ao acordo, o advogado dos Chandlers, Larry Feldman, afirmou que "ninguém comprou o silêncio de ninguém". Sob os termos do acordo, as partes foram buscar a aprovação do Tribunal ao documento. De fato, o acordo não seria vinculativo até que o Tribunal aprovasse o documento. Uma vez que é ilegal obstruir a justiça, exigindo do outro o silêncio de um crime, o Tribunal não poderia ter permitido um acordo que exigisse de Jordie Chandler que se recusasse a depor ou, em essência, obstruísse a justiça.

Notavelmente, em 28 de janeiro de 1994, o USA Today relatou que a Reuters News Service estava relatando que "fotos da genitália de Michael Jackson não correspondem às descrições dadas pelo menino que acusou o cantor de abuso sexual”. O Orlando Sun Sentinel também relatou: “fotografias que a polícia tirou dos genitais de Michael Jackson, que o astro pop disse que profundamente o envergonhaaram, pode acabar sendo a salvação dele em evitar acusações criminais de abuso sexual infantil, uma fonte próxima à estrela pop disse quinta-feira”. Portanto, dada a totalidade dos relatos da mídia, a descrição de Jordie não corresponde [ao que foi encontrado na] a busca corporal.

É interessante notar que muitas pessoas que não souberam os fatos sobre a incapacidade de Jordie Chandler em descrever com precisão o pênis de Michael também afirmam que Michael Jackson fez o acordo após a busca corporal por causa da descrição. No entanto, cabe-nos fazer esta pergunta: Se iria combinar, por que não fazer o acordo antes da busca corporal? Michael Jackson sempre foi uma pessoa muito reservada. Ele tinha sido tímido e religiosamente observante. Por que ele iria permitir que fotos do pênis fossem tiradas, caso um acordo pudesse ter evitado a buscacorporal que tanto o evergonhou? Lembre-se, a busca do corpo foi motivada por denúncias dos Chandlers; sem a cooperação deles, não haveria pesquisa de corpo. Além disso, o advogado dos Chandlers começou a pedir uma busca de corpo um mês antes de a intimação ser emitida. Portanto, Michael teve aviso adequado de que os Chandlers iria solicitar tal pesquisa.
 

Importante é esclarecer que um mês poderia ser tempo hábil para resolver o caso (caso ele tivesse medo de a descrição comninar), mas não seria tempo suficiente para mudar a cor de pênis, como Sneddon tentou alegar. (Lembrando que Jordan disse que a mancha era branca, quando na verdade era preta). E recontituição de prepúcio não esxiste. 

No entanto, se você acredita que, ao permitir a busca do corpo, você pode conseguir que o promotor desista das acusações se não combinasse, você não iria consentir com uma busca corporal? Em minha própria experiência, os réus sempre acham que eles podem sair de um caso, dizendo às autoridades toda a história e mostrando-lhes a prova. Na verdade, eles têm de ser informados de que eles não podem ganhar o caso, explicando os fatos, mas podem perdê-lo. Escusado será dizer que Michael Jackson não era o primeiro e não será o último réu a aprender que, mesmo se você mostrar às autoridades que elas estão erradas, elas não são susceptíveis de simplesmente abandonar o caso.

Tem que se questionar os motivos dos Chandler. Que pai em todo o mundo aceitaria dinheiro se a criança foi molestada verdadeiramente? Além disso, não teriaabsolutamente nada para evitar trazer a ação civil após um julgamento criminal se Michael tivesse sido condenado. De acordo com o advogado civil na época, uma boa quantia de dinheiro foi gasta na preparação do processo civil; o risco óbvio para os Chandlers e o advogado deles seria que, ocorrendo a ação penal antes do processo civil, houvesse uma absolvição no processo criminal. Tal absolvição teria – tala como correu com os Arvizos – impedido qualquer movimento em direção a uma ação judicial civil posterior. Essa é a única justificativa que se pode encontrar para ir adiante com a ação civi primeiro: o dinheiro.
 

Isso também já foi amplamente discutido por nós em posts anteriosres, dos quais já disponibilizei os links aqui. Uma absolvição no processo criminal poderia impedir os Chandlers de processar MJ na esfera civil. E foi por isso que Larry Feldman lutou com todas as forças para impedir que o processo civil fosse suspenso até decisão na esfera criminal. Como o prório Ray Chandler diz em All That Glitters: “Seeria impossível condenar Michael sem a existência de outra vítima”. Bem, o afto é que nunca existiu vítima alguma.

A violação dos direitos constitucionais de Michael Jackson foi um segundo aspecto motivador para o acordo com os Chandlers. A Quinta Emenda garante a todos os americanos o direito de não testemunhar contra si mesmo em um processo penal.  No entanto, a promotoria definiu um rumo para negar esses direitos a Michael Jackson. Logo após a ação civil dos Chandlers ser iniciada, Larry Feldman, advogado de Jordie, fez um movimento de busca de um julgamento sumário, devido à idade de Jordie. Os procuradores de Los Angeles e Santa Barbara apoiaram o movimento e procuraram qualquer descoberta obtida durante a ação cível. A descoberta teria incluído um depoimento de Michael, algo que os promotores estavam absolutamente proibidos de obter em matéria penal. Em oposição ao movimento, o novo advogado de Michael, Johnnie Cochran, tentou adiar a ação civil até que a lei penal de limitações expirasse como todas as demandas potenciais. Isso foi um erro.
 

Como advogado, se você pedir muito, você geralmente não ganha nada. (É importante ressaltar que esse mesmo argumento foi usado para defender a decisão do promotor de Los Angeles a processar Conrad Murray com apenas uma acusação de homicídio involuntário no homicídio de Michael Jackson.) A defesa deveria ter apenas pedido que acusações criminais relacionadas com Jordie Chandler como queixoso fossem processadas ​​antes da ação civil. Tal argumento também teria preservado o direito de Michael a, grantido pela Sexta Emenda, a um julgamento rápido. No entanto, isso não foi feito.

Na verdade, ao discutir a tática, o advogado de negócios de Michael John Branca disse Michael: "As pessoas aqui pensam que você está tentando adiar o julgamento por seis anos". Michael disse: “Seis anos? Do que você está falando Branca? Eu não quero adiar o julgamento, nem mesmo um dia”. Michael criticou ss advogados de defesa dele pelo movimento.

Corrigindo um ponto: quem pediu o adiamento do processo civil por até seis anos foi Bert Fileds, não Jhonny Chrocan. Chrocan já entrou no caso falando em acordo. Ele não tinha a garra de Fields e eu discordo da autora, o pedido de Fields foi correto. Ele não pretendia que a ação civil fosse suspesa por seis anos, mas por até seis anos, que era o prazo prescricional. Assim, ou o Ministério Póblico acusava Michael e ele enfrentava um julgamento (sendo absolvido, as chances dos Chandlers em uma ação civil estariam, certamente, esgotadas) ou perderiam o direito de processá-lo por decurso do prazo. 

Ocorre que, como já esclarecemso nos posts, cujos links disponibilizei, em um processo criminal o réu não pode ser forçado a testemunhar e isso não pode ser tomado contra ele. Mas no processo civil, se o réu se enga a depor, isso é tomado contra ele. 

Os promotores de Los Angeles e Santa barabara estavam esperando que algo surgisse no processo civil, uma vez que as investigações não resultaram em nada. E eles estavam ávidos pelo depoimento de Michael. Portanto, o epdido de suspensão de Fields foi mais que correto, pois ele tentava impedir que o processo civil fosse usado pelo Ministéruos Público como fontes de provas que eles manipulariam contra Michael.

Não havia razão para o juiz negar o pedido de suspensão e ele o fez com base no argumento de que Jordan Chanlder, sendo menor de 14 tinha direito a um jugamento rápido. A fundametação do juiz ao decidir a moção foi justamente esse: a idade de Jordan, não qualquer pedido excessivo da defesa, como a utora implica.  

Por fim, o que Jhon Branca fez foi lastimável. Ao dizer a ele que as pessoas (o público) acreditava que ele estava querendo adiar o julgamento por seis anos, Branca fez Mj acreditar que as pessoas pensavam que ele tinha medo e isso fez Michael se voltar contra Bert Filds e, isso sim, foi um grande erro. Jhonny Chrocan foi trazido para o time de defesa em substituição a Fields, o que, em minha opinião, foi uma lástima, pois Chorcan era amigo de Larry Feldman. 

Em All That Glitters Ray Chandler fala sobre como Feldman ficou contente quando Fields foi demitido e substituido por Chrocan. Ele disse que “com Jhonny as negociações serão mais faceis”. Ora, Feldman e Chrocan não digladiaraim, eles procurariam uma solução melhor para ambos. (Lembre-se que Feldman ficou com 6 dos 15,33 milhões do acrodo). Portanto, o erro não foi peedir a suspensão, o erro foi negá-la. Um ero que violou os direitos constitucioanis de Michael e definiu o desfecho do caso.

Isto se tornou discutível quando, negando o direito de Michael a um julgamento rápido (ela deve ter querido dizer um julgamento justo, porque quem tinha direito a um julgamento rápido era Jordan) o juiz acatou a de Feldman e, em 14 de janeiro de 1994, ordenou que Michael Jackson aparecesse para um depoimento na matéria civil entre 25 de janeiro e 2 de fevereiro de 1994. O juiz também estabeleceu a data do julgamento para 21 de março de 1994.

Com cetteza a autora se confundiu, Ao decidir em favor de Feldman, o juíz violou o direito de MJ a um julgamento justo, e garantou o de Jordana um julgamento rápido, como é direit de menores de 14 anos.

Ao chegar a um acordo, o advogado de Jordie Chandler declarou publicamente:

 “Queremos anunciar conjuntamente uma resolução mútua desta ação judicial. Como sabem, o autor alegou certos atos de improbidade do Sr. Jackson. E desde o início dessas alegações, o Sr. Jackson tem mantido a inocência dele. No entanto, o trauma emocional e tensão sobre as respectivas partes têm levado ambas as partes de refletir sobre a sabedoria de continuar com este litígio. O autor concordou que o processo deve ser resolvido e ele será dispensado em um futuro próximo. Enquanto o Sr. Jackson continua a manter a inocência dele, ele retira quaisquer alegações anteriores de extorsão. Isso permitirá que as partes prossigam com as vidas delas de uma forma mais positiva e produtiva.

Em 1996, no entanto, Evan Chandler viria a processar MJ querendo mais 60 milhões e a permissão para lançar um álbum cujas músicas tartavam do suposto abuso.  Que vontade de seguri em frente e fechar o capítulo não? E é enorme o cinismo de Feldman a dizer que AMBAS as partes estavam sofrendo. O que Jordan sofreu? O que Evan sofreu? Quem aguentou um linchamento na imprensa foi Michael. O cinismo de Feldman chega ao cpumulo, pois ele foi quem forneceu diversas informações à imprensa, usando-a contra Michael. No seminário de Direito Frozen in Time, em 2010, ele disse que a imprnsa adorava falar sobre o caso, mesmo não sabendo nada sobre os fatos, mas isso era muito bom apra eles. Lógico, a imprensa minou as forças de Michael.

A preocupação em preservar Jordan também não impediu que Ray chanlder escrevese All That Glitters, como aval de Evan, e Evan de tentar lançar EVANStory (cujas músicas falariam do suposto abusos sexual de Jordan). 

E como MJ poderia viver com dignidade depois de ser acusado do mais hediondo dos crimes?

Após a liquidação, irmão de Evan, Raymond Chandler, afirmou que o irmão e sobrinho dele não tinham maus desejos contra: “Todos o amavam – foi por isso que foi tão difícil lidar com o que estava acontecendo. É muito ruim ver a carreira levar a pancada que levou e todos nós esperamos que ele a recupere. Eles não possuem qualquer malícia nos corações dele por Michael. Eu acho que eles entendem o que aconteceu na vida dele e como ele é uma vítima ainda maior de abuso".


Que rei do cinismo! Amavam Michael?! E quanto às aemaças de Evan em destruí-lo, e fazer da vida dele o pior dos pesadelos? Os Chandlers me embrulham o estômago.





Devamını oku...

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M.O.N.E.Y : Extorsão de Michael Jackson - parte 2



 



As negociações de Evan Começam



Em 4 de agosto de 1993, Evan Chandler e o filho dele se reuniram com Jackson e Pellicano em uma suíte no Hotel Marquês Westwood. Ao saudar Michael, Chandler deu ao cantor um abraço afetuoso, um gesto estranho, dado que apenas dois dias antes, Evan tinha extraído não só o dente de Jordie, mas também uma afirmação de que Jordie havia sido molestado por Michael Jackson. Evan, então, enfiou a mão no bolso, tirou a carta de Abrams (escrito em julho, com base na descrição de Rothman de uma hipotética relação entre Michael e Jordie), e começou a ler passagens. O encontro durou menos de cinco minutos e terminou com Evan ameaçando que iria arruinar Michael.

De acordo com Anthony Pellicano, foi nessa época que Evan expressou a demanda dele por US$ 20 milhões. Chandler queria que Michael o definisse como um roteirista ou o acusaria de abuso sexual. A demanda por 20 milhões de dólares financiaria quatro filmes com 5 milhões para cada filme. Tal acordo teria feito Michael Jackson e Evan Chandler parceiros de negócios. Mais uma vez, uma proposição estranha, se Jordie havia sido molestada.

Os críticos têm sugerido que, dada a reputação de Pellicano, era estranho que ele não tenha gravado a conversa. No entanto, a questão mais relevante aqui é por que, se ele estava perseguindo alegações de abuso sexual de crianças, por que o advogado de Evan Chandler ou a polícia participaram da reunião? E, claro, por que ele teria abraçado o alegado abusador do filho dele? Pellicano depois comentou: “Se eu acreditasse que alguém molestou meu filho e eu me encontrasse com ele, eu estaria no corredor da morte no momento”.

Após Michaelrecusar a demanda de Evan, em 5 de agosto de 1993, Evan escreveu uma carta retroativa a Barry Rothman, justificando a demanda anterior por um acordo financeiro, em vez de um julgamento e “delinear a intenção dele se Michael decidisse não pagar a demanda de 20 milhões”. Na carta, Evan escreveu: “Eu acreditava que Michael fosse uma espécie de pessoa sensível, compassivo, que cometeu um erro de julgamento nascido de um amor sincero por Jordie”. Ele alegou que posteriormente percebeu que ele estava errado. Interessante que ele iria colocar isso em uma nota para o advogado dele, após as negociações pessoais falharem. Em relação à negociação de liquidação com a presença de Michael, Jordie, Evan, e Anthony Pellicano, Evan escreveu que, se houvesse um julgamento criminal e Jordie foss chamados como testemunhas, ele iria ansiosamente depor.

Em 7 de agosto de 1993, Evan Chandler ajuizou uma ação no Tribunal de Família que procurava uma modificação do acordo de custódia. Evan queria a custódia total de Jordie com visitação limitada para June Chandler. Além disso, Evan queria que o acesso de Michael Jackson a Jordie fosse limitado. Anthony Pellicano disse mais tarde que Evan Chandler e Barry Rothman ameaçaram afirmar as alegações de abuso sexual infnatil na ação de custódia. Embora o acesso aos registros em processos familiares seja limitado às partes ou aos procuradores delas, se conduta criminosa tivesse sido alegada na questão de custódia, o juiz teria sido forçado a relatar o assunto às autoridades competentes.
 

O que a autora quer dizer aqui é que Evan jamais alegou no processo de custódia que ele suspeitava de abuso sexual, caso contrário, todos ficariam sabendo, pois o juiz seria obrigado, por lei, a informar a questão ao Departamento de Serviço às Crinças e à familia e o Ministério Público para que investigações fossem abertas. Evan não tomou essa medida que seria lígica e eficinete se ele acreditasse realmente que ghouve abuso sexual. Ele perdeu o processo de custódia. Mas não devolveu Jordan a mãe. Ele colocou o olano “B” em ação e levou Jordan para falar com Mathis Abrams, que viria a fazer a denúnica. Mas por que Evan não fez a denuncia ele mesmo? Simples. Usando Abrams, Evan não corria o risco de se acusado de calúnia e difamação.

Em 12 de agosto de 1993, Evan Chandler disse a June Chandler sobre as discussões com Jordie e as acusações de abuso sexual. June ligou para Evan naquela noite para dizer que acreditava que Evan tinha “coagido” Jordie a fazer essas alegações.
Em 1992, usando os dados dos reltórios de abuso dos Estados Unidos, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos dados em relatórios de, o Centro de Abuso/ Negligência Infantil e o Centro Nacional de Abuso e Negligência de Crianças determinaram que dos mais de 500 mil casos notificados, apenas 128 mil foram fundamentados. Os restantes eram infundados ou falsos. A taxa de falsas alegações era exponencialmente maior em famílias divididas onde a criança foi exposta à influência de um pai em uma posição de autoridade. O Los Angeles Times reportou: “Em 1992, o Registro de Abuso Infantil da Cidade de Orange recebeu 9.191 casos suspeitos de abuso sexual infantil. Estima-se que até um terço dos casos surgem de disputas de custódia de crianças. Quando o Registro recebe esses tipos de alegações, ele prossegue com cautela, sabendo muito bem que mesmo se a alegação é falsa, a reputação da pessoa poderia sofrer danos irreparáveis ​​e a vida da criança e da família poderiam ser significativamente perturbadas”.
De acordo com Anthony Pellicano e como detalhado no livro de Diane Dimond, a contraoferta sobre a demanda 20 milhões que Rothman e Chandler fizeram de Michael Jackson foi três filmes a serem financiados pela Fox Entertainment. Seria de se perguntar sobre a natureza das reivindicações neste momento. Ou seja, por que Michael fez uma oferta envolvendo uma empresa respeitável como a Fox Entertainment, se Evan já tinha feito uma ameaça envolvendo abuso sexual infantil?

Em 13 de agosto de 1993, Pellicano se reuniu com Barry Rothman para mais uma tentativa de acordo. Após a reunião, Pellicano saiu furioso e disse alto “sem chance... Isto é extorsão”. No entanto, as negociações continuaram, com Michael oferecendo três roteiros de cinema de 350.000 dólares cada um, com a promessa de que os grandes estúdios iriam revê-los. No dia seguinte, Barry Rothman fez uma contrademanda, pedindo 15 milhões para um contrato de três filmes. Através do investigador Anthony Pellicano, Michael ofereceu um contranegócio de um filme com financiamento de 350.000 dólares. Anthony Pellicano gravou, em 17 de agosto de 1993, a conversa com Barry Rothman. No entanto, o homem não mencionou abuso sexual nem extorsão.

Nesse debate, Pellicano diz:

Pellicano: Se eu fosse seu advogado, agora, em sua posição, eu diria que aqui está o que você deve fazer, “olha, você deve tomar este negócio, obter o dinheiro, montar um roteiro dinamite, mostrar-lhes que você pode fazê-lo”, e depois dizer olha, “se eu entregar e esta coisa for ganhar dinheiro, eu quero outro negócio”.

Rothman: Bem, isso é uma opção de venda, quero dizer que é uma opção... Mas não é uma garantia, é uma opção.

Não se sabe se as conversas antes da demanda de 4 de agosto de 1993 realmente envolviam qualquer alegação de abuso sexual. Em vez disso, como sugerido anteriormente, pode ter sido que Evan culpava Michael pelo rompimento da família dele, algo por que Michael pode ter sentido justo garantir uma oportunidade para pai e filho compartilhar um tempo juntos coescrevendo outro roteiro. De acordo com Geraldine Hughes, a contraproposta foi baseada em tais preocupações e expressamente procurava resolver as questões da custódia e permitir que Evan Chandler passasse tempo com o filho dele. Os comentários de Evan Chandler, durante a conversa telefônica de 07 de julho de 1993, certamente, implicam que ele estava preocupado com o rompimento da família dele e menos preocupado com Jordie. Em ambos os casos, as discussões iniciais não eram claramente de indenização por causar lesões pessoais a Jordie Chandler (em outras palavras, por molestá-lo), mas sim para o financiamento de roteiros futuros, de autoria de Evan, e presumivelmente, Jordie Chandler. Isso certamente mudou em 4 de agosto de 1993, quando Evan Chandler divulgou a carta de Mathis Abrams.

Desde que Evan continuou a sua recusa a devolver Jordie à mãe dele, como ele havia concordado em fazer um mês antes, June Chandler, por meio do advogado dela, Michael Freeman, entrou com um pedido no tribuanl para que a criança retornasse para ela. O pedido foi feito por um aplicativo de emergência, que é uma ordem para mostrar a causa e exigir uma aparição perante o Tribunal em 17 de agosto de 1993. Quando um pedido é feito por esse método, o tribunal irá, tipicamente, requerer que a parte contrária demonstre por que uma ordem não deve ser emitida concedendo areparação pretendida pela parte em pleiteante, neste caso, Evan Chandler teria de demonstrar por que Jordie não deveria ser devolvido à mãe dele.

Ambas, Geraldine Hughes e Diane Dimond, descreveram o movimento como uma surpresa, que “surpreendeu” Evan e mudou os planos de Rothman.

Na defesa, Evan não afirmou que houve qualquer abuso sexual infantil, um fato que, certamente, teria demonstrado um bom motivo para não retornar Jordie. Assim, o Tribunal ordenou que Evan devolvesse Jordie à sua mãe até a noite de 17 de agosto de 1993, e recusou o pedido de Evan para impedir que June permitisse que Jorde passasse tempo com Michael Jackson.

Evan então puxou o gatilho e implementou o plano que ele aludiu.


Em 17 de agosto de 1993, em vez de devolver Jordie à mãe dele, Evan levou o filho para o psiquiatra Mathis Abrams, onde Evan (não Jordie), é dito, recontou atos de abuso sexual que teriam ocorrido com o filho dele nas mãos de Michael Jackson. É importante lembrar que essas alegações não foram colocadas nos registros do tribunal em oposição ao movimento de June Chandler para ter o filho dela de colta. Após ouvir as reivindicações, o psiquiatra relatou as alegações ao Departamento Serviços às Crianças e à Familia (“DSCF”), que ele era obrigado por lei a fazer. O DSCF relatou a reclamação à polícia que iniciou uma investigação.
 

 
A Mídia Obtém a História


Como os eventos relatados ao DSCF pode ser de natureza criminosa, as duas agências têm uma estreita relação de trabalho, os policiais estão à disposição do DSCF. Poucos dias depois da entrevista, os relatórios DSCF vazaram para a repórter de tablóide, Diane Dimond, do Hard Copy. Em 1993, Hard Copy foi considerado “um dos programas mais agressivos, de má qualidade e desonestos no ar”.  Na época, a Sra. Dimond declarou: “Isso será um superstar sendo falsamente acusado ou será uma estrela, culpada, talvez, de um dos crimes mais hediondos que conhecemos. Então, de qualquer forma, eu não poderia perder”.

Após o vazamento de 1993, uma unidade de alto perfil foi criada para garantir a confidencialidade para pessoas de alto perfil, como celebridades e políticos.
 

De 23 a 24 de agosto de 1993, a polícia de Los Angeles realizou uma busca no rancho Neverland de Michael e o condomínio Century City. A filial de notícias local, K-NBC, correu a história observando apenas que Neverland foi alvo da busca. Em 24 de agosto de 1993, Anthony Pellicano passo à frente para liberar os detalhes e anunciar publicamente que a denúncia surgiu de uma tentativa de extorsão que deu errado. De acordo com a entrada no diário da secretária legal de Barry Rothman, Gerladine Huges, em 24 de agosto de 1993, ela ouviu Evan Chandler dizer: “Eu quase tive um negócio de US $ 20 milhões”.

Durante a busca, os xerifes apreenderam dois livros de ensaios fotográficos. O primeiro, chamado “O Menino: Um Ensaio Fotográfico”, era um livro de arte retratando fotos tiradas em 1963 durante as filmagens do filme Senhor das Moscas. No livro, Michael tinha inscrito: “Olhe para verdadeiro espírito e felicidade nos rostos desses meninos. Este é o espírito da juventude, a infância que eu nunca tive. Esta é a vida que eu quero para os meus filhos”. MJ. Um segundo livro, “Meninos Desejam Ser Meninos”, continha a inscrição: “Para Michael: De sua fã, Rhonda. Amor XXXOOO ♥ Rhonda – 1983, Chicago”. Não havia nenhuma evidência de que Michael já tinha aberto esse livro.
 

Nenhum dos dois livros mencionado era de conteúdo pornográfico e se encontra a venda em livrarias, e também no site Amazon.com. Você pode ter uma análise completa de todos os livros recolhidos nas propriedades de Michael nesta série de posts.

É significativo mencionar que a mera posse de pornografia infantil é um crime federal. Muitos estados também possuem leis criminais para a posse e distribuição de pornografia infantil. Se os livros fossem de natureza ou substância pornográfica, a acusação teria sido inevitável.


A polícia também apreendeu fitas de vídeo. No entanto, já em 26 de agosto de 1993, o Los Angeles Times informava que as fitas não demonstravam criminalidade.

Em 25 de agosto de 1993, jovens amigos, como Wade Robson, estavam vindo para a ajuda de Michael. Da mesma forma, os representantes de Michael relataram as tentativas de extorsão por pai do acusador. (É interessante notar que a grande mídia não cobre os relatórios das pessoas que defendem Michael Jackson.) Também em 26 de agosto de 1993, Geraldine Hughes escreveu no diário dela que ela ouviu Evan Chandler afirmar que: “É o meu rabo que corre o risco de ir para a prisão”.

Em algum momento, June decidiu unir esforços com Evan Chandler contra Michael. Michael tinha deixado de falar com June devido às preocupações dele sobre o comportamento de Evan. Diane Dimond sugere que a mudança de coração pode ter sido o resultado do medo de que Evan poderia alvejá-la também se ela não concordasse com ele.

Uma vez que o DSCF se envolveu, os pais de Jordie contrataram a advogada Gloria Allred para proteger os interesses deles. Em 3 de setembro de 1993, ela declarou que Jordie: “Está pronto. Ele está disposto. Ele é capaz de testemunhar. Ele está ansioso para ter dia dele no tribunal”. No entanto, em 10 de setembro de 1993, ela, “de repente, deixou o caso sem explicação. Alguns especialistas consideraram que isso significava que Allred não viu nenhum caso”. June Chandler lembrou que a Sra. Allred foi a advogado do recorde por “dois segundos”.

Gloria Allred “sempre foi uma caçadora de publicidade, mas ela também era dura e apaixonada e inteligente". Esperta é a palavra-chave aqui. Allred não é conhecida por se afastar de um caso que mostra o potencial real; com isso em mente, é interessante que ela tenha escolhido sair do caso Chandler Jordie em 1993.
 

Gloria Allred não deixou o caso Chandler, ela foi demitida após dizer que Jordan estava disposto a testemunhar, porque, obviamente, ele não estava; Lmbre-se de qye Jordan disse ao psiquiatra Richrad Garnder que a punica coisa que ele temira era ser interrogado. Alred foi demitida por Larry Feldman, já o novo advoado dos Chandler e advertida de que se voltasse a flar sobre o caso seria punida pela associação de advogados da Califórina, da qual Feldman era presidente. Em 2012, no seminário de Direito, “Frozen in Time”, arry Feldman fez piada sobre Gloria Alred. Veja aqui. E no livro “All That Glitters”, de autoria de Rau Chanlder, irmão de Evan, Ray conta sobre a decisaõ lógica de sunstituir Allred por Feldman. O motivi da demissão é que ninguém, no campo Chandler, queria um “dia dele no tribunal”.

Em 7 de setembro de 1993, o Departamento de Polícia de Los Angeles entrou contato com o Escritório Federal de Investigação (FBI) pela ajuda dele na investigação de Michael Jackson. Em conformidade com um pedido ao abrigo da Lei de Liberdade de Informação, o FBI divulgou os arquivos dele ao público em 22 de dezembro de 2009. Os arquivos do FBI, composto de 56 (cinquenta e seis) páginas de materiais que refletem a participação dele, de 16 de setembro de 1993 a 08 de agosto de 1994, 9 (nove) páginas de 2 de setembro de 1993 a 22 de outubro de 1993, e 8 (oito) páginas de 30 de outubro de 1995 até 24 janeiro de 1997. Uma revisão completa dos arquivos do FBI revelou que, esceto peloo acusador, em 1993 e 2005, sendo que ambos compartilharam o mesmo advogado e psiquiatra, nenhuma das outras reivindicações foram levadas a sério.
 

Isso significa que, após anos de investigações, o FBI nunca encontrou nada contra Michael Jackson e as demais acusações qu ele sofreu, foram nada mais que acusações frívolas, sem o menor cabimento. Não muito diferente das outras duas, para dizer a verdade.

Em 14 de setembro de 1993, o advogado Larry Feldman iníciu um processo em nome de Jordan Chandler através do guardião ad litem dele. A ação alegava que Michael Jackson tinha cometido agressão sexual contra Jordan Chandler, dentro e fora do Estado da Califórnia. A queixa também fez reclamações contra Zé Ninguém de 1 a 100. [Geralmente disse você pode apresentar uma queixa contra um “Zé Ninguém” quando você sabe que alguém deve ser chamado em uma ação judicial, mas você não tem informações para identificar a pessoa pelo nome. Não está claro a quem Zé Ninguém se refere nesse processo.]

A Queixa procurava apoio em sete causas distintas de ação: Agressão Sexual, Agressão, Sedução, Má Conduta Dolosa, Imposição Intencional de Sofrimento Emocional, Fraude e Negligência. Em resposta, os advogados de Michael afirmaram um pedido reconvencional de extorsão contra Evan Chandler. Após a ação civil ser iniciada, o Ministério Público abriu o próprio processo criminal. Entra Tom Sneddon.
 



Saindo da Toca 



Em um esforço para alimentar o apetite insaciável da mídia por uma história, os Quindoys e LeMarques, ex-empregados domésticos em Neverland, surgiram.

“Apenas três dias depois de a história de Jackson surgir, o Primetime, ABC, enviou um produtor freelance para Manila para falar com os Quindoys... Mas a rede estava oferecendo apenas um poder de estrela, um bate-papo com Diane Sawyer... Para este tipo de história, dinheiro fala”. De acordo com Diane Dimond, os “Quindoys, primeiro, queriam US$ 900.000. De onde tiraram esse número eu não tenho ideia. Isso chegou a meio milhão [de dólares]”. Os Quindoys aceitaram uma oferta do e sentara-m-se para uma entrevista com Stuart White. No entanto, depois de alguns dias com os Quindoys, o News of the World tirou o Sr. White da história e disse-lhe para regressar ao escritório de Londres. News of the World não pagou os Quindoys, mas a história deles fez manchete na capa do jornal. Como se viu, apenas três anos antes da história Chandler surgir, os Quindoys e o The Sun tinham entrado em um acordo contratual, no qual, por US$ 25.000, os Quindoys fornceriam detalhes exclusivas sobre a vida de Michael em Neverland.
The Sun e News of the World pertenciam, ambos a News Story Murdoch Rupert.
 
De acordo com Allan Hall do The Sun, o entrevistador original:

“The Sun elaborou um contrato de US$ 25.000 e eu passei algum tempo com eles em Los Angeles fazendo A Vida e Os Tempos Com Michael Jackson. [Eles] não tinham uma má palavra a dizer sobre o cara, nenhuma coisa ruim... Nada, absolutamente nada. Que ele era apenas um homem gentil com as crianças. Eles assinaram um contrato para dizer que iriam dizer a história completa e franca da vida deles, e, claramente, de acordo com o que mais tarde transpirou, eles não contaram, se o que eles estão dizendo agora é a verdade.”

“Eles são duas pessoas que eu não confio absolutamente. E eu acho que eles realmente foram à cidade para derrubar Michael Jackson por muitos dólares. Agora, eles veem dinheiro sendo oferecido por aí de novo e eles querem um pouco mais.”

De acordo com Stuart White: “os Quindoys não estavam, infelizmente, agindo em total boa fé”. Na verdade, os Quindoys apareceram no Geraldo em 24 de julho de 1992 elogiando-o.
 

A autora se refere ao programa do Geraldo Rivera, no qual o casal Quindoys elogiou Michael.

Outro casal, Phillippe e Stella LeMarques também apareceram. Eles haviam trabalhado para Michael por dez meses, mas deixaram essa relação em 1991. No entanto, em vez de ir diretamente para os meios de comunicação com as histórias dele sobre abuso de Macaulay Culkin, eles contraram a ex-estrela pornô, Paul Barresi, para atuar como um agente ou intermediário para vender a história deles. O único interesse do senhor Barresi era o percentual que ele iria conseguir com a venda das histórias.

Sr. Barresi, eventualmente, gravou que os LeMarques e vendeu a história deles por R $ 15.000. Ele deu a fita para o Ministério Público, enquanto as câmeras do Globo rolavam. Mais tarde, ele disse: “A primeira vez que ouvi a história de Jackson, a mão dele estava fora das calças do garoto. Eles estavam pedindo US$ 100.000. Assim que o preço subiu para US$ 500.000, a mão entrou dentro da calça, então, qual é”.


Em 21 de setembro de 1993, agentes da polícia de Los Angeles e do escritório do xerife de Santa Barbara foram para Manila, Filipinas, para entrevistar os ex-empregados domésticos, Mariano Quindoy e a esposa dele, Faye Quindoy, sobre as alegações de abuso sexual infantil. De acordo com os arquivos do Escritório de Investigação Federam (FBI) relacionados a Michael Jackson, o FBI atuou como ligação durante esta reunião. A polícia entrevistou os Quindoys em 22 e 23 de setembro. Embora originalmente programado para partirem no sábado, 25 de setembro de 1993, eles voltaram para Los Angeles, na manhã de 24 de setembro de 1993.

Os Quindoys deixaram Neverland devido a desentendimentos com os colegas de trabalho e uma disputa salarial. Eles afirmaram que Michael lhes devia mais de 283.000 dólares em “horas extras” e tentaram pegar o dinheiro de Michael. Quando ele não pagou, eles alegaram ter visto atos de carícias. Naturalmente, eles não relataram nada disso para a polícia a qualquer momento, antes da história de Chandler virar notícia. Os Quindoys venderam a história deles para os tablóides e nunca deram testemunho sob juramento.

Os arquivos do FBI incluem um inquérito sobre um alegado relatório anterior de que Michael havia molestado dois meninos mexicanos. No entanto, esse inquérito veio de uma fonte não identificada e, após uma busca pelo FBI, os relatórios ou documentos relacionados à investigação alegada não pôde ser localizadaos. Acrescentando à natureza dúbia do relatório, a fonte não identificada estava escrevendo um livro sobre as alegações e poderia ter sido em uma expedição de pesca para determinar que tipo de informação o FBI tinha.
 

Essa história muito interessante e mostra como aproveitadores foram espertos em criar “fatos” para colocar nos livros dele e como a mídia cria as histórias delas a patir de boatos que ela mesam planta. Em um debate entre o jornalista Charles Thompson, Joie e Willa (do Dancing With the Elephants), intitulado “Dentro dos Arquivos do FBI com Charles Thompsom”, Thompsom explica como esta menção a uma investigação sobre abuso sexual anterior foi forjada pela pessoa que ligou e como a mídia, após a liberação dos aqrquivos, em 2012, relatou o caso como se MJ tivesse sido realmente acusado. Um jornalista ligou para o FBI e pergintou se houve uma investigação sobre alegações de que MJ tinha molestado meninis mexicanos, o FBI procurou nos arquivos e concluiu que não houve tal investigação. Informou isso ao jornalista, mas fez anotações sobre a ligação e a pergunta que os agentes a rocurar registros. Anos depois, a imprensa tem acesso aos arquivos do FBI e relatam isso como se a investigação tivesse acontecido. Ou seja, em 1993, a imprensa plantou a semente da história falsa que ela viria a publicar em 2010. É revoltante.

Houve também um relatório de um passageiro que alegou ter observado Michael ser excessivamente protetor a um jovem primo nos arquivos do FBI. Isto é importante porque a partir do momento em desse relatório em particular, de 1992, o FBI estava investigando as ameaças contra o Sr. Jackson por um fã/ perseguidor de Janet Jackson. A “testemunha” disse ter ouvido sons estranhos vindos de uma sala adjacente. Embora seja altamente improvável que ela teria sido capaz de ouvir qualquer coisa, ou identificar qualquer das partes envolvidas, o fato é que o FBI olhou para esta reivindicação e determinou que ela não tinha mérito.

Apesar de auxiliar o Ministério Público, já em 08 setembro de 1993, o FBI se recusou a apresentar queixa federais contra Michael Jackson sob a Lei Mann.

Saiba sobre a Lei Mann e como Sneddon tentou usá-la contra MJ neste post.


O Congresso, como um meio para resolver a prostituição e imoralidade em geral, promulgou a Lei Mann. Ela tem sido usada para punir o transporte de mulheres através das fronteiras estaduais para fins sexuais. 
 

A explicação da autora é um eufemismo e não diz a verdade sobre a Lei Mann. Ela não foi promulgada para punir a prostituição, mas para punir homens negros que se envolviam com mulheres brancas, incluindo prostitutas. A Lei Mann foi promulgada para punir o boxiado Jack Johnson por dormir com prostitutas (mulhreses brancas), embora todos os contemporâneos dele fizessem isso. A lei foi aplicada retroativamente, uma vez que os supostos atos criminosos ocorreram após a promulgação. Assim como Johnson, foi punido pela Lei Mann o músico Chuck Barry, simplesmente por dar carona a uma garota branca (ultrapassando as fronteiras estaduais). É uma lei usada para punir os negros. 

Desde que Jordie tinha viajado para fora do Estado com Michael, a acusação sob a Lei Mann teria sido viável, se tivesse havido qualquer conduta imoral. As autoridades podem ter sugerido que o FBI processasse sob a Lei Mann devido a acusações na carta de Abrams. De acordo com a carta de Mathis Abrams: “o menor está em perigo, a relação continue ou termine... Estas circunstâncias criam a possibilidade de que existe negligência em relação à criança... até mesmo prostituição”. Na verdade, Jordie Chandler alegou que os atos de abuso sexual ocorreram em Nova Iorque, Los Angeles, Las Vegas e Mônaco. No entanto, nenhuma das autoridades em qualquer das jurisdições investigou ou processou e o FBI se recusou a processar nos termos da Lei Mann.

Isso é particularmente relevante porque o Hard Copy pagou ex-guardas de segurança de Michael Jackson US$ 100.000 pela história televisonada deles de que “contrabandeavam” meninos para Michael Jackson. Certamente o tráfico de crianças é um crime federal e estadual e os seguranças teriam sido processados ​​como criminosos.
 

É inacreditável com essas pessoas faziam as acusações delas na imprensa sem notar que estavam condenando a si mesmas. Elas mentiam por dinheiro para o Hard Copy, mas diante de autoridades, elas caíam na real e falavam a verdade: que nada daquilo tinha acontecido.

A polícia também viajou com dólares dos contribuintes para a Austrália para questionar o amigo de Michael, Brett Barnes, pela segunda vez. Embora Barnes dissesse que tinha dormido na mesma cama com Michael, ele negou que qualquer coisa inapropriada tenha ocorrido.

O FBI também ajudou o escritório em Londres Bureau a procurar os relatórios do disc jockey de tabloides, Terry George, que supostamente teve várias conversas telefônicas de longa distância com Michael Jackson em 1983. Durante tal conversa por telefone, ele afirmou que Michael se maturbou, enquanto ao telefone. Nem o FBI, sob a autoridade da Lei de Telecomunicações de 1984, ou as autoridades na Inglaterra, perseguiu a reivindicação. Depois que o filho deles fez várias chamadas de telefone, longa distância, para Michael Jackson, os pais do Sr. George desligaram o telefone deles. Enquanto o Sr. George sustenta a história de tablóide dele, ele é um fã declarado e nunca se considerou uma “vítima”. Ele não relatou a história até 1993, após a história de Chandler surgir.
 
Terry George é, obviamente, um desequilibrado, apaixonado por Mj que se aproveitou do omento para dar asas às fantasias dele. Tivessem as alegações dele alguma credibilidade, o FBI e a Scotland Yard teriam investigado a fundo.

Enquanto isso, Michael permaneceu em turnê promovendo o álbum Dangerous. A última apresentação foi em 11 de novembro de 1993, na Cidade do México, nessa altura, Elizabeth Taylor e o marido dela, Larry Fortensky, se juntaram a ele. Em 12 de novembro de 1993, Michael anunciou que estava procurando tratamento para o vício em analgésicos. A Pepsi Co. cortou a relação com Michael em 14 de novembro de 1993; a Pepsi alegou que a relação foi cortada porque a turnê de Michael tinha terminado. A Disney prosseguiu com apoio a Michael, lembrando que ele ainda era um produto quente em novembro de 1993.

Os fãs de Michael continuaram o apoio deles. O biógrafo J. Randy Taraborrelli foi citado dizendo, “certamente se o pior cenário acontecer e ele for considerado culpado de qualquer uma destas acusações ridículas, seria o fim da carreira musica dele. Mas se isso não é verdade, eu tenho a sensação de que os fãs dele, que são um grupo tão incrivelmente leal de pessoas, ainda o paoiarão. Eu também tenho um sentimento de que isso pode até mesmo trazer uma nova profundidade artística para a música dele e o respeito de críticos que ele esperava”.
 



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