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"Michael Jackson foi Vítima de Conspiração" 2º parte


Michael Jackson Foi Vítima de uma Conspiração? - Segunda Parte

Título original: "Was Michael Jackson Framed?"

Por Mary Fischer

Fonte: GQ Magazine, 1994

Créditos a MJ Beats
Traduzido por Ghost
Revisado por Niemand


Conhecer Rothman – diz um antigo colega que trabalhou com ele durante o caso de Jackson, e que manteve um diário daquilo que Rothman e Chandler disseram e fizeram no escritório de Rothman – é acreditar que Barry poderia ter "arquitetado esse plano todo, ponto final. Isto [fazer alegações contra Michael Jackson] está dentro dos limites de seu caráter, fazer algo assim". Informações fornecidas por clientes antigos, sócios e funcionários de Rothman revelam um padrão de manipulações e fraudes.
Rothman exerce advocacia em Century City. Certa vez, ele negociou contratos para músicas e concertos para Little Richard, Rolling Stones, The Who, ELO e Ozzy Osbourne. Discos de ouro e platina comemorando aqueles dias ainda estão pendurados nas paredes de seu escritório. Com sua barba castanho-acinzentado e bronzeado permanente - que ele mantém em uma cama de bronzeamento em sua casa - Rothman lembra "um duende" para um ex-cliente. Para um ex-empregado, Rothman é um "demônio", com "um temperamento terrível". Sua posse mais estimada, segundo conhecidos, é o seu Rolls Royce Corniche de 1977, que tem a placa "BKR 1".
Ao longo dos anos, Rothman fez tantos inimigos que sua ex-esposa uma vez expressou surpresa a seu advogado por alguém “não ter lhe assassinado ainda”. Ele tem uma reputação de canalha. "Ele parece ser um caloteiro profissional... Ele não paga quase ninguém", concluiu o investigador Ed Marcus (em um relatório entregue ao Tribunal Superior de Los Angeles, como parte de uma ação judicial contra Rothman), depois de analisar o perfil financeiro do advogado, que exibia mais de trinta credores que estavam perseguindo-o. Além disso, mais de vinte ações cíveis envolvendo Rothman foram registradas no Superior Tribunal de Justiça, diversas reclamações foram feitas à Comissão do Trabalho e ações disciplinares em três incidentes foram abertas contra ele pela ordem dos advogados da Califórnia. Em 1992, ele foi suspenso por um ano, embora a suspensão tenha sido revogada e ele tenha sido colocado em observação.
Em 1987, Rothman devia US$16.800 em pensão alimentícia para os filhos. Através de seu advogado, sua ex-esposa, Joanne Ward, ameaçou penhorar os bens de Rothman, mas ele concordou em pagar a dívida. Um ano depois, como Rothman ainda não havia feito o pagamento, o advogado de Ward tentou penhorar a valiosa casa de Rothman em Sherman Oaks. Para sua surpresa, Rothman disse que já não era mais proprietário da casa; três anos antes, ele lavrou a escritura da propriedade para a Tinoa Operations Inc., uma empresa panamenha. Segundo o advogado de Ward, Rothman alegou que ele tinha US$ 200.000,00 em dinheiro da Tinoa em sua casa, quando, uma noite, ele foi assaltado à mão armada. A única maneira de ele devolver o dinheiro para a Tinoa seria com a escritura de sua casa, disse ele. Ward e seu advogado suspeitaram que tudo aquilo não passava de uma artimanha de Rothman, mas eles nunca puderam provar isso. Foi só depois que o xerife mandou rebocar o Rolls Royce de Rothman que ele começou a pagar o que devia.
Documentos apresentados ao Tribunal Superior de Los Angeles parecem confirmar as suspeitas de Ward e seu advogado. Eles mostram que Rothman criou uma elaborada rede de contas bancárias no exterior e empresas de fachada, aparentemente para esconder alguns dos seus bens - em particular, a sua casa e grande parte dos US$531.000,00 decorrentes de sua eventual venda, em 1989. As empresas, incluindo Tinoa, podem ser ligadas a Rothman. Ele comprou uma empresa de fachada panamenha (uma empresa existente, mas não operacional) e arranjou as coisas de modo que, embora seu nome não aparecesse na lista de seus executivos, ele teria poder incondicional como procurador, o que o deixava no controle da movimentação de dinheiro.
Enquanto isso, os funcionários de Rothman não se saíam muito melhor do que sua ex-esposa. Ex-funcionários dizem que, às vezes, tinham que implorar pelos seus salários. E, às vezes, os cheques que ele dava voltavam. Ele não conseguia manter secretárias especializadas na área jurídica. "Ele menosprezava e humilhava-as", diz uma. Os trabalhadores temporários se davam pior. "Ele os empregava por duas semanas", acrescenta a secretária, “em seguida, os demitia aos berros, dizendo que eles eram estúpidos. Então, ele falava para a agência que estava insatisfeito com o funcionário e não pagaria". Algumas agências finalmente entenderam e faziam Rothman pagar em dinheiro antes de fazerem negócios com ele.
A medida disciplinar da ordem dos advogados de 1992 surgiu de um caso de conflito de interesses. Um ano antes, Rothman foi expulso de um caso por um cliente, Muriel Metcalf, a quem ele representava em um processo de custódia e pensão alimentícia; Metcalf posteriormente o acusou de superfaturar sua conta. Quatro meses depois que Metcalf o demitiu, Rothman, sem notificá-la, começou a representar a companhia de seu companheiro que havia saído de casa, Bob Brutzman.
O caso é revelador por outro motivo: ele mostra que Rothman teve alguma experiência lidando com alegações de abuso sexual infantil antes do escândalo envolvendo Jackson. Metcalf, enquanto Rothman ainda a representava, acusou Brutzman de molestar o filho deles (o que Brutzman negou). O fato de Rothman conhecer as acusações de Metcalf não o impediu de ir trabalhar para a empresa de Brutzman – movimento que lhe rendeu a medida disciplinar.
Em 1992, Rothman estava fugindo de diversos credores. A Folb Management, uma agência imobiliária corporativa, era um deles. Rothman devia à empresa US$ 53.000,00 em aluguel e juros por um escritório na Sunset Boulevard. A Folb entrou com um processo. Rothman, em seguida, rebateu, afirmando que a segurança do prédio era tão inadequada que, uma noite, assaltantes conseguiram roubar mais de US$6.900,00 em equipamentos de seu escritório. No decorrer do processo, o advogado da Folb disse ao tribunal, "O Sr. Rothman, não é o tipo de pessoa em cuja palavra se possa acreditar".
Em Novembro de 1992, o escritório de advocacia de Rothman faliu, listando treze credores – incluindo a Folb Management - com dívidas totalizando US$880.000,00 e bens não declarados. Depois de analisar os documentos da falência, um ex-cliente que Rothman estava processando por US$400.000,00 por custos judiciais, percebeu que Rothman tinha deixado de colocar na lista uma propriedade de US$ 133.000,00. O ex-cliente ameaçou denunciar Rothman por "fraude contra seus credores" [nota da revisora: a falência é declarada quando alguém prova ser incapaz de pagar seus credores, portanto, para que um processo de falência seja aceito é preciso que se comprove que a totalidade dos bens da pessoa perfaz um valor abaixo do total de suas dívidas, daí o interesse de alguém em esconder bens em um processo de falência] – um crime – se Rothman não encerrasse o processo contra ele. Encurralado, Rothman desistiu do processo em questão de horas.
Seis meses antes da declaração de falência, Rothman transferiu os documentos de seu Rolls Royce para a Majo, uma empresa fictícia que ele controlava. Três anos antes, Rothman havia declarado que o carro era propriedade de uma outra corporação – a Longridge Estates, uma subsidiária da Tinoa Operations, a empresa que detinha a escritura de sua casa. Nos documentos apresentados por Rothman, os endereços indicados para Longridge e Tinoa eram os mesmos, Cahuenga Boulevard, n. 1554 - que, como se vê, é o endereço de um restaurante chinês em Hollywood.
Foi com esse homem, em Junho de 1993, que Evan Chandler começou a realização de um “determinado plano” a que se referiu em sua conversa gravada com Dave Schwartz. Em uma formatura naquele mês, Chandler confrontou sua ex-esposa com suas suspeitas. "Ela pensou que era tudo bobagem", disse Michael Freeman, seu ex-advogado. Ela disse a Chandler que pretendia tirar seu filho da escola no outono para que eles pudessem acompanhar Jackson em sua turnê mundial "Dangerous". Chandler ficou irado e, segundo várias fontes, ameaçou ir a público com as provas que afirmava ter contra Jackson. "Que pai em sã consciência iria querer arrastar seu filho para os holofotes públicos?" perguntou Freeman. "Se algo como isso realmente ocorresse, você iria querer proteger o seu filho".
Jackson pediu ao seu então advogado, Bert Fields, para intervir. Um dos advogados mais proeminentes na indústria do entretenimento, Fields representava Jackson desde 1990 e tinha negociado para ele, com a Sony, o maior contrato da história da música – em que o cantor poderia lucrar US$ 700.000.000,00. Fields trouxe o investigador Anthony Pellicano para ajudar a resolver o caso. Pellicano age no “estilo siciliano”, sendo ferozmente leal a quem ele gosta, mas um adversário implacável quando se trata de seus inimigos.
Em 9 de julho de 1993, Dave Schwartz e June Chandler Schwartz mostraram a conversa gravada para Pellicano. "Depois de ouvir a fita durante dez minutos, eu sabia que era um caso de extorsão", diz Pellicano. Nesse mesmo dia, foi até o condomínio Jackson's Century City, onde o filho de Chandler e sua meia-irmã estavam. Sem Jackson lá, Pellicano "olhou nos olhos" do garoto e fez a ele "perguntas bem diretas": “Michael já tocou em você? Alguma vez você o viu nu na cama?". A resposta a todas as perguntas foi não. O menino negou repetidas vezes que alguma coisa ruim havia acontecido.
Em 11 de julho, depois que Jackson recusou-se a reunir-se com Chandler, o pai do menino e Rothman passaram para a próxima parte do plano – eles precisavam conseguir a custódia do menino. Chandler pediu à sua ex-mulher para deixar o rapaz ficar com ele para uma "visita de uma semana". Como Bert Fields disse mais tarde em uma declaração ao tribunal, June Chandler Schwartz permitiu que o menino fosse por causa de uma garantia dada por Rothman a Fields que o menino voltaria no tempo especificado, não esperando que a palavra de Rothman não tivesse valor algum e que Chandler não devolveria seu filho.
Wylie Aitken, advogado de Rothman, afirma que "na época em que [Rothman] deu sua palavra, era sua intenção devolver o menino". No entanto, uma vez que "ele soube que o menino seria levado para fora do país [para sair em turnê com o Jackson], eu não acho que o Sr. Rothman tinha outra escolha.". Mas a cronologia indica claramente que Chandler soube em junho, na formatura, que a mãe do menino planejava levar seu filho na turnê. A conversa telefônica gravada no início de julho, antes de Chandler assumir a custódia de seu filho, também parece confirmar que Chandler e Rothman não tinham a intenção de respeitar o acordo de visitação. "Eles [o menino e sua mãe] não sabem ainda," Chandler disse Schwartz, "mas eles não vão a lugar algum."
Em 12 de julho, um dia depois de Chandler assumir o controle de seu filho, ele fez sua ex-mulher assinar um documento preparado por Rothman que a impedia de tirar o menino de Los Angeles. Isto significava que o menino não poderia acompanhar Jackson na turnê. Sua mãe disse ao tribunal que assinou o documento sob coação. Chandler, segundo o que ela diz em um depoimento, a ameaçou dizendo que "eu não teria [o menino] de volta para mim.". A amarga batalha de custódia seguiu, tornando ainda mais complexas quaisquer acusações feitas por Chandler sobre má-conduta por parte de Jackson. (Em agosto deste ano [1994], o menino ainda estava morando com Chandler). Foi durante as primeiras semanas após Chandler assumir o controle de seu filho - que estava agora isolado de seus amigos, da mãe e do padrasto – que as alegações do menino começaram a tomar forma.
Ao mesmo tempo, Rothman, buscando o parecer de peritos para ajudar a estabelecer as acusações contra Jackson, ligou para o Dr. Mathis Abrams, um psiquiatra de Beverly Hills. Ao telefone, Rothman apresentou a situação a Abrams como hipotética. Em resposta e sem ter encontrado Chandler ou o seu filho, Abrams, em 15 de julho, enviou para Rothman uma carta de duas páginas na qual ele afirmava que "existiria uma suspeita razoável de que o abuso sexual pudesse ter ocorrido.". É importante notar que ele também afirmou que se isso fosse uma situação real e não hipotética, ele seria obrigado por lei a relatar o assunto para o Departamento de Serviços a Crianças (DCS) de Los Angeles.
De acordo com uma anotação do dia 27 de julho no diário mantido pela ex-colega de Rothman, óbvio que Rothman estava guiando Chandler no plano. "Rothman escreveu uma carta para Chandler, aconselhando-o sobre como denunciar abuso de crianças sem responsabilidade para o pai", diz a anotação. Neste ponto, ainda não haviam sido feitas exigências ou acusações formais, apenas afirmações veladas que se interligavam com a feroz batalha pela custódia.
Em 4 de agosto de 1993, porém, as coisas se tornaram muito claras. Chandler e o filho dele encontraram-se com Jackson e Pellicano em uma suíte no Westwood Hotel Marquis. Ao ver Jackson, diz Pellicano, Chandler deu um abraço afetuoso no cantor (gesto, dizem alguns, que pareceria desmentir as suspeitas do dentista de que Jackson havia molestado seu filho), então ele colocou a mão no bolso, tirou a carta de Abrams e começou a ler alguns trechos. Quando Chandler leu às partes sobre abuso sexual infantil, o menino, diz Pellicano, abaixou a cabeça e, em seguida, olhou para Jackson, com uma expressão de surpresa, como se dissesse “eu não falei isso”. Quando o encontro acabou, Chandler apontou o dedo para Jackson, diz Pellicano, e avisou: “Eu vou arruinar você.”
Mais tarde, naquela mesma noite, em um encontro com Pellicano no escritório de Rothman, Chandler e Rothman fizeram sua exigência – U$ 20.000.000,00.
Em 13 de agosto, houve outra reunião no escritório de Rothman. Pellicano voltou com uma contraproposta - um acordo para um roteiro de US$ 350.000,00. Pellicano diz que fez a oferta como uma forma de resolver a disputa da custódia e dar a Chandler uma oportunidade de passar mais tempo com seu filho, trabalhando em um roteiro juntos. Chandler rejeitou a oferta. Rothman fez uma ultima tentativa – um acordo para três roteiros ou nada - que foi rejeitada. No diário do ex-colega de Rothman, uma anotação de 24 de agosto revela a decepção de Chandler: "Eu quase consegui um negócio de US$ 20.000.000,00", ele ouviu Chandler dizer a Rothman.
Antes de Chandler assumir o controle do filho, o único que fazia acusações contra Jackson era o próprio Chandler – o garoto nunca havia acusado Jackson de qualquer ato inapropriado. Isso mudou um dia no consultório odontológico de Chandler em Beverly Hills.
Na presença de Chandler e Mark Torbiner, um anestesista dentário, um medicamento controverso foi administrado no menino, Amytal sódico, que alguns erroneamente acreditam ser um soro da verdade.
E foi depois dessa sessão que o menino fez sua primeira acusação contra Jackson.
A jornalista da KCBS-TV, de Los Angeles, informou no dia 3 de Maio deste ano que Chandler havia aplicado a droga em seu filho, mas o dentista alegou que ele fez isso apenas para extrair um dente de seu filho e que, sob influência da droga, o garoto veio com as alegações. Questionado para este artigo sobre o uso do medicamento no menino, Torbiner respondeu: "Se eu usei, foi para fins odontológicos.”
Dados os fatos sobre o Amytal sódico e um caso histórico recente envolvendo a droga, as alegações do menino, segundo especialistas, não devem ser tratadas como confiáveis, se não forem altamente questionáveis.
"É um medicamento psiquiátrico em que não se pode confiar para produzir a realidade", diz o Dr. Resnick, um psiquiatra de Cleveland. "As pessoas são muito sugestionáveis sob efeito dele. As pessoas vão dizer coisas sob o efeito do Amytal sódico que são descaradamente falsas." Amytal sódico é um barbitúrico, uma droga invasiva que coloca as pessoas em estado hipnótico quando é injetada por via intravenosa.
Administrada primariamente para o tratamento da amnésia, a droga entrou em uso durante a II Guerra Mundial, em soldados traumatizados - alguns em estados catatônicos - pelos horrores da guerra. Estudos científicos feitos em 1952 desmascararam a droga como um soro da verdade e, em vez disso, demonstraram seus riscos: Falsas memórias podem facilmente ser implantadas em pessoas sob seu efeito. "É perfeitamente possível implantar uma idéia através da uma mera pergunta", diz Resnick. Mas seus efeitos são, aparentemente, ainda mais traiçoeiros: "A ideia pode se tornar sua memória, e os estudos mostraram que mesmo quando você lhes disser a verdade, eles vão jurar sobre um monte de Bíblias que aconteceu", diz Resnick.
Recentemente, a confiabilidade da droga se tornou um problema em um julgamento famoso no condado de Napa, na Califórnia. Depois de submetida a várias sessões de terapia, das quais em pelo menos uma foi administrado o Amytal sódico, Holly Ramona, de 20 anos, acusou o pai de molestá-la quando criança. Gary Ramona negou veementemente a acusação e processou a terapeuta e o psiquiatra da filha que haviam administrado o medicamento. Em maio passado, os jurados absolveram Gary Ramona, acreditando que a terapeuta e o psiquiatra possam ter reforçado memórias que eram falsas. Gary Ramona foi o primeiro caso bem sucedido para o chamado "fenômeno de memória reprimida", que resultou em milhares de acusações de abuso sexual durante a última década.
Quanto à história de Chandler sobre o uso da droga para sedar o filho durante uma extração de um dente, ela parece muito duvidosa, tendo em conta o uso habitual da droga. "É uma medicação absolutamente psiquiátrica", diz o Dr. Kenneth Gottlieb, um psiquiatra de San Francisco, que tem administrado Amytal sódico em pacientes com amnésia. Dr. John Yagiela, o coordenador do departamento de anestesia e controle da dor da Faculdade de odontologia do UCLA, acrescenta: "É incomum utilizá-lo [para extrair um dente]. Não faz sentido quando existem alternativas melhores e mais seguras. Essa não seria a minha escolha".
Devido aos efeitos colaterais do Amytal sódico, alguns médicos administraram-no apenas em hospitais. "Eu nunca iria querer usar um medicamento que mexe com o inconsciente da pessoa, a menos que não houvesse outro medicamento disponível", diz Gottlieb. "E eu não iria utilizá-lo sem um equipamento ressuscitador, em caso de alergia, e somente o usaria na presença de um anestesista geral".
Chandler, ao que parece, não seguiu estas orientações. Ele realizou o procedimento em seu filho em seu consultório, e ele contou com um anestesista odontológico (Marcos Torbiner) como especialista. (Foi Torbiner quem apresentou Chandler a Rothman, em 1991, quando Rothman precisou de um serviço odontológico).

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