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Livro Redenção- A Verdade Por Trás Das Acusações de Abuso Sexual Contra MJ: Personagens Principais: Michael Jackson, O ìcone


 

MICHAEL JACKSON - O ÍCONE

 

Musicalmente, Michael Jackson é conhecido como o Rei do Pop. A carreira musical dele fala por si. Os recordes de vendas dele têm superado as vendas de lendas do passado, como Elvis Presley e os Beatles, só para citar alguns. Ele não é apenas conhecido em todo o mundo como o maior artista negro, mais simplesmente o maior. Os fãs dele — jovens, velhos, ricos, pobres, brancos e negros, o conhecem como o maior artista de sempre.

Michael Jackson viveu um impecável estilo de vida desde que ascendeu para a fama como uma estrela infantil, ao contrário de outras estrelas que têm vivido vidas que foram menos do que perfeitas – Michael Jackson tem apenas um vício: trazer a felicidade para o mundo, especialmente para as crianças. Os comentários dele sobre a alegação de molestar o menino era: "Eu nunca faria mal a uma criança".

Aparentemente, os acusadores dele eram ignorantes sobre os fatos em relação a Michael Jackson, o humanitário. Ele levantou mais de cem milhões de dólares através da Dangerous World Tour e doou todos os recursos para a fundação Heal The World. Ele doa muitos mais milhões de dólares, bem como o tempo dele, visitando crianças em hospitais de todo o mundo.

Michael Jackson tem tido um papel de modelo para milhões de fãs adoradores. Os fãs têm um profundo amor por ele e o veem como o herói deles. Aquele que os eleva através da música, e incentiva a paz mundial e o amor. A música Man ​​In The Mirror encoraja as pessoas a fazer uma mudança, começando com o homem no espelho. A canção We Are The World foi um single best-seller e ele doou a renda para o U.S.A. for África.

 

Michael Jackson usa a influência e dinheiro dele para ajudar um mundo ferido. Ele não se encaixa no perfil normal de alguém que molesta uma criança. É exatamente o oposto. Ele passou a vida dele ajudando crianças inocentes.

Ele viveu uma vida imaculada até que essas alegações fossem feitas contra ele. A partir do momento em que foram feitas, ele esteve sob constante ataque da mídia e objeto de infundados rumores pelos meios de comunicação que tentaram retratá-lo como um malvado molestador de crianças. Os meios de comunicação, de fato, assassinaram a índole de Michael Jackson através das alegações de abuso sexual infantil por constantemente relatar rumores sem fundamento, quer fossem verdadeiros ou não, e reter noticias que se inclinavam a favor do cantor. Por exemplo, eles não relataram que DOIS grandes júris, um em Santa Barbara e outro em Los Angeles, não conseguiram encontrar uma única parte credível de evidencia para indiciar Michael Jackson pelas acusações de abuso sexual infantil. As redes e produtoras de TV a cabo não interromperam a programação normal delas para informar ao mundo que, NENHUMA EVIDÊNCIA PÔDE SER ENCONTRADA PARA INDICIAR MICHAEL JACKSON DE ABUSO SEXUAL INFANTIL, contrariando os relatórios iniciais e acusações delas. Os meios de comunicação, em vez disso, deixaram que as notícias não fossem relatadas e / ou não deram a mesma importância sobre trazer as informações para a luz, como eles tinham feito com as acusações mais lascivas, e permitiram que todas as alegações de abuso sexual de crianças fossem relatadas. Às reportagens anteriores foi permitido ficar incorporadas nas mentes de milhões de americanos e outros em todo o mundo.

Muitos dizem que Michael Jackson é uma criança presa no corpo de um homem. O rancho Neverland é semelhante a uma terra de conto de fadas que se abre para centenas de crianças a cada ano. Outros dizem que ele está vivendo a infância que perdeu ao entrar na indústria do entretenimento em uma idade precoce. Essa é minha opinião, porque em razão do status de mega estrela multimilionária, em quem Michael Jackson poderia confiar? Crianças são conhecidas pela inocência e amor imaculado delas. Eu acredito que ele se sente confortável em torno delas, porque tudo o que querem fazer é brincar e se divertir. Elas não colocam uma etiqueta de preço sobre a amizade elas nem uma demanda por amor. No coração de uma criança, se elas gostam de você, você é apenas outra pessoa, não importa seu status social.

Eu acredito que Michael Jackson atrai uma sensação de normalidade ao interagir com as crianças. É difícil imaginar como se sente ao ser forçado a viver em uma bolha de plástico, incapaz de fazer o que as pessoas comuns fazem ou ir aonde as pessoas comuns vão sem ser assaltado por fãs enlouquecidos da estrela. Acredito que a relação dele com as crianças é simplesmente uma necessidade que todos nós temos – a de ser tratado como um ser humano normal. As crianças são muito capazes de não deixar quem você é interferir com a vontade delas de brincar e se divertir, sem amarras.

Michael Jackson teve que lidar com muita publicidade falsa da mídia, tentando expô-lo como ser anormal ou algum tipo de excêntrico que não confia em muitas pessoas fora da família dele. Curiosamente, as únicas pessoas em quem confiava, estavam abertas para o ataque da mídia. Havia sempre notícias infundadas nos maiores jornais e tabloides especulando sobre como Michael Jackson fez amizade com as crianças e os relacionamentos deles.

Ele acertou os ponteiros em uma entrevista de 90 minutos com Oprah Winfrey. E negou a maioria dos rumores que os jornais estavam escrevendo sobre ele sobre vários assuntos e relacionamentos.

A irmã de Michael Jackson, Janet, foi citada como tendo dito que Michael estava falhando em não dar entrevistas e ir a programas, o que teria dado ao público a oportunidade de conhecer o verdadeiro Michael Jackson.

Uma das principais áreas de incompreensão da mídia sobre ele, na época, era por que nunca se casou. As acusações de abuso sexual infantil eram bem vinda resposta a essa questão. Obviamente, se você não é casado ou nunca se casou, deve ser homossexual ou um molestador de criança – certo? Errado!

No mundo em que vivemos, ou você é heterossexual (ama o sexo oposto), bissexual (prefere ambos os sexos) ou gay (prefere o mesmo sexo). No mundo cristão há uma quarta categoria chamada de "casta" (inocência da relação sexual ilegal; celibatário ou abstinência). A fim de manter as leis de Deus, um cristão não pode ter uma relação sexual com alguém que não seja cônjuge dele. Sexo fora do casamento é fornicação e é considerado pecado aos olhos de Deus. Pode não fazer a notícia das seis horas, mas há um grande número de cristãos que obedecem a essas leis bíblicas e se abstem de sexo até que estejam casados. Sem mencionar alguns cristãos que levam o voto de abstinência. Eles prometem permanecer solteiros e comprometer a vida deles a fazer o trabalho de Deus. A maioria dos Padres e Freiras faz esse voto. Não estou dizendo que Michael Jackson fez esse tipo de voto, mas ele certamente tem dedicado a vida dele a fazer a obra de Deus, ajudando crianças carentes ao redor do mundo.

Michael Jackson sempre reconheceu e referenciou Deus na vida dele. Ele viveu um estilo de vida modelado na piedade. As ações humanitárias e atos dele escoam do coração de Deus para ajudar alguém em necessidade, para alimentar os pobres, para fazer o mínimo e andar na humildade. Essas características são próprias da piedade. "Ele amava tanto o mundo inteiro que deu.... o filho unigênito." "Jesus veio e deu a vida dele para que a humanidade pudesse viver." A Bíblia diz que "não há presente maior para um homem do que dar a própria vida por outra".

Nunca me incomodou que Michael Jackson não fosse casado, especialmente depois de ver o filme sobre a família dele, O Sonho Americano. Nele, havia uma cena em que o irmão mais velho de Michael Jackson, Jackie, anuncia, pela primeira vez, que ele estava noivo, enquanto o grupo estava no auge da precoce carreira. A resposta de Michael Jackson foi: “como você pode fazer isso com os nossos fãs?" Michael Jackson pensava que casar, iria, de alguma forma, chatear os apaixonados e amorosos fãs dele. Quando ele entrava no palco para cantar, levava os fãs dele ao êxtase musical — tentando as muitas fantasias deles, incluindo a ideia de ser o sonho de qualquer garota. Nem que fosse apenas por um momento.

Após as acusações de abuso sexual infantil estar em curso há vários meses, Michael Jackson falou abertamente ao mundo em uma declaração televisionada transmitida ao vivo do rancho Neverland em 22 de dezembro de 1993. Ele informou a milhões de pessoas em todo o mundo de como havia sofrido nas mãos do Departamento de Xerifes do Condado de Santa Barbara, sendo submetido a uma investigação no corpo dele, na qual eles tiraram fotos e examinaram e inspecionaram as partes íntimas dele. Eles estavam em busca de evidências que corroborassem uma descrição que o menino tinha dado à polícia sobre o corpo de Michael Jackson, incluindo os órgãos genitais dele. Mais tarde foi revelado que as autoridades não foram capazes de corroborar as declarações do menino sobre o corpo de Michael Jackson.

Michael Jackson chamou essa ação do Departamento de Xerifes do Condado de Santa Barbara de: "desumanizante", "humilhante" e "a experiência mais humilhante da minha vida". Ele acrescentou que suportou essa humilhação para provar a inocência dele. Em outras palavras, ele poderia ter recusado a investigação no corpo dele. Foi submetido à humilhação e a vergonha da investigação no corpo dele estando completamente confiante de que não tinha nada a esconder e que eles não tinha nada a encontrar. Ele continuou na declaração dele: "Eu só tentei ajudar milhares e milhares de crianças a viver uma vida feliz. Traz-me lágrimas a meus olhos quando vejo qualquer criança que esteja sofrendo. Eu não sou culpado destas acusações. Mas se eu sou culpado de alguma coisa, é de dar tudo o que eu tenho para ajudar as crianças de todo o mundo, é de amar as crianças, de todas as idades e raças, é de ganhar pura alegria de ver crianças com os rostos inocentes e sorrindo. É de desfrutar, através delas, a infância que eu perdi. Se eu sou culpado de alguma coisa, é de acreditar no Deus disse sobre o sofrimento das criancinhas, de virem a MIM e não as impedies, porque delas é o reino dos céus".









 

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Livro Redenção - A Verdade Por Trás Das Acusações de Abuso Sexual Contra MJ: Personagens Principais: Mathis Abrams, O psiquiatra


DR. MATHIS ABRAMS - O PSICANALISTA

 

Dr. Mantis Abrams é o profissional de saúde mental que relatou as acusações de abuso sexual contra Michael Jackson para as autoridades competentes. Ele também é o médico que o Sr. Rothman procurou para uma opinião de expert para ajudar a estabelecer as acusações contra Michael Jackson. O Sr. Rothman chamou o Dr. Abrams e lhe presenteou com um incidente hipotético, aparentemente, a fim de reunir informações para ajudá-lo com o plano dele e do Dr. Chandler. Em 15 de julho, Abrams enviou ao Sr. Rothman uma carta de duas páginas, afirmando: "suspeita razoável de que o abuso sexual possa ter ocorrido". Ele ainda aconselhou o Sr. Rothman que, se esse fosse um caso real, e não um caso hipotético, ele seria obrigado a comunicar o fato.

Dr. Chandler usou a carta que o Dr. Abrams escreveu ao Sr. Rothman como um instrumento de barganha para iniciar as negociações para a demanda de 20 milhões de dólares. Outro especialista médico aconselhou que, para que um médico fizesse um relatório adequadamente de abuso de crianças, ele / ela teria que entrevistar a criança que faz a afirmação. Essa carta foi escrita inteiramente em consulta com o Sr. Rothman, sem qualquer contato com a criança em questão.

Foi o relato do Dr. Abrams para o Departamento de Serviços a Crianças, que provocou a investigação contra Michael Jackson. O Departamento de Serviços a Crianças era obrigado a fazer um relatório desse tipo para o departamento de polícia, e, ao fazê-lo, mandados de busca foram emitidos para as residências de Michael Jackson.

Dr. Abrams era obrigado por lei a relatar qualquer evidência de abuso infantil.  Mesmo tão constrangedor quanto poderia ser para o indivíduo acusado, todos os incidentes de abuso infantil e / ou molestação devem ser investigados. Há muitos casos reais de abuso infantil e molestação que não serão relatados e detectados.  Alguns casos não são relatados até a criança atingir a idade adulta e só são descobertos depois que o indivíduo entra em um aconselhamento. Desnecessário dizer, que atos descobertos como esse, trazem cicatrizes emocionais que as vitimas carregam pela vida.

Não encontrei falta na posição a ações do Dr. Abrams nesse caso. Eu acredito que ele estava sendo usado como um peão para trazer credibilidade na questão da alegação de abuso sexual infantil contra Michael Jackson.

Graças a Deus que profissionais fazem o trabalho deles.

 

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Livro Redenção - A Verdade Por Trás Das Acusações de Abuso Sexual Contra MJ: Personagens Principais: Pellicano, o Investigador


2.5 PELLICANO - O INVESTIGADOR

 

Anthony Pellicano foi o investigador particular trazido para dentro do caso pelo advogado de longa data de Michael Jackson, Bertram Fields. Ele é bem conhecido, em todo o mundo, como um dos melhores investigadores disponíveis para as estrelas. A especialidade dele é escutas telefônicas forenses.

Anthony Pellicano, sozinho, desenterrou todos os fatos pertinentes que cercam este caso. Uma vez que os esforços de investigação dele se completaram, não havia dúvida na mente dele de que Michael Jackson foi vitima de um elaborado esquema de extorsão pelas mãos do Dr. Chandler e o do Sr. Rothman.

Elaborado: complexo, intrincado, detalhado, sofisticado, altamente estruturado.

Foram os esforços de Anthony Pellicano que produziram a conversa gravada em fita entre o Dr. Chandler e o Sr. Schwatz.

Imediatamente depois de o Sr. Pellicano ser trazido para dentro do caso, o primeiro curso de ação dele foi visitar o garoto no condomínio de Michael Jackson, em Century City, onde ele e a irmã dele estavam visitando. Ele perguntou ao garoto especificamente questões sobre se Michael Jackson havia feito qualquer coisa de impróprio. O garoto negou repetidamente que Michael Jackson tenha feito qualquer coisa inapropriada.

O Sr. Pellicano informou que o garoto negou ter tido contato sexual de qualquer natureza com Michael Jackson. Essa entrevista que ele teve com o garoto foi consistente com outras entrevistas que foram realizadas com muitas crianças que também tiveram uma estreita amizade com Michael Jackson ao longo dos anos.

Ele teve o cuidado de conduzir a entrevista usando os mesmos protocolos que as Assistentes Sociais do Departamento de Serviço a Crianças usavam. A entrevista foi conduzida em privado e feita sem influência de qualquer um dos pais.

E isso foi até o Sr. Pellicano estar convencido da inocência de Michael Jackson, e começar uma total investigação agressiva, entrevistando numerosas testemunhas que corroborassem a inocência dele, bem como desacreditar aqueles que tinham pretensões em testemunhar o comportamento inadequado de Michael Jackson.

No meio do caminho da investigação de abuso infantil, muitas testemunhas sanguinárias apareceram adiante para fornecer aos tabloides declarações de comportamento inadequado por parte de Michael Jackson a cerca das numerosas crianças que visitavam o rancho Neverland. A diligência e sofisticadas técnicas de investigação de Pellicano reduziram significativamente o número de testemunhas confiáveis que afirmavam ter informações prejudiciais contra Michael Jackson.

Lembro-me de digitar cartas ao Sr. Pellicano, e particularmente a carta que rejeitava os 350.000 mil dólares de Michael Jackson para uma contraproposta de um filme feito para o Dr. Chandler.

A primeira vez que vi o Sr. Pellicano, foi quando ele veio a nosso escritório para tentar conseguir tratar com o Sr. Rothman uma contraproposta de um filme de 350.000 mil dólares. O encontro aconteceu a portas fechadas, e ele saiu do escritório dizendo "dispare o seu melhor tiro" e "isso é extorsão". Ele parecia estar furioso com o Sr. Rothman, era evidente que eles não chegaram a um acordo durante o encontro. Vale a pena notar que o Sr. Pellicano tinha a reputação de ser um Siciliano jogo duro e acostumado a lidar com oposições individuais.

Ele afirmou desde o começo que as alegações de abuso infantil nesse caso eram apenas por dinheiro. Depois de ouvir a conversa gravada pelo Sr. Schwartz, o Sr. Pellicano deve ter se sentido mais certo de que o caso era sobre extorsão.

Assim como o Dr. Chandler havia começado a executar as ameaças de destruir Michael Jackson, se ele não conseguisse o que queria, o Sr. Pellicano, da mesma forma, começou a intensificar os planos para um contra-ataque, e não deixou uma pedra sem ser levantada na busca dele pela verdade. Ele prosseguiu vigorosamente e interrogou testemunhas para os advogados da defesa, conduziu uma investigação aprofundada das testemunhas antes de se encontrar com elas individualmente. No momento em que entrevistava uma testemunha, ele já tinha uma investigação confidencial sobre a extensão do envolvimento dela com o caso.

Meu primeiro encontro cara-a-cara com o Sr. Pellicano foi durante a reunião sobre a investigação que foi originalmente programada pela minha mãe.

Ela foi a principal razão pela qual me envolvi nessa investigação desde o começo, estava a par de tudo o que eu estava descobrindo nesse caso. Por que ela tinha uma forte convicção de que "não deixe ninguém passar por cima de você" , e ela não podia ficar sentada e não fazer nada com as informações que estava recebendo, descobriu que estavam investigando o caso e manteve os olhos dela grudados em todas as noticias da TV.

Foi assim que ela descobriu que o Sr. Pellicano era o investigador particular de Michael Jackson e o contatou. Embora minha mãe já tenha falecido, até o dia da morte, ela sempre me lembrou de fazer o certo e eu escrevi o livro por causa dela, e também por perceber que a justiça não foi bem feita. Em um ponto, depois de completar o livro, eu estava extremamente ocupada no campo missionário e ela me pediu para dar o livro a ela para que pudesse encontrar uma editora que se interessasse em lançar. Por causa do trabalho que estava fazendo naquele momento, senti que não era o tempo certo para lançar o livro. Depois de toda a fumaça clareada e a dor diminuída pela perda de uma preciosa mãe, as palavras dela serviram como um constante lembrete para mim, "não se esqueça de lançar o livro".

Minha mãe contatou o Sr. Pellicano e o aconselhou a falar comigo a cerca do caso, porque ela sentia que eu poderia ajudá-lo na investigação dele. Primeiramente, quando ela me contou do encontro agendado, pensei que estaria reunida com os investigadores do escritório do promotor distrital, onde estavam investigando as acusações de extorsão. Eu não sabia que as investigações particulares eram separadas das do escritório da promotoria.

E isto foi até meu encontro com o Sr. Pellicano, onde descobri que ele era um investigador particular trabalhando para Michael Jackson.

Ele era muito alto, homem de constituição magra, bonito e muito agradável. Era um homem respeitável e tinha uma consideração elevada pela coragem de minha mãe em me persuadir a vir adiante. Seu escritório era impecável, de estilo elegante e tinha equipamento de informática. 

Convencido da inocência de Michael Jackson, o Sr. Pellicano trabalhava sem parar, coletando evidências para serem usadas no julgamento que estava marcado para 21 de março de 1994. Foi ele que produziu a gravação da fita da conversa entre o Dr. Chandler e o Sr. Schwartz, em que o Dr. Chandler admitia que já estivesse conseguindo executar um plano mestre que iria destruir Michael Jackson se ele não conseguisse o que queria.  A mídia tocou a fita da conversa gravada em todo o mundo. Mesmo com essa peça crítica de evidência na própria voz do Dr. Chandler, a polícia não levou a acusação de extorsão a sério.

Mesmo em face disso, o Sr. Pellicano continuou a compilar evidências para adicionar à defesa de Michael Jackson.

Ele também gravou uma conversa entre o Sr. Rothman, o advogado do Dr. Chandler, em que estava tentando conseguir que o Sr. Rothman admitisse que o Dr. Chandler só queria dinheiro. O Sr. Rothman, provavelmente, achou suspeito, e não pegou a isca do Sr. Pellicano, eles, no entanto, falaram sobre uma contraoferta de 350.000 mil dólares para um negócio de um filme. O Dr. Chandler recusou a contraoferta porque não era o suficiente para encerrar as atividades no consultório odontológico e trabalhar todo o tempo escrevendo roteiros. É de meu entendimento que o Dr. Chandler perguntou a Michael Jackson sobre um projeto de um filme de cinco milhões de dólares por ano, por quatro anos, totalizando vinte milhões de dólares, ou ele iria a público com as acusações de abuso infantil.

Na conversa entre o Sr. Pellicano e o Sr. Rothman, ele foi bem sucedido em obter do Sr. Rothman a abertura da discussão e negociação da quantidade de dinheiro que o Dr. Chandler queria para se manter quieto sobre as acusações. A definição do dicionário sobre extorsão é: “obter de uma pessoa pela força ou poder indevido ou ilegal." Também, "o ato ou prática de extorsão de dinheiro ou outros bens".

Era óbvio, da própria boca do Dr. Chandler e do Sr. Rothman, que eles estavam negociando o valor em dólares necessários para manter o silêncio sobre as acusações de abuso sexual infantil. Essas conversas ocorreram antes da ação civil que foi ajuizada, e antes de o menor ser levado ao psiquiatra que relatou as acusações de abuso infantil às autoridades.

Numa conferência de imprensa, em 24 de Agosto de 1993, Pellicano afirmou que as acusações de abuso infantil foram resultado de uma fracassada tentativa de extorsão de vinte milhões de dólares. Ele declarou, especificamente, que por que Michael Jackson se recusou a pagar os vinte milhões de dólares, a recusa resultou nas acusações de abuso infantil sendo lançadas.

Eu documentei o último encontro entre o Sr. Pellicano e o Sr. Rothman, que aconteceu no escritório do Sr. Rothman na sexta-feira, 13 de Agosto de 1993, em meu diário. O Sr. Pellicano saiu do escritório dizendo, "de jeito nenhum". Na sequencia, na terça-feira, em 17 de Agosto de 1993, o Dr. Chandler levou o filho dele para ver o psiquiatra que relatou as acusações de abuso infantil às autoridades.

Se Michael Jackson tivesse aceitado pagar os vinte milhões de dólares?  O Dr. Chandler poderia não ter levado o filho ao psiquiatra? Poderia a visita ao psiquiatra, de alguma forma, ser uma parte do plano? Faça uma nota mental sobre esse ponto que será discutido em detalhes mais tarde.

 

 

* * *

 

Quando o advogado de Michael Jackson, Bert Fields, trouxe outro advogado, Howard Weitzman, a defesa tomou um curso diferente.

O Sr. Fields e o Sr. Pellicano prometeram brigar pelo caso até o amargo acabar. No entanto, o Sr. Weitzman era a favor de um acordo. Eles estavam constantemente em diferenças uns com os outros sobre a questão e havia rumores de que cada um estaria tentando pegar o papel principal na representação da carreira de multimilhões de dólares de Michael Jackson.

 

A diferença na estratégia do advogado era que o advogado de Michael Jackson, o Sr. Fields, com a ajuda do investigador dele, o Sr. Pellicano, queriam retratar Michael Jackson como vítima de extorsão.  E o Sr. Weitzman, por outro lado, queria retratar Michael Jackson como alguém falsamente acusado das acusações, mas pronto, disposto e capaz de enfrentar o público e afirmar a inocência dele. Foi nessa época que Michael Jackson voltou aos Estados Unidos e recebeu muitas conferências de imprensa e conduziu uma rara entrevista talk show para esclarecer os relatos.

A investigação de extorsão durou cerca de cinco meses antes de ser imediatamente dispensada, e antes de o caso civil ser resolvido. (O desligamento da investigação de extorsão pode ter sido uma condição do acordo.) Os destaques do caso de extorsão foi o sofisticado trabalho de investigação feito pelo escritório do Sr. Pellicano. Foi o escritório dele que assegurou a fita da conversa de áudio entre o Sr. Schwartz e o Dr. Chandler, e, mais tarde, a conversa gravada entre o Sr. Pellicano e o Sr. Rothman.

O Sr. Pellicano também entrevistou inúmeras testemunhas infantis que estavam perto de Michael Jackson e que haviam passado tempo no rancho dele.

Eles incluíram crianças que também tinham passado a noite nas festas do pijama e também compartilharam a cama de Michael Jackson. Nenhuma delas relatou qualquer irregularidade por parte dele — apenas uma boa diversão limpa, que incluía lutas de almofadas, lutas de comida, festas do pijama, e outros jogos infantis.

O Sr. Pellicano foi, mais tarde, criticado pelos esforços dele e acusado de “levar o caso à mídia". Ele mais tarde foi atormentado com moções para mostrar todos os detalhes da investigação dele e para produzir de documentos pelo escritório do Sr. Feldman. Quando os advogados do Sr. Pellicano tentaram alegar o privilégio do cliente, Feldman citou a Cidade de Los Angeles vs Tribunal Superior, 170 Cal.App. 3d 744, como base para negar a reivindicação de privilégio dele e advertiu Pellicano sobre os riscos envolvidos em levar o caso aos meios de comunicação.

Pouco depois disso, foi anunciado na mídia que o Sr. Fields e o Sr. Pellicano já não estavam envolvidos no caso.

A partir dos relatos na mídia, o Sr. Fields se demitiu, após um incidente em que anunciou ao Tribunal que, "um indiciamento estaria próximo". Mais tarde, ele explicou que a declaração dele foi, reconhecidamente, um erro, mais foi somente para atrasar o processo civil que estava prestes a ser apresentado pelo advogado do garoto de 13 anos de idade, Larry Feldman. Normalmente, um processo civil não é ajuizado até o caso criminal ser concluído. No entanto, nesse caso de alto perfil, nada estava ajustado ao procedimento padrão.

Telefonei para o Sr. Pellicano e perguntei por que deixou o caso. Ele me disse que não estava de acordo com a direção para qual o Sr. Weitzman estava levando o caso. Ele discordou veementemente da ideia de um acordo com o Dr. Chandler. Ele estava irritado com o pensamento de um acordo e estava plenamente convencido de que, se Michael Jackson fosse lutar na corte ele seria exonerado. Ele Adicionou que ele não tinha nada a fazer com o acordo nesse caso. Era óbvio que o Sr. Pellicano estava extremamente irritado e um pouco desanimado com a nova direção para qual o caso estava se dirigindo. Ele estava genuinamente chateado que o Dr. Chandler poderia ir longe com essas acusações e não seria responsabilizado pelas ações dele. O Sr. Pellicano se recusou a pagar o que muitos sentiam que era uma demanda de extorsão.

Ele nunca recuou na opinião dele de que esse caso era sobre extorsão. Declarou para o registro em documentos judiciais que: "Eu tenho feito declarações no sentido de que o Dr. Evan Chandler e Barry Rothman são extorsionários, porque, em minha opinião, isso é exatamente o que eles são".

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Livro Redenção - A Verdade Por Trás Das Acusações de Abuso Sexual Contra MJ: Personagens Principais: A mãe e o Padastro


DAVID E JUNE SCHWARTZ - A MÃE E O PADRASTO DO MENINO DE 13 ANOS

 

June Schwartz, às vezes referida como June Chandler, é a mãe do menino de 13 anos que acusou Michael Jackson de má conduta sexual. Ela e o, então, marido, David Schwartz, possuíam uma locadora de automóveis, onde Michael Jackson e o garoto de 13 anos se conheceram pela primeira vez.

Dave Schwartz desempenhou um papel estratégico na gravação da conversa com o Dr. Chandler, que foi lançado em todo o mundo e deu uma melhor compreensão quanto ao motivo do lançamento das falsas alegações. O Dr. Chandler, mais tarde, entrou com um processo contra June e David Schwartz, alegando invasão de privacidade e outras acusações, como resultado da conversa gravada secretamente.

Na queixa dele, o Dr. Chandler acusou David Schwartz de gravar a conversa deles e dar a uma terceira parte. David Schwartz, por outro lado, afirma que gravou a conversa com ele por causa de ameaças feitas anteriormente pelo Dr. Chandler em matar toda a família, incluindo as crianças. Durante o caso, eu estava frequentemente confusa sobre as aparentes batalhas por fora entre o Dr. Chandler, June e David Schwartz, porque quando as acusações de abuso sexual infantil vieram à tona, eles estavam todos juntos numa reunião a portas fechadas. A relação entre eles, naquele momento, parecia normal e cordial.

June Schwartz acusou, mais tarde, o Dr. Chandler de conduzir um plano cruel para ganhar o controle dos ativos do menor. Ela ainda afirmou que a ação ajuizada por ele estava sendo trazida para promover a própria esperança para uma posição de celebridade.

Com todo o tempo que Michael Jackson passou com o menino de 13 anos na presença de June Schwartz, ela afirmou que nunca presenciou qualquer comportamento inadequado por parte de Michael Jackson.

David Schwartz reconveio contra o Dr. Chandler por invasão de privacidade. De acordo com a Declaração dos Fatos dele, ele afirmou que não achava que Michael Jackson molestou o menino de 13 anos de idade. Ele, no entanto, sentia que a família tinha sido destruída pela interferência de Michael Jackson.

O Sr. Schwartz também falou sobre a questão do comportamento do Dr. Chandler sendo como abusivo, agressivo e violento. Ele afirmou que foi por medo que gravou a conversa. David Schwartz afirmou também, na ação judicial contra o Dr. Chandler, que ele tinha sido agredido fisicamente em duas ocasiões por ele. Um ataque foi poderoso o suficiente para fazer com que Dave Schwartz perdesse a consciência.

June Schwartz reconheceu na declaração dela, em apoio ao marido, que após as acusações de abuso sexual ser feitas ao Departamento de Serviços para Crianças, eles fizeram uma entrevista com o menino de 13 anos na casa dela.

 Anthony Pellicano, o investigador
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Redenção- A Verdade Por Trás das Ausações de Abuso Sexual Contra MJ: Os Personagens Principais: O pai do garoto de 13 anis




2.3 DR. CHANDLER- O PAI DO GAROTO DE 13 ANOS DE IDADE

 

O Dr. Chandler, o pai do menino que acusou Michael Jackson de abuso de crianças, era um dentista de profissão, embora tivesse esperanças e aspirações de se tornar um roteirista.

Nasceu no Bronx em 1944. Mais tarde na vida se mudou para Los Angeles com a então esposa, June Chandler. O casamento dele com June terminou em divórcio, em 1985, e a custódia do único filho foi concedida a June Chandler.

A profissão dentária do Dr. Chandler primeiramente começou a descer ladeira a baixo com o resultado de inúmeras ações judiciais movidas contra o consultório odontológico dele. Ele então se mudou e montou o consultório em Beverly Hills operando com sucesso no momento das alegações de abuso infantil.

Dr. Chandler continuou a perseguir o sonho de se tornar um roteirista bem sucedido, e como já referi anteriormente, coescreveu o filme de Mel Brooks, Robin Hood: Men In Tights. Ele experimentou algum grau de sucesso com esse filme e tinha o desejo de ter mais um controle acionário em outro projeto semelhante. A fim de fazer isso, ele precisava de uma quantidade substancial de dinheiro.

Inicialmente o Dr. Chandler acolheu a amizade do filho com Michael Jackson, permitindo até mesmo que Michael Jackson ficasse na casa dele com o filho dele. Mas tudo isso começou a mudar quando o garoto de 13 anos e a família se tornaram mais próximos dele.

Especulou-se que o Dr. Chandler se tornou cada vez mais ciumento sobre a afeição do filho dele pelo superstar, especialmente porque o jovem garoto começou a faltar às visitações de fim de semana programadas com o pai.

Também se especulou que o Dr. Chandler deixou de passar muito tempo com o filho dele em razão da própria agenda. Quando Dr. Chandler percebeu que Michael Jackson estava roubando o afeto do filho dele, ele ficou furioso com a amizade deles. Eu me lembro de Dr. Chandler ficar muito chateado com a ex-esposa dele até mesmo considerar permitir que o filho deles viajasse com Michael Jackson na vindoura Turnê Dangerous. Isso significaria que o garoto seria tirado da escola e um tutor seria contratado para que ele pudesse viajar com o superstar. Isso, alegadamente, deixou o Dr. Chandler irado. Isso foi o começo da cadeia de eventos que desencadeou a ira do Dr. Chandler contra Michael Jackson e começou o tique-taque do relógio para as alegações de abuso sexual infantil.

Em uma conversa telefônica gravada secretamente entre Dave Schwartz, o padrasto do menino de 13 anos, naquela época, e o Dr. Chandler, Chandler admitiu que tinha sido orientado sobre o que dizer: e também admitiu que havia pagado as pessoas para se moverem contra Michael Jackson. Além disso, ele afirmou que tudo estava indo de acordo com um plano. Os detalhes dessa conversa não foram forjados falsamente. Esta foi uma gravação verdadeira entre o Dr. Chandler e Dave Schwartz, em que o Dr. Chandler admitiu que tinha um plano para destruir Michael Jackson se ele não conseguisse o que ele queria. E o que ele queria? A relação com o filho dele de volta? Arruinar o relacionamento entre Michael Jackson e filho dele? Não! Dr. Chandler havia especificamente declarado o motivo. Naquele momento, era o ciúme, porque percebeu que Michael Jackson estava roubando o afeto do filho dele e o levando para longe dele. Estava com raiva, tinha um motivo e viu uma oportunidade de ganhar dinheiro.

O Dr. Chandler, no entanto, não deixou o ciúme dele por Michael Jackson entrar no caminho e lhe pediu para construir uma extensão à casa dele, supostamente, para que ele pudesse ter mais espaço ao visitar o filho dele. Michael Jackson brevemente ficou entretido com a ideia, mas descobriu que a aquisição dele não seria aprovada pelos inspetores de construção, o Dr. Chandler, então, sugeriu que Michael Jackson simplesmente lhe comprasse uma casa nova. Ele já estava tentando capitalizar em cima da amizade do filho dele com Michael Jackson. Parecia que a mente dele já estava calculando uma maneira de colher algum tipo de lucro da amizade do filho com ele.

Dr. Chandler admitiu, nas próprias palavras dele, que ele havia "ensaiado sobre o que dizer""pago pessoas para jogar moverem-se contra Michael" e que, "havia um plano". Isso foi, em minha opinião, uma confissão de culpa. Por que não foi feito nada sobre essa admissão feita pelo Dr. Chandler? Essa gravação da conversa verdadeira foi divulgada em todo o mundo. Todo mundo ouviu o Dr. Chandler detalhar o plano dele para destruir Michael Jackson se ele "não conseguisse o que queria”.

Dr. Chandler afirmou ainda: "Isto vai ser maior do que todos nós juntos. A coisa toda vai cair sobre todo mundo e destruir todos à vista. Vai ser um massacre se eu não conseguir o que quero”.

Dr. Chandler ainda continuou a avisar Dave Schwartz, naquela mesma conversa telefônica que foi gravada, que ele havia contratado um advogado chamado Barry Rothman, porque ele era "DESONESTO, PERVERSO e CRUEL, e que iria destruir todos à vista". Ele também expressou, que uma vez que o plano dele fosse para frente ele iria "ganhar um grande momento". Eu não sou uma advogada da lei, mas em termos leigos, é como se ele houvesse expressado em primeiro grau que premeditou os motivos para extorquir dinheiro de Michael Jackson, tudo em uma frase – admitido pela boca dele e divulgado na TV nacional e internacional em todo o mundo.

Dave Schwartz perguntou ao Dr. Chandler, em numerosas ocasiões, se considerava as possíveis repercussões negativas que o caso poderia ter sobre o filho dele. Dr. Chandler respondeu "... isso é irrelevante para mim". E pela própria admissão dele, as ações não tinham nada a ver com o interesse do próprio filho.

 

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Neste momento eu sinto que preciso mencionar que se o Dr. Chandler realmente acreditava que o filho dele havia sido molestado sexualmente, por que não foi à polícia como a maioria dos pais faria nessa situação? É instinto humano querer ver um criminoso ser levado à justiça pelos crimes dele. Quando o crime envolve uma criança, a intensidade em querer justiça, e não dinheiro, é algo ainda maior. Embora o nosso sistema jurídico nos permita ambos: a justiça e o dinheiro, nesse caso, o Dr. Chandler só foi atrás do dinheiro. Em vez de apresentar acusações criminais contra Michael Jackson, ele começou a negociar os termos de um acordo de um negócio de um filme de 20 milhões de dólares.

O Dr. Chandler parecia ser um homem muito inseguro, que foi dominado pela ganância. A Bíblia diz que "o amor ao dinheiro é a raiz de todo o mal". Dr. Chandler foi a síntese do que o amor ao dinheiro pode fazer a um indivíduo. Como a cobiça por dinheiro pode transformar uma pessoa em um monstro de olhos verdes, sem olhar para ninguém – incluindo o próprio filho. 

Talvez na mente de algumas pessoas o dinheiro possa resolver todos os problemas. Se assim o fosse, por que tantas pessoas com riqueza ainda não têm paz ou alegria na vida dela? Dinheiro não faz nada mais do que dar ao portador acesso a recursos naturais e serviços, mas não pode comprar a paz ou alegria. Paz e alegria só vêm de Deus e não pode ser comprado, mas sim dado. 

Dr. Chandler foi claro sobre as intenções dele desde o início. Ele afirmou na conversa dele com Dave Schwartz: “eu encontrei o mais perverso filho da puta que poderia encontrar..." e “tudo o que ele quer fazer é humilhar tantas pessoas quanto ele puder." Ele estava, é claro, falando sobre meu antigo empregador, Barry Rothman, e admitiu que esses são os traços chave do caráter do Sr. Rothman.

David e June Schwartz
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