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The Kinkg of Pop's Darkest Hour: Michael Fala





Michael Fala

 

 

Mil Novecentos e noventa e três começou para ser um dos melhores anos para Michael Jackson. O último álbum dele, Dangerous ainda estava a vender bem em volta do mundo, bem depois de um ano do seu lançamento.
Heal The World, o sexto single lançado do álbum Dangerous, estava agora a entrar nos Single Charts de Pop e R&B. A Dangerous Tour estava agendada para começar a ser ajustada nas datas da Ásia, mais tarde no verão, o dinheiro recolhido a cada paragem, era para a Fundação Heal The World. Claro, havia muitos e muitos prêmios para ser aceitos, recordes para ser alcançados, e Nº1's para obter, em outras palavras, era um negócio habitual para Michael Jackson. O mais importante, Michael finalmente começaria a tentar perder a imagem midiática de tímido, tornando-se mais acessível à mídia e ao público. Ninguém poderia adivinhar que o ano iria ter uma assustadora reviravolta e terminaria de forma tão perturbante e dolorosa.
Michael participou em duas celebrações festivas na posse do presidente Bill Clinton. Primeiro juntou-se às famosas celebridades, incluindo Diana Ross, nos degraus do Lincon Memorial, na tarde de 18 janeiro, para cantar We Are The World para uma cerimônia de pré-inauguração. O público gritou selvagemente quando Michael, vestido de Preto e Dourado, ascendeu nos degraus no palco. As celebridades logo se juntaram à Primeira Família, com Michael Jackson de pé entre o presidente eleito, Bill Clinton, e a filha dele Chelsea.
Nessa tarde, Michael encontrou-se recebendo honras na 25th Annual NAACP Image Awards. Black Or White foi nomeado o melhor clipe.
Em aceitação do premio, Michael foi muito aplaudido com uma ovação, ele disse que estava muito surpreso, que ele nunca esperava ganhar, Michael foi premiado com o NAACP Image Awards para Artista do Ano.
Um vídeo em tributo a Michael Jackson foi passado por Patti Labelle e o coro Voices of Faith cantou “Will You Be There”.
O prêmio foi apresentado pelo ator Wesley Snipes que fez o papel de membro de uma gang para o videoclip de Bad, Michael estava sentado na fila da frente com a mãe dele, Katherine, e o velho chefe de segurança dele, Bill Bray, e Bob Jones, Vice-presidente da MJJ Productions.
No dia seguinte, Michael estava entre os artistas que estavam na An
American Reunion: The 52nd Presidential Inaugural Gala.
Dos muitos artistas presentes no espetáculo, somente dois apresentaram mais que um número rápido, a amiga a apoiadora de Clinton, Barbara Streisand, e o Rei do Pop. Primeiro, Michael advertiu o presidente eleito Bill Clinton da necessidade de aumento dos fundos para a pesquisa sobre SIDA. E depois cantou “Gone Too Soon", que é o "hino” dele para o amigo que perdeu a vida com a SIDA, Ryan White. Mais tarde, na performance, Michael foi rodeado no palco por crianças para cantar Heal The World. Para fechar o show, Michael reuniu outros artistas no palco para formar uma especialmente reunida Fleetwood Mac, cantando Don't Stop (Thinking About Tomorrow), que se tornou o tema de campainha de Clinton.
Michael estava a coletando prêmios outra vez, em 25 de Janeiro, no American Music Awards, onde ele teve cinco indicações. Dangerous foi votado como o favorito Pop/Rock Album, e "Remember The Time" foi escolhido como o favorito Soul/R&B single.
Além desses prêmios, Michael recebeu uma honra especial, tornando-se o primeiro vencedor dos American Music Awards International Artist Awards. O prêmio foi apresentado por Elizabeth Taylor e uma mensagem gravada de Eddie Murphy revelando que o prêmio iria se chamar, no futuro, "The Michael Jackson International Award".
O American Music Awards abriu com uma dança do Rei do Pop ele mesmo. Metralhadoras cuspindo, um dançarino que cai para a morte revelando Michael Jackson, de pé atrás dele, vestindo terno preto com uma fita branca, polainas e fedora, Michael abriu o espetáculo com "Dangerous".
Para aceitar o convite do produtor executivo do espetáculo, Dick Clark, para se apresentar no show, Michael perguntou se ele poderia abrir o espetáculo, ao que Clark respondeu: "Michael, você pode fazer tudo que você quiser”. Clark adicionou: "Eu não poderia pensar em ninguém mais apropriado para dar o pontapé inicial ao nosso 20º aniversário. Não só Michael é um dos mais excitantes artistas em palco do negócio, como também é um dos mais honrados”.
No dia anterior ao American Music Awards, Michael esteve se preparando para a próxima performance pública, que seria em menos de uma semana. Em 27 de janeiro ele compareceu a uma conferencia de imprensa para receber doações para a Heal the World Fundation, Michael Jackson foi proporcionar o intervalo de entretenimento do Super Bowl e, em retorno, doações de 100 mil dólares cada foram feitas pela NFL e pelo patrocinador do Super Bowl, Frito Lay. Michael também foi presenteado com uma customizada jaqueta do Super Bowl. A condição de Michael em performar no Super Bowl foi a de que isso seria uma performance beneficente para a caridade dele.

Quando o Domingo do Super Bowl, 31 de janeiro, finalmente chegou, Michael deslumbrou os fãs no Rosebowl e milhões de telespectadores com o show de intervalo mais espetacular já produzido. A performance começou similarmente à performance dele na Dangerous Tour, com Michael explodindo no palco, apenas para ficar absolutamente imóvel, enquanto a multidão gritava fora de controle. Ele começou com “Jam”, todo vestido em preto e dourado, perfomando em tempo meticuloso e sincronizada coreografia com os dançarinos dele. Removendo a jaqueta preta militar e adicionando uma fedora preto, ele recriou uma versão abreviada da performance inesquecível dele de Billie Jean, no Motown 25. Uma igualmente excitante performance de “Black or White” se seguiu. Crianças, então, cercaram Michael no palco para “Heal the World”, enquanto um globo gigante inflou a partir do centro do palco.
Desenhos de crianças feitos por cartões individuais foram sendo revelados, erguidos por cada seção de fãs nas arquibancadas. Michael dirigiu aos fãs uma breve e performada “Heal the World”. Michael Jackson, como usual, hipnotizou a plateia dele como uma performance apresentada com mais energia do que a maioria das pessoas esperava em um ano.
Normalmente, no show de intervalo do Super Bowl, aproximadamente 20% da audiência é perdida. Esse ano, o número de pessoas sintonizadas cresceu cerca de cinco milhões, acarretando a maior audiência da TV da história. Aproximadamente 133.4 milhões de pessoas nos Estados Unidos sintonizaram para ver o Rei do Pop, e ele não desapontou. Dick Ebersol, Presidente da NBC-TV Sports, também não ficou desapontado:
Nós estendemos a Michael a nossa extrema apreciação por ter ajudado a NBC a maior audiência total na história da televisão americana. Um fator importante no sucesso de audiência foi que a performance de Michael segurou a audiência no intervalo. Isso foi um maravilhoso exemplo de trabalho de equipe entre a National Football League, Michael Jackson e a NBC e todos nós podemos ficar felizes com o resultado.
A fascinante extravagancia de Michael no intervalo não foi perdida pelos compradores de discos. Nas duas semanas seguintes à performance no Super Bowl, as vendas de Dangerous dispararam, levantando incríveis noventa pontos nos gráficos da Billboard para número quarenta e um. Exatamente como na performance dele no Motown 25, a performance dele no Super Bowl pareceu levar a música dele pata toda uma nova audiência.
Continuando o repentino ataque midiático dele, foi anunciado que Michael Jackson tinha concordado com uma entrevista de 90 minutos, ao vivo, com Oprah Winfrey. Foi dito que a entrevista foi ideia de Michael e ele concordou em discutir qualquer coisa, embora ele não quisesse que isso fosse como estes tipos de coisas “olha quantos carros ele tem”. Oprah, alegadamente, tinha muitas imagens da carreira de Michael acessíveis para ajudar, no caso de Michael se tornar não muito falante. Não foi necessário, porém, pois Michael estava ansioso em afastar as muitas inverdades sobre ele, que têm sido circuladas e acreditadas por muitos anos. Ele se recusou a responde apenas a duas perguntas. Uma delas era sobre as alegações que LaToya fez no livro dela, ao que Michael disse que ele não poderia responder porque ele, honestamente, não tinha lido o livro. A outra pergunta a qual ele se recusou a responder foi sobre se ele era ou não virgem ainda, ao que ele ficou muito embaraçado: “Como você pôde me perguntar isso?”, e disse: “Eu sou um cavalheiro”. Ele admitiu, no entanto, que tivesse se apaixonado, duas vezes, por Brook Shields e “outra garota”.
Michael Jackson Talk to… Oprah foi transmitido ao vivo em todo o mundo a partir de Neverland Valley Ranch. Além de muitos rumores idiotas e ridículos aos quais ele respondeu estavam os alegados esforços dele para comprar os ossos do homem elefante, “Onde eu colocaria alguns ossos?”; o desejo dele em dormir em uma câmera hiperbárica, chamando isso de “algumas destas histórias de tabloides completamente inventadas”, não mencionando que ele começou essas histórias ele mesmo; e a proposta dele a Elisabeth Taylor, que estava com Michael no momento da entrevista e veio à câmera negar que Michael algum a vez tenha feio uma proposta a ela e adicionou que ela também nunca tivesse proposto a ele. Ela também descreveu Michael como “o homem menos estranho que eu já conheci... Ele é muito inteligente, perspicaz, intuitivo, compreensivo, simpático, generoso, até de mais. Se ele tem algumas excentricidades, é porque e como se ele fosse maior que a vida, e algumas pessoas não podem aceitar isso, ou enfrentar isso ou entender isso”.
Para aqueles que acreditavam que ele clareou a pele dele, ele revelou que ele, na verdade, sofria de uma doença de pele que destrói a pigmentação da pele. Depois de finalmente dizer que ele não está consciente de nada que pode, na verdade, clarear a pele, ele também revelou que a história de que ele clareava a pele dele porque não queria ser negro ou tinha vergonha de ser negro, machucava-o, que a doença de pele era um problema para ele e algo que ele não poderia controlar. Maquiagem era usada para disfarçar as manchas que são causadas na pele. Ele pontuou que as pessoas não pensam nada, porém, de alguém que se senta ao sol, por horas, para mudar a cor da pele delas, para se tornar algo que elas não são.
Os telespectadores não viram os carros dele, mas ele ofereceu uma breve vista do parque de diversões, todo lindamente aceso com milhares de lâmpadas, e o cinema particular dele, completo com construções com camas de hospital para crianças visitantes que estivessem doentes demais para se sentarem. A casa de Michael e todo o resto do terreno do rancho, incluindo o zoológico principal, estavam fora dos limites.
Michael deu à Oprah uma breve lição de Moonwalk no palco diante da gigante tela de cinema, mas não muito, porque “eu estou um pouco enferrujado”. O último vídeo de Michael, para Give In to Me, foi, então, inaugurado na televisão do mundo inteiro a partir do cinema dele próprio.
Michael Jackson Talks to... Oprah atraiu 90 milhões de telespectadores nos Estados Unidos, fazendo disso o quarto mais assistido programa, não esporte, da história. Cerca de metade das televisões existentes estava sintonizada no Rei do Pop. A entrevista foi muito badalada de antemão e, depois, foi tratada como a maior nova história, como todos os programas de notícias, jornal e talk show, agora, oferecendo informações de experts sobre vitiligo, a doença de pele que Michael tinha descrito.
A reação do público às respostas sinceras de Michael no programa apenas continuou a subida de Dangerous nos gráficos. Dentro das três semanas da entrevista, Dangerous subiu mais trinta e um pontos nos gráficos de álbuns e estava, agora, na décima posição, bem mais de um ano após o lançamento dele.  Os funcionários da Billboard magazine disse que eles nunca tinham visto tal repercussão nos gráficos.
As vendas e a transmissão via rádio do atual single dele, "Heal The World", também deram uma reviravolta. O single, que tinha subido para a 52º posição e tinha começado a cair, subiu outra vez no Pop Single Charts para o 27º lugar. 

Dangerous foi o primeiro álbum de Michael Jackson pelo o novo contrato multimilionário com a Sony Music. Alguns especularam que se os álbuns futuros dele continuassem vendendo como os anteriores, o contrato poderia produzir um bilhão de dólares de lucro para a Sony. Isso pareceu muito possível com Dangerous. Durante os primeiros meses, depois do lançamento, mais tarde, em 1991, e no começo 1992, estava a vender mais rápido que Thriller, o álbum mais vendido da história, e Bad, o segundo mais vendido da história. Pareceu que Michael Jackson podia ter em breve o top 3 dos álbuns mais vendidos da história. A única pergunta era em que ordem.  Thriller, Bad e Dangerous? Ou Thriller, Dangerous e Bad? Com Thriller aparecendo na Billboard Top Catalog Album Charts, tinha que passar algum tempo antes de Michael Jackson conseguir ultrapassar as vendas. 

Enquanto Dangerous estava subindo rapidamente no Album Charts, um colega e artista da Sony estava lutando em tribunal para rescindir o contrato com a Sony, George Michael, que estava tendo grande sucesso com o álbum Faith, sentiu que a Sony estava tirando vantagem dele com o contrato, que não era igual aos contratos de outros artistas da Sony como Michael Jackson, Bruce Springsteen e Barbara Streisand. George Michael queria comparar o contrato dele aos de outros contratos de artistas da Sony. Com um álbum de muito sucesso, era duvidoso que a Sony considerasse George Michael para estar na liga deles. Michael Jackson, O Rei Do Pop, teve álbuns de muito sucesso pela CBS Records, mais tarde, Sony Music, desde os anos 70, sem mencionar que gravou os dois álbuns mais vendidos de todos os tempos. O Chefe, Bruce Springsteen, tinha sido popular com a classe trabalhadora pelo mesmo tempo. Barbara Streisand, embora não tivesse um apelido bonitinho tinha tido uma corda de sucesso por muitos anos também e é mundialmente referida como uma lenda. 

O ataque de surpresa de Michael na mídia continuou com a aparição dele no 35th Annual Grammy Awards, em 24 de fevereiro, onde Janet Jackson apresento o Grammy Legend Awards para o irmão mais velho, Michael. Depois de narrar um tributo ao irmão dela, “Como se Tornar uma Lenda”, Janet trouxe Michael, que estava sentado na primeira fila do Sharine Auditorium, para o palco, “Agora, eu estou muito feliz por apresentar o Grammy Legend Award de 1993 para o meu grande irmão, Michael Jackson”. Parecendo impetuoso em jeans preto e botas, uma camiseta branca e uma jaqueta branca com perolas, Michael abraçou Janet. Em vez de performar no programa, como tinha sido previamente anunciando, Michael escolheu, em vez, falar. No discurso de aceitação dele, que durou inacreditáveis quatro minutos, Michael riu de si mesmo e mostrou o senso de humor dele que muitos não tiveram a chance de ver. Aproximando o microfone, de pé ao lado de Janet e colocando o braço em torno dela, Michael observou: “Eu espero que isto acabe com outro rumor quem tem estado na imprensa há muitos anos... Janet e eu somos, realmente, duas pessoas diferentes!” Ele trouxe mais risadas da plateia que quando ele começou: “Nó último mês eu passei de ‘Onde ele está? ’ para ‘Aí está ele de novo! ’”. Os comentários dele levou o anfitrião, Garry Shandly a perguntar: “Quando ele se tornou tão engraçado?” O resto dos comentários de Michael centrou-se nos sentimentos dele que era “bom ser pensado como uma pessoa, não uma personalidade”...: 

Porque eu não leio todas as coisas que escrevem sobre mim, eu não tinha consciência de que o mundo pensava que eu sou tão estranho e bizarro. Mas quando você cresce diante de 100 milhões de pessoas , desde os cinco anos de idade, você é automaticamente diferente. As últimas poucas semanas eu tenho me purificado e isso tem sido um renascimento para mim, é como uma purificação espiritual. Minha infância foi completamente tirada de mim. Não houve Natais, não havia aniversários. Não era uma infância normal, sem prazeres da infância. Essas coisas foram trocadas por trabalho duro, luta e dor e, eventualmente, sucesso material e profissional. Mas como um terrível preço, eu não posso recriar essa parte da minha vida. Nem eu mudaria nenhuma parte da minha vida. No entanto, hoje, quando eu crio minha música, eu me sinto como um instrumento da natureza. Eu me pergunto que deleite a natureza sente quando nós abrimos nossos corações e expressamos nossos talentos dados por Deus, O som de aprovação rola pelo universo e o mundo inteiro abunda em mágica. Maravilha enche nossos corações por nós termos vislumbrado por um instante a jovialidade da vida. 

E é por isso que eu amo crianças e aprendo tanto por estar em torno delas. Eu percebo que muitos dos problemas do mundo hoje, desde crime no subúrbio a guerras de larga escala e terrorismo e prisões superlotadas são resultado do fato de que crianças têm tido a infância roubada delas. A mágica, o mistério, e a inocência do coração de uma criança são as sementes da criatividade que irão curar o mundo. Eu realmente acredito nisso. 

O que precisamos aprender com crianças não é infantilidade. Estar com elas nos conecta à profunda sabedoria da vida, o que está sempre presente e pede apenas para ser vivida. Elas sabem o caminho para as soluções que jazem tentando ser reconhecidas em nossos corações. 

Hoje, eu quero agradecer a todas as crianças do mundo, incluindo as doentes e desprivilegiadas. Eu sou muito sensível à dor de vocês. Eu também quero agradecer àqueles que têm me ajudado a canalizar meus talentos aqui na Terra. Desde o começo, meus pais, todos os meus irmãos e irmãs, especialmente Janet. Eu tenho tanto orgulho dela, isso é incrível. Eu me lembro de quando nós éramos pequenos e eu costumava pedir a ela para ser Ginger Rogers enquanto eu era Fred Astaire. À família Motown, meu professor, Barry Gordy, Diana Ross, eu amo você. Suzanne Passe, o maravilho e incrível Quincy Jones, Teddy Riley, meu novo afilhado, Michael Gibb, minha nova família Sony, Akio Morita, Mickey Schilhof, Tommy Mottola, Dave Glew, Polly Anthony, obrigado por fazer um de meus mais criativos esforços, o álbum Dangerous, tal incrível sucesso. Eu amo muito todos vocês. Sandy Gallin, Jim Morey, todos os fantásticos fãs no mundo todo, eu amo muito vocês.

Além da honra dele no Grammy Legend, Michael teve duas nomeações no Grammy. Ele foi indicado como Melhor Cantor Pop por “Black or White” e o Melhor Cantor R&B por “Jam”. O Melhor Cantor Pop foi para Eric Clapton por “Tears in Heaven” e o Grammy de Melhor Cantor R&B foi para Al Jarreau por “Heaven and Earth”. Teddy Riley, quem produziu várias faixas em Dangerous foi indicado para Produtor do Ano, mas perdeu para Lindsey Buckingham e Vince Gill e Vince Gill.  O Grammy para o Melhor Engenheiro de Gravação foi para Bruce Swedien por Dangerous. 

A nova borboleta social e o namorado dela, Brooke Shields, compareceram à festa da Sony Music no Jymmy’s em Beverly Hills com Quincy Jones e a namorada dele. Eles, mais tarde, fizeram uma breve aparição na festa do Polygram Label Group no estacionamento do cinema A&M depois da premiação. A aparição de Michael na festa foi dita ser a “agitação” da noite. 

A música multivencedora de Grammys de Eric Clapton, “Tears in Heaven” foi tocada no funeral de um garoto de dois anos de idade, que foi sequestrado e morto em Liverpool, Inglaterra, por dois garotos de dez anos. Também foi tocada no funeral uma música que o, menino supostamente, adorava dançar, “Heal the World” de Michael Jackson. 

Na primavera de 1993, foi anunciado que Michael Jackson tinha formado uma companhia cinematográfica independente dedicada a produzir filmes moralizantes. A Michael Jackson Productions, Inc. doará uma parte dos lucros dela para a Fundação Heal the World de Michael Jackson. Em uma declaração Michael disse: “Eu acredito apaixonadamente no poder do entretenimento maciço e tenho visto como, com mensagens positivas, isso pode ajudar a aliviar os problemas que enfrentamos, incluindo o sofrimento das crianças do mundo”.

Outro projeto no qual Michael, alegadamente, estava envolvido, que também era dedicado a crianças, é um plano de criar uma rede de televisão a cabo de entretenimento e também educacional. Michael era parceiro nessa aventura com o ex-rei dos títulos de alto risco, Michael Milken.

Michael também foi dito estar envolvido em outro vídeo game para a Sega/Geneis. A Sega construiu a primeira Virtua-Land árcade dela em Las Vegas que incluía grande tela de TV, plataformas móveis, monitores e videográficos 3D com o semblante de Michael Jackson usado como o comandante em um jogo de esquadrão de ataque de oito jogadores. 

O Rock & Roll Livro de Receitas, por Dick e Sandy St. John, foi publicado era publicação que incluía receitas de vários rock stars. Incluída no livro está uma receita de Maple Cake Butter Cake de Michael Jackson. O livro não revela, no entanto, com que frequência ele faz esses biscoitos ou se ele usa apenas uma luva de forno. 

Dentro de apenas poucos anos de ser comercializado, figurinhas de Michael Jackson Uva-Passas tinham dramaticamente aumentado de valor. As figurinhas foram tiradas de comerciais da California Raisin para os quais Michael Jackson contribuiu, nos quais figuras de uva-passas semelhantes a ele foram modeladas. As figurinhas que eram vendidas, inicialmente, por 2,99 dólares, foram, agora, listadas nas publicações da U.S.A. Toy Trader e Toy Shop Collectible como as mais raras das colecionáveis California Raisin.  Valor delas, agora, está listado entre as marcas de 35 a 100 dólares. 

O primeiro fim de semana de março foi declarado Fim de Semana de Michael Jackson, mais uma vez, na MTV. A rede de TV musical apresentou uma contagem regressiva especial dos vídeos de Michael Jackson, um sneak peak do último vídeo dele para “Who Is It” e a estreia na MTV do vídeo “Give in to Me”. O especial Michael Jackson Live and Dangerous, Moonwalker, e Making Michael Jackson’s Thriller também foram transmitidos no fim de semana.

O vídeo para “Who Is It” é uma combinação e vídeos e performance anteriores. A música foi lançada pela Epic como o próximo single de Michael, como uma substituição de último minuto para “Give in to Me” em reação a esmagadora resposta do público à breve performance a capella da música durante a entrevista dele com Oprah Winfrey, Na verdade, uma pequena parte da performance de Michael na entrevista foi incluída no single cassete. Who Is It alcançou a décima quarta posição dos gráficos pop singles e a sexta posição nos gráficos R&B.

Who is it foi alvo de um concurso da MTV que incitava os telespectadores a fazerem um vídeo para a música de Michael. As 3.700 inscrições foram reduzidas a 10, depois submetida a Michael para escolher os 3 finalistas. Cada finalista ganhou uma viagem para dois para Neverland Valley. O vencedor ganhou 10.000 dólares e uma chance para dirigir um vídeo para a CBS. Eddie Barber, Bill Green e J.Randall Arguw foram os finalistas que foram convidados para o rancho, e os vídeos deles foram mostrados durante o “My Weekend at Neverland Valley”, da MTV, em 26 e 27 de junho de 1993. 

Michael teve três nomeações e ganhou o prémio The Hummanitarian of Year nos Seventh Annual Soul Train Awards que foram entregues em março. Apesar de ele ter torcido o tornozelo no dia anterior, durante os ensaios da dança, ele foi à apresentação dos prêmios e se apresentou como previsto. 

A primeira nomeação dele foi com Remember The Time para Best R&B/Soul Music Video. O prémio foi para o End of The Road dos Boyz II Men. A primeira aparição de Michael foi durante um vídeo transmitido, quando ele foi nomeado para Humanitarian Of The Year. O prémio foi apresentado por um amigo de Michael, Eddie Murphy:

Eu dirijo estas palavras para um amigo muito bom, Michael Jackson. Agora, Michael, todo mundo sabe que você quebrou cada recorde de vendas conhecido, e que você teve o número e o número dois dos álbuns mais vendidos de todos os tempos, e o single mais vendido de todos os tempos e ele é o artista que mais vende de todos os tempos, mas esta noite, nos não estamos aqui para falar disso, estamos aqui para falar sobre suas realizações como humanitário e as suas preocupações acerca do bem-estar das crianças e irmãos e irmãs em todo o lugar e a Terra mãe ela mesma. 

Enquanto os gritos do público pareciam abafar Eddie Murphy, ele continuou as palavras dele e disse "Hey, simplesmente mostrem o filme, huh!" O filme pequeno, em tributo a Michael, narrado por Eddie Murphy, sublinhou algumas das incontáveis realizações de Michael para ajudar crianças e fazer do mundo um lugar melhor. Michael, que estava de muletas, foi ajudado para ir ao palco, do lugar dele na fila da frente, por Billy Bray. Ele estava vestido de calças pretas e um casaco preto com um cinto em volta do peito, com uma braçadeira vermelha e um sapato. 

Depois de mandar beijos ao público que gritava selvagemente, ele pediu desculpas pela lesão e Murphy insistiu em saber como aconteceu: "Você não pode sair assim e não nos dizer o que aconteceu", Michael respondeu "Querem mesmo saber? Eu estava dançando e eu dei um giro e torci o meu tornozelo gravemente. Mas eu queria vir aqui para agradecer a todos". Depois de caçoar de Murhpy: "Eddie, eu soube que você tem um novo álbum, que você é quem é 'perigoso'", Michael continuou:

Desde que eu era criança, eu entendi que tinha muito amor para partilhar na minha alma. A tradição negra é a tradição da alma, que é um presente de amor e alegria. A alma é a coisa mais preciosa que se pode partilhar, porque você está partilhando a sim mesmo e o mundo precisa desse presente agora mais que nunca. A criança com SIDA, no gueto, está esperando por você, assim como as pessoas famintas na África e todos os outros que precisam de cura. Faça o mundo mais bonito por partilhar comigo este sentimento maravilhoso que você recebe quando a sua alma é levantada para torna-se amor puro. Eu aceito este prêmio em nome de todas as crianças do mundo, que são a minha inspiração e a minha esperança... 

O próximo prêmio de Michael foi o Best Male R&B Soul Single, com Remember The Time. Michael estava sendo levado dos bastidores numa cadeira de rodas por Bill Bray, então, ele subiu de muletas para aceitar este prêmio: 

Obrigado a todos, outra vez, eu amo todos vocês. Obrigado Berry Gordy, a família Sony, Akio Morita, Michael Schulhof, Tommy Mottola, Dave Glew, e especialmente Hank Caldwell. Teddy Riley, todos os diretores de programa e DJ's, vocês tocam as minhas músicas, Sandy Gallin e Jim Morey e aos fãs. 

Para a apresentação do Heritage Award, Michael Jackson e Eddie Murphy trocaram de lugares. Neste tempo, Michael era o apresentador e Eddie Murphy o vencedor. Michael raramente tem raramente, e nunca em mais de dez anos, aparecido como apresentador de qualquer premiação. Ele foi introduzido pela anfitriã, Patti Labelle: "Por favor, deem boas vindas ao rei do pop, rock e Soul. Senhor Michael Jackson!". Michael foi levado de cadeira de rodas para o palco por Bill Bray, então, ele levantou-se com a ajuda de uma muleta. Enquanto Michael começava o tributo para o amigo dele, os gritos do público aumentaram muito, e Michael teve de lhes lembrar de que "Este é o momento de Eddie". 

Aos 31 anos, Eddie Murphy tem gravado uma carreira espetacular em quase todas as direções que ele vai, incluindo comédia Stand-Up, Televisão, ator de filmes, diretor de filmes, produtor de televisão e também música. Seria impossível cobrir todas as realizações de Eddie e como ele brilhantemente atua em cada área, mas vamos dar uma olhada. 

Depois de uma pequena coleção de vídeos de muitos filmes de Murphy, Michael o introduziu. “Senhoras e Senhores, por favor, deem boas-vindas ao vencedor do Heritade Award, do Soul Train Awards de 1993, Senhor Eddie Murphy.” 

Eddie Murphy depois disse ao publico: “Não é legal vê-lo saindo e dando prémios às pessoas e coisas?” Ele também agradeceu a Michael “por ter vindo aqui e ter dado este premio”.

Mais tarde no espetáculo, Michael trocou pela roupa dourada egípcia que ele veste no vídeo "Remember The Time". 

E performou a música sentado numa cadeira dourada, muito elaborada, posta no centro do palco com dançarinos atrás dele. Sentado, ele girou da cintura para cima e cantou a musica como se fosse da conta de ninguém, até mesmo levantando-se, balançando-se ele num pé só, um par de vezes durante a performance. 

O prémio final da noite foi Best Male R&B/Soul Album e foi para Michel Jackson com Dangerous. Ele foi outra vez levado dos bastidores na cadeira de rodas por Bill Bray, então, ele se pôs de pé com muletas. Em aceitação do prémio, Michael reconheceu um dos apresentadores do prêmio, Run DMC. 

“Run DMC, eu penso que você é brilhante. Eu gostaria de agradecer a Don Cornelius, eu adoro você, Don, obrigado. Obrigado Berry Gordy, Dave Glew, e especialmente Hank Caldwell, Bob Jones e por fim, o público, os fãs, eu amo todos vocês”. 

No meio do Mês de março, Michael venceu um processo judicial, alguma coisa que ele precisaria saborear, considerando tal mentira à frente dele. Hugo Zucarelli processou Michael dizendo que ele nunca pagou o uso dos equipamentos que Zucarelli inventou, que foram usados durante as gravações de Bad. Um juiz rejeitou o caso, depois do que Zucarelli, supostamente, golpeou um dos advogados de Michael e empurrou o outro. Ele também bateu num advogado da Sony. Zucarelli foi registrado por acusações de agressão e liberado após ter confessado. 

Também em março, Michael ganhou uma aprovação dos oficiais de Santa Barbara para construir um edifício de 20 acres para macacos, tigres brancos, ursos e outros animais no rancho dele.

Pensando como uma fábrica de bonecos era por dentro e como os bonecos eram feitos, Michael pediu para visitar a fábrica de bonecos da Hasbro, em Pawtucket, Rhode Island. Ele visitou a fábrica em 14 de abril e viu a linha de produção e a sala de diversão onde os bonecos são testados. Ele também visitou crianças e assinou autógrafos.

Seguindo a entrevista reveladora com Oprah Winfrey e o resultado do frenesi da mídia, muitos membros da família Jackson apareceram no programa Day One, em abril, e falaram com Michel McQueen. Joseph, Katherine, Rebbie, Tito e Randy falaram sobre a firmeza de Joe enquanto eles estavam crescendo. Eles confirmaram que Joe era muito duro e que batia neles, mas se recusaram a classificar as surras como abuso de crianças. A família, especialmente Jermaine, negou o ciúme da fama de Michael e disse que ele escreveu a música dele, “Word To The Badd”, que condena Michael, porque as chamadas de telefone dele para Michael não eram respondidas. Tito afirmou que a música, as melodias, e os movimentos eram muito fáceis para Michael, certamente mais facilmente do que vêm a Tito: “Dançar como Michael Jackson é um pesadelo para mim”. 

A família também respondeu às acusações de abuso físico e sexuais feitas por LaToya, ao que cada um deles negou, afirmando que não sabiam por que ela estava fazendo aquelas acusações.

No mesmo dia que o Day One foi transmitido, LaToya estava com dificuldades com o Internal Revenue Service (o IRS). Estava sendo reportado que o IRS estava leiloando a parte de LaToya em Hayvenhurst, a casa da família em Encino, para pagar 511 mil dólares em impostos de 1988, 1989 e 1991. A conta foi paga no último minuto e o leilão não tomou lugar. Foi dito que a conta foi paga pelo irmão Michael. Num acordo anterior, abrangendo um processo judicial que envolvia Joe, a escritura de Hayvenhurst foi passada a LaToya. Era para ser um acordo temporário, mas  LaToya não a devolveu. Ao pagar os impostos dela, Michael pegou de volta a escritura de Hayvenhurst e salvou a casa da família em Encino. 

LaToya teve problemas maiores, apenas alguns poucos dias mais tarde, quando o marido e empresário dela, Jack Gordon, foi preso por bater na cara, nos braços e pernas de LaToya, com uma cadeira da sala de jantar. LaToya foi tratada dos ferimentos dela e liberada do Hospital Lenox Hills. Acusações criminais por agressão e violação de armas foram retiradas quando LaToya decidiu tornar público um caso civil de agressão civil Na Vara de Família de New York.  Gordon, ao mesmo tempo, disse que ele estava se defendendo contra um ataque de faca da mulher dele. O casal mais tarde disse que o ataque foi em razão de mudanças de estado de espírito que Gordon sofreu numa reação à terapia por radiação que ele recebia para o tratamento de câncer. 

Em 15 de Abril de 1993, um videoclipe debutou na rede de televisão Fox e BET. Não era um videoclipe de Michael, mas ele aparecia nele. O vídeo de Eddie Murphy, "whatzupwitu", do álbum "Love's Alright", apensentava Michael Jackson e os Boys Choir Of Harlem. O vídeo era um olhar suave de Eddie e de Michael Jackson cantando e dançado num pano de fundo com nuvens, pássaros e flores. O single foi surpreendentemente pobre nos charts, indo só até 74º posição nos gráficos R&B e nunca apareceu nos gráficos pop.

A seguir, Michael juntou-se ao presidente Jimmy Carter em Atlanta, em 25 de maio, para o Heal Atlanta, parte de Heal The World Fundation. A iniciativa The Immunization/Children's Health foi aberta para crianças abaixo dos 6 anos que viviam em Atlanta e tive atuais certificados de imunização. The American Film Institute Salute To Elizabeth Taylor foi transmitido em 6 de maio de 1993. O tributo, filmado cerca de 2 meses antes, foi apresentado por Michael Jackson, que ainda estava de muletas devido à lesão no tornozelo. O tributo consistia em vídeos de filmes dela com pequenas lembranças de vários amigos e outras estrelas. Taylor se sentou à mesa entre o marido dela, Larry Fortensky, e o amigo, Michael Jackson. Michael não foi um dos apresentadores do programa. 

Ele contribuiu para outro tributo para Elizabeth Taylor que foi transmitido como parte de uma serie Arts & Entertainment do canal Biography. O especial, filmado na primavera, foi transmitido no primeiro tempo de 7 de setembro de 1993. Michael foi entrevistado para o especial por Cathy Griffen da A&E, que disse que ela planejava dar a ele uma máquina de waffles do Mickey Mouse para marcar a segunda entrevista deles em duas semanas! Na entrevista, Michael explicou uma das coisas que Elizabeth e ele têm em comum: "Nós partilhamos uma aventura juntos em procura do próximo passo para a aceitação do adorável público que nunca soube o nosso tumulto interior". Na época em que esse tributo a Taylor foi transmitido, Michael foi embrulhado em um tumulto que ele nunca conseguiria, possivelmente, imaginar.

 


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The King of Pop's Darkest Hour: Introdução





Introdução

Michael Jackson teve consciência do trabalho de Lisa Campbell com a publicação do Michael Jackson: The King Of Pop, em 1993, quando recebeu uma cópia do livro no meu escritório. Ele ficou impressionado com a obra e reconheceu o meticuloso trabalho, realizado de forma acurada. Nós somos igualmente gratos por ter a oportunidade de contribuir para a introdução deste novo volume.
Lisa apresenta, aqui, uma visão justa dos eventos que tomaram lugar quando Michael se tornou vítima de falsas e cruéis alegações, e a irresponsável perseguição que ele sofreu nas mãos da mídia. Nós temos sido por longo tempo vítimas de rumores e mentiras por parte da mídia, mas nada poderia nos preparar para o que ele foi recentemente sujeitado. Michael vivenciou dor e humilhação a uma profundidade que ele nunca pensou existir. A tremenda aflição que ele sofreu durante esse período teve efeitos profundos nele, emocionalmente e fisicamente. Ele agora superou essas dificuldades com o conhecimento da sua completa inocência e a sua profunda fé em Deus.
Michael enfrentou essa experiência graças, em grande parte, à fé dele e a incrível quantidade de apoio recebido dos amigos dele e fãs de todo o mundo. O amor e apoio fundamental que ele recebeu dos fãs e a recusa deles em acreditar no pior, verdadeiramente tocou o coração dele.
O objetivo dele é espalhar amor puro e simples no mundo. Crianças são a grande fonte da alegria dele. Isso é parte dele que nunca vai mudar.
Michael sabe que os fãs dele sofreram com ele e partilharam a dor dele.
Ele está profundamente agradecido por todo o amor que ele recebeu
Ele ama a todos vocês.
Bob Jones
 
Vice-Presidente
Michael J. Jackson Productions

Nota da Revisora: Bob Jones viria a escrever um livro altamente difamatório sobre Michael anos mais tarde, mas esse prefácio é só mais uma prova de que a motivação para ele ter feito o que fez foi rancor por ter sido demitido.


Michael Fala

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The King of Pop's Darkest Hour







THE KING OF POP DARKEST HOUR
(A Hora Mais Sombria do Rei do Pop)
By Lisa Campbell
 
Traduzido por Alice e revisado por Daniela Ferreira para o blog The Untold Side of the Story
 
 
Contracapa
 

 

Michael Jackson: The King Of Pop’s Darkest Hour continua de onde o livro de Campbell, Michael Jackson The King Of Pop, terminou, detalhando a carreira de Michael Jackson e o esforço dele para finalmente mudar a imagem de tímido. Ele começou 1993 com uma cadeia de aparições de alto perfil: apresentando-se na cerimônia de posse de Bill Clinton, proporcionando o intervalo de entretenimento do Super Bowl, concedeu uma entrevista ao vivo de 90 minutos a Oprah Winfrey e provou no Grammy Music Awards que “eu e Janet somos realmente duas pessoas diferentes”! Ele também foi coberto de prêmio a torto e a direita.  Ele foi o maior vencedor do American Music Awards, do Soul Train Awards e do World Music Awards.  Ele foi indicado para o prêmio Grammy Legend e foi o primeiro a receber o prêmio de Lifetime Achievement Award pelo Guiness World Records Museum. O ano, destinado a se tornar o maior e melhor para Michael Jackson, teve uma feia e perturbadora reviravolta. Ele se tornou alvo de alegações de abuso sexual infantil.
Embora constantemente mantivesse a completa e total inocência dele, ele foi sujeitado a uma barragem de atenção e abuso da mídia sem precedentes. Cada movimento dele e motivos eram questionados a cada reviravolta. Mas Michael Jackson consistentemente e sem exceção provou que estavam errados.  A descrição aqui é um olhar sobre a obsessão da mídia sobre a história, não com os fatos, mas com sensacionalismo e potencial para fazê-lo.
 
 
The King of Pop’s Darkest Hour
 
By
 
Lisa Campbell
 
 
Enquanto 1993 começou para ser um ano sensacional para Michael Jackson, tornou-se um doloroso e imensamente difícil período para ele. Muitos pareceram lhe virar as costas quando ele mais precisava deles. Muitos dos amigos mais próximos dele ficaram visivelmente em silencio. A mídia não iria abandonar a implacável busca dela por um escândalo; ex-empregados e, até mesmo, certos membros da família dele, ficaram ansiosos para se voltar contra ele em troca de dinheiro rápido. Houve aqueles que, contudo, estiveram firme por Michael Jackson durante toda essa feia confusão, os milhões de fãs devotos dele. Eu desejo aproveitar esta oportunidade pra agradecer a todos os fãs dele pelo apoio sem hesitações. Um obrigado especial para aqueles que apoiaram Michael Jackson publicamente, incluindo os seguintes:
James Alsop, Jeremy Alsop, Florence Anthony, Lory Byler, Johnnie Cochran Jr, Frank Dileo, Sandy Gallin, Barry Gordy, Adrian Grant, Jackie Jackson, Janet Jackson, Jermaine Jackson, Joseph Jackson, Katherine Jackson, Randy Jackson, Rebbie Jackson, Joseph Jackson, John H. Johnson e Robert Johnson da Jet Magazine, Quincy Jones, Jerry Kramer, MTV, Paul McCartney Majestik Magnificent, Steve Manning, Carole Nowicki, Michael Peters, Amanda Porter, Shannon Reeves da NAACP, Alfonso Ribeiro, Teddy Riley, Audrey Ruttan. Maximilian Schell.
Liz Smith, Sony Music, Bruce Swedien, J. Randy Taraborrelli, Tatiana Thumbtzen, Raul Velasco, Howard Weitzman, Jeanne White-Ginder, DeWayne Wickman, Norman Winter e Stevie Wonder. 
E uma gratidão muito profunda para a única pessoa que mostrou a Michael a profundidade da amizade e confiança dela, a melhor amiga que Michael poderia sempre esperar, a senhora Elizabeth Taylor.
 Este Livro é dedicado com admiração, amor e respeito ao Rei do Pop, Michael Joseph Jackson, Você faz do mundo, um lugar melhor.
 
"Don't let nobody take you down”
 “Não deixes ninguém te colocar para baixo”
 “Keep the Faith”
 “Mantenha a fé”

Glen Ballard, Siedah Garrett, Michael Jackson
  
Um Obrigado especial para todos que me ajudaram a completar este livro. Eu aprecio o amor de vocês, encorajamento, e entendimento no que foi um tempo difícil e doloroso para mim, vendo alguém que gosto e com quem me preocupo muito, e me sinto próxima, suportar tanta dor e perseguição.
John, obrigado por sua ajuda, entendimento e encorajamento. Eu amo você.
Pai, mãe, obrigado por continuarem a confiar em mim, eu amo vocês.
Michele, este é o melhor restaurante que alguma vez comi, sério, não conseguia ter feito isto sem a sua imensurável ajuda. Muito Obrigada.


Introdução
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Resumo e Análise do Testemunho de Martin Bashir - parte 2


Resumo e Análise do Testemunho de Martin Bashir no Julgamento de 2005 – Parte 2 de 2
 
 
Agora, vamos olhar para o caso da acusação feita para a admissão do documentário de Bashir como prova na MOÇÃO PARA ADMISSÃO DO DOCUMENTÁRIO "LIVING WIHT MICHAEL JACKSON” COMO EVIDÊNCIA DO MOTIVO E INTENÇÃO DO RÉU EM CONSPIRAR COS OUTRO PARA COMETER OS ALEGADOS CRIMES NA ACUSAÇÃO UM DO INDICIAMENTO. Em poucas palavras, a acusação queria mostrar aos jurados o documentário – e não a versão britânica, mas a versão americana, que teve comentários adicionais de Bashir e Barbara Walter – a fim de mostrar o motivo de MJ para se envolver em uma conspiração para manter os Arvizos refens em Neverland. Aqui está um trecho da página 33:
Demonstrações Admitidas Para Propósito Não-Rumores

Evidência de motivo do acusado de se envolver em uma conspiração é certamente relevante neste caso. A transmissão de "Living with Michael Jackson" e o comentário crítico de execução de Bashir e Barbara Walters provocaram angústia e a sentida necessidade de mitigar os danos causados ​​à reputação de Jackson e limitar ainda mais adverso comentário.
O motivo pode ser comprovado por evidência competente quando o motivo é relevante para a apreciação do júri da culpa ou inocência do réu.
Muitas das declarações de Jackson e de todas as declarações de outros, em "Living With Michael Jackson" e nos comentário em 20/20 sobre o documentário seria boato se oferecido para a verdade das matérias indicadas. (Evld. Código, § 1220, subd. (A).)
Com as exceções acima referidas para admissões, nada do que foi dito por alguém em "Living With Michael Jackson" ou comentando sobre ele nas transmissões "20/20" será oferecido para a verdade do assunto afirmado.

Se uma dada declaração é, por outro lado, relevante e não é oferecido para verdade da matéria, não é "boato" e é admissível. Uma declaração fora do tribunal é devidamente admitida se um objecivo não boatos para admitir a declaração é identificado, e o propósito não boatos é relevante para a questão em litígio.
[Citações.] "(Povo contra Turner (1994) 8 CaL4th 137, 189.)
Aqui está um trecho do movimento do queixoso para a admissão de algumas declarações do réu em "Living With Michael Jackson" e "60 minutos" como exceções à regra boatos, página 43:
A seção evidência Código 1220 fornece, dentro de parte pertinente: "A evidência de uma declaração não é feita inadmissível pela regra boatos quando oferecida contra o declarante em uma ação em que ele é uma parte" CaUTC 2,71 instrui o júri que "Uma admissão é um declaração feita pelo réu, que por si só não reconhece a culpa dele dos crimes pelos quais o réu está em julgamento, mas essa declaração tende a provar a culpa dele quando considerado com o resto da prova.”
As admissões de réu incluem o reconhecimento dele de que os irmãos Doe compartilharam o quarto com ele para a noite. Os irmãos Doe (codinome para os Arvizos) concordam que essa afirmação é verdadeira, como a primeira noite que eles ficaram em Neverland em 2000. Naquele tempo, os irmãos dormiram na cama e o Réu dormiu no chão. A respeito de todas as noites em fevereiro e março de 2003, quando o réu e os dois irmãos estavam todos presentes em Neverland, ao mesmo tempo, eles compartilharam a mesma cama até que James Doe testemunhou o primeiro ato de abuso sexual e, em seguida, procurou residência em outro lugar. Posteriormente o réu dormiu com John Doe apenas. Admissão do réu de que ele compartilhou o quarto com os meninos é admissível na medida em que estabelece que o Jhon e James Doe estavam em um ambiente íntimo com o réu quando eles disseram que estavam.
A declaração do réu de que ele tenha dormido com muitos meninos é admissível como comprovação da alegação do irmão Doe de que ele dormiu com eles. Certamente, a admissão de que ele tenha dormido com muitos meninos mostra claramente a vontade dele de dormir com rapazes, o reconhecimento dele desse tipo de conduta como permissível e mesmo apropriada, e como prova da intenção dele de continuar a partilhar a cama com crianças.
Será que vocês perceber a falácia intelectual que Sneddon utilizou nesse trecho? Ele intencionalmente citou o uso de Jackson da palavra "dormir" e "compartilhar" fora de contexto, a fim de confundir e prejudicar o júri; e falácia de equívoco significa "deliberadamente usar palavras em um sentido diferente do que um público vai entender".
Sneddon inferiu que as palavras "dormir" e "compartilhar" tinha uma conotação sexual, e ele convenientemente substituído a palavra "crianças" por "meninos". Aqui está a transcrição real do que MJ disse Bashir no documentário:




Bashir: Alguma vez você dormir na cama com eles?


Observe como ele disse que dormiu na cama com muitas CRIANÇAS não, MENINOS! E não havia qualquer conotação sexual na afirmação dele! Se houvesse, ele estaria tão disposto a mostrar a Bashir (e do mundo) as filmagens que ele ofereceu?
Martin Bashir is a reporter who lived and traveled with Michael Jackson for about seven months for the purpose of producing a documentary about his life. The documentary titled “Living with Michael Jackson” aired in England and in the United States in February 2003.
Martin Bashir é um repórter que viveu e viajou com Michael Jackson por cerca de sete meses para o objetivo de produzir um documentário sobre a vida dele. O documentário intitulado "Living with Michael Jackson" foi ao ar na Inglaterra e nos Estados Unidos em fevereiro de 2003.
Bashir narrou o documentário e, frequentemente, comentou sobre o relacionamento do Sr. Jackson com crianças. Ele considerou a prática de Jackson de dormir no mesmo quarto com as crianças, muitas vezes no mesmo quarto, particularmente preocupante.
Conversas com o Réu a respeito da disposição dele em dormir com crianças, e particularmente com a vítima do caso atual, são claramente material, relevantes e necessárias para o julgamento no Condado de Santa Barbara.
Acredita-se que Bashir teve várias conversas com o Sr. Jackson sobre o relacionamento dele com garotos, e com a vítima em particular. O documentário "Living with Michael Jackson" é apresentado com menos de duas horas de duração, ou seja, sete meses de entrevistas e filmes foram substancialmente editados. Bashir é um testemunho necessário para estabelecer as bases para a admissibilidade do documentário. Ele também vai esclarecer a medida como o documentário foi editado e se as declarações foram apresentadas fora do contexto ou não.
É claro que essas declarações foram tiradas do contexto! E é irônico que Sneddon perguntasse isso, considerando que ele é quem as está apresentando fora do contexto para o tribunal e júri!
Nas páginas 65 a 90, o advogado de Bashir, Theodore Boutrous, faz o caso de Bashir não ser chamado para depor. Vou poupá-los de todos os detalhes chatos, especialmente à luz do fato de que o pedido de Bashir foi negado e ele testemunhou, mas vou lhes dar um trecho da declaração dele:
9. Em julho de 2004, deixei a Granada Television para me tornar um correspondente da ABC News e o programa dela, 20/20. Como parte das minhas responsabilidades, eu estarei relatando sobre o julgamento criminal de Michael Jackson, que está por vir, e assuntos relacionados.
10. Eu acredito que se eu for chamado como testemunha no caso, isso irá interferir significativamente com a minha capacidade de reunir e divulgar informações ao público sobre este caso. Eu também acredito que iria criar a falsa impressão de que eu fui e sou um braço do Ministério Público, colocando em dúvida não apenas sobre as minhas futuras atividades jornalísticas, mas levantando questões sobre o meu trabalho passado também. Para um jornalista perseguir o trabalho dele, ele não pode ser percebido como um agente de qualquer acusação ou defesa.
Típico de Bashir! Apenas mostrando preocupação com própria carreira sem valor, e nenhuma preocupação com a carreira ou a vida de Jackson! Ele afirma que não quer criar a "falsa impressão" de que ele é um braço do Ministério Público, mas não tinha problema colocar no ar a segunda obra dele, "MJ Secret World", pouco antes do início do julgamento! (O link para minha refutação a esse pedaço de lixo está no final deste post.) Se ele realmente se importasse com MJ e sentisse remorso pelas ações dele, ele teria atravessado qualquer obstáculo para testemunhar que "nunca viu qualquer irregularidade", como alegou no dia em que MJ morreu!
Na página 179, a decisão da Comissão de Normas de Radiodifusão, que confirmou a denúncia de um tratamento injusto e desleal contra Bashir. Aqui está uma cópia da decisão:

Como uma organização independente, a Broadcasting Standards Comission considera a representação de violência, conduta sexual, questões de gosto de decência na televisão e programas de rádio e propagandas. Ela também oferece remédios a pessoas que acreditam que elas foram injustamente tratadas e sujeitadas em uma injustificável violação de privacidade.
Reclamação sobre parâmetros e equidade
Para considerar e adjudicar a reclamação a Comissão tem o pode ser para:
Requerer cópias das matérias divulgadas;
Chamar por declarações de testemunhas;
Realizar audiências sobre detalhes do que tem sido divulgado
Todas as descobertas da Comissão serão divulgadas no boletim regular dela. Uma versão online é disponibilizada no www.bcs.or.uk.
A Comissão também pode requerer que as redes de transmissão divulguem sumários da decisão dela tanto no ar, quanto em jornais, revistas e reportem quaisquer resultados que eles obtenham.
Reclamação de Equidade: paginas 1 a 13
Reclamação de Regulamento: páginas 4 a 25
 
 
 
 
 
EQUIDADE
 
Reclamações sobre tratamento injusto ou desleal pode somente ser realizadas por participantes em programas que foram o assunto ou aqueles que têm interesse direto nas informações detalhadas do objeto da matéria. Reclamação de injustificável violação podem apenas ser feitas por aqueles cuja privacidade foi violada. Considerando o caso, a Comissão sempre estuda a troca de evidências escritas e, algumas vezes, realiza uma audiência entre o reclamante e o representante da rede de notícias.
Cópias de toda a adjudicações das seguintes reclamações – se mantidas ou não – estão disponíveis a partir da Broadcasting Standards Comission, sábado, 7 o Sanctuary, Londres, SW1P, 3JS. Or favor, junte um carimbo em envelope endereçado. Alternativamente, você pode enviar seu requerimento por e-mail para adj@bsc.org.uk
 
MANTIDA
Tonight with Trevor McDoanld
Granada, 8 de março de 2011
A Broadcasting Standards Commission manteve, em parte, a reclamação de injusto e desleal tratamento por Farooq Yosef sobre o programa Tonight with Trevor McDonald, pela Granada, em 8 de março de 2001. O programa relatou a história de Sufiah Yusof, que, aos 16 anos, fugiu, alegadamente, para escapar do controle do pai dela, o senhor Yusof. A Comissão considerou que o repórter Martin Bashir enganou o senhor Yusof para que ele acreditasse que ele estava investigando o envolvimento das autoridades no desaparecimento da filha dele e que os realizadores do programa iludiram o senhor Yusof a acreditar nisso para o interesse deles próprios. Eles não deram a ele uma indicação clara sobre a natureza e o propósito do programa. A Comissão, portanto, considerou que foi deslealdade com o senhor Yusof.
O senhor Yusof viu o programa antes da transmissão em tribunal, durante procedimento de embargo e não como uma prévia, como lhe foi oferecido. O relacionamento entre o senhor Yusof e os realizadores do programa deteriorou depois das entrevistas. A Comissão considerou que oferta da prévia pelo senhor Bashir pode ter contribuído para que o senhor Yusof concordasse em participar do programa. No entanto, a Comissão não tem a visão de que o programa estivesse deliberadamente enganando no estágio que a oferta foi feita. Nessas circunstâncias, a Comissão não encontrou nenhuma deslealdado ao senhor Yusof.
A Granada negou que os realizadores do programa tenha assegurado ao senhor Yusof que a filha dele não estaria envolvida neste programa e que o programa não seria transmitido até depois dos procedimentos de família no tribunal.
A Comissão considerou que a evidência não foi conclusiva sobre se tais garantias foram dadas ou não. Nessas circunstâncias, a Comissão não encontrou deslealdade a esse respeito.
A comissão reconhece que seria impossível que tal programa fosse capaz de apresentar a história de uma maneira que satisfizesse tanto o senhor Tusof quanto a filha dele.
A Comissão considerou que foi legítimo que os realizadores do programa  tenham apresentado ambas as versões e o programa não foi injustamente tendencioso a favor da filha do senhor Yusof. Portanto, a Comissão não encontrou nenhuma injustiça ao senhor Yusof nesse sentido.
Dessa forma, a reclamação foi sustentada em parte.
A Comissão determina que a Granada transmita um sumário das considerações da Comissão no ITV1 imediatamente após o Tonight with Trevor McGregor, em 2 de março de 2003. A Comissão também, determina que seja publicado no Dailly Telegraph.
Sustentada em parte.
 
Aqui e aqui está uma reportagem sobre isso.
 
E aqui está o que Bashir disse sob juramento:
1 Q. Você se considera um
2 jornalista profissional porque você é
3 é educado no mundo do jornalismo?
4 R. Meus estudos acadêmico não são em jornalismo.
5 São em artes e humanas. Portanto eu não tenho
6 uma educação formal, se é o que você está perguntando
7 senhor, mas eu tenho a experiência que vem
oito com trabalhar na profissão.
9 P. Agora, como um jornalista na Inglaterra, você é
10 regulado por uma certa agência administrativa,
11 correto?
12 R. Você poderia repetir a pergunta?
13 P. Claro. Há uma organização ou uma
14 agencia administrativa que tem opera sob o título, algo como,
15 British Broadcasting Standards Board.
16 R. Há uma organização chamada a
17 Broadcasting Complaints Commission. Você estaria se
18 referindo a isso?
19 P. Eu penso que estou. Você trabalhou com essa
20 organização de alguma forma.
21 R. Essa organização não emprega
22 jornalistas.
23 P. Você foi sancionado por essa
24 organização.
25 R. Você poderia repetir a pergunta?
26 P. Você foi sancionado por essa
27 organização.
28 R. Pela Broadcasting Complaints Commission?
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1 Q. Sim.
2 R. A reposta a essa pergunta é: três
3 queixas foram feitas contra mim. Duas das
4 queixas chaves foram completamente rejeitadas, e elas tinham a ver
5 com equilíbrio e equidade. Uma das três foi
6 mantida. Isso é… senhor, apenas eu posso explicar
7 para que as pessoas entendam, porque elas...
8 P. Certamente.
9 R…. porque elas podem não entender.
10 A Broadcasting Standards Commission não é
11 um corpo legal, e ela não tem mérito particular em
12 ambiente jurídico.
13 R. Todavia, uma queixa contra você como um
14 jornalista foi mantida, verdade?
15 R. Como eu disse, senhor, três queixas foram feitas.
16 As duas queixas chaves foram completamente rejeitadas. Uma
17 queixa foi mantida de três.
18 P. Vamos falar sobre a que foi mantida,
19 senhor. Houve uma queixa contra você que foi
20 mantida pela agência, correto?
21 P. Houve, senhor, sim.
22 P. E do que eles se queixavam, Senhor
23 Bashir.
24 P. A queixa se referia a… a o que...
25 a o que… a o que… a como eu descrevi o que eu iria fazer com a
26 história na qual eu estava trabalhando.
27 P. E o que você estava fazendo, Sr. Bashir.
28 R. Eu estava fazendo jornalismo.
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1 P. Você poderia se aprofundar um pouco mais nisso e
2 apenas dizer ao júri sobre o que estamos falando.
3 R. Em relação a que?
4 P. Você não sabe sobre o que estamos falando?
5 R. Você quer dizer o programa específico? Desculpe, eu
6 não sei se….desculpe. Você está
7 perguntando sobre a queixa, ou está me perguntando
8 sobre a história, a reportagem que eu estava fazendo.
9 P. Por que você não conta ao júri sobre ambos.
10 SR. BOUTROUS: Excelência, eu vou
11 objetar. Sr. Mesereau está agora inquirindo sobre
12 informações não publicadas ou informação não transmitidas
13 sobre outra matéria. Mesma objeção.
14 O TRIBUNAL: Bem, é uma pergunta composta.
15 Sustentada.
16 SR. MESEREAU: Okay.
17 P. Por favor descreva para o júri o assunto
18 da matéria da queixa que você acaba de identificar, Senhor
19 Bashir.
20 R. A história era sobre uma adolescente prodígio, uma
21 gênia da matemática, que tinha fugido da
22 universidade, tinha legalmente se emancipado da família
23 dela. E a história era para descrever o que tinha
24 acontecido de ambos os lados.
25 P. Você foi acusado de deturpar informações,
26 verdade?
27 R. Não, isso está incorreto.
28 P. Você não foi acusado de deturpar
 
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1 nada naquela queixa.
2 R. Eu fui acusado de injustiça, o que foi
3 completamente rejeitado. Eu fui acusado de violar um
4 acordo, o que foi inteiramente rejeitada. Eu fui
5 acusada de não representar a integridade do que eu
6 eu estava fazendo com aquele programa para um dos
7 indivíduos.
8 P. O tipo de coisa da qual você está sendo acusado, aqui,
9 certo?
10 SR. BOUTROUS: Objeção.
11 SR. SNEDDON: Argumentativo, Excelência.
12 O TRIBUNAL: Sustenta.
 
BBC NEWS | Entertainment | Bashir rapped over prodigy interview
Aqui está a história das táticas antiéticas de Bashir, que o levou a ser sancionado:
BBC NEWS | Entretenimento | Bashir censurado sobre a entrevista prodígio

O jornalista de TV, Martin Bashir, que fez o controverso documentário
Living with Michael Jackson, foi repreendido por uma entrevista conduzida por ele com o pai de uma criança gênio.
Farooq Yusof queixou-se à Comissão de Normas de Radiodifusão (BSC) sobre um programa, liderado por Bashir, sobre a filha dele, Sufiah, e o relacionamento dela com a família.
Sufiah chegou às manchetes quando, aos 15 anos de idade, ela fugiu da Universidade de Oxford, onde estava estudando para um mestrado em matemática.
Ela foi encontrada segura e bem depois de duas semanas, e Bashir foi o primeiro jornalista a ganhar uma entrevista com a família, apesar de eles não terem sido reunidos naquele ponto.
O site The Media Guardian relata que o Sr. Yusof disse em uma audiência com BSC que Bashir havia prometido lhe dar informações sobre o paradeiro da filha dele em troca de uma entrevista.
A BSC confirmou uma queixa sobre a forma como a entrevista com o Sr. Yusof foi obtida.
A BSC decidiu que Bashir e o Tonight com o time de Trevor McDonald enganaaram Sr. Yusof sobre a natureza do programa para que ele concordasse em ser entrevistado.
 
Caricatura
Mas o BSC negou as duas outras denúncias de que havia sido negada uma oportunidade prometida para ver o programa antes da transmissão e que ele foi tendencioso em favor da filha.
O documentário de Bashir sobre a vida de Michael Jackson, em que ele recebeu a permissão para seguir a estrela ao longo de um período de oito meses, também está sujeito a uma reclamação.
O cantor dos EUA queixou-se ao BSC dizendo que ele foi mal interpretado no documentário após comentários de Bashir, que disse que seu rancho Neverland era um "lugar perigoso" para as crianças.
Ele apresentou o próprio material para a comissão em uma tentativa de provar o ponto dele.
Jackson disse que o programa da Granada foi uma "farsa da verdade", mas a empresa de TV está de pé por Bashir.
Essa reclamação está atualmente "em espera" enquanto aguarda o resultado de uma ação legal iniciada pelo cantor contra Bashir e a Granada Television.
Mais tarde, durante o interrogatório de Bashir, Mesereau ficou muito irritado, e queria ter o testemunho de Bashir e o documentário eliminado das provas! Mas infelizmente o pedido dele foi negado:
 
21 P. E quantas horas de filmagem você obteve
22 durante o tempo que gastou com o Sr. Jackson.
23 SR. BOUTROUS: Objeção. Meritíssimo.
24 Informação não publicada, coberta pela lei escudo
25 e a Primeira Emenda.
26 O TRIBUNAL: A objeção está superada.
27 Você deseja responder.
28 A TESTEMUNHA: Não, não quero.
 
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1 O TRIBUNAL: Próxima questão.
2 P. PELO SR. MESEREAU: Você não sabe absolutamente?
3 Não pode nem mesmo estimar?
4 O TRIBUNAL: Ele não…
5 A TESTUNHA: É que eu não desejo
6 responder.
7 O TRIBUNAL: Ele escolheu não responder.
8 SR. MESEREAU: meritíssimo, eu moverei
9 todo este testemunho para ser eliminado e
10 a evidência da promotoria ser eliminada.
11 O TRIBUNAL: Negado.
12 SR. MESEREAU: Eu pedirei por desacato,
13 Excelência.
14 O tribunal: O procedimento que eu seguirei
15 eu já descrevi.
16 SR. MESEREAU: Okay. Okay. Para registro,
17 Excelência, eu poderia ter uma contínua objeção se ele
18 se recusar a responder uma pergunta, ou devo fazer
19 meu pedido toda vez?
20 TO TRIBUANAL: Não, você não precisa fazer isso.
21 Deixe-me apenas entender sobre que registro contínuo
22 nós temos.
23 SR. MESEREAU: Sim.
24 O TRIBUBAL: Se ele… se o advogado dele objetar,
25 e ele se declinar a responder com base no conselho
26 do advogado dele, eu reexaminarei a questão para procedimento
7 de desacato sem mais necessidade de sua parte
28 em pedir isso. Sua moção para derrubar o
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1 testemunho completo dele e evidência está negado.
Nas páginas 181 a 185 (do processo) a transcrição de um bate-papo on-line que Bashir teve com os telespectadores está incluída, e, quando você o ler, você verá a audácia pura, temeridade, e todo o fel que Bashir exibiu, pois ele se recusou a mostrar absolutamente nenhum remorso ou contrição pelo que ele tinha feito para MJ!
ITV.co.uk.
Online Chat com Martin Bashir
2/12/03 12:08pm PST
Alastair Coyles, Finvoy: foi sua entrevista mais interessante de sempre?
Martin Bashir respostas: O que foi especial foi que não era apenas uma entrevista, foi um documentário observacional e muito desafiador. Eu tenho uma curiosidade inata sobre as pessoas. Cada história, nós abordamos da mesma forma, com curiosidade e interesse e determinação para chegar por trás da imagem. Foi uma experiência desafiadora e eu estou olhando para uma pausa.
 
Damian Kuti, Bristol: Do you think Michael Jackson can recover from this interview?
Damian Kuti, Bristol: Você acha que Michael Jackson pode se recuperar desta entrevista?
Respostas Martin Bashir: Não foi uma experiência traumática. A cobertura da imprensa tem sido difícil para ele. Se as preocupações são expressas sobre a maneira como ele se comporta com crianças e ele se tornar cuidadoso no futuro, então isso é uma coisa boa. Tenho certeza que ele vai se recuperar, ele é um músico talentoso, ele continua a fazer músicas e quer entrar na indústria do cinema, e eu não acho que a vida dele tem sido de alguma forma desfigurada pelo filme. O filme divulgou alguns fatos difíceis.
Samantha Delancy: Você chegou a ver os filhos de Michael sem as máscaras?
Martin Bashir respostas: sim. Em várias ocasiões, e eu me dei muito bem com eles. Eles são crianças adoráveis. Quando estávamos em Berlim, Prince, o filho de 5 anos de idade dele, me desafiou para uma luta de pistola de água. Corremos em torno desta enorme suíte e tivemos uma fantástica luta de pistola de água e eu o venci. Eles não usam suas máscaras em casa e em ambientes controlados. Uma das coisas que fizemo é que nós fizemos... ele se preocupava muito com os filhos dele serem, potencialmente sequestrados ou atacados e é por isso que eles eram encobertos.
Quando ele foi ao zoológico de Berlim, havia 200 fotógrafos. Nós nunca mostramos o rosto deles, porque ele estava muito preocupado com o assunto.
Martijn Ubink, Países Baixos: Haverá uma oportunidade de ver as partes do documentário que foram cortadas por causa do acordo de confidencialidade?
Respostas Martin Bashir: A título de explicação, perguntei-lhe perguntas muito detalhadas. Eu li para ele parte da declaração da criança e o desafiei sobre os fatos específicos. Não foi possível a transmissão de nada disso, devido a um acordo entre Jackson e a família. Nossa assessoria jurídica foi que não poderia transmitir isso. As circunstâncias podem mudar, mas neste momento, nós não transmitiremos. Foram quase 2 horas de documentário factual. Em nossas classificações de audiência, quase ninguém deixou o programa. Toda a vida dele é tão fascinante, e as pessoas ficavam assitsindo por esse motivo.
Julie Atkinson, Brighouse: Por que você não o pressionu mais quando ele disse que não tinha mudado o rosto dele?
Resposta de Martin Bashir: Se você assistir ao filme pela primeira vez, eu pergunto a ele sobre isso, você já teve suas maçãs do rosto levantadas, você já teve o seu nariz mudado – ele negou tudo, voltei a isso mais tarde. Eu estava pedindo-lhe para comparar o rosto com o que parecia anos atrás. Se alguém não está preparado para responder a pergunta, você pode continuar fazendo, mas ele nos deu o que ele acredita ser a verdade. Eu acredito que se eu fizesse a ele perguntas sobre o rosto dele por duas horas, não haveria mudança. Ele seguraria com firmeza o que ele queria dizer, mas o que é importante é que, quando você compara as duas entrevistas, na segunda entrevista tinha chegado até a 2.
Leon Warren, Ipswich: Alguma vez ele ficou muito ofendido por qualquer das perguntas que você colocou a ele, e que você deixou em boas condições? Não houve cena adeus entre Michael e você na trevista.
(Nota: Bashir não respondeu a essa pergunta.)
Jennifer Chigwende, London: Você teve oito meses de filmagens, como você escolheu as partes que você decidiu mostrar?
Resposta de Martin Bashir: Queríamos fazer três coisas. Ser fiel à narrativa de como as coisas se desenvolveram no relacionamento. Nós queríamos ter certeza de que o filme cobria as principais questões da vida dele, musicalidade e aparência. Esses foram os três critérios que usariamos para decidir o que seria incluido. Não acreditávamos que iria acabar com um filme de 3 horas de duração. Nós demos a isso a maior tela possível para transmitir a mais precisa representação justa do que era viver com MJ.
Seth Mason: Você sente que a declaração dele dizendo que você o traiu ou aos filhos dele é verdadeira ou razoável de alguma forma?
(Pergunta idiota. Até aprece que Bashir admitiria que ele fosse um traidor!)

Respostas Martin Bashir: Nem um pouco. Eu concordei que iríamos fazer um filme honesto sobre a vida dele. Foi quase 2 horas de televisão, que é uma extensão sem precedentes de tempo para um único documentário factual e ao longo desse período, houve aspectos de Michael que eram maravilhosamente encantadores. No final do dia, mantemos-nos firmemente no filme. Não houve traição nenhuma. Um número de artigos têm abordado as alegações no passado, o que aconteceu em 1993, quando ele foi acusado, mas nunca considerado culpado de abusar de uma criança. Um número de pessoas me disse que ele veio através de uma forma mentirosa. O filme foi justo para a realização musical e deu-lhe todas as oportunidades para se explicar. Ele nunca foi impedido de explicar o que ele estava fazendo.
(Ah, sim, claro. Mas você corou as explicações!)
Martin Bashir diz: Eu nunca vi nada que se possa qualificar como uma atividade criminosa. Quando chegamos a nos conhecer, eu fiquei preocupado com o fato de que ele fez parece ter relacionamentos com crianças, e elas não estavam relacionadas com ele de qualquer maneira, e como com o caso com Gavin, ele disse que tinha sido ajudado a ser curado do câncer. Sem avisar, ele simplesmente disse que ele dormia na cama dele. Até o fim de da realização do programa, isso era uma grande preocupação. Um indivíduo que tem 44 anos, dormindo na cama de crianças que não têm relação biológica com ele. Um especialista em crianças levantou essa questão. Ela disse: "Se isso estivesse acontecendo em uma área onde a pobreza pode ser alta, e se um indivíduo de nenhum status musical estivesse dormindo na cama de um menino de 12 anos, o que as autoridades teriam feito?" Eu não planejei para enganá-lo com uma criança eu estava curioso sobre o relacionamento e eles ofereceram esse aspecto do relacionamento deles. Tornei-me mais perturbado por isso. Eu acho que é razoável. Eu não estou – repito – não estou acusando ninguém de ser um molestador criança.
(Ocorre que Gavin não disse ter dormido na cama com Michael. Ele disse que dormiu na cama e Michael no chão. E Frank Cascio, que era adulto, estava no quarto, mas essa parte da explicação sobre Cascio, você cortou!)
Pete Goodman, Cardiff: Você acha que a infantilidade de Michael Jackson lhe permite relacionar melhor com as crianças que com adultos?
Martin Bashir responde: Você diz que ele é infantil, mas ele é incrivelmente astuto. Ele lê os contratos com clareza, ele é muito profissional sobre transações comerciais. Ele tem uma afinidade com crianças. Houve esse clipe de 16 segundos mencionado onde eu estou falando sobre os filhos dele. Ele é brilhante com os filhos dele. Eles têm guerras de água juntos. Ele é um pai maravilhoso para os próprios filhos, mas há uma preocupação sobre a maneira como ele se relaciona com crianças que não são dele. Eu disse antes que ele disse que dividiu a cama com Gavin e eu tenho que me corrigir, disse que dividiu o quarto.
(Ah, obrigada por corrigir! Mas se Michael era tão astuto, como é que ele caiu na besteira de concordar em não participar da edição? Ou, Bashir foi mais astuto e o enganou completamente, ou realmente houve uma falsificação das assinaturas. Talvez os dois.)
Kelly Wallace: Eu senti o seu medo sobre a obsessão de Michael Jackson, mas por que você não parou o projeto e foi até as autoridades?
Respostas Martin Bashir: obsessão com o que?
(Fugiu da pergunta muito bem, não é, covarde?!)
Barbara Bennett: Será que ele tem algum contato com os irmãos e irmãs dele, ou qualquer membro de sua família?
Martin Bashir respostas: Ele perdoou o pai pela violência na infância. Eu acho que ele ainda fala com alguns da família dele – ele certamente fala com Janet Jackson e tem um grande respeito por Jermaine e Tito. Eu nunca tive a oportunidade de conhecer todos os membros da família na casa. Ele dizia que ele ainda tem um grande carinho pela família dele.
Tessy, Nigéria: Ele mencionou as mulheres ao redor da casa dele, cuidando dos filhos? Quem são elas?
Respostas Martin Bashir: As encarregadas de educação infantil mais trabalhadoras que eu já conheci, e elas são brilhantes com as crianças. Quando fomos até a casa dele, eu estava no carro com duas babás e as crianças se dão bem com as babás. Michael Jackson tem algum contato com a mãe deles. Eu nunca tive a oportunidade de falar com ela, mas eu sei que ela está envolvida com as crianças. Há um grande número de pessoas, desde do pessoal do zoológico, à limpeza e cozinheiros, e há um grande número de mulheres, e ele está se referindo a elas quando ele diz que as crianças tem contato com mulheres.
Rhys Ingram, Bristol: Será que a comitiva de Jackson parecia desconfortável ou insatisfeita com o comportamento dele? Já houve um tempo em que você se sentiu tão desconfortável com a situação que você sentiu que tinha que ir embora?

(Nota: Bashir não respondu a essa pergunta.)
Rachel Johnson: O que você achou dele quando ele entrou na loja favorita e gastou 6 milhões dólares?
Martin Bashir respostas: Ele estava simplesmente interessado em comprar o que leva a fantasia delle. O álbum Thriller ainda é o álbum mais vendido de todos os tempos. Isso ainda está retornando cheques de royalties enormes. Foi uma viagem de compras notável – foi uma revelação para mim, pois eu estaria incomodado em pagar por todas essas coisas, mas para ele que não era uma preocupação.
Como você pode ver, Bashir não tinha remorso pela traição a Jackson. Na verdade, ele teve a coragem de dizer que foi justo com MJ, e que a cobertura negativa da imprensa faria ter mais cuidado com os filhos de outras pessoas! Você notou que ele ignorou as perguntas sobre se ele partiu em bons termos com MJ ou não, e se havia uma cena adeus entre os dois? A resposta para essas perguntas é NÃO! MJ tentou desesperadamente chegar a Bashir e ter a chance de rever o filme antes de ir ao ar, mas Bashir evitou MJ como se ele fosse um cobrador de dívidas!
Além disso, você notou como Bashir mentiu e disse que Gavin não foi solicitado a falar sobre onde ele dormia? Mas no vídeo abaixo você escuta claramente Bashir o guinado nesse sentido!
Nesta entrevista de rádio, de abril de 2010, você vai ouvir Aphrodite Jones divulgar o fato de que foi ideia de Bashir que Gavin ficasse de mãos dadas com MJ, e colocasse a cabeça no ombro de MJ! (Você vai ouvir isso às marcas 19:00 h e 23:30). Esse fato contradiz a afirmação de Bashir de que ele "não planejou uma armadilha para MJ!"
Mas eu vou dar crédito a Bashir, ele usou a falácia equívoco no início da conversa, quando disse que MJ estava "compartilhando a cama dele" e, mais tarde, ele se corrigiu, dizendo que MJ compartilhou o QUARTO dele; o que coloca tudo em contexto apropriado.
Bashir não respondeu à pergunta de Kelly Wallace sobre o porquê de ele não ir direto às autoridades com os medos dele sobre as obsessões de MJ com crianças. Ele sarcasticamente respondeu à pergunta dela com "obsessão com o que?". Mas no vídeo acima, às 3:25, você vai ouvi-lo dizer claramente que queria confrontar MJ sobre a obsessão dele com crianças!
Depois de ler este post, você pode ver que as profundezas da traição de Bashir é como um poço sem fundo! E ele ainda tem um monte de animosidade contra Mesereau! Aqui está o golpe baixo ele deu em Mesereau em 7 de novembro de 2011, o mesmo dia em que Murray foi condenado! Ao discutir sobre advogados que defenderam Murray, Bashir disse o seguinte:
Bashir: Jamie, se eu pudesse começar com você, Ed Chertoff, o advogado de defesa de Conrad Murray, disse repetidamente: "Isto não é um reality show. Esta é a realidade. E você não deve encontrar a culpa médico dele em ações praticadas por Michael Jackson." Quão eficaz foi Ed Chertoff?

Jamie Floyd: Eu acho que ele foi extremamente eficaz, não um advogado de celebridade do tipo que poderíamos ter esperado para ver neste caso.
Bashir: Como Mark Geragos ou Thomas Mesereau!
Então Bashir implicou que Mesereau é um oportunista! Isso não poderia estar mais longe da verdade! Vamos olhar para que o advogado e âncora Dan Abrams tinha a dizer sobre o serviço comunitário de Mesereau no seminário Jurídico de Harvard de 2005:
“Mas Tom Mesereau é... um dos poucos advogados no país que coloca o dinheiro dele onde a boca dele está. Ele é um cara que não fala apenas sobre o trabalho pro bono, ele não apenas falar sobre a comunidade, é alguém cujo rosto não deve ser conhecido pelo o caso de Michael Jackson, mas deve ser conhecido por todo o trabalho que ele faz pro bono, e nas comunidades, e para réus carentes, etc. É por isso que Tom Mesereau deve ser o advogado famoso que ele é, e ele merece cada pedacinho da atenção e os elogios que ele recebe, e se não fosse caso , eu não estaria dizendo isso, com muitos advogados que estaria sentado aqui. Eu não sinto qualquer obrigação de cumprimentar Tom.”
E aqui está outro post sobre o serviço comunitário e ativismo de Meserea!
Isto praticamente resume o testemunho de Bashir, e agora você tem uma essência do que ele disse, assim como dos sentimentos dele sobre o trabalho dele depois que foi ao ar, e nos anos seguintes. Para mais informações sobre como Bashir foi capaz de enganar MJ para filmar o documentário, leia este post, e para uma refutação 2005 peça "O Mundo de Michael Jackson Secret", leia este post.
Agora, aqui está a informação bombástica sobre Bashir, que recentemente veio a minha atenção, graças a minha boa amiga LunaJo67! Certifique-se de que você está sentado, respiração lenta e calmamente mergulhe no que você está prestes a ler:
Martin Bashir lançou um álbum pela Sony!

Sim, isso mesmo! Bashir lançou um álbum de reggae, em dezembro de 2010, intitulado "Bass Lion". Aqui está um artigo que descreve os “talentos” musicais de Bashir:
Mi2N.com – MarilynMusic Works On MSNBC Anchor Martin Bashir’s Upcoming Album
Poucas pessoas percebem que além de ser um jornalista respeitado e personalidade da mídia, Martin Bashir também toca baixo reggae. O contribuidor "Dateline" e âncora da tarde da MSNBC vem trabalhando no próximo álbum de14 canções de reggae deel, chamado"Bass Leão". Produzido por Gary Haase e mixado por Casey Conrad, do Marilyn Music, álbum tem lançamento independente previsto para o outono de 2010. Mixado em agosto no Studios Headman, "Bass Leão" oferece uma combinação de tradicional e contemporânea música jamaicana, com todas as 14 faixas tendo sido gravadas na Jamaica. As músicas selecionadas do álbum serão usadas no próximo programa diário de reportagens investigativas dele na MSNBC.
Bashir toca baixo, e (a meu conhecimento) não canta ou tem alguma voz no álbum. Eu escutei um prévia de 90 segundos de cada música no iTunes (nenhuma das canções estão no Youtube), e eu não ouvi a dele, e eu não fiquei muito impressionado com a qualidade das músicas (mas é claro, eu sou tendencioso!).

Outro dado interessante que eu descobri através da minha pesquisa é que Bashir produziu o álbum dde 2005 "String Theory", que foi gravada por Gary Haase, o produtor do álbum de Bashir! Eue vai, volta!

O álbum Bashir foi lançado pela gravadora IODA (Aliança de Distribuição Independente Online), uma subsidiária da Sony Music! Sony etrou em parceria com eles em julho de 2009, a fim de "alavancar combinados em todo o mundo on-line de redes de distribuição de varejo. Quem teria pensado que Bashir algum dia lançaria um álbum com a Sony? Bem, nós sabemos que ele não foi o primeiro inimigo de MJ a tentar fazer isso! (Tosse, tosse, Evan Chandler, tosse, tosse...)
Talvez devêssemos adicionar esta teia de compadrio para o fluxograma do Projeto Veritas?

Aqui é Bashir desrespeitando os fãs de MJ dizendo que ele nós os vimos como "messiânico", o que significa que podemos vê-lo como um messias que não deveria ter sido questionado sobre o estilo de vida dele! É assim é Bashir passa o documentário dele para o público em geral: "Eu não fiz nada de errado, mas eu sou criticado pelos fãs raivosos de MJ que o vê como um Deus!"
Não vemos Michael como um Deus, mas certamente o vimos como um demônio, senhor Marton Bashir.

Fonte: http://michaeljacksonvindication2.wordpress.com/2011/12/09/summary-and-analysis-of-martin-bashirs-testimony-from-the-2005-trial-part-2-of-2/
Devamını oku...