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Julgamento de Michael Jackson: para começar, conheça os personagens.

Você quer entender os caos envolvendo Michael Jackson? Conheça os personagens desta trama.

Por Daniela Ferreira

Caso Chandler (1993):




Evan Chandler: O primeiro da esquerda para direita, fotografado aqui ao lado da esposa, Monique, e os filhos, Jordan Chandler e Nikk, desfrutando os milhões que extorquiu de Michael Jackson (não pude evitar dizer).
Batizado como Evan Robert Scharmatz, era um dentista que sonhava ser roteirista de Hollywood. Mudou o nome para Chandler porque Scharmatz “soava muito judeu”, na opinião dele e prejudica seus planos de ser um roteirista. Foi Evan que, embora tenha sempre afirmado que nunca viu nada de errado acontecer, passou a acusar Michael Jackson de molestar Jordan.
Jordan Chandler: Filho de Evan e June Chandler é o primeiro à direita. Conheceu Michael aos 12 anos de idade, após diversas tentativas de aproximação, desde que tinha 3 anos. Jordan alegou ter sido molestado por Michael somente após ter sido drogado por Evan.


June Chandler: Mãe de Jordan Chandler, ex-mulher de Evan e casada com Dave Schwartz na época das acusações, embora não vivessem mais juntos. Ela ficou ao lado de Michael até 45 minutos do segundo tempo e mudou para o lado de Evan quando sentiu que poderia ser prejudicada por ele.



Dave Schwartz: padrasto de Jordan Chandler e pai de Lilly. Ele teve uma conversa muito reveladora com Evan sobre os planos deste contra Michael. Dave Schwartz gravou a conversa e alertou Michael sobre Evan, porém, no fim, ele também veio a processar Michael Jackson, querendo, ele mesmo, alguns milhões, já que ele não levou nada do que Evan conseguiu arrancar de Michael.



Barry Rothman: (à esquerda) primeiro advogado contratado por Evan para processar Michael. Na verdade, foi uma troca de serviços odontológicos por advocatícios. O próprio Evan se referiu a Rothman, na conversa com Dave Schwartz, como “o mais sórdido, canalha, sem escrúpulo filho da puta que ele pode encontrar”.



Gloria Allred: advogada que substituiu Rothman, após a lista de acusações contra ele se divulgada. (Evan teve que se livrar de Rothman). Ela trabalhou no caso por 24 horas, mas foi demitida após dizer à imprensa que Jordan queria testemunhar, que ele queria um julgamento. Bem, parece que os Chandlers não queriam julgamento nenhum e Gloria foi advertida a não falar mais sobre o caso, pelo todo poderoso advogado Larry Feldman, que a substituiu.



Larry Feldman: o advogado civil que acabou por processar Michael Jackson, em nome dos Chandlers, pedindo a indenização milionária. Larry Feldman lutou muito para conseguir que o processo civil não fosse suspenso, evitando, assim, que o julgamento criminal viesse primeiro e destruísse os planos deles de um acordo financeiro muito lucrativo.

Mathis Abrams: foi o psiquiatra que fez a denuncia contra Michael Jackson ao Departamento de Serviços às Crianças e à Família de Los Angeles, depois de uma entrevista com Jordan Chandler, na qual o adolescente contou uma estória sobre abusos sexuais envolvendo ele e o cantor. Mathis Abrams também foi quem enviou um e-mail a Evan Chandler com uma espécie de carta-parecer, depois que Barry Rothman lhe consultou na base do “E se isto ou aquilo estivesse acontecendo, o que seria?”, Evan usou a carta de Abrams para tentar chantagear Michael. Mathis Abrams, no entanto, não é especialista no assunto em abusos sexuais infantis, não era um pediatra e nunca teve a chance de consultar Michael, nem mesmo voltou a falar com Jordan. A denúncia foi feita porque era obrigação dele, pois todo médico que tome conhecimento de uma suspeita de violência contra um menor, por mais improvável que seja, tem o dever de denunciar.


Richard Gardner: O maior especialista em pedofilia, incesto e acusações falsas de abuso dos Estados Unidos. Gardner foi chamado por Larry Feldman para entrevistar Jordan Chandler e, por lógica, a opinião dele, como maior especialista no assunto, seria importantíssima. No entanto, ele foi dispensado, o que nos leva a crer que a opinião dele foi desfavorável aos interesses dos Chandlers.




Stanley Katz: psiquiatra presidente do instituto responsável pelas investigações no caso McMartin, o maior caso envolvendo acusações (falsas) de abuso sexual infantil dos Estados Unidos. Katz tinha uma longa parceria com Larry Feldman e a opinião dele foi favorável aos Chandlers. Ele foi chamado para avaliar a entrevista que Jordan deu a Gardner, quando o mais lógico seria considerar a opinião do próprio Gardner.



Anthony Pellicano: investigador particular contratado por Michael para descobrir as tramas de Evan Chandler. Pellicano só aceitou o trabalho depois de conversar com Jordan e ter certeza de que Michael era inocente. Jordan Chandler negou, quando questionado insistentemente por Pellicano, que Michael o tivesse tocado ou feito qualquer coisa inapropriada.


Bert Fields: primeiro advogado de Michael no caso. Fields queria lutar até o fim e provar a inocência de Michael. Totalmente contra um acordo, Fields foi criticado por especialistas jurídicos por isso, pois eles acreditavam que o acordo era a melhor solução. Fields lutou para ter o processo civil suspenso, para que uma decisão na esfera criminal ocorresse primeiro.  Ele acabou se desentendo com outros do time de defesa e renunciou. Porém, ele continuou a defender Michael publicamente.



Howard Weitzman: também advogado de Michael, foi responsável pela renúncia de Fields, ao dizer que Fields tinha cometido um equívoco ao dizer que o processo criminal contra Michael era iminente. Na verdade, não era iminente, mas Fields não estava de todo errado, porque, embora não iminente, o processo criminal era possível e por esta razão ele pediu a suspensão do processo civil.



Johny Cochran: advogado que substituiu Fields a pedido de Witzman. Ele é amigo de Larry Feldman, a quem já defendeu em processos disciplinares, e já entrou no time de defesa falando em um acordo.


Geraldine Hughes: secretária de Barry Rothman, autora do Livro Redenção: A verdade por trás das acusações contra Michael Jackson. Ela sabia de toda a trama.


Thommas Sneddon Jr.: Promotor Distrital de Santa Barbara que perseguiu Michael Jackson por mais de 13 anos. Sneddon tem o apelido de “cachorro louco” pela forma obsessiva como ele operava, acusado de processos maliciosos, perseguição, abuso de poder, violação de direitos civil, prisões ilegais, má-conduta profissional diversas vezes, ele escapou ileso, devido ao poder que adquiriu ao longo da vida. Atualmente ainda há aqueles que lutam por uma punição contra Sneddon.


Amytal Sódico: sim, ele é um importante personagem desta trama. Uma droga de uso psiquiátrico, conhecida, erroneamente, como soro da verdade, mas que, de fato, causa extrema confusão mental, deixando o paciente altamente inclinado à sugestão, foi aplicado em Jordan Chandler pelo dentista-anestesista Mark Torbiner, a pedido de Evan Chandler e, somente depois o uso dessa droga, as acusações surgiram.


Caso Arvizo:



Martin Bashir: jornalista britânico que fez o infame documentário Living With Michael Jackson. A desonestidade de Bashir na edição do documentário lhe rendeu uma punição por parte da Associação Jornalística de Londres e críticas até mesmo entre os colegas de imprensa. LWMJ foi o que levou uma professora americana a fazer uma denúncia contra Michael Jackson ao Departamento de serviços às Crianças e à Família de Los Angeles.



Janet Arvizo: mãe de Gavin Arvizo, a alegada vítima do caso de 2003-2005. Uma mulher desiquilibrada que tramou diversos golpes ao longo da vida, incluindo contra a loja JC Penny, a qual processou, alegando ter sido agredida pelos seguranças, após eles terem pegado Gavin com mercadoria furtada. Embora vítima de uma farsa, a JC Penny pagou um acordo de mais de 100 mil dólares a Janet o que não a impediu de continuar pedindo ajuda para custear o tratamento de saúde de Gavin (embora o plano de saúde do pai já pagasse, inteiramente, por isso) nem de receber assistência governamental destinada a famílias incapazes de prover o próprio sustento.




Gavin Arvizo: o adolescente que aparece no documentário LWMJ ao lado de Michael, dizendo que uma vez pediu ao cantor para dormir no quarto dele e que Michael permitiu, cedendo a cama para ele e dormindo no chão. Em consequência da denúncia feita por uma professora que assistiu ao documentário e não gostou do que viu. O Departamento de Serviços às Crianças e à Família abriu investigações. Gavin e toda a família foram ouvidos e negaram qualquer atitude reprovável por parte de Michael Jackson. Gavin tinha câncer e foi condenado pelos médicos; como último desejo de um moribundo ele fez uma lista de celebridades que gostaria de conhecer, entre elas, Michael Jackson. Michael viria a ajudar Gavin na recuperação dele, ao ponto de a família Arvizo atribui ao cantor o “milagre” da recuperação do adolescente. O que Michael não sabia é que a doença de Gavin foi usada para atrair as pessoas contra quem a família tramava; entre elas os comediantes Geroge Lopez, Chris Tucker, Jamie Masada entre outras pessoas.



Star Arvizo: irmão caçula de Gavin, fotografado, aqui, já adulto, tinha 10 anos na época das acusações. Ele se dizia testemunha ocular dos supostos abusos. O testemunho de Star foi tão repleto de contradições que deixou os membros do júri estupefatos.
Davellin Arvizo: irmã mais velha de Gavin e mais uma participar dos esquemas armados pela mãe. Ela também negou qualquer conduta ruim de Michael ao DSCF de Los Angeles e defendeu Michael em entrevistas, mas mudou de ideia, é claro, como o resto da família.


David Arvizo: pai de Gavin. Ele era casado com Janet Arvizo quando Michael Jackson foi atraído para a teia dela, mas o casal se divorciou logo depois que Janet recebeu a indenização da JC Penny. O curioso é que, durante o processo contra a JC Penny, Janet afirmou que David era o melhor marido do mundo e que ele jamais a machucaria. Logo depois, ela acusou David de espanca-la e espancar as crianças; disse que ele era um demônio e que tinha molestado a filha, Davellin, quando ela tinha 4 anos. Acusações de abuso sexual, agressões e cárcere privado eram rotineiras na vida de Janet Arvizo. David não se defendeu no processo e foi proibido de se aproximar dos filhos. Ele disse que Michael era inocente e que Janet controlava as crianças.


Larry Feldman: exatamente, ele de novo. Feldman foi procurado pela família Arvizo por indicação do advogado William Dickerman. Os dois fizeram um trato: Larry processava MJ e dividia com Dieckerman os “lucros”. Mas os Arvizos procuraram Dickerman para processar Martin Bashir, não Michael, porém, depois de um “incentivo” de Feldman, eles decidiram processar Michael, pedindo uma indenização milionária.


Stanley Katz: Surpreso por isso? Stanley Katz foi, novamente, peça fundamental neste tabuleiro. O testemunho dele ao grande júri foi decisivo no indiciamento de Michael. Katz tinha muito a ganhar, pois ele e Larry tinha um acordo financeiro: Larry lhe enviava pacientes e recebia de volta clientes com acusações de abuso sexual. Katz ficava com 10% do que Feldman conseguia com o processo civil. Katz, também, pode ter sido que informou ao promotor Tom Sneddon de que havia uma prova forte para a defesa no escritório do detetive Brad Miller, que trabalhava para o advogado de Michael, Mark Geragos.  Miller era paciente de Katz e por essa razão, ele deveria ter declinado de trabalhar no caso, pois era médico de pessoas que estavam envolvidos em uma disputa, em lados opostos. Sneddon invadiu o escritório de Miller e levou a fita de uma entrevista na qual os Arvizos negam os abusos. O ato foi ilegal, mas a acusação desenvolveu toda a teoria dela em cima dessa fita.  Stan Katz pode ter violado do dever ético dele, ao revelar informações de um paciente, mas ele foi protegido pelo juiz e pelo promotor durante o interrogatório e não teve que se explicar.

Thomas Sneddon Jr.: Ele de novo, o Promotor Distrital de Santa Barbara, que perseguiu Michael Jackson por mais de 13 anos. Sneddon, em primeiro momento, arquivou o caso, mas o reabriu após contatos com Larry Feldman. Eles se convenceram de que era melhor arquivar o processo covil e tentar uma condenação crimina e, depois, conseguir a indenização sem ter que gastar com um processo, uma vez que o Estado já teria feito isso. Ele se encontrou com Janet Arvizo em estacionamentos e prometeu a ela conseguir coloca-la em programas de apoio a vítimas, para que ela desistisse do caso civil, para que não ficasse a ideia de que era tudo por dinheiro. Sneddon acusou MJ de 10 crimes, uma prática comum do promotor, que fazia o máximo de acusações possíveis para ficar quase impossível uma absolvição total. O ódio de Sneddon por Michael Jackson era visível e inegável.



Thomas Mesereau Jr.: Brilhante advogado que defendeu Michael com todas as forças de que dispunha. Mesereau é um exemplo de advogado ético, competente, honesto e se tornou, ele também, uma figura muito queria entre os fãs. Ele continua expondo a opinião dele sobre MJ, hoje, se referindo ao cantor como a pessoa mais gentil, sincera e brilhante que ele conheceu. Além de afirmar, categoricamente, que ele acredita na inocência de Michael completamente.

Agora que você conhece os personagens principais, podemos passar aos testemunhos do julgamento de 2005, mas antes, um breve resumo dos acontecimentos.


 

1.                Em 1993 Michael foi processado pelos Chandlers e pôs fim ao processo civil com um acordo financeiro.
2.                Em 2003, Michael foi posto em contato com Gavin Arvizo, depois que soube que, o adolescente que estava morrendo em razão de um câncer raro, queria conhece-lo.
3.                Michael ajudou a família Arvizo de todas as formas possíveis: doando dinheiro para o tratamento, custeando transportes, (até deu um carro a eles), fazendo campanha para arrecadar sangue para Gavin e recebendo-os na casa dele, Neverland.
4.                O relacionamento começou a degringolar quando Michael percebeu que os Arvizos eram aproveitadores.
5.                Embora já estivesse tentando cortar contato coma família, Michael concordou que Gavin participasse do documentário LWMJ.
6.                O documentário gerou a denúncia e a família Arvizo foi entrevistada pelo DSCF de LA, negando qualquer abuso.
7.                Michael teve que receber os Arvizos de volta na vida dele, depois do drama que Janet fez, dizendo que a imprensa os estava perseguindo. A família Arvizo se hospedou em Neverland, novamente.
8.                Janet Arvizo queria processar Martin Bashir e queria dinheiro pela entrevista que fez em defesa de Michael, mas quando soube que não receberia nada, ela se voltou contra MJ.
9.                Janet decide processar MJ, pedindo indenização, após o encontro com Feldman e as entrevistas com Katz.
10.            O processo civil foi arquivado e Sneddon saiu dos bastidores para comandar a trama, ele mesmo.
11.            Um mandado de busca contra Neverland foi expedido e um mandado de prisão contra Michael Jackson também.
12.            Michael foi preso no dia 21 de novembro de 2003.
13.            Michael foi indiciado pelo grande júri por 10 acusações criminais no dia 18 de dezembro de 2004.
14.           O julgamento teve início em 28 de fevereiro de 2005 e foi encerado em 13 de jundo de 2005.



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Série de artigos do projeto Veritas (parte 3)

Novas Acusações Intriduzidas

Embora Tom Sneddon tivesse oficialmente apresentado uma queixa criminal contra Michael Jackson em dezembro de 2003, mais tarde, ele levou o caso a um júri secreto, o que resultou em uma acusação de 10 novas infrações. As novas acusações revelam várias inconsistências preocupantes no caso da acusação e também indicam que as provas da defesa de Jackson estão sendo injustamente usadas contra ele. Por favor, leia as seguintes seções cuidadosamente para obter uma melhor compreensão do indiciamento do grande júri:

Seção Um
: Como a convocação de um grande júri colocou a defesa de Jackson em desvantagem?

Seção Dois: Qual é a diferença entre as acusações na denúncia original e as acusações no indiciamento?

Seção Três: Qual é a base da acusação de conspiração que tem sido movida contra Jackson?

Seção Quatro: Será que Sneddon usa provas da defesa de Jackson para alterar os pontos fracos, no caso da acusação?

Alpha
Seção Cinco: Por que as alegações de sequestro carecem de credibilidade.



Como a convocação de um grande júri coloca a defesa de Jackson em desvantagem?


Primeiro, deve-se notar que o procedimento do grande júri retirou o de Jackson de uma audiência preliminar. A audiência preliminar é vantajosa para a defesa, pois permite:

1)          interrogar as testemunhas de acusação;
2)          ter uma ideia do que evidência a acusação tem;
3)          preparar-se melhor para um teste.


A acusação também pode rejeitada fora durante uma audiência preliminar se o juiz sente que não há provas suficientes para ir a julgamento. Ao evitar uma audiência preliminar, Sneddon foi capaz de apresentar o caso dele (não há defesa no grande júri e um advogado de defesa não pode presenciar) sem advogados de defesa presentes. As testemunhas dele não foram interrogadas e qualquer evidência que ele tenha apresentadoao júri não foi contestada. A maioria dos especialistas legais concorda que ao apresentar um caso a um grande júri, um promotor está quase garantido a obtenção de um indiciamento. Se os advogados de defesa de Jackson tivessem recebido a oportunidade de interrogar a acusadores e ouras testemunhas em uma audiência preliminar , o caso poderia ter desmoronado. Sneddon conseguiu evitar isso levando o caso a um grande júri.



Qual é a diferença entre as acusações na denúncia original e as acusações no indiciamento?


Em 30 de abril de 2004, Jackson foi indiciado por um grande júri com quatro acusações de conduta indecente e lasciva com um menor, quatro acusações de administrar um agente intoxicante, uma acusação de tentativa de abuso sexual de crianças e uma acusação de conspiração. Esses supostos atos teriam ocorrido entre 20 de fevereiro e 12 de março de 2003.

Se você olhar para a reclamação original e compará-la com o indiciamento, você verá que, embora o acusador seja o mesmo, o caso de Sneddon passou por várias mudanças importantes. Jackson foi inicialmente acusado de sete acusações de conduta indecente e lascivo com uma contagem de menores e dois de administrar um agente intoxicante em ou entre 07 de fevereiro e 10 de março.

Uma diferença notável na história do acusador – além da mudança na linha do tempo e da mudança na quantidade de vezes que ele foi supostamente abusado – é que as acusações na denúncia diz que somente foi dado álcool ao menindo dua vezes. Isso indica que o acusador estava sóbrio durante a maior parte das ocorrências do alegado abuso. As acusações no indiciamento, no entanto, sugerem que o rapaz estava embriagado ao longo de todas as incidências do alegado abuso.

Talvez a mudança mais questionável, contudo, é que a alegação de conspiração não foi incluída nas reclamações originais. A família foi à polícia em junho e Jackson não foi acusado até dezembro; autoridades tiveram cinco meses para investigar as alegações da família contra Jackson. Com certeza, se havia evidência de uma conspiração, isso teria sido descoberto durante os primeiros cinco meses de investigação.

Nota da tradutora:

Os artigos do Veritas foram, escritos durante o desenvolvimento do caso, antes do julgamento. Hoje, bem sabemos que a acusação de inspiração somente surgiu quando Sneddon se deu conta de que havia entrevistas da família inocentando Jackson. Só então houve a necessidade de incluir a acusação de conspiração, para dizer que a família foi coagida a dizer as coisas boas que disse sobre o cantor.



Qual é a base da acusação de conspiração que tem sido movida contra Jackson?


No indiciamento, Jackson é acusado de 28 atos abertos de conspiração incluindo rapto de criança, cárcere privado e extorsão. A acusação alega que Jackson conspirou com cinco funcionários, não nominados, para sequestrar a família e forçá-la a fazer declarações positivas sobre ele. De acordo com a acusação, Jackson obrigou a família a fazer essas declarações, para que pudesse melhorar a imagem pública após a exibição do controverso Living With Michael Jackson .
Ele, então, teria molestado o menino.


Nota da tradutora:

Esta cronologia dos fatos eram um dos pontos mais fracos da acusação. Pois Michael Jackson já convivia com Gavin Arvizo há dois anos e, segundo a teoria da acusação, somente depois de estar sob investigação, sendo atacado pela imprensa do mundo inteiro e depois de a família negar em entrevistas (inclusive para as assistentes sociais) que ele tivesse cometido qualquer abuso foi que ele decidiu cometer o abuso.

Emboraos associados Jackson também sejam acusados ​​de sequestrar a família, Jackson é o único que foi acusado formalmente, os cinco supostos co-conspiradores não foram indiciados. Alguns juristas têm especulado que Sneddon pode  os estar ameaçando com acusações, a fim de tentar fazer com se voltem contra Jackson. De acordo com Joe Tacopina, advogado de dois dos alegados co-conspiradores, aos clientes dele foram oferecidas imunidade se eles concordarem em testemunhar contra Jackson. Os dois homens recusaram a oferta de Sneddon e negou as acusações da família.



Será que Sneddon usar provas de defesa de Jackson para alterar os pontos fracos, no caso da acusação?


Parece que depois que Sneddon se tornou consciente da estratégia da defesa de Jackson, ele alterou o caso para que Jackson não tivesse nada com o que se defender. Aqui estão alguns exemplos de como Sneddon usou o que ele sabia sobre as provas de defesa de Jackson para fortalecer o caso da acusação:

1. Durante o verão de 2003, Sneddon foi informado pelo psiquiatra Stan Katz, que o investigador privado Bradley Miller estava de posse de uma fita do acusador e a família louvando Jackson. A fita foi feita em fevereiro, o que aparentemente contradiz as alegações da família de que Jackson havia o havia sequeestrado e molestado o menino naquele mês. Ao saber sobre essa fita, Sneddon invadiu o escritório de Miller, levou a fita e a assisitu; essas ações violaram os privilégios advogado / cliente de Jackson privilégios, porque Miller estava trabalhando para o advogado de Jackson, Mark Geragos.

Ao ver a fita, Sneddon descobriu que a estratégia de defesa de Jackson, provavelmente, girariam em torno de negações anteriores do abuso pela família. Sneddon, em seguida, encontrou uma forma de desacreditar esta prova, ele afirmou que a família foi coagida a fazer declarações positivas em nome de Jackson para que o cantor pudesse melhorar a imagem dele após a exibição do documentário de Martin Bashir. Esta é a base da acusação de conspiração que foi trazida pelo grande júri em abril de 2004. Se Sneddon não tivesse visto provas da defesa de Jackson, a acusação de conspiração poderia não ter se materializado e a fita teria sido usada para exonerar Jackson. Em vez disso, ela está sendo usada pela acusação como prova de uma conspiração criminosa.

Nota da tradutora:

Na transcrição dos testemunhos do julgamento de 2005, você poderá ver que, enquanto a acusação alegava que a familia foi coagida a dizer coisas positivas sobre Michael, partes da gravação revelam os Arvizos rindo e alegres, enquanto elogiavam Michael, mesmo quando pensvam que ainda não estvam sendo gravados.

Em dezembro de 2003, Mark Geragos disse a Larry King que as pessoas dentro do acampamento de Jackson foram orientadas a manter um olho sobre a família, após a exibição do documentário Living with Michael Jackson. Segundo várias fontes, os funcionários tomaram notas cuidadosas e documentaram o comportamento suspeito da mãe. Esses funcionários, sem dúvida, serão chamados como testemunhas de defesa. Acusando-os de serem parte de uma conspiração, Sneddon está manchando os , potenciais, testemunhos  delas. Parece que as precauções que Jackson tomou para se proteger de uma família aparentemente oportunista (como pedir a seus associados para cuidar do comportamento questionável por parte da mãe) têm sido usadas contra ele como prova de uma conspiração.

3)
Geragos disse à imprensa que Jackson tinha um álibi irrefutável para cada data do alegado abuso. Ao acusar os associados de Jackson de conspirar com ele, Sneddon possivelmente,  desacredita o “álibi irrefutável” de Jackson.

Nota da tradutora:

Hoje sabemos que as datas dos supostos abusos foram alteradas devido aos álibis. Foram alteradas até que conseguissem acertar uma que coincidiu com a presença de Michael em Neverland.

4) A entrevista da família com o Departamento de Serviços para Cricaças e a Família foi realizada em torno de 20 de fevereiro. Como você pode lembrar, toda a família negou o abuso por parte de Jackson, disse que Jackson nunca tinha estado sozinho com o menino e disse que Jackson nunca tinha compartilhado a cama com ele. Esse era um buraco grande no caso da acusação. Segundo a denúncia original, o abuso começou em 07 de fevereiro, mas de acordo com declarações da família em torno de 20 de fevereiro, o menino nunca tinha ficado sozinho com Jackson. Teria sido impossível qualquer abuso ter ocorrido entre 07 de fevereiro e 20 de fevereiro. Se você olhar para as novas acusações, essas duas semanas desapareceram do cronograma. A acusação agora é de que o abuso teve início após 20 de fevereiro, tornando declarações iniciais da família para os assitentes sociais irrelevantes.


5) Segundo Geragos, a família gravou declarações registradas em vídeo e assinou inúmeros depoimentos dizendo que Jackson não fez nada errado. Na verdade, eles ainda estavam, aparentemente, defendendo Jackson, mesmo depois de 10 de março. Ao dizer que a família foi sequestrada, perseguida e ameaçada por membros do campo de Jackson, Sneddon tem agora uma forma de justificar o fato de que estavam defendendo Jackson antes, durante e depois dos supostos abusos terem ocorrido.



Por que as alegações de sequestro carecem de credibilidade?

A acusação de conspiração poderia ter feito o caso de Sneddon parecer mais lógico para a pessoa média, mas para aqueles que seguiram o caso de perto, acrescenta mais inconsistências para acusações contra Michael Jackson.
Aqui estão várias razões por que as reclamações de sequestro da família podem ser falsas:


1)
A acusação alega que Jackson obrigou a família a fazer declarações em defesa dele porque queria melhorar a imagem pública  deleapós a exibição do documentário de Bashir. Se isso for verdade, várias perguntas vêm à mente:



Por que a entrvista da família não foi incluída na refutação televisionada de Jackson para o documentário?

Por que Jackson, depois de obrigar a família a negar o abuso (que, aliás, não tinha ocorrido, conforme a própria cronologia da acusação) e, depois de tudo isso, decidiu molestá-lo, se ele estava tão preocupado com o que as pessoas  pensassem que ele era um molestador de criança?

O padrasto do acusador testemunhou que ele pediu dinheiro a Jackson em troca da participação da família no vídeo refutação. Se Jackson estava segurando a família contra a vontade dela, como a exigência do padastro pode ser explicado? Certamente, se Jackson foi capaz de forçar a família a elogiá-lo diante da câmera, ele poderia ter, também, forçado-os a assinar um termo de consentimento que lhe permitisse usar o filme e, sob essas circunstâncias, o padrasto não teria nenhum motivo para pedir compensação financeira.

2)
A família alega que eles foram detidos contra a vontade, no Rnacho Neverland, de Michael Jackson, em fevereiro de 2003, mas registros mostram que ao longo desse mês, eles tiveram inúmeras oportunidades para pedir ajuda. Por exemplo:

- Dois departamentos de polícia entrevistaram a família em meados de fevereiro de 2003, depois de serem pedidos para investigar Jackson. E a fdamília não fez acusações.

- Por que qualquer um dos membros da família não indicou para os assitentes sociais, que eles estavam sendo mantidas contra a vontade? Por que os assistentes sociais (com longa experiência) não perceberam algo errado?

- A mãe entrou em contato com o advogado civil, Bill Dickerman, em fevereiro de 2003. Por que ela não disse a ele para ligar para a polícia? Além disso, os sequestradores geralmente permitem que as vítimas visitem os advogados delas?

- A família passou a fazer compras diversas em fevereiro de 2003; não poderiam terpedido a ajuda de alguém, enquanto em público?

- De acordo com a acusação, a família era capaz de escapar de Neverland, mas Jackson a “seduzia” de volta. Por que eles não fora, para a polícia assim que escaparam? E se eles estavam realmente com medo, por que permitir que sequestrador os convencesse a voltar para a casa dele?

Nota da tradutora:
De acordo com testemunho das assistentes sociais, no julgamento, elas se encontraram com Janet Arvizo, por acaso, em uma lanchonete e a abordaram. Era uma boa oportunidade para pedir ajuda. As assitentes disseram que, se ela tivesse dito que algo errado estav acxontecendo, elas teriam chamdo a polícia imediatamente. Mas Janet nada disse a elas. A propósito, o que uma “sequestrada” estava fazendo em uma lanchonte sozinha? Ela não deveria estar no presa em Neverland?

- O marido da mãe declarou que a família estava no apartamento dele quando o investigador privado, Bradley Miller, a entrevistou em fevereiro. Por que eles estavam na casa do padrasto, supostamente, etavam sequestrados por Michael Jackson e os empregados dele?


3)
 O advogado que fez o dovórcio da mãe, Michael Manning, disse aos jornalistas que a mãe ainda estava louvando Jackson em abril de 2003. Por que ela estaria defendendo Jackson depois de ele ter, supostamente, sequestrado toda a família?



E agora?


Recentemente, o novo advogado de Jackson, Thomas Mesereau Jr. apresentou uma moção para queo indiciamento do grande júri fosse rejeitada, alegando que os procedimentos não forram realizados corretamente. A próxima seção irá examinar os inúmeros casos e acusações de má conduta por parte do Ministério Público de Sneddon.



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Série de artigos do Projeto Veritas sobre o Caso Arvizo (parte 2)

As Autoridades se Envolveram

Alertado pelo que foi mostrado no documentário Living with Michael Jackson, um funcionário da escola contatou o Departamento de Serviços para Crianças e a Familia e pediu que eles investigassem Jackson. De 14 a 27 de fevereiro, assistentes sociais entrevistaram a família, que sempre mantiveram que Jackson nunca agiu inadequadamente com eles. A mãe declarou que os seus filhos nunca tinham sido deixados sozinhos com Jackson e eles nunca tinham dormido em uma cama com ele. De acordo com o relatório: “A investigação pela Unidade Caso Sensível concluiu que as alegações de negligência e abuso sexual não têm fundamento.”

Outra investigação foi lançada quando a psiquiatra da mídia, Carole Lieberman, apresentou uma denúncia ao Departamento de Xerife de Santa Bárbara, em fevereiro de 2003. Ela pediu para Jackson ser investigado e, também, exigiu que os filhos fossem tirados da custódia dele. “Bubbles o chimpanzé [animal de estimação de Jackson ex-] está, declaradamente, vivendo em um santuário animal. Alguém poderia se perguntar como e por que isso aconteceu. Se o Sr. Jackson é incapaz de cuidar bem o suuficiente do chimpanzé de estimação dele, você não deveria estar preocupado com os filhos dele?”

Lieberman usou um argumento fantástico, não? Bubbles foi para um santuário porque se tornou agressivo e Michael tinha que manter os filhos seguros. Bubbles não foi tirado de Michael porque ele não era capaz de cuidar dele.
Sobre o menino no documentário, Lieberman observou: “Havia uma sensação inconfundível de que algo sexual ocorreu com [o menino], como evidenciado pela linguagem corporal e comportamento submisso dele para com Michael.
Francamente, não havia comportamento submisso algum.  Houve comportamento afetuoso. Em nenhum momento gavin pareceu temer Michael, mas gostar muito dele, algo que o próprio Gavin, assim como os irmãos dele e a mãe justificaram dizendo que Gavin via Michael como um pai. “Eu queria perguntar aqueles que estão falando que houve algo errado, porque Gavin e Michael estavam de mãos dadas se eles não seguram nas mãos dos filhos deles. Pai e filhos ficam de mãos dadas. Michael é como um pai para meus filhos”, disse Janet Arvizo. Carole Lieberman é apenas mais uma que tentou fazer carreira em cima de Michael.

Os investigadores do DSCF encerraram o caso em 16 de abril com “nenhuma outra ação necessária”. O relatório do DSCF cita entrevistas com a família, que foram conduzidas por três assitentes sociais de Los Angeles. De acordo com a suposta vítima: “Michael é como um pai para mim, ele nunca fez nada sexual comigo.” Ele acrescentou que “nunca dormiu na cama com Michael”, e que a mãe dela estava sempre consciente do que se passava em Neverland”.
A mãe do menino disse aos assitentes sociais que: “Michael é como um pai para os meus filhos, ele os ama e eu confio em meus filhos com ele” de Jackson, ela disse “nunca havia sido nada além de maravilhoso. Meus filhos nunca se sentiram desconfortáveis na presença dele. Michael tem sido uma bênção”. A irmã mais velha do menino também defendeu Jackson dizendo Jackson: “Michael é tão bondoso e amoroso.
Apesar do fato de que a família não tinha nada além de elogios para o cantor, as pessoas dentro do campo de Jackson já estavam cautelosas sobre as intenções dos Arvizos. No início de fevereiro, Jackson contratou o advogado de defesa criminal, Mark Geragos, para protegê-lo, a partir do que parecia ser uma família de oportunista. Geragos disse em uma entrevista: “Eu fui trazido em fevereiro deste ano, quando alguém, sabiamente, em retrospecto, sentiu que havia algo errado aqui com esta família em particular.”
Sobre as investigações que foram realizadas, Geragos, comentou: “Você está falando de uma situação na qual o escritório da unidade de casos sensíveis de LA... investigou este caso. As pessoas mais qualificadas deles entrevistou a todos os participantes e eles voltaram... com [uma decisão infundada].”
Com duas agências do governo concluindo que não havia ocorrido o abuso, Geragos supôs que o caso estivesse encerrado. “Não havia mais nada que pudesse ter sido feito naquele momento.” O comportamento da mãe, no entanto, logo levantaria mais bandeiras vermelhas dentro do campo Jackson.
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Série de artigos do Projeto Veritas sobre o Caso Arvizo (parte 1)

Esta série de artigos faz parte do Projeto Veritas, criado por fãs, em 2003, para mostrar os fatos sobre o Caso Arvizo, que a imprensa fez questão de ignorar. O objetivo de usá-los é colocar o leitor no contexto do caso, antes de passarmos ás publicações dos principais testemunhos do julgamento de 2005.
Os comentários em negrito são desta tradutora.

As Investigações de 2003

A Família Acusadora

O relacionamento entre Michael Jackson e o segundo acusador dele começou bastante inocente. Dois anos antes (antes de 2003), o sobrevivente de câncer fez um pedido, através da fundação Make a Wish Foudationpara, de conhecer o astro pop. Jackson se comprometeu e, eventualmente, formou uma amizade com o menino e a família dele. A mãe do menino caracterizava relação dos filhos dela com o cantor como "um pai amoroso, filhos e filhas", até mesmo dando a Jackson crédito por ajudar o filho dela a superar o câncer.
Documentos judiciais revelam que esta não foi a primeira vez que a família tinha usado o câncer do menino como uma forma de chegar perto de celebridades. De acordo com um relatório apresentado pelo Departamento de Serviçoes para Crianças e a Família de Los Angeles: “A mãe disse que eles conheceram as celebridades devido à doença do filho dela e que as celebridades deram muito apoio ao filho e a família dela." A mãe contou a uma assistente social que, através da conexão com celebridades, ela tinha "encontrado maneiras de fazer as coisas para os filhos delas."
O diretor de A Hora do Rush, Brett Ratner, foi uma das muitas celebridades que se encontraram e fizeram amizade com o menino. "[Ele] se sentava na minha cadeira de diretor. Quando eu lhe dizia para se levantar, ele me dizia para ir para o infern... Ele é mais mlandro de rua que eu era naquela idade", Ratner lembrou. "Eu sempre tive um sentimento estranho de que a mãe iria armar para Michael. Eu sempre gostei do pai. Mas a mãe era um oportunista.
Vale a pena lembrar que David Arvizo, o pai, não era menos oportunista que Janet.  Pelo que se pode concluir de vários testemunhos, cada um focava em tirar vantagens de determinada pessoa, enquanto o outro se vazia de bonzinho. Para George Lopez, o aproveitador era David, enquanto que, sobre Janet, ele não tinha muito a dizer.
O que acrescentou credibilidade a suspeita de Ratner foi o fato de que a família tinha um histórico de queixas de abuso infundadas. Em 1998, eles acusaram os seguranças da JCPenney e Tower Records de agredi-los fisicamente, depois de pegá-los por furto. Dois anos depois de uma ação judicial de 3 milhões dólares contra as empresas, a mãe também acusou os guardas de ter abusado sexualmente dela durante a briga. Ela alegou que um deles havia acariciado os seios e área pélvica dela durante cerca de sete minutos, um detalhe que nunca tinha estado nos depoimentos dela depoimentos iniciais. As empresas fizeram um acordo de $ 152.500, sem admitir culpa.
As acusações de Janet contra a JC Penny foram aumentando a media que o processo avançou e ela percebeu que não estava convencendo. Na acusação inicial, ela alegou ter sido socada pelos seguranças da JCPenny, sendo que, um deles, estava usando uma algema no punho, como se fosse um soco inglês e a socou, repetidas vezes, no rsoto. Ela deveria ter ficado com o rosto compelatmente destruído No entanto, as fotos tiradas dela na delegacia, pouci depois, para fazer o fichamento, monstram-na completamente intacta, sem nenhum fio de cabelo fora do lugar. Dias depois do incidente, ela apreceu em um escritório de advocaica com fotografia que a mostravam coberta de hematomas e abriu uma ação civil contra a JCPenny. Gavin, Satar e davellin, filhos dela, testemunharm no processo contra a JCPenny e confirmaram as acusações dela. No julgamento de MJ, em 2005, todos, incluindo Janet, admitiram ter cometido perjúrio no caso JCPenny.
Tom Griffin, o advogado que representou JCPenny no caso, disse a Mike Taibbi, da NBC, que a família não tinha provas para fundamentar as alegações dela. "[A mãe] só veio com este conto de fadas, não um conto de fadas, é uma história de horror, e apenas correu com ela", disse Griffin.
Um psiquiatra contratado pela JCPenny, durante a investigação, disse que os testemunhos das crianças soavam roteirizados e ensaiados, uma suspeita que foi confirmada pelo pai do menino. Em um depoimento, ele admitiu que as crianças foram treinadas pela mãe para mentir. De acordo com Russell Halpern, um advogado do pai, "[A mãe] escreveu tudo do testemunho deles. Eu realmente vi o roteiro."
Os Arvizos faziam aula de teatro e, segundo uma advogada que chegou a representar Janet Arvizo, esta lhe contara que o motivo das aulas de interpretação era conseguir que eles se tornassem mais convincentes ao mentir.
Halpern foi contratado quando uma disputa de custódia amarga surgiu entre os pais após o divórcio em 2001. A batalha tomou um rumo inesperado quando a mãe acusou o ex-marido de maus-tratos, uma alegação que foi, inicialmente, negada pelo casal e os três filhos. Em outubro de 2001, as assistentes sociais foram chamadas para investigar a família, após uma briga que ocorreu na casa deles. Quando questionadas sozinhas, as crianças não fez alusão a qualquer abuso por parte do pai. Os assitentes sociais partiram, mas foram chamados de volta quando a mãe retornou. Na presença da mãe, os filhos mudaram a história deles, alegando que o pai era realmente abusivo.
Durante o caso JCPenny, quando queetsionada se os hematomas não tinha sido prduzidos pelo marido, janet Arvizo disse que David era “o melhor homem do mundo e jamais a machucaria”. Depois de receber o dinheiro do acordo com a JCPenny, ela acusou o marido de espancá-la, espancar os filhos e até os animais de estimação dela. As crianças, que negavam apanhar, de repente, passaram a acusar o pai de todo tipo de agrressão. Inclui-se nisso uma acusação de abuso sexual contra a filha, Davellin, quando ela tinha quatro anos. David Arvizo, do dia para noite, passou de anjo a demônio.
O pai não contestou as acusações, e foi impedido de ver os filhos, como resultado. Durante uma entrevista no programa Larry King Live, Halpern, que atualmente está tentando obter direitos de visitação para o cliente dele, discutiu documentos do caso JCPenney, que sugerem que as alegações de abuso contra o pai eram falsas. "[A mãe] foi especificamente perguntada: 'ele já bateu em você? ' E ela disse 'não' e, em seguida, ela elaborou, dizendo que ele era um marido maravilhoso, que ele nunca a havia tocado, ele jamais tocaria em uma mulher e ele nunca tinha tocado nas crianças, nunca tão longe como até mesmo espancar as crianças.”
Em documentos judiciais que foram posteriormente arquivados durante o processo de custódia, a mãe pintou um quadro surpreendentemente diferente de seu ex-marido, alegando que os filhos estavam aterrorizados com ele. "Todas as noites, um dos meus filhos fazia barricadas na porta da frente, colocando duas cadeiras na frente da porta", ela alegou. "Ele também coloca prancha rancha e um arco e flecha contra a porta da frente... Os dois meninos dormem com bastões de beisebol".
Com o pai biológico fora do quadro, as crianças teriam sido incentivadas pela mãe a se referirem a vários outros homens na vida delas como "pai", um título que acabou por ser dado a Michael Jackson. A mãe disse a um jornal britânico, no ano passado, que foi Jackson quem incentivou as crianças a se referir a ele como pai. Fontes próximas à família, no entanto, sugerem que foi o contrário.
Seja qual for o caso, Jackson formou um relacionamento com a família, o filho mais velho foi até mesmo destaque no, agora, infame documentário Living With Michael Jackson. Um adolescente de 12 anos levantou as sobrancelhas quando ele disse ao jornalista Martin Bashir que ele havia passado a noite no quarto de Jackson. Os comentários do menino levaram às duas investigações separadas sobre possível abuso sexual por parte de Jackson, as investigações que, mais tarde, iriam ajudar a defesa de Jackson.

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