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Prova positiva: Paul Baressi é a Fonte do Lixo de História do Sunday People


Prova positiva: Paul Baressi é a Fonte do Lixo de História do Sunday People
 
 
Escrito por AndJustice4Some
Traduzido por Daniela Ferreira
Comentários em azul são da tradutora




Desde que o Sunday People publicou a história dele sobre Michael Jackson, alegando que Jackson molestou dezenas de meninos, a história tem se tornado uma bola de neve fora de controle.
Tanto Roger Friedman quanto Charles Thomson escreveram as refutações deles às acusações, mas nenhum tabloides ou mídia convencional pegou a história de que as alegações são categoricamente falsas, nem têm relatado que a fonte já vendeu várias vezes essa história para os tabloides.
O artigo do The Sunday People afirma que entrou na posse de “arquivos do FBI” que provaram que Jackson fez acordo com inúmeros meninos e os pais, em um esforço para encobrir o fato de que o artista estava molestando as crianças. Da parte de Friedman, ele escreve que os “arquivos do FBI no (tabloide) são de pessoas que foram desacreditados há muito tempo. Os ditos arquivos que pertencem a um assistente de Anthony Pellicano vêm de Paul Barresi”.
Paul Barresi, uma vez estrela do pornô gay, alegou, em 1990, que ele teve um caso com John Travolta. Ele vendeu a história dele para o National Enquirer por US $ 100.000. Baressi depois se retratou pela história. Baressi se tornou assistente de Anthony Pellicano, que trabalhava como investigador particular para Michael Jackson por um período de tempo.

Enquanto trabalhava para Pellicano, Baressi reuniu-se com Philip e Stella LeMarque, ex-chefs de cozinha de Michael Jackson.
Os LeMarques, em particular Phillip LeMarque Phillip, alegou que Michael Jackson tateou MacCaulay Culkin e assistia a filmes pornográficos com os rapazes. Culkin relatou, então, como faz até hoje, que Jackson nunca o tocou. No entanto, os LeMarques continuaram a trabalhar para Jackson durante os próximos meses, e em contato com os tabloides para vender a história deles. Somente quando a polícia contatou os LeMarques, eles transmitiram a versão deles do que aconteceu às autoridades.
Em 1993, Baressi concordou em ser entrevistado para um documentário de PBS Frontline, chamado “Tabloid Truth: The Michael Jackson Scandal”. No segmento, Baressi começa às 32:36. Aqui está o que Baressi tinha a dizer sobre os LeMarques e vender a história deles aos tabloides:

“Meu interesse em ajudá-los foi que eles me prometeram uma porcentagem do que eles fizeram. Eu não estava em qualquer tipo de cruzada para trazer alguém à justiça. Se Michael era culpado ou inocente naquele momento era irrelevante. Meu interesse era estritamente o
dinheiro, como era o deles, eu poderia acrescentar.”

 
Às 34:40, Baressi passa a afirmar:

“Nós nos conhecemos, Stella, Phillip e eu, e este correspondente do Inside Edition. Até então, eu tinha ouvido a história, provavelmente, uma meia dúzia de vezes. E a única diferença é que, desta vez, eu tinha um gravador na minha cintura. Queria aproveitar
uma oportunidade para vender a história deles sozinho. Na segunda de manhã, levantei-me e eu percebi o que eu queria fazer com a fita. Eu queria levá-la para o escritório do procurador distrital e entregá-la a eles como prova. Sabia que a promotoria ficaria ser feliz ao receber a informação de braços abertos. E dois, eu sabia como tocar os tabloides como uma harpa.”

 
Às 35:30, o documentário mostra um documento. Esse documento não é editado e é o mesmo documento publicado na história de The Sunday People. Aqui está uma foto de dois documentos lado a lado:
 



É claro que eles são o mesmo documento, pois eles têm o mesmo número de série à direita. O narrador explica:

“Se Baressi deu a fita ao promotor, ele não tem nada a temer pela gravação ilegal. Além de que isso iria deixar a história mais suculenta. Caso o promotor trabalhe nisso, isso é a ação, isso é informação privilegiada.”
 
 Baressi passa a afirmar:

“Essa foi a vantagem que funcionou bem. Se a minha história parecesse de forma a pequena, inócua, eles iriam jogá-la pela janela. Portanto, essa é uma maneira de fazê-lo com grande estilo, com certeza. Então eu liguei para o editor de O Globo e eu disse que eu tenho uma fita, e eu estou no meu caminho para o centro para entregá-la ao promotor. E as palavras dele foram, vamos com você, e eu sabia que eu o tinha pegado. O próximo pensamento em minha mente era que eu iria pedir a US $ 30.000. Você sempre pede o dobro do que você espera obter. Ele me colocou em espera e em menos de um minuto, ele voltou e disse bem, não podemos lhe dar trinta (mil), nós vamos lhe dez. Eu disse torne isso quinze e ele disse que ‘você tem um negócio’.”
 
Veja que Baressi não entregou a fita, da história que os LeMarques já estavam vendendo por toda parte, ao promotor por ser o correto ao fazer, mas porque isso chamaria a atenção dos tabloides para a história e ele poderia ganhar mais dinheiro. Os LeMarques, como dito em posts anteriores, foram completamente desmascarados sob o interrogatório da defesa no julgamento de MJ em 2005.

O narrador pergunta:
 “Você podia ver a manchete?”
Baressi afirma:
 “Ah, claro, eu podia ver o dinheiro vindo também.”

Às 38:42 Baressi afirma sobre a história dos LeMarques:
 
“A primeira vez que ouvi sobre Jackson, a mão dele estava fora calças do garoto. Eles estavam pedindo US $ 100.000. Assim que o preço subiu para US $ 500.000, a mão foi dentro das calças. Então, qual é.”
Aqui o próprio Baressi reconhece a inverdade da história dos LeMarques, que mudava conforme aumentava o cachê.

Às 51:58, Baressi passa a afirmar:
 
“Não é raro encontrar um ex-empregador, um amigo ou até mesmo um membro da família que vem para frente com a história. Mas ter alguém como eu, que é completamente independente de tudo isso é incomum. É brilhante.

É claro como cristal, dada o precedente de vender a "história" dele para os tabloides, juntamente com os documentos correspondentes, que Paul Baressi é a fonte (de novo) dessa "história". Embora a maioria, provavelmente, não esperasse mais de Baressi, o público poderia esperar mais da mídia. Jornalismos de talões de cheque jornalismo supera a verdade no mundo dos tabloides e, aparentemente, na imprensa convencional também.

Ah, e por falar nisso, Diane Dimond escreveu um artigo para o The Daily Beast, alegando que isso colocou a inocência de Jackson em questão, mais uma vez, como ela sempre manteve. Dimond conhece claramente Baressi, e mais que provavelmente sabe que os documentos do Sunday People são falsos. Dimond, como Baressi e tantos outros, continuam a lucrar com um homem que está morto há mais de quatro anos.
 
 


Postado por Michael Jackson: And Justice for Some em 10:59
 
 
 
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Detectar A Falha: Tabloide Lixo vs Defender Michael Jackson


Detectar A Falha: Tabloide Lixo vs Defender Michael Jackson

 

 


30 de junho de 2013

 

Postado por: MoonwalkToReality

Traduzido e comentado por Daniela Ferreira

Comentários da tradutora e azul.




Recentemente, foi publicado um artigo alegando que Michael Jackson pagou várias vítimas, que molestou durante um intervalo de tempo de 15 anos, a soma de cerca de 23 milhões de euros (cerca de US $ 35 milhões de dólares).

O artigo (do tabloide The Mirror) alega que prova desses pagamentos está contida em arquivos “secretos” do FBI, que apenas “The People of Sunday” acesso exclusivo.


A história escandalosa pinta um retrato de um “Michael Jackson Proxeneta” a realização de um “mundo de fantasia sórdido” com várias crianças a portas fechadas longe dos pais. Aparentemente, em uma ocasião, Michael estava acariciando e se engajando em um beijo de amante com uma das supostas vítimas infantis com a mãe sentada apenas 2 a 3 fileiras na frente dele no cinema no rancho Neverland.


Então, agora vamos jogar um joguinho que eu gosto de chamar de “destacar a falha” e ajudar os tabloides a aprender como obter fatos e ensiná-los a evitar relatar histórias infundadas e absurdas que não são justificados por qualquer coisa factual.


Vamos começar!


Falha Número Um: Números não mentem... mas os jornalistas dos tabloides sim.


No título do artigo, afirma-se que há pelo menos “duas dúzias (24)” meninos que foram pagos pelo silêncio sobre o abuso que sofreu nas mãos de Michael.


No entanto, mais adiante neste artigo, é dito que as listas dos arquivos secretos do FBI falam de “DEZESSETE” meninos... não 24.


Título do artigo: Michael Jackson pagou 23 milhões de euros para pagar a duas dúzias de meninos que abusou por mais de 15 anos.



Citação do artigo: Os arquivos nomeiam 17 meninos – incluindo cinco atores mirins e dois bailarinos – que Jacko abusou.


Mesmo depois de declarar que o número foi de 17 de acordo com os arquivos secretos do FBI, eles ainda, mais uma vez, diz que o número era vinte e quatro mais adiante no artigo.

 

Frase: “Isso mostra que pelo menos duas dezenas de crianças receberam dinheiro para ficar quietas – o que vem a ser cerca 23 milhões de euros (35 milhões de dólares).”


Um traço comum das pessoas que estão mentindo, incluindo jornalistas / repórteres é a incapacidade de manter as mentiras coerentes, às vezes.
A evidente mudança entre os números pode parecer trivial, mas quando colocada no contexto da possibilidade de ser devido a estar afirmando mentiras, eu acredito que vale a pena mencionar.


Falha número dois: “Os arquivos secretos do FBI”


"The Sunday People" (The Mirror) admite no artigo dele que eles foram capazes de ver esses supostos “arquivos secretos do FBI” porque o investigador privado a quem eles pertenciam antes de serem supostamente confiscado pelo FBI, fez cópias dos arquivos antes que eles fossem tomados.

Portanto, as informações, documentos, gravações, etc, que foram vistas exclusivamente pelas partes acima mencionadas foram as cópias do investigador privado. “The People of Sunday” não viu quaisquer documentos ou arquivos provenientes do FBI realmente. Em outras palavras, eles não têm nada para provar que os arquivos que estavam a par eram, na verdade, foram apreendidos pelo FBI e / ou estão na posse do FBI. Eles estão finalmente tomando a palavra do suposto investigador particular de que o FBI tem os originais dos referidos arquivos / documentos.


Charles Thomson também explica isso no artigo dele intitulado “The Mirror, The Peolpe, E O Acordo que Nunca Aconteceu...”


Do blog dele:


“Os arquivos do FBI” não são arquivos do FBI. Eles são transcrições das entrevistas compiladas por um jornalista sensacionalista (Jim Mitiager, repórter do National Enquire, que já admitiu que ele, assim, como o editor do tabloide para o qual trabalhava, ofereceu e pagou muito dinheiro para que pessoas mentissem sobre Michael), que pagou às fontes dele, incluindo àquelas que acabaram por não existir.” (Uma das artimanhas de Mitiager era inventar fontes que não existia).


Além disso, os arquivos do FBI de Michael Jackson foram liberados depois da morte dele e não há nada entre os arquivos que inclui qualquer um dos documentos, arquivos, fitas de áudio, etc, que estão supostamente sendo reivindicado nos tabloides agora.


Como também tem sido intensamente apontado por Charles Thomson em outro artigo que envolve este assunto, os arquivos do FBI provam a inocência de Michael e, na verdade, deixa claro que aqueles com “fantasias sórdidas” são, de fato, os meios de comunicação.


Numa altura em que há uma grande quantidade de atenção que está sendo colocado sobre a vida de Michael e os demônios que enfrentou enquanto vivo, é evidente que há forças que querem ver Michael sob a pior luz possível. (Atualmente, a empresa AEG Live, promotora dos concertos que Michael pretendeu realizar em Londres, está sendo processada sob acusação de ter culpa na morte do cantor. Provas têm sido apresentadas de que a AEG Live foi não apenas negligente, mas abusiva em relação a MJ. Tudo indica que haverá uma condenação. O Mirror, que publicou o artigo aqui refutado, tem a AEG como principal patrocinador.)



Para demonizá-lo, os tabloides têm usado a fórmula deles, ao longo da vida, de bater em Michael nos lugares mais vulneráveis​​... os supostos vícios de drogas, e, neste caso, as alegações de abuso sexual sem fim, que continuam ressurgindo.


Falha Número Três: os arquivos secretos do FBI não foram entregues ao Ministério Público para o julgamento por (alegado) abuso sexual em 2005.

 


De acordo com o artigo, em 2002, esses “arquivos secretos do FBI” foram apanhados durante um inquérito, que foi lançado contra investigador privado responsável por todas as “provas contundentes” que vieram à tona... Anthony Pelliciano. (Pellicano trabalhou para Michael em 1993 a fim de recolher provas de que Evan Chandler estava tramando para extorquir Michael.).



Em 2004, Michael Jackson foi indiciado sob a acusação de abuso sexual infantil. O julgamento dele foi realizado em 2005. O Promotor no caso havia solicitado a ajuda do FBI na investigação contra Michael. (Tom Sneddon é reconhecidamente um promotor implacável, obcecado por MJ, capaz de fazer tudo para destruí-lo. O que inclui ter conseguido que as leis da Califórnia fossem mudadas, ampliando o prazo prescricional do crime se abuso sexual infantil; solicitar, em rede nacional, que qualquer vítima aparecesse – e também qualquer pessoa com informações – para que ele pudesse acusar MJ; forjar provas – ele tentou implantar digitais em uma revista –; invadir o escritório do detive que trabalhava para o advogado de Michael – o que era ilegal, pois quebra o direito ao sigilo cliente-advogado e colher, ilicitamente, uma prova que pertencia à defesa e que era crucial para comprovar a inocência de Michael –; insistir com o FBI que acusasse MJ sob a Lei Mann – uma lei racista criada para punir negros por condutas como: transportar uma fêmea menor além das fronteiras do um estado. No caso, Tom Sneddon queria alegar que MJ viajou com crianças e deveria ser indiciado sob a Lei Mann. Leia aqui.).


Se o FBI tinha informações sobre supostos pagamentos ou qualquer evidência forte que poderia provar a culpa de Michael como um predador, teria sido dever do FBI fornecer essa evidência a Tom Sneddon.



Se se espera que alguém que acredite que o FBI tinha esses arquivos que poderiam provar que Michael era culpado de qualquer tipo de indecência ou abuso de uma criança, então a falha o do FBI para entregar esses itens para o escritório do procurador distrital significaria que obstruiu a justiça. (Seria realmente inconcebível que o FBI deixasse de fornecer qualquer prova da culpa de MJ ao Promotor do caso).


Curiosamente, apesar da afirmação do Mirror de que essa prova nunca foi dada ao promotor dos casos de abuso sexual contra Michael, Phillip e Stella LeMarques (que, segundo o Mirror, constam como testemunhas em tais arquivos) foram intimados a testemunhar no julgamento de 2005.


O resultado... a credibilidade do casal (LeMarques) foi rejeitada quando o testemunho dele desmoronou sob interrogatório pelo advogado de Michael advogado, Tom Mesereau.


Falha Número Quatro: A Entrevista com os LeMarques


Em 1993, Phillip LeMarques (ex-mordomo de Michael) e a esposa dele, Stella, foram entrevistados pelo investigador particular Anthony Pellicano.


Nessa entrevista, o casal detalhou um suposto modus operandi de Michael para aliciar meninos a serem companheiros de jogo sexuais dele.


De acordo com Stella e Phillip, houve um processo de eliminação que envolvia um dos empregados de Michael reunir crianças para visitar Michael em Neverland, para que ele pudesse selecionar “aqueles” que ele queria. O investigador particular e refere a isso como comportamento de cafetão, e é seguido por Phillip e Stella descrevendo as “fases” [do lenocínio] de Michael.


As crianças visitam e são levados para o parque de diversões em Michael Neverland Ranch. Depois disso, o próximo convite para retornar a Neverland só vai para aqueles em que Michael está interessado.

 

(Note, no entanto, que Anthony Pellicano era um investigador trabalhando para Michael Jackson, no intuito de descobrir provas da inocência dele. A razão de Pellicano entrevistar os LeMrques, era, portanto, descobrir as incongruências nas histórias deles e desmascará-los. O Mirror, porém, não ressalta tal fato.)


A partir da entrevista, citado no artigo:



Investigador Particular: Espere um minuto. Ela (a ex-membro do pessoal de Jackson) faz acordos com os pais?


PHILIP: Ela fez os negócios com os pais para trazer todos... os pais com as crianças para o rancho. Se houver cinco crianças, então Michael levará o que ele quer.


IP: Você está dizendo que (a funcionária de Jackson) traz uma seleção de crianças para Michael escolher? Como um cafetão?

PHILIP: sim.

 

Uma vez que Michael selecionava a presa, todas as sessões de noite pornô, carícias aconteceram... supostamente, é claro.


O casal afirma que havia duas salas secretas dentro do teatro em Neverland, onde Michael iria gastar o tempo com as crianças assistindo pornô.

 

O mais absurdo de reclamações feitas com relação ao cinema é aquela em que Michael teria acariciado e beijando a vítima dele, como se fossem amantes... com a mãe da criança sentada apenas de 2 a 3 fileiras na frente deles no cinema.


Cometer tais atos obscenos em uma criança, quando o pai poderia virar a qualquer momento e pegar Michael no ato teria certamente resultado em Michael sendo pego mais cedo ou mais tarde.


Se os tabloides tivesse tomado um tempo para fazer alguma pesquisa real, eles teriam sabido o seguinte sobre os LesMarques e a entrevista deles:

Eles nunca relataram atos sórdidos de Michael se envolver com crianças às autoridades competentes.

 

Os LesMarques venderam as “histórias” aos tabloides, e, foi descoberto pelas autoridades que investigam Michael, que o casal tinha concordado em adicionar mais detalhes gráficos quando mais fosse o dinheiro.


A conclusão da investigação de 1993 das autoridades sobre as alegações dos LesMarques foi de que eles não tinham credibilidade ou substancial evidência para provar as alegações de abuso sexual que fizeram contra Michael.


Tom Meserau, advogado de MJ, foi capaz de fazer o casal a admitir trabalhar para Michael por alguns meses ainda depois de um incidente que alegadamente aconteceu com Michael e Macauly Caulkin.

 

E mais, o casal pediu demissão por insatisfação com salário. Mas, como cita o Mirror, alegou ter sido demitido por “saber demais”, inclusive tendo processado MJ alegando direitos trabalhistas não pagos. O que é uma contradição, uma mentira descarada.

 


Falha Número Cinco: Acordos de confidencialidade e Ordens da mordaça



O investigador de Pellicano implica (diz o Mirror) que todas as vítimas foram pagas para permanecer em silêncio devido à assinatura das ordens da mordaça e acordos de confidencialidade, e o ridículo disso é total.


Uma pessoa não pode ser forçada a um contrato que iria mantê-la em silêncio sobre o envolvimento de atividades ilegais. Isso seria inócuo, inútil, incapaz de se fazer valer.


Os meninos e as famílias, que teriam sido pagas para ficar quietas, poderia ter conseguido o dinheiro que queria de Michael e AINDA ASSIM ter ido às autoridades competentes a qualquer momento para buscar justiça para os crimes cometidos contra eles.


Esse fato é muitas vezes negligenciado no caso Jordan Chandler. Mesmo após a liquidação, os pais de Jordan poderia ter ainda perseguido encargos legais contra o alegado agressor do filho, mas não o fizeram e parte da razão é porque Jordan, ele próprio, se recusou a testemunhar contra Michael. (Jordan disse ao psiquiatra Richard Gardner que não tinha traumas, nem medo – o que era esperado de uma vítima de abuso sexual – a não ser de testemunhar. Ou seja, ele tinha medo de ser colocado contra a parede e ser desmascarado.).


Qualquer noção de que a recusa de Jordan era para evitar a humilhação de o mundo saber que ele foi abusado sexualmente por Michael carece de bom senso e lógica.

 

O mundo já estava ciente das alegações de abuso sexual.

 


Falha Número Seis: O momento


O investigador quebrando o silêncio de Pellicano afirma que as alegações de Wade Robson foram o que o levou a trazer a “verdade” à superfície.


Não é incrível, no entanto, como faz sentido para ele esperar todo esse tempo para divulgar tal “verdade” feia? Para benefício de quem é isso mesmo?

Eu não duvido que envolva Wade, de alguma forma, mas não em termos de ajudar Wade a espalhar qualquer “verdade”!


O tempo para trazer tudo isso à luz teria sido em 1993 ou, pelo menos, 2005, o mais tardar. Teria sido durante aqueles momentos em que a “verdade” a ser revelada poderia ter feito o melhor. Ele poderia ter ajudado quaisquer vítimas nas sombras e poderia ter evitado qualquer outra criança de ser vítima também.


“Se esses arquivos tivessem sido liberados na época, a carreira de Jackson teria acabado. Mas ele era o Rei do Pop e gasta o equivalente a royalties de um ano funcionava para mantê-lo no trono. Com a ajuda de pessoas como Pellicano, o mundo e os fãs nunca ouviram o que aconteceu em Neverland em 15 anos.”


Como visto na citação do artigo acima, o Investigador (eles estão se referindo, como investigador, ao jornalista de tabloide Jim Mitiager, mas o verdadeiro investigador particular é Anthony Pellicano) admite que se essas informações tivessem sido reveladas na década de 90, a carreira de Michael teria terminado, assim, talvez, terminando o reinado dele como um super mega-star. Isto é, quando essas informações poderiam ter causado o maior impacto.

Em vez disso, é preciso saber... que outro motivo poderia haver eles fazerem manchetes disso apenas agora?


Esta história saiu no mesmo dia que MJ One (o show do Cirque Du Soleil) foi definido para estreia na casa permanente, em Las Vegas, em 29 de junho de 2013.


Acho que é difícil chamar isso de coincidência.


Mera especulação, mas é quase como se essas histórias tivessem sido postas lá fora para que, pessoas auxiliando Wade Robson nas reclamações contra o espólio, de alguma forma, pressionem o juiz a permitir que a alegação de Wade vá em frente, apesar das reivindicações dele vierem depois de prescrito o prazo para qualquer processo (civil ou criminal).



Michael disse muito bem: Qualquer coisa por dinheiro.

 

 

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Os Arquivos do FBI Apoiam A Inocência de Jackson


Os Arquivos do FBI Apoiam A Inocência de Jackson

 

A Mídia reporta o contrário

 

 

 

Por Charles Thompson

Traduzido por Daniela Ferreira

Comentário em azul são da tradutora

 

 

 


Devo começar por dizer que a liberação dos arquivos do FBI sobre Michael Jackson não foi motivada por qualquer desejo de prejudicar o legado ou manchar o nome dele. Muitos dos fãs de Jackson estão compreensivelmente desconfiados do estabelecimento que perseguiu repetidamente a estrela em acusações forjadas, mas a liberação dos arquivos do FBI sobre Jackson não é nenhuma conspiração. Os Arquivos de Jackson foram solicitados ao abrigo da Lei de Liberdade de Informação (FOIA) e eu fui um dos que solicitaram.


A FOIA permite que os cidadãos solicitem informações confidenciais ou inatingíveis realizadas por qualquer órgão público. O ato é concebido para defender a democracia, permitindo aos cidadãos fiscalizar qualquer coisa, desde relatórios do orçamento do governo local a dossiers sobre avistamentos de OVNIs. Os pedidos só podem ser rejeitados por um punhado de razões, incluindo questões de privacidade e segurança nacional.

Quando eu solicitei os arquivos do FBI sobre Michael Jackson, eu não tinha certeza de que ele tinha um. Se ele tinha, eu não tinha ideia do que eu iria encontrar nele. No de Sammy Davis Jr. u não encontrei nada, além inúmeras investigações sobre ameaças de morte enviadas para o cantor. No de James Brown, no entanto, eu encontrei uma explosiva re-narração da infame “perseguição de carro” que ele sofreu em 1988, que mostrou as autoridades em uma luz muito pobre, e continha inúmeras acusações de brutalidade policial.


O FBI liberou cerca de 300 páginas sobre Jackson, constituindo menos de metade do arquivo geral. A razão por trás da retenção da outra metade ainda está para ser tornada pública, mas é muito provável que consiste de informações sobre as relações de Jackson com figuras, que ainda vivem, de interesse para o FBI – ativistas de direitos civis, como Al Sharpton e Jesse Jackson, e os vários empresários e a realeza médio-oriental de quem Michael Jackson era amigo.


A metade dos arquivos que FBI liberou sobre Jackson apoia inocência da estrela inteiramente. Talvez o mais notável, um extenso relatório mostra que, quando Neverland Ranch de Jackson foi invadida em 2003, o FBI passou por todos os computadores apreendidos a partir da propriedade com um pente fino procurando todos os arquivos comprometedores ou atividade na internet. Os Arquivos de Jackson continham resumos individuais dos resultados do FBI para cada um dos 16 computadores. Rabiscadas em letras maiúsculas em cada um dos 16 relatórios a palvra “NADA”.


Mas não há muitos meios de comunicação que incluem esse detalhe. De fato, inúmeras redes – incluindo o Daily Mail – relataram erroneamente que o arquivo não incluia os resultados das invigações do FBI.

Em um nível mais geral, os arquivos revelam que não era só a força de polícia de Los Angeles que esteve investigando Jackson por mais de uma década e não conseguiu produzir um pingo de informações para conectar a estrela a qualquer crime – o FBI também. Que a vida de Jackson foi dissecada e que o comportamento dele foi investigado por mais de 10 anos por duas grandes agências de aplicação da lei e nenhuma peça de evidência nunca foi produzida para indicar a culpa dele significa muitíssimo.


Em geral, os meios de comunicação não dizem isso dessa forma, no entanto.

Os arquivos do FBI incluem inúmeras alegações relatadas ao departamento que, é claro, a mídia, em geral, falsamente relatou como as próprias conclusões. Então, aqui está um resumo do que a mídia disse que existia no arquivo do FBI de Michael Jackson, e que os arquivos realmente contêm.


MITO: Michael Jackson foi investigado por posse de pornografia infantil.

FATO: O arquivo do FBI inclui a análise realizada sobre uma fita de vídeo “ligado a Jackson”, a fim de determinar se havia ou não incluída pornografia infantil. Alguns meios de comunicação erroneamente alegaram que a fita tinha sido apreendida a partir de Neverland. Na verdade, a fita foi apreendido pela alfândega em West Palm Beach e não há nenhuma indicação de que ela pertencia a Jackson. Os arquivos apenas dizem que a fita foi “ligada a Jackson” e a ligação parece ser unicamente porque o programa gravado na cassete tinha o nome de Jackson no título.


Os arquivos do FBI não contêm qualquer indicação de que a fita inclui pornografia infantil, absolutamente, e, certamente, não contém qualquer indicação de que a fita já estev na posse de Michael Jackson.


Mas isso não é, particularmente, uma história de mídia amigável – uma fita de vídeo que não pertencia a Michael Jackson foi analisada e não tem pornografia infantil nela. Então, a mídia disse aa própria história, em vez de dizer a real, trabalhando com a suposição de que ninguém iria ler os arquivos para verificar os fatos por si mesmo.



MITO: O arquivo do FBI revela que Jackson foi investigado em 1985 por molestar dois meninos mexicanos.


FATO: Um agente do FBI registrou uma alegação de que o departamento já tinha investigado Jackson, em 1985, para o abuso sexual de dois meninos mexicanos. Esta acusação foi feita por um escritor anônimo que disse que a história tinha sido dita a ele durante a pesquisa para um livro. O FBI procurou nos registros e não conseguiu encontrar nenhuma evidência de que tal alegação já havia sido relatada a eles:


... mas a maioria dos meios de comunicação deixou de mencionar esse fato importante. Um simples descuido, tenho certeza...


O que o tal escrito fez foi provocar o FBI a egistrar tal alegação. Veja como a imprensa trabalha para produzir as mentiras delas. Um “escritor” anônimo liga para o FBI e pergunta sobre acusações de que MJ foi investigado, em 1985, por molestar meninos mexicanos. O agente do FBI procura nos registros e não encontra nada sobre isso, e o infomra ao tal “escritor”, no entanto, registra o contato. Anos depois, a imprensa usa o registro para dizer que o FBI investigou MJ, quando NÃO houve investigação alguma, pois, lógico, não houve tal acusação. A imprensa plantou a semente para a história que viria a inventar anos mais tarde.

 


MITO: O FBI encontrou um casal nas Filipinas que presenciaram atos de abuso sexual em Neverland.


FATO: Este casal – Marcos e Faye Quindoy – tinha trabalhado no rancho Neverland de Michael Jackson entre 1989 e 1991, mas se demitiram, em uma disputa sobre o pagamento. Entre 1991 e 1993, nunca fez qualquer queixa de que Jackson se comportou inadequadamente com qualquer criança. No entanto, após as alegações de 1993 surgirem, os Quindoys começaram a vender entrevistas sobre suposto comportamento impróprio de Jackson.


As reivindicações da dupla eram suspeitas desde o início. Eles haviam deixado Neverland em 1991, em uma disputa salarial, mas agora estavam dizendo a tablóides que a razão por trás da partida foi que eles ficaram horrorizados com o comportamento de Jackson em torno das crianças – uma ficção demonstrável. Além disso, se tinham ficado tão chocados e horrorizados com o comportamento de Jackson, por que eles não tinham contactado as autoridades?


A história de Mark Quindoy mudou várias vezes, quanto mais dinheiro erai pago pela história, mais terrível o alegado abuso sexual se tornava. Os promotores do caso de Jackson de 1993 enviaram dois policiais para Manila para entrevistar o casal, mas os policiais concluíram que “o testemunho deles foi inútil e a credibilidade das afirmações era altamente questionável”.

MITO: O FBI descobriu que Jackson havia se envolvido em sexo por telefone com um menino britânico.


FATO: Esta história é cortesia do The Sun.


Os arquivos do FBI fas referências breves a um artigo de jornal em que um homem chamado Terry George afirmou que Jackson, de 19 anos, havia se envolvido em sexo por telefone com ele quando ele tinha apenas 13 anos.


O The Sun ficou bastante orgulhoso de que essa história foi referenciada nos arquivos do FBI, porque foi o The Sun que publicou, em primeiro lugar. Como tal, o jornal foi rápido em falar sobre a “investigação do FBI sobre Jackson sobre a investigação do The Sun”.


Na verdade, o FBI não investigou a reclamação e até agora nenhuma prova foi produzida para apoiar a história de Terry George.


Na história dele sobre o arquivo do FBI, The Sun repetidamente se referiu ao telefonema entre Jackson e Terry George como uma questão de fato, embora nenhuma evidência jamais tenha sido produzida para provar que a conversa aconteceu.


George é um homem de caráter duvidoso, para dizer o mínimo, atualmente proprietário de uma série de empresas de sexo obseceno por telefone. A história não parece se sustnetar. Apesar do suposto comportamento impróprio de Jackson, o site de George traz uma foto de si mesmo com a estrela de mais de cinco anos após o telefonema supostamente acontecer. Os dois continuam a parecer como grandes amigos.


Em entrevistas posteriores, George descreveu como ele perdeu o contato com Jackson e recorreu a um comportamento que pode ser descrito como perseguição – ligava ára Jackson o tempo todo, pendurava do lado de fora dos hotéis dele, tentando conseguir passar pela segurança de Jackson. Mais do que tudo, a entrevista de George com o The Sun parecia um ato de vingança com ciúmes por um antigo conhecido amargurado. De qualquer maneira, o FBI não encontrou nenhum mérito para a afirmação de George.

 

Tery George é uma piada completa. Ele é o que chamamos de “Vítimas Fantasmas” de MJ. Você pode ler mais sobre ele aqui:

 
 

Leia outros artigos de Thompson sobre o assunto







 
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O Mirror, O People, O Acordo que Nunca Aconteceu...


 

O Mirror, O People, O Acordo que Nunca Aconteceu...

 

 

 

Por Charles Thomson

Traduzido por Daniela Ferreira

Comentários em azul são da tradutora

 

 

É uma coisa engraçada. Desde o julgamento de alto perfil de morte por negligência de Michael Jackson começou a causar danos à promotora AEG Live, um monte de jornais que carregam publicidade proeminente e lucrativa para os eventos dela ficaram com a intenção de manchar Michael Jackson mais que nunca.


Liderando o caminho está o Mirror, no Reino Unido. Algumas semanas atrás, e-mails contemporâneos apresentados no julgamento mostraram que o chefe AEG, Randy Phillips, deu uma “tapa” em Michael Jackson, porque ele estava com medo de assistir a uma conferência de imprensa.
Deu-lhe um tapa, e gritou para ele “tão alto as paredes tremeram”.



A revelação chocante foi amplamente ignorada pela imprensa. Vários dias após a prova ser ouvido em audiência pública, apenas um rede teve coragem de publicar as provas. AP não incluiu o testemunho em na missiva diária dela da sala do tribunal. O repórter afirmou no twitter que ele havia saído da sala do tribunal e enviado e-mails quando o depoimento ocorreu.

Foi só quando os fãs começaram a fazer barulho sobre a “cobertura” 'em sites como o Twitter que outras empresas da mídia, a contragosto, publicaram os comentários. Jornais patrocinados pela AEG, como o Mirror, porém, estranhamente tentam pintar Michael Jackson como o vilão. De acordo com a primeira linha da história do Mirror, Jackson “precisava ser estapeado”. Curiosamente, o Mirror foi muito mais rápido em publicar uma história, no ano passado, acusando Janet Jackson de dar um tapa em uma menor. Uma história que acabou por ser uma mentira.


Este fim de semana – dias após o filho de Jackson sentar no banco de testemunhas e testemunhar que viu Phillips na casa dele enquanto o pai não estava lá, se comportando “agressivamente” com o médico de Jackson – edição de domingo do Mirror, chamou o People, está de volta. Ele publicou uma história altamente enganosas sobre alguns “arquivos do FBI”, que, supostamente, mostram que vários funcionários de Neverland testemunharam Michael Jackson molestar crianças. Os “arquivos do FBI” também detalham um suposto acordo com um jovem acusador em 1992” – antes do caso Jordy Chandler.


Na realidade, a história é um absurdo, um ninho de acusações mutiladas e distorcidas que não são nem “novas” nem “exclusivas”, apesar das repetidas declarações das pessoas de que elas são. Na verdade, os documentos não são “arquivos do FBI” de jeito nenhum. Isso é uma mentira descarada. Além disso, as reivindicações foram todas de domínio público há muito tempo, algumas tendo sido desacreditadas há duas décadas.

Claro, a maioria dos leitores não vai se incomodar em checar a veracidade da história. Por que eles se incomodariam? O jornal deveria fazer isso antes de publicá-la. Infelizmente, parece que outros meios de comunicação não podem ser incomodar também. O Jornal Correio da Grã-Bretanha já requentou a história, evidentemente, não fazendo nenhuma tentativa de investigar a veracidade dela antes de fazer isso.


Eu poderia entrar em um monte de detalhes sobre as reivindicações feitas pelo People – e os vários jornalistas preguiçosos que vão copiar e passar histórias dele, centenas, ou talvez milhares, de vezes nos próprios sites e nos próprios jornais nos próximos dias. Mas qual é o ponto? A informação já é do domínio público.


Aqueles que odeiam Jackson adotará a história do People como evidência para o caso delas. Aqueles que têm interesse em ouvir os dois lados do caso de Jackson já sabe que estas alegações foram desmascaradas há muito tempo. Ninguém vai sequer se preocupar em pesquisar a história. Leitores do People compram o jornal porque eles gostam e confiam nele. Eles, como previsto, vão acreditar nessa história e não irão questioná-la.


Resumidamente, no entanto, para o registro:


1) Os ditos “arquivos do FBI” não são arquivos do FBI.  Eles são transcrições das entrevistas compiladas por um jornalista sensacionalista que pagou às fontes deles – incluindo àqueles que acabaram por não existir. Eles foram adquiridos por um Investigador Particular que trabalhava para a equipe de defesa de Jackson. Uma década mais tarde, ele foi processado por grampear telefones. O FBI apreendeu todos os arquivos dele, sendo que as entrevistas dos tabloides formaram uma parte minúscula.

 

Thomson está falando de Anthony Pellicano, que descobriu as armações entre os tabloides e as falsas testemunhas, que foram pagas para acusar Michael. Pellicano foi condenado, bem mais tarde,  por grampear ilegalmente telefones dos investigados.


2) As alegações de Jackson foi pego  por vários funcionários não vêm, como o People infere, de uma série de documentos diferentes. Elas vêm de um documento – uma transcrição de uma entrevista com um casal chamado LeMarques, que trabalhou em Neverland no final dos anos 80 e início dos 90. O People intencionalmente não afirma que todos estas não corroboradas acusações vêm de apenas um dos documentos, ao invés disso, propositalmente engana os leitores e sugere que elas são tomadas de uma série de provas.

Os LeMarques nunca contataram a polícia sobre o abuso que alegou ter testemunhado, em vez disso, optou por negociar acordos com os tabloides – incluindo o Mirror. As alegações deles foram investigadas por policiais que investigaram Jackson, que descobriram que o casal concordava em adicionar detalhes gráficos cada vez mais às entrevistas deles quanto mais e mais dinheiro lhes era oferecidos. Os investigadores concluíram, na década de 90, que o casal não tinha credibilidade e possuía nenhuma evidência genuína de abuso. Eles foram chamados, por desespero, para testemunhar em 2005, no julgamento de Jackson, depois que os promotores assistiram o caso deles começar a se desintegrar, mas foram destruídos sob interrogatório. Os jurados rejeitaram o testemunho deles e Jackson foi absolvido, por unanimidade.



3) A suposto “liquidação”, em 1992, foi detalhada a um repórter do tabloide, por dinheiro, por uma  mulher que alegou trabalhar para a firma legal de Jordan Chandler. Ela nunca mostrou ao repórter um documento – ela simplesmente “o leu” por telefone. A investigação policial sobre a alegação descobriu que o menino chamado no assentamento não existe, não houve registro de qualquer acordo já pago, e a fonte do sexo feminino nunca tinha trabalhado para a empresa legal e na verdade não existia. Ela nunca foi ouvida de novo.


Isso deixa um elemento da história do People estagnada; que Jackson “supostamente” – o que é uma pequena palavra que é conveniente – pagou US $ 35 milhões para duas dezenas de jovens acusadores. O jornal não apresenta evidências para corroborar essa afirmação. Apenas uma nota em documentos do repórter de tabloide, que o People intencionalmente deturpa como um “arquivo do FBI”.


Ao contrário da alegação do People, os investigadores sabiam e investigaram essas fitas como parte da investigação deles sobre Jackson em 2003/4, em que foram assistidos pelo FBI. Apesar de todos os recursos, nem a polícia californiana, nem o FBI, jamais foi capaz de encontrar qualquer evidência de que qualquer criança, além de Jordan Chandler e Jason Francia, recebeu uma liquidação.

 


 
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