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JC Agajanian Jr. Compartilha As Memórias Dele Sobre Michael Jackson


JC Agajanian Jr. é o chefe de uma família de amigos de Michael Jackson. Em 1993, a filha dele, Amy, com oito anos, deu uma entrevita para a Oprah falando de MJ. Agajanian,e os filhos dele dão mais uma prova de que Michael não mantinha em companhia dele apenas meninos, e a partir dessa entrevista você pode ver, também, que a amizade dele continuava depois que as crianças cresciam, ao contrário do que os detratores adoram dizer. Toda a família estava pronta para ir ao tribunal em 2005 defender Michael, mas eles foram informados de que não era preciso mais testemunhas de caráter. Amy, a caçula dos Agajanian considerava Michael o melhor amigo dela.

A intenção era legendar as entrevistas, mas, para poupar tempo, vou apenas compartilhar os vídeos com as transcrições das entrevistas que se encontrarm no site vindicatmj.

 

Então, mãos à obra!
 

 

ELE NUNCA SERÁ SUBSTITUÍDO

 

 

29 de agosto de 2011

por Vindicatemj (Helena)
 

Traduzido por Daniela Ferreira para o blog O Lado Não Contado da História

Comentários em azual são da tradutora

 

Queridos amigos, vamos todos nos unir para comemorar o aniversário de Michael Jackson hoje.
 
 
 

JC Agajanian Jr.,


 

Um pequeno presente foi reservado para o dia. É o trabalho feito por uma equipe de defensores de Michael, que transcreveu a entrevista de um velho amigo de Michael Jackson, JC Agajanian JR (feita em julho de 2009). O homem foi um convidado do programa de rádio, Salão Assombrado, e a história dele sobre o tempo que a família dele passou com Michael é algo realmente extraordinário – é comovente, ardente e excepcionalmente sincero.

E isio apesar do fato de que JC Agajanian Jr. não é absolutamente propenso a idealizar as pessoas. Ele vem da famosa família de corredores, Agajanian, e é filho de JC Agajanian, que foi introduzido no
National Midget Car Racing Hall of Fame. A família Agajanian tem corrido no the Turkey Grand Prix há décadas e é JC Agajanian Jr. está acompanhando a tradição e continua com o negócio de corrida.

Em suma, ele não é um homem sem senso e isso faz com que as memórias de Michael Jackson ainda mais preciosas para nós.

Por favor, ouça o apoio veemente do Sr. Agajanian a Michael Jackson e leia as transcrições que se seguem:


 


PARTE 1





PERDEMOS ALGUÉM QUE NUNCA SERÁ SUBSTITUÍDO
 
 


 

 

Ike: O cavalheiro no telefone é o Sr. JC Agajanian, Junior. JC é um grande amigo de Michael, e você passou muitao tempo com ele e pensei: "Rapaz, temos que tê-lo no Salão Assombardo esta noite para falar sobre Michael Jackson.” Bem-vindo ao Salão Assombrado, JC. Perdemos outro bom, não é?

JC: E só para ser sério por um momento, David, eu tenho que lhe dizer que perdemos, na verdade, eu acredito que o mundo, na verdade, perdeu um talento muito, muito especial. E eu acho que isso é algo que precisamos ter em mente quando todas as mentiras e besterias e toda a especulação e toda a fofoca e tudo isso veio e se foi, a questão é que perdemos alguém que nunca será realmente substituído.

Ike: Sim, e você sabe Jay, conte-nos sobre algumas de suas experiências, como o que você me disse, diga-nos n o Salão Assombrado. Conte-nos sobre o tempo que passou duas semanas n rancho Neverland de Michael.

JC: Bem, você sabe o que... foi uma coisa muito especial e eu tenho que lhe dar um pouco de fundo, um amigo nosso que eu conheço, Bartender Bruce e você mesmo, ambos se encontraram, voltamos aos velhos tempos do Ascot, Sandy Seamen, que foi para a companhia de calçados LA Gear que contratou Michael para trabalhar para ela e foi assim que eu comecei a conhecer Michael.


Então... realmente essa foi a minha entrada e eu tenho três filhos, JC o terceiro, e David, JC é nome do meio dele, é claro, e Amy, e eles estavam fazendo um comercial para a LA Gear e eles estavam no set quando Michael estava lá para fazer um comercial.
 

Francamente, as crianças e Michael se deram bem, havia um monte de outras crianças lá que estariam no comercial. Claro, LA Gear faz calçados adultos e infantis, por isso foi um conjunto natura a se formar. Michael estava lá... espera, na verdade, eu vou dizer uma coisa, minha esposa, Francie, era a única que foi a filmagem desse comercial e eu estava com vocês naquela noite e nós estávamos trabalhando e eles estavam trabalhando demais, você poderia dizer. Michael disse que, em algum momento, nós tivemos que ir a Neverland...
 
 
Esposa: Rancho (inaudível, falando com o marido no fundo).
 



 

Zoológico de Neverland

 

JC: E essa é outra coisa que minha esposa, Francie, me lembrou, era um rancho, era bonita e era... ele tinha cavalos e tinha renas e ele realmente gostava de cavalos e isso é realmente uma coisa sobre o que, eu acho, todo mundo no Salão Assombrado, que está ouvindo, talvez, não sabia, Michael... Ele apreciava a vida selvagem, ele apreciava, claro, todas as espécies exóticas que ali estavam. Eles tinham cavalos selvagens que andam por aí, eles tinham girafas, quando estávamos lá, um bebê girafa nasceu. Mas fomos convidados a fazer, e eu não vou esticar isso o bastante, fomos convidados até Neverland, e pensávamos que ele estava dizendo apenas serndo agradável e passamos um pouco de tempo lá, e ele nos queria lá, nós pais lá e ele realmente gostou, realmente, queria as crianças lá também.

Certo, você sabe, assim como eu digo que eu sei que vai haver sobrancelhas subindo, mas não foi assim, e eu tenho que lhe dizer, a honestidade dele nessas entrevistas, é o que eu acho que o colocou em apuros. E ele só dise coisas do coração dele, coisas que era apenas como ele se sentia honestamente, os adultos olhavam para ele e levantavam uma sobrancelha, torceram o que ele diz e tornaram isso algo que não era aintenção dele.

 

Neverland na parte da manhã.
 
Todas as imagens são de:

 
Assim, o lugar era apenas lindo, era Disneyland, era 2.500 hectares, a maior parte esra bem cuidada. Era realmente apenas um lugar divertido para estar. Ele era muito generoso, pessoa generosa. As crianças corriam ao redor, elas tinham os casacos ou elas os jogavam no chão, ou tênis, jogavam-nos fora e iam para o trampolim gigante que estava no mesmo terreno que a grande piscina gigante.

Naquela noite, o que foi retirado foi lavado e magicamente dobrado e colocado de volta nos quartos delas. Os funcionários eram simplesmente inacreditáveis. Luta de balão de água, ele tinha uma aldeia indígena onde fomos bem-vindos a passar a noite. Tivemos o jantar levado até a aldeia indígena, comemos nas tendas, havia aquecedores lá, era apenas tudo o que você poderia pensar. Deixe-me entreter a quaisquer perguntas que você possa ter, Ike.

Ike: Não é verdade que os seus próprios filhos queriam ir a tribunal e testemunhar, porque tinham estado lá muitas e muitas vezes e nunca houve nenhum problema. Não é verdade que eles queriam ir ao tribunal?



JC: Bem, você está absolutamente certo, Ike, e de fato os advogados de Michael ligaram e perguntaram se os meus filhos estariam interessados ​​em testemunhar em nome de Michael e eles estavam prontos para voar (até o tribunal) – JC3 e David de San Diego e Amy de Hermosa Beach e iriam até lá, mas, no último minuto , eles não precisavam de mais testemunhas de caráter.

 


PODER DORMIR NA CAMA FOI UMA GRANDE COISA PARA ELE!

 

 


JC: Mas deixe-me lhe dizer uma coisa que surgiu sobre o quarto dele, e a "sala secreta", e todas essas coisas que se passava. Francie e eu estávamos no quarto dele, os meus filhos estavam no quarto dele, o quarto dele era uma playland, tinha coisas da Disney lá, era como uma sala de estar. E quando ele disse: "Eu convidei as crianças para minha cama" [desculpe, JC, Michael nunca disse isso – ele simplesmente disse que ele deu a cama para os outros] é... antes de tudo, todos asc rianças queriam ter uma festa do pijama lá (festa do pijama, nos EUA, significa dormir na casa de maigos) a "sala secreta" a que se referiam, que estava trancada e assim por diante, foi onde ele foi dormir.
 

Na verdade, Michael disse que permitiu que crianças dormissem nacama dele. Não Gavin Arvizo, para Gavin ele cedeu a cama, mas ele disse que teve Macaulay e Kieran Culkin e a imrã deles dormindo na mesma cama que ele, o que, apra ele, era bastante natural. Note que, na verdade, compartilhar a cama com um menor não é criminoso, desde que não exista intenção sexual nisso e, segundo as próprias crianças, (tirando Gavin e Jordan, que o acusaram) eles apenas dormiam, nunca houve qualquer toque sexual.
 



JC: Quando ele disse: "Eu ficaria feliz em dar minha cama para crianças"... o que ele quis dizer com isso era, quando ele cresceu, ele não tinha uma cama. Todas as crianças de Jackson dormiam no quarto dele. Ser capaz de dormir na cama era um grande negócio! E as pessoas simplesmente não entendem que o que ele estava dizendo, quando você dá a alguém onde você dorme e você sai e você vai para outro quarto para dormir, você está dando a cama a eles, você está compartilhando o máximo que você tem.

É como sentar-se à mesa e dizer: "Sim, você pode ter este bife e ir comer, eu vou comer o feijão por aqui." Eles simplesmente não entendem a honestidade dele em dizer que o colocou em apuros.


Ike: Sim, eu sei, e só você sabe, você me fascinou antes, quando nós conversamos sobre isso e você me disse um monte de histórias diferentes. Você me disse que quando chegou lá primeiro, você andou ao redor do jardim e lá havia, "Zanes" e coisas ao redor do jardim, ou algo assim?



ELE ERA ESPIRITUAL, PENSATIVO, ALTRUÍSTA

 

 


JC: Sim, você sabe o que, Ike, quando você ligou ontem à noite e perguntou se eu iria partilhar algumas das minhas memórias e pensamentos sobre Michael depois que ele se foi, é claro, porque você me chamou e porque você e Bruce me ligaram e me pediram para entrar no programa, eu disse que tudo bem, mas eu fui convidado para fazer outras entrevistas que eu recusei.



Neverland casa. Jantar roon

 


Uma noite, quando estávamos sentados na mesa de jantar de Michael e era uma bela mesa de jantar, e era uma bela casa Tudor que ele tinha e com quatro andares. e tinha uma cozinheira maravilhosa que tudo cozinahava e, de fato, antes de chegarmos em Neverland, eles estavam pergunando: “O que as crianças gostam de comer?” Eles queriam que eles tivessem o que quisessem com ele.



Mas estávamos ali sentado na mesa de jantar e, claro, nós – eu fiz questão de dizer uma oração antes do jantar, Michael era um cara espiritual, é que ninguém nunca disse nada parecido com isso, eles não permitem que você saiba, mas nós tivemos um oração na mesa de jantar antes de começar o jantar, e enquanto estávamos comendo, estávamos conversando sobre várias coisas.


E acredite em mim, Michael insistiu que fizéssemos qualquer pergunta que tivéssemos, se vimos algo no noticiário, se ouvimos alguma coisa sobre o ossos do homem elefante ou se ouvimos sobre ele dormir em câmaras, tudo isso – perguntem-me, perguntem- me o que quiser, e acredite em mim, minha esposa, Francie, que vocês sabem, fez muitas perguntas, mas Michael olhou para as crianças naquela noite no jantar, estávamos cerca de dois terços do caminho e ele disse: "Ouça as crianças, eu não quero necessariamente que você contem a alguém sobre a nossa amizade, quando vocês voltarem para suas escolas.”

E elas se entreolharam intrigadas e olharam para Michael perplexas e disseram: “Mas Michael, por que não?" E Michael olhou para elas e disse: "Há um monte de pessoas vis lá fora, e há um monte de pessoas que dizem coisas ruins sobre mim e eu não quero que vocês sejam colocados em uma posição de ter que me defender”.

Então, ele se importava tanto com as criaças filhos que eu não quero que eles tenham que me defender e entrar em brigas e dizer: "Não, Michael realmente é um bom sujeito e não digam coisas ruins sobre ele". Ele estava tão preocupado que ele estava pedindo às crianças para manter o nosso momento feliz e nossa amizade privados e não compartilhassem isso e ele sempre foi altruísta assim, Ike.


Parte 2:

 


UM CINEMA PARA CRIANLAS COM DOENÇAS TERMINAIS

 





"Ele era um pai muito carinhoso". África do Sul, 1999

 

Ike: Uh, isso é realmente uma coisa, você sabe disso, e é realmente, realmente muito triste que ele tivesse que ir para os extremos.

JC: ... realmente foi, ele nunca teve a chance de tirar algum tempo para si mesmo, ele cresceu, como todo mundo sabe, sem infância, você e Bruce sabem que ele trabalhou desde que era um garotinho. E não se esqueça de que havia muitas facetas para Michael, que um monte de gente viu na televisão, que era o fator celebridade, ele também era um pai amoroso, e isso não é uma piada, ele era um pai muito amoroso, e havia também o generoso amigo gentil, ele era sem dúvida isso.



E ele era muito tímido, quando chegamos em Neverland, ele tinha os óculos de sol dele, ele tinha o chapéu, ele estava tímido apenas de nos ver de novo, mas, eventualmente, ele se aquecia com você.


Mas você está certo, quando chegamos lá, ele nos colocou em um kart de golfe, um carrinho de golfe especial, que era longo, e nos levou por todo o rancho, que era apenas...
 
Quando fomos lá, pensávamos que estavamos vindo para um rancho que era como uma espécie de rancho cowboy. Como o Salão Assombrado com o que estaria apenas fora de suas portas lá. Solo, cavalos, e assim por diante. Mas era realmente o que vemos na televisão agora, brinquedos e cinema, ele nos levou ao redor, para ver todos os registros dele –
Mas eu só pensava em uma coisa, se eu puder apenas continuar, você me conhece, eu sou muito curto em palavras, mas... [Risos] ... uh, obrigado, Bruce...

 


Mapa de Neverland. O cinema é um edifício separado à esquerda (# 24)


Ele tinha uma sala de cinema que foi criada para as crianças que estavam doentes, que estavam em estado terminal, era uma sala de cinema, lindos assentos, tipo cadeiras de balanço estofadas, havia cerca de 35 a 45 assentos, um cinema de tamanho real, tela, atrás de nós um projetor regular, que você veria em um grande cinema regular, uh, a sala de projeção estava acima de nós, mas, na parte de trás do cinema, atrás dos assentos, havia dois quartos.


Esses quartos tinham andar inteiro ao teto de vidro, os quartos eram fornecidos com oxigênio, e uma cama de hospital, uma grande cama de hospital, como uma cama de casal, que poderia se inclinar.

E todas as crianças que saíram para o rancho, se eram da Make-a-Wish Foundation ou, qualquer uma delas, eles eram bem-vindas a entrar e ver esses filmes em estreia, a ver as coisas que talvez eles não pudessem ir ver no cinema, porque elas não têm oxigênio em um cinema, e Michael passou por um monte de gastos e um monte de problemas para ter esses dois quartos para as crianças que estavam doentes terminais para vir e estar no rancho e ver filmes e assim por diante...

... Puxa há apenas tantas histórias que nunca fazem os jornais, nunca relatam sobre Michael, a generosidade dele e quanto ele realmente ama as crianças e, como estávamos falando antes, a incapacidade dele de ter uma infância, por isso parte dele foi infantil porque ele nunca teve a infância, ele invejava as crianças que estavam do lado de fora brincando no parque, enquanto ele estava ensaiando, enquanto ele estava cantando, enquanto ele estava praticando os passos de dança dele.



Enquanto Joe estava estalando o chicote – e eu não quero dizer isso de uma forma ruim! – Mas Joe trabalhava em uma usina siderúrgica em Indiana e ele levou essas crianças a partir do nada direto até o topo da linha, eles eram talentosos, mas ele comprou os instrumentos, ele comprou tudo o que precisava, e ele deu a si mesmo, e sim, ele golpeou as crianças e eu tenho que admitir que JC e David [filhos de JC] foram golpeou um par de vezes, também, não pode ser politicamente correto, mas é armênio correto e é isso que nós temos que fazer!



 
 

ELE TINHA MUITA DOR QUE SURGIU COM A QUEIMADURA

 

 


Ike: Então você, assim como todo o mundo, nós estávamos tão chocados ao ouvir isso também. Foi tão chocante.

JC: Foi chocante e eu vou dizer o quê. Conhecíamos Michael há alguns anos. Eu sei que ele tinha um problema com analgésicos a partir de quando ele tinha sido queimado fazendo o anúncio de Pepsi – que foi há alguns anos – e ele tinha... realmente uma grande quantidade de dor que veio depois disso. E eu acredito que ele estava em um monte de dor emocional.

Ele carregava um monte de coisas, ele internalizou um monte de coisas, ele não tem muitas pessoas que ele pode, ele podia confiar, e ele realmente... Eu não quero dizer “admirado”, porque isso pode ser a palavra errada, mas ele realmente gostou de estar em torno de uma família como a família Agajanian era, onde havia apenas uma mãe e pai e filhos que gostavam de brincar por aí por aí......... e dizer “sente-se” e “não façam tanto ruído” e apenas corrigi-los e... e ele ria. Ele só realmente gostava de estar perto de pessoas reais, porque ele estava cercado de pessoas que eram “puxassacos” ou interessado no que eles poderiam obter a partir dele. E nós éramos nenhuma coisa nem outra.

Ike: Sim, exatamente. Vocês eram apenas gente comum e ele gostava disso.

 


ESSTA COISA SIMPLESMENTE NÃO PODIA TER ACONTECIDO

 



JC Agajanian, sua esposa Francie e Joy Benson.


JC: Sim, você sabe... as crianças adoraram montar cavalos. As crianças que vão para um acampamento de cowboy, perto de Oceanside, no interior. Eu acho, onde foi que, Francie? .... Oh, .... Califórnia, que é onde esse campo de cowboy era. Eles vão todos os anos lá. Eles amavam isso. Tudo era período, tudo ... havia tiroteios nas ruas quando levamos as crianças –e foi só ... foi perfeito. Era como Tombstone, mas uma versão menor. As crianças aprenderam a andar corretamente, eles aprenderamlaçar, eles aprenderam tudo nessa área.

Quando chegaram a Neverland, Michael, que tinha domadores de cavalos que estavam o tempo inteiro lá, perguntou se as crianças queriam ir andando, e é claro que eles disseram “Sim!”, e, de fato, era na mesa de jantar, e ele disse que “Bem, é só chamar o responsável, chamem o chefe dos domadores, diga a eles o tempo que você quiserem sair nos cavalos, e ele vai tê-los prontos para vocês”.

Assim, as crianças disseram: “Vamos amanhã de manhã”, e eles fizeram isso. É claro que eu não me levantei (risos), Francie era a única que se levantou com as crianças, deixou-os com os domadores e foi para almoço na casa principal. Nossos aposentos estavam do lado de fora da casa principal Tudor que Michael morava, e nós ficamos em um pequeno lago quando estávamos lá. Um cenário muito bonito.


Então, eu voltei a dormir, e cerca de uma ou duas horas depois eu recebo uma batida na porta... Michael tinha uma configuração de segurança completa, ele tinha policiais lá, ele tinha câmeras de segurança em todos os lugares, ele poderia ver, se as crianças que estavam convidadas lá, se elas estavam ficando em apuros, ou perto de uma piscina, segurança total. Havia seguranças que eram móveis, guardas-de-segurança em uniforme completo, toda a propriedade era protegida e segura. Ele tinha o próprio departamento de bombeiro. Ele tinha o próprio helicóptero, os paramédicos. Tudo estava no local.



Não poderia ter sido um lugar mais seguro para ir, não importa o quê. E um monte dessas coisas, a fofoca que se passa, não poderia ter acontecido, porque eu fui para a sala de segurança, que era uma área secreta, uma área privada, e havia câmeras, e havia telas que podiam ver em todos os lugares em Neverland. Eles eram sempre observados, não importa onde.



 
 


O ACIDENTE

 


JC: Então, as crianças estão montadas no cavalo com um domador na frente, um domador parte de trás, meus três filhos no meio, enquanto subiam os morros, Francie estava com eles. Sinto muito, esqueci-me que estava com as crianças! E como eles estão indo para as montanhas, há ursos, veados, e assim por diante e assim por diante nas colinas ao redor dessa área. Eles subiam uma trilha, e, evidentemente, o cavalo sentiu cheiro de urso, que pode ter cheiro, ele se assustou, e houve algum movimento nos arbustos, e todos os cavalos se ergeuram, e se viraram, e começaram a correr a toda velocidade descendo a colina, de volta para o celeiro, e segurança. Eles estavam fora de controle, literalmente.



Quando eles chegaram ao fundo, JC foi capaz de controlar o cavalo dele, porque ele era um garoto maior, no momento, e todas as crianças sabiam andar, mas os cavalos estavam correndo fora de controle. David, que é o nosso filho do meio e é um ginasta, pulou e rolou e ele ficou machucado um pouco, mas estava OK, mas a nossa caçula, Amy, foi jogada fora do cavalo, bateu no chão, e a cabeça dela bateu no chão terrivelmente, e ela foi nocauteada. Francie também foi jogada do cavalo, e estava inconsciente no chão.


Em poucos minutos, os paramédicos estavam lá, ambulância estava lá, e eu tinha um guarda de segurança – como eu te disse vieram mais cedo para minha porta, porque eu tinha ido para a cama. E eu me vesti de imediato.



“Sr. Agajanian temos uma situação, precisamos levá-lo imediatamente.” Eu me vesti e pulou no carrinho, andei em linha reta até onde eles estavam, e havia carros de bombeiros e luzes que vão e tudo mais. Foi imediatamente tomado os cuidados, e eu andava na cidade com Amy.


E na ambulância, ela estava começando a ter convulsões. Eu estava tão assustado, eu estava preocupado que ia perdê-la. Francie estava na mesma ambulância, e ela estava de fora, ela não sabia onde ela estava. Ela pensou que ela sabia, mas ela certamente não. Temos a sala de emergência, e eles disseram: “Você vai ter que ir para a cidade”, eles nos levaram em outra ambulância imediatamente para o Hospital Cottage, que é perto de Santa Bárbara, eu acho.



Amy Agajanian no programa da Oprah

 

Tudo o que tenho a dizer é que as pessoas de Michael estavam no hospital a partir do momento que estávamos lá dentro, eu estava orando naquele hospital, eu estava muito preocupado que nós íamos perder Amy, e ela teve a varredura do cérebro, havia algum inchaço, mas ela estava bem. E as pessoas de Michael estavam lá o tempo todo. O que Francie? Oh, ela teve uma fratura no crânio!

Mas nós éramos convidados lá, e as pessoas de Michael estavam preocupadas que nós fossemos processar Neverland, e processar Michael, e assim por diante, e um dos advogados dele ligou e perguntou como estávamos fazendo, e perguntou se não ia haver qualquer litígio e, claro, nós dissemos: “Os amigos não processam amigos por acidentes”. Amy estava OK, depois disso, mas Michael tinha uma limusine no hospital para nós, e ele teria vindo ao próprio hospital, mas ele teria criado muita loucura.

Então, ele nos levaria de volta para a casa, para jantar, e nos levavam, Francie e eu, de volta ao o hospital, Francie ficou com Amy, e Michael, naquela manhã, tinha deixado de fazer uma sessão de gravação na cidade, e quando ele ouviu que Amy estava ferida, ele enviou todos os músicos para casa, e entrou em um helicóptero, o que ele não gosta de fazer, ele realmente não gosta de voar de jeito nenhum, ele teria sim uma limusine ou tomado o transporte dele, mas ele voou para lá, e mesmo que ele não pudesse ir para o hospital, ele ficou em Neverland, e ficou de plantão até que ele descobriu que Amy estava OK, e ele só mostrou o tipo de pessoa que ele era.

Ele parou o trabalho dele, e enviou – ele provavelmente estava perto de 100 pessoas e músicos gravando e tudo isso – para casa para que ele pudesse chegasse lá, porque tinha ouvido dizer que a minha filha tinha se ferido em Neverland. Eu sei que é uma história prolixa, e peço desculpas aos convidados, e você e Bruce, mas essas coisas só saem de mim quando eu ouço... quando ouço coisas ditas sobre um cara que foi realmente um sijeito inocente, honesto, amoroso e cuidados. Eu só preciso dizer ao meu lado da história.


Ike: Bem dito, muito bem dito. Agradecemos por compartilhar essas histórias esta noite com a gente.

 


Parte 4:


A FORMA COMO A MÍDIA O TRATOU É UMA TRAGÉDIA

 



Ike: Agradecemos por compartilhar essas histórias esta noite com a gente.

Bruce tem uma pergunta: a sua impressão sobre a forma como a mídia o tem tratado nas últimas 48 a 72 horas.




JC: Tragédia. Tragédia, Bruce. A maneira como eles o tratavam é a forma como eles trataram toda a vida dele, como um show de horrores!

Estou pedindo a todos, estou implorando a todos para apenas reservar os comentários deles, eu estou implorando para você não ouvir a fofoca, para não ouvir o sensacionalismo. Sim, Michael tinha muitas facetas, muitos lados, e sim que ele estava tendo um problema com drogas, como muitas pessoas fazem em nossa sociedade, mas ele não era um monstro, ele não era um molestador de criança.





JC Agajanian sobre Jordan Chandler: “O primeiro menino disse: “Eu não posso ir até lá e mentir sobre Michael” e este é oo caso dele, quando se desfez”

Eu tenho uma tonelada de histórias, rapazes, da próxima vez que eu vir vocês eu vou lhes contar as histórias sobre por que e como esses processos “apenas foram embora” e por isso que a primeira criança se recusou a ir para o banco de testemunha como o pai dela queria, para dizer mentiras sobre Michael, e ele disse ao pai: “Eu não posso ir para o banco! Eu não me importo quanto dinheiro você vai conseguir, eu não me preocupo com o futuro de fazer uma gravadora”, como o pai queria, “eu não posso ir até lá e mentir sobre Michael”, e que é quando o caso dele se desfez.


E os 25 milhões de dólares para a família dele nunca aconteceu. Ele entrou em um fundo fiduciário, e não era muito dinheiro, era uma quantidade muito menor, tudo foi exagerado.


 
O valor do acordo, pago pela seguradora de Michael foi um pouco mais de 15 milhões e isso foi pago em parcelas.

 

 


TUDO TINHA UMA RAZÃO

 


JC: E esperem, vocês todos, até tentar obter uma alça sobre a verdade, porque agora eu só assisti ao “Extra”, antes de ligar poara seu programa show, e eles estavam mostrando as coisas como eu lhe falei: “Há algum misterioso quarto escondido, e está alinhado com os brinquedos das crianças...” , e é apenas um monte de bobagem!

Era uma sala com brinquedos para as crianças que estavam doentes que se aproximavam, e havia mesas com brinquedos para brincar, e havia uma sala de artes e ofícios, e tudo isso estava lá, e era uma sala que você pode apenas entrar, no segundo andar da casa Tudor!

 

Michael e Prince em um quarto da casa. Neverland

 

E naquela sala que eu lhe falei – que era o quarto privado dele, onde ele iria quando as crianças gostariam de ter uma festa do pijama – ele saia e dormia em sua outra sala sozinho. Ele dava a cama dele. (JC quer dizer que quando as crianças dormiam no quarto de Michael – que era um quarto enorme com dois andares, naverdades, vários cômodos conjugados, Michael ia para uma área privada e deixava as crianãs dormirem no quarto maior). Ele convidou as crianças [ele nunca fez, ela iam por si] para dormir na cama dele. (Várias crianças testemunhram, e os pais delas confirmaram, que elas dormiam no quarto de Michael ou na cama dele porque queriam, ele nunca fez nada para que isso ocorresse.) Ele não estava lá! Ele fazia questão disso.


Mas tudo é torcido, e eu só estou pedindo a todos que, por favor, não dê ouvidos às mentiras, não escutem a fofoca, não dê ouvidos para todas essas coisas que foram inventadas, embora eu saiba que vocês não sabem como descobrir o que tem sensacionalismo e o que tem poucos pedaços de verdade, mas como eu disse, Francie e eu estávamos observando não só o Acess Hollywood, mas todo o resto deles, e eles levam essas coisas que eu lhe disse e torcem isso e fazem soar esquisito e estranho, e não é assim.

Tudo tinha uma razão.


Ike: Sim, e há muita especulação por aí, eu acho que a única coisa que eu notei, porém, é, observando-se, o fato de que ele era tão frágil, e parecia que ele era tinha apenas um pouco mais de 100 libras ou assim.


JC: Sim, isso é verdade. Ele nunca foi um cara grande. Ele era um cara pequeno para começar. Ele sempre foi magro.

E eu realmente penso um par de coisas, você sabe. Primeiro de tudo, ele era um vegetariano, ele era muito consciente da saúde dele. Ele iria meditar. Ele iria exercitar. Ele fazia um monte de trabalho e ele tentava manter o peso dele baixo para que ele pudesse dançar, ele fazia um monte de coisas para tentar ser o mais apto possível. Então, eu acho que, perto do final aqui, já ele não estava bem, e ele não estava, e eu acho que houve algumas doenças que não foram detectadas. Ele sempre foi muito leve, mas ficou fora de mão.


Ike: Então você diz que ele era um vegetariano? Que tipo de coisas você comeu quando você estava lá?


JC: Diga isso de novo? Sinto muito.


Ike: Você disse que ele era um vegetariano.


JC: Ele teria tudo que as crianças queriam, de cachorros-quentes a hamburgers, a bifes, e assim por diante.

 

A longa mesa de banquete estende-sesob uma árvore no terreno atrás da casa principal no rancho Neverland

Ele não tinha qualquer bebida alcoólica em Neverland, enquanto eu estava lá. Eu sei que alguém disse que havia álcool. Eu sei que alguém disse que, por baixo da sala de jogo, havia uma adega de vinhos com alguns vinhos muito, muito maravilhosos e outras coisas. Ele pode ter tido isso, para convidados especiais.

Havia, sim, uma adgea subterânea em Neverland que ficava debaixo da arcade. Mas note que Michael comprou neverland pronta e ele apenas remanejou as contruções. Portanto, não é estranho que houvesse uma adega debaixo da arcade, pois antes de ser arcade, ela foi outra coisa, quando o antigo dono vivia lá.

Mas não havia bebida alcoólica disponível para qualquer pessoa, enquanto você estava em Neverland. E não importa se fomos nós, ou as crianças, ou ninguém. Sem álcool, nenhum álcool estava disponível. E teria, agora não se esqueça de que ele tinha um fabuloso, ele tinha dois chefs maravilhosos na cozinha lá, e eles iriam fazer a comida de Michael para ele, que sabiam que ele gostava, então, ele comia comida indiana, ele comia um monte de refeições vegetarianas e Fracie apenas me lembrou de que quando tíanhamos cachorros-quentes, ele teria um cachorro-quente de tofu, ou algo que parecia ser um cachorro-quente, e tinha gosto de cachorro-quente, mas era algo na dieta dele .

 


ELE DANÇOU COMO SE TIVESSE 20 ANOS DE IDADE

 


JC: E é por isso que é difícil imaginar um cara que era tão autoconsciente sobre a forma dele. Agora não se esqueça de que ele tinha 50 anos!

Ele parecia muito jovem, mas ele tinha 50 anos, e ele ainda dançou como um jovem de 20 anos. E isso está saindo quando você está ouvindo sobre os ensaios para a turnê de Londres, que estava aqui no Staples Center, em Los Angeles.

Ike: Jay, eu odeio interrompê-lo, temos que seguir em frente agora, mas, homem, eu quero agradecer obrigado por compartilhar essas histórias com a gente.


JC: Nao foi nda, e eu vou lhe dizer, este é o único programa que vai ouvir isso de mim. Eu já recusei outras entrevistas, e eu queria que você e Bruce e seus ouvintes, em todo o mundo, ouvissem essa informação e soubessem de alguém que foi lá em primeira mão, e vão chamar de mentirosas as pessoas que estão dizendo coisas.

Sim, ele tinha dificuldade em outras partes da vidad dele, mas ele era um cavalheiro gentil, generoso, e é assim que ele deve ser lembrado.

Ike: Bem dito. Muito obrigado Jay!

Mulher: Bem, eu sei que as pessoas têm dito um monte de coisas sobre o Sr. Jackson ao longo dos anos, mas a única coisa que eu realmente acho que é mais importante agora são as três crianças que perderam o pai. E essa é a coisa mais importante. E todos nós, que somos pais, compreendemos que mais do que qualquer coisa, isso é a coisa certa a se concentrar. Três crianças perderam o pai.


JC: Com certeza. Deus lhe abençoe, essa é a verdade, e que isso não se perda com toda essa loucura.

Ike: Muito obrigado, Jay!


JC: Obrigado a todos no Salão Assmbrado! Nós amamos vocês! Desejamos-lhe o melhor!


Ike: Eu o também amo!


***
OBRIGADO JC!

 


NÓS O AMAMOS MUITO!

 


Como Post Scriptum ao acima, aqui está uma história de um membro da equipe Rock forevenr nos escreveu sobre Amy Agajanian, filha do Sr. Agajanian com quem ela conseguiu falar ao telefone.


Há várias coisas notáveis ​​sobre as memórias de Amy de Michael. Um deles é isto: embora Michael tenha passado muito tempo com Amy – mais que com os irmãos dela – ele nunca permitiu que a menina para ficasse sozinha no quarto dele, pois ele tomava cuidado especial para não colocá-la em qualquer situação comprometedora (ele era um tipo de cara antiquado). O pobre Michael não imaginou que mantendo meninas longe do quarto dele, ele só fornceria insinuações desagradáveis ​​para os animais da mídia...

Michael permitia que meninas ficassem no quarto deles, mas não sozinhas, pois ele não queria que as pessoas pensassem mal sobre isso. Mas ele não pensava (antes de 1993, pelo menos) que iriam pensar que ele fazia sexo com um menino.


A história de Rockforeveron:


“Amy era uma pequena amiga muito próxima de Michael no início dos anos 90, manteve-se com ele ao longo dos anos, é uma jovem empresária que, junto com a família, está totalmente devastada pela morte de Michael.
 

 Eu falei com ela no telefone por mais de uma hora, há alguns meses.

Ela se lembra de ou sabe coisas muito legais, toda a família, ela estava no aeroporto esperando para testemunhar em nome de MJ, quando eles ficaram decepcionados de ser chamados pelo advogado e informados de que não iriam testemunhar. Ela também estava em uma festa em Neverland depois e disse que estava tão alegre! Todo mundo cantando! Os irmãos mais velhos dela foram autorizados a dormirna casa, mas mesmo que ela fosse amiga mais próxima de MJ e passasse muito mais tempo com ele que os meninos, ela foi relegada a uma pousada com a mãe. Ela ficou chateada! Michael lhe explicou que não era adequado para as meninas ficar na casa durante a noite desacompanhada. Os sentimentos de Michael sobre isso explicar completamente por que eram sempre meninos durante a noite. Mas você não se ouve nada sobre as pequenas amigas meninas dele.
 

Na verdade, houve meninas dormindo no quarto, conforme testemunhos. Mas elas não ficavam lá sozinhas com ele. Na realidade, geralmente, nenhuma crianaça ficava sozinha com Michael, sempre havia mais um adilto ou mais de uma criança.



Ela disse que acha que foi a melhor amiga de MJ (mas é claro que ela realmente não save ao certo), até que Lisa Marie apareceu. Ela me contou que acompanhou o casal para alguns passeios, e ela queimou com o ciúme, a pobrezinha. Ela disse que era óbvio que eles estavam apaixonados, sempre de mãos dadas e se beijando. Então, Michael começou a encontrar cada vez menos tempo para ela.


Oh, no interesse da justiça para LMP, ela disse que LMP foi tão doce como poderia ser para ela e ela veio a gostar dela.

E... ela disse que adoraria ir neste fórum e responder a perguntas, gosta de falar sobre MJ, mas ninguém pede a ela (!).


Ela era aquela menina na Oprah, e que andou de mãos dadas com ele no Superbowl. Ela descreveu a emoção disso para mim. Ela disse que não tinha ideia que era um grande negócio, ou que Michael era um grande negócio, e estava completamente atordoada e oprimida. Michael apenas disse a ela que estava indo para um concerto, por isso ele não tinha ideia do que esperar. Ela não sabia que Michael era famoso até aquele momento.
Você pode imaginar?”


Na verdade, todos nós podemos imaginar que Michael nunca disse às crianças sobre a fama dele? E estas bestas de mídia dizem que ele queria impressionar as crianças e atraí-las para a vida dele pelo brilho do ouro dele? Foi absolutamente o contrário! Ele queria que as crianças lhe dessem o sentimento do que é normal, como é ser uma pessoa simples e comum...

Amy e os pais dela foram convidados na Oprah, em fevereiro de 1993, no mesmo dia em que a entrevista ao vivo com o MJ foi ao ar. Aqui está o vídeo de Amy Agajanian no show de Oprah:






Oprah: “Michael Jackson, como temos ouvido muitas vezes, é cercado por crianças e, através dos anos, ele fez amizade com jovens atores como Emmanuel Lewis e Macauley Culkin. Mas você não tem que ser uma estrela infantil para chamar a atenção de Michael. Eu conheci a minha próxima convidada quando eu estava visitando o rancho de Michael, há algumas semanas, para filmar as promos. O melhor amigo dela só acontece de ser o maior astro do mundo e todo o universo a viu ao lado de Michael durante a performance dele no superbowl, por favor, conheçam Amy. Amy, estamos contentes em tê-la aqui. No dia em que estávamos lá filmando nossa promo, Amy queria que terminássemos para que pudéssemos sair e brincar com Michael, não é mesmo?”


Amy: (Balança a cabeça afirmativamente.)

Oprah: O que ele realmente gosta, Amy?

Amy: Ele é como uma criança. Ele quer ficar um garoto, mas ele cresceu.

Oprah: Você gasta muito tempo com ele?

Amy: Quando eu vou até lá eu passo quase a maior parte do tempo com ele brincando.

Oprah: De que você brinca?

Amy: Eu brinco nos brinquedos (do parque) e brinco de esconde-e-esconde.

Oprah: E como foi que você o conheceu? Queremos saber para que possamos fazer a mesma coisa. 
 

Amy: Bem, eu estava fazendo um comercial com ele. Eu tinha quatro anos e eu não sabia nada sobre ele. E eu entrei em no trailer dele e sentei direito no colo dele e ele disse que nó seríamos amigos para a sempre.


Oprah: Vocês dois?


Amy: (Balança a cabeça afirmativamente.)


Meu grande obrigado a todas as pessoas que ajudaram a coletar e transcrever o material para este post – Tamia, KC, Rockforeveron e David Edwards. Tenho certeza de que Michael está feliz de nos ver juntos em fazer um trabalho.


Feliz aniversário para você, Michael!
Alpha

 


 
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Análise da Linguagem Corporal de MJ

Este vídeo contém uma análise da linguagem corporal de MJ feita pelo especialista Craig James Baxter. A análise é da declaração que MJ fez, em 1993, sobre as acusações de que foi alvo.

Um problema técnico me impede de incorporar o vídeo, mas eis o link:

http://www.youtube.com/watch?v=vteo2-rsai8



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O Testemunho Sob Juramento Que Voltará Para Assombrar Wade Robson


O Testemunho Sob Juramento Que Voltará Para Assombrar Wade Robson

 


 

Por Charles Thomson

Traduzido por Daniela Ferreita para o blog O Lado Não Contado da História

 

 

 

Quando você está cobrindo Michael Jackson por qualquer período significativo de tempo, você chega a acreditar que nada pode chocá-lo mais. Desde que comecei a relatar sobre Michael Jackson por várias organizações de mídia, ele anunciou a maior residência de deconcertos de todos os tempos e, em seguida, morreu antes que pudesse terminá-lo. Um médico foi preso pelo homicídio dele e um álbum póstumo causou escândalo internacional por supostamente conter faixas cantadas por um impostor.

Por muitos anos, a vida de Michael Jackson (e vida após a morte) tem sido um atoleiro de escândalos, polêmicas e disputas legais. Atualmente, a empresa de entretenimento AEG – que promoveu os concertos “This Is It” de Michael Jackson – está em julgamento pelo o que, a família do cantor sente, é um mínimo de responsabilidade por causa da morte dele. Já, testemunhas atestaram que Jackson foi banido do palco durante alguns ensaios por o medo que ele iria ferir a si mesmo. Um produtor testemunhou a chorar quando viu Jackson divagar nos ensaios que Deus estava falando com ele. Ela disse aos jurados que havia advertido os membros sêniors da produção de que acreditava que ele estava morrendo e precisava ser transportado para o hospital, apenas para os apelos dele ser ir ignorado. Menos de uma semana depois, ele estava morto.

Para um correspondente experiente de Jackson, nada disso foi surpreendente. Parece que não passa uma semana sem algum drama ou outro engolindo a fslecida lenda da música ou aqueles intimamente associados a ele, de conflitos de direitos autorais a alegações de sequestro. Mas na semana passada, houve um desenvolvimento na esfera Michael Jackson que realmente me surpreendeu. Wade Robson, que tem defendido firmemente Michael Jackson por 20 anos e ainda testemunhou para ele no julgamento de 2005, apresentou documentos contra várias organizações ligadas à lenda do pop, buscando vários pagamentos por alegado abuso na infância.

O coreógrafo diz que foi abusado sexualmente por sete anos, a partir de sete anos de idade aos 14 anos de idade. A notícia abalou a comunidade de Michael Jackson. Aqueles que o amam surgiram em defesa dele, enquanto aqueles que construíram carreiras em atacá-lo reagiaram com alegria indisfarçável. A ex-mulher de Jackson, Debbie Jackson Rowe, tem marcado as exigências financeiras de “oportunista”, e Jermaine Jackson tem tachado o coreógrafo de “cheio de merda”.

O advogado de direitos civis Tom Mesereau, que defendeu Jackson no julgamento dele, em 2005, sugeriu que as reivindicações são “suspeitas”, pois apresentação pública delas coincidiu tão bem com o julgamento da AEG. Na verdade, as alegações surgiram quando a maquiadora Karen Faye testemunhou que ela e os outros tinham levantado repetidas preocupações sobre a saúde de Jackson, mas tinha recebido respostas insensíveis dos responsáveis. A posterio entrevista televisionada de Robson assegurou pouca atenção da mídia para pagar o depoimento o testemunho de um empregado da AEG de que os papéis financeiros provaram que Murray era empregado da empresa, e não de Michael Jackson. Wade Robson tem trabalhado constantemente para AEG e, aparentemente, já tem trabalhos futuros alinhados com a corporação, mas o advogado dele negou qualquer conexão entre os processos judiciais.

À luz da mudança repentina de sintonia de Robson, eu tirei a poeria de minhas completas transcrições do julgamento de 2005 de Michael Jackson pelo Ministério Público. Enquanto muitas notícias têm referido que Robson testemunhou para Jackson, no caso, poucos fizeram qualquer esforço especial para destacar a gravidade do testemunho dele.
“Wade Robson era uma testemunha tão convincente e segura que Michael Jackson o escolheu para abrir o processo de defesa dele no julgamento. Sob interrogatório firme e sustentadoe, por vezes, agressivo, por parte do promotor Ron Zonen, Robson não só negou qualquer impropriedade por parte de Jackson, mas fê-lo várias vezes, de forma enérgica e convincente – até mesmo zombando dos promotores e descrevendo a mera sugestão de abuso sexual nas mãos de Jackson como ‘ridícula’.”

Como uma nota lateral, a ideia de que, em um julgamento sobre o suposto abuso sexual de crianças, um verdadeiro agressor iria escolher alguém que ele tivesse molestado por sete anos como a primeira testemunha a sofrer implacável interrogatório da promotoria pode parecer um pouco exagerado para o casual espectador.

Quando visto ao lado de alguns dos comentários que ele fez no Today Show, esta semana, o depoimento de Robson, é provável, lança mais de uma dúvida razoável sobre os novos pedidos. Ele respondeu com clareza e competência a perguntas detalhadas sobre vários exemplos da alegada má conduta. O testemunho é tão imensamente prejudicial para as novas exigências legais por dinheiro que ele e o advogado dele já flutuavam dias potenciais, mas sem dúvidas, igualmente nada convincentes, explicações para a bizarra reviravolta.

Quando a história sobre as exigências de dinheiro passou ao vivo na semana passada, o advogado de Robson foi citado como dizendo que o coreógrafo se recuperou “memórias reprimidas”, uma história que, muitos sugeriram, poderia ter sido concebida para explicar negações extenuantes de Robson no julgamento de 2005, sem admitir perjúrio. No entanto, a alegação de Robson foi considerada com tal incredulidade – muitos psicólogos eminentes nem sequer acreditam em memórias –, que ele tem mudado desdo o argumento.

Robson afirmou em na entrevista dele na TV, esta semana, que a verdadeira razão pela qual ele disse aos jurados que ele não foi molestado foi que ele não tinha percebido que o que Jackson, supostamente, fez com ele era abusivo – outra reivindicação garantida a levantar uma sobrancelha. Ele era um homem de 22 anos, profissional bem sucedido, no momento do depoimento dele.

Sob juramento, em 2005, Robson foi perguntado, repetidamente, sobre atos particulares e se ele sabia que Michael Jackson os tinha realizado em qualquer criança. Ele respondeu com veemência que não só ele nunca presenciou qualquer tipo de comportamento, mas ele estava firme na opinião dele de que Michael Jackson nunca teria se envolvido nisso.

Olhando para trás, ao longo dos documentos judiciais 2005, a última explicação para o testemunho dele simplesmente não resiste a uma análise. Por exemplo, ele foi perguntado especificamente se Jackson tinha tocado o corpo dele. Independentemente de saber se ele acreditava que a conduta de Jackson constituía abuso sexual, se Jackson tivesse realmente tocado o corpo dele, a resposta clara teria sido “sim”. Mas não foi “sim”. Foi “não”. Não uma e outra e outra vez.

Ele mesmo testemunhou que, depois do que ele, agora, alega ter sido vários anos de abuso sexual nas mãos de Jackson, ele voltou à cena dos supostos crimes mais de 20 vezes mais tarde na vida, com amigos e parentes no reboque, para uma estadia relaxante. Ele também testemunhou permanecer em contato com Jackson e ainda o considerava um amigo próximo. De fato, vários anos após o julgamento, Robson continuou a conviver com Jackson.

Pouco depois que a morte de Jackson foi anunciada em 2009, Robson escreveu que Jackson era “um dos principais motivos por que eu acredito na pura bondade da humanidade”. De acordo com o irmão de Jackson, Jermaine, Robson e a mãe dele o ajudaram a escrever partes da autobiografia dele sobre o retrato injusto que a mídia fez do irmão dele como um molestador de criança. De fato, desde a morte de Jackson, Robson prestou homenagens públicas à estrela repetidamente, como recentemente, em 2012. Ele até se cnadidatou, no ano passado, para um trabalho de coreografar em um show em tributo ao alegado abusador dele, mas não conseguiu o show.
 

Wade Robson entrou com pedido de indenização contra o Espólio de Jackson em busca de um pagamento e, dinheiro por alegado abuso na infância. Ele também entrou com uma ação civil contra as várias empresas afiliadas a Jackson, buscando mais uma compensação financeira pelo suposto abuso.

Ele insistiu, esta semana, sobre as novas alegações, que “não se trata de dinheiro”.

A transcrição integral do depoimento de Robson em 5 de maio de 2005, totaliza cerca de 14 mil palavras e atravessa 60 páginas de A4. Ele inclui lotes de repetição e discussão sobre onde ele morava, quando os pais se separaram e vários outros apartes tangenciais. Abaixo, eu extraí o que eu acredito ser a chave do testemunho. É difícil ver como, dada a existência desse testemunho sob juramento, Robson poderia convencer um júri além de uma dúvida razoável de que Jackson já tenha agido inadequadamente na presença.

Uma pessoa cínica poderia, portanto, interpretar a entrevista de alto perfil de Robson na TV, esta semana, como uma tentativa de evitar entrar em um tribunal e ter um júri testando as novas reivindicações dele. Quantos mais vpisiveis ataques públicos a Jackson o Espólio pode sofrer antes de ser forçado a começar a considerar um acordo? Nesta fase, a capacidade de danificar o potencial de ganho do Espólio é tudo que Robson tem a favor dele – porque a prova está firmemente a favor de Michael Jackson.

Aqui está o testemunho mais ninguém na mídia está mostrando. Veja por si mesmo.
 

(Charles Thompson citou parte do testemunho de Wade, mas como o temos na íntegra neste blog, apenar colocaremos para você referido link aqui, e você poderá ler todo o testemunho de Wade, bem como o da mãe e da irmã dele, se quiser.)

 

 

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Informações sobre Jason Francia


Informações sobre Jason Francia

 


 

O TMZ alega que Wade Robson pretende usar o testemunho de Jason Francia nas para corroborar as acusações infames dele. Pois aqui vai informações sobre os Frnacias:

 

Traduzido por Daniela Ferreira, comentários em azul são da tradutora.

 


Enquanto Blanca Francia falsamente acusou Jackson de ser inapropriado com Wade Robson, o filho dela, Jason, também fez acusações contra a estrela: ele afirmou que Jackson inadequadamente fez cócegas nele três vezes durante o período em que sua mãe foi empregada pelo artista.

Quando a polícia entrevistou Jason Francia pela primeira vez, em 1993, o único menino alegando abuso por parte de Jackson era o acusador original, Jordan Chandler. A polícia entrevistou dezenas de crianças, mas não conseguiu encontrar qualquer outra criança dispostos a corroborar as alegações dos Chandlers, apesar de os pesquisadores se envolverem em métodos questionáveis (como mentir para as crianças dizendo que eles sabiam de tudo, que tinha fotos delas nuas – o que era uma mentira descarada e levou os pais a fazer reclamações ao chefe de Polícia de Los Angeles). ​​[link]. Isso foi o que eles fizeram,  em seguida, com o filho de 13 anos de idade de Blanca Francia, Jason, em 4 de novembro de 1993, e, depois, novamente, em 24 de março de 1994. Foi a polícia que iniciou o contato, Blanca e Jason Francia nunca procuraram as autoridades.


Para a polícia, Jason Francia inicialmente negou que Jackson algumas vez tivesse feito algo impróprio para ele. Ele disse: "Eu só vou dizer isso a todo vapor. Não me lembro de ele tentar qualquer coisa comigo, exceto as cócegas". [6]. Quando a polícia o pressionou para "lembrar" coisas erradas por Jackson, ele afirmou: "Se eu não me lembro, eu não me lembro". [6].

Em 2005, no o julgamento de Jackson, Jason alegou que ele inicialmente negou impropriedades por causa de embaraço. No entanto, fitas de áudio e as transcrições das entrevistas com os policiais em 1993 e 1994 revelam como os investigadores o pressionaram e o levaram a criar acusações contra a estrela. Em uma moção, em 2005, a defesa de Jackson classificou essas entrevistas como "exemplos de livros didáticos de forma inadequada de interrogatórios sugestivos" [7].

 

Ou seja, era exatamente o tipo de interrogatório que não se deve fazer, ppis induz a pessoa a dizer e acreditar em coisas que não aconteceram.

 


Um artigo escrito por Kenneth E. Blackstone, um membro do American College of Forensic Examiners Internacional e um especialista de investigação de ofensa sexual, apresenta o que métodos de entrevistar podem contaminar o testemunho de uma criança e torná-lo não confiável e​e levar a falsas alegações:

 

http://www. blackstonepolygraph.com / ...nterviewing.pdf

 

Nas páginas 11 e 12 do do documento , ele dá uma lista de nove fatores que levantam a suspeita de um interrogatório impróprio que pode levar a falsas alegações. Pelo menos 7 a 8 desses nove fatores podem ser observados nos interrogatórios de Jason França.


Por exemplo, em 4 de novembro de 1993, em uma entrevista da polícia, Francia disse aos investigadores que não se lembrava de Jackson alguma vez colocar a mão em qualquer lugar que o fez se sentir desconfortável. O Detective Vincent Neglia não estava satisfeito com essa resposta e deixou bem clara a resposta com que ele estaria satisfeito, sugerindo ao menino que as lembranças dele eram flagrantemente erradas e sugerindo que ele devia "lembrar":


Citação:


Det. Neglia: Ok, mas o que estou querendo dizer é que talvez eu não esteja sendo claro o suficiente. O que estou dizendo é que talvez ele tenha colocado as mãos em algum lugar em você onde ele não deveria. Talvez ele tenha colocado as mãos sobre você em algum lugar que fez você se sentir desconfortável. E é por isso que você não está se lembrando. É como se houvesse um pouco de "Oh, eu não consigo lembrar o nome desse cara e eu não me lembro do sobrenome dele, e eu apenas não me'lembrar disso. Não, eu não quero lembrar isso, não posso em lembrar". Isso é só um pouco diferente de não se lembrar, é porque você está escolhendo não se lembrar, e isso é que você simplesmente não pode chamar de volta o uh, o evento. E eu acho que o que você está fazendo está com cócegas e tudo isso, está tentando forçar-se para não se lembrar. E você também tem aquele em que você está dizendo que a quarta vez na festa que você disse algo como: "Esse foi o tempo". Que horas eram Jason: Qual foi o momento "[7]?



Em outros momentos, durante as entrevistas, os investigadores mentiram para o menino e disseram que os outros meninos, como Macaulay Culkin, tinham sido molestado por Jackson, e a única maneira que eles poderiam resgatá-los era se Jason dissesse coisas incriminatórias  sobre Jackson.

Citação:
"Det. Neglia: Eu percebo o quão difícil isso é. Sei como é doloroso  pensar nessas coisas que você tentou tão difícilmente não pensar, mas você está indo bem. E você também está ajudando o garoto que ele está incomodando agora.


Jason Francia: O que você quer dizer que ele está te incomodando?

Det. Birchim: Ele está fazendo a mesma coisa.


Jason Francia: Macaulay Culkin.


Det. Neglia: Só que ele está entrando muito mais nisso. Como sua mãe lhe tirou de lá. A mãe de Macaulay não vai tirá-lo de lá. Eles estão se alimentando dele.

 

Det. Birchim: Ele está fazendo coisas piores.


Det. Neglia:. É muito pior com ele "[7]

 

Macaulay Culkin e o pai dele sempre defenderam MJ. Você percebe que os detetives estavam claramente tentando forçar Jason a acusar Michael e aproveitaram a citação do nome de MC. É natural, porém, que o nome Macaulay Culkin tenha surgido na mente de Jason, simplesmente porque Macaulay era muito amigo de Michael e ia a Neverland com frequência.



Alegaram que Corey Feldman teve problemas com drogas, porque Jackson o molestou:



Citação:


"Det. Neglia: Ele é um viciado agora, ele está preso, ele não age nem nada. Ele fica chapado. Ele embala o nariz com cocaína e ele vai morrer no momento em que ele tiver 22 anos.

 

Jason Francia: Quantos anos ele tem?


Det. Neglia: Cerca de 21. Mas esse é o tipo de vida que ele está vivendo, e isso tem a ver com o que está sendo exposto para as pessoas como essa, e ter ninguém para protegê-los e tirá-los.


Det. Birchim: Como você teve a sua mãe.

Det. Neglia: Como sua mãe puxou você para fora, e você é, você é sincero, e você está (sic) com a honestidade coms vai nos ajudar. Para puxar a próxima criança para fora, pode até ser tarde demais para Macauly (sic) já. Mas essas crianças com quem ele está viajando estão em turnê agora. Talvez possamos resgatá-las... "[7]


Ambos, Culkin e Feldman, sempre declararam com firmeza às autoridades e ao público que Jackson nunca os molestou e nunca os tocou de forma inapropriada.

 

Os investigadores tentaram forçar Feldman a acusar Michael também. Feldman, no entanto, disse saber muito bem o que era ser abusado, porque ele tinha sido, mas não por Michael Jackson. Quando Feldman tentou dizer aos policiais o nomem do da pessoa que o molestou, os detetives disseram a ele que não queriam saber nada sobre quelquer um que não fosse Michael Jackson.

Os investigadores se referam a Jackson como um “molestador” [6] nas  entrevistas dele com Francia, mesmo eles não tendo qualquer evidência contra ele. Eles também usaram palavrões depreciativos contra Jackson, por exemplo, dizendo: "Ele faz boa música, ele é um grande cara, merda" [6] Em um ponto, depois que os investigadores disseram a Francia que eles pensavam o que Jackson fez com ele, o menino disse: "Bem, eu vou ter que trabalhar nisso" [6]. Em uma das entrevistas, Francia disse:.. "Eles [os interrogadores] me fizeram sair com muito mais coisas que eu não queria dizer, e continuaram pressionando. Eu queria me levantar e bater-lhes na cabeça "[6]. Na segunda entrevista, em 24 de março de 1994, Francia indicou que ele estava ciente do fato de que outro menino (Jordan Chandler) havia processado Jackson por dinheiro [6].


Nas entrevistas dele de 1993 e 94, depois de inicialmente negar qualquer irregularidade por Jackson, Jason Francia cedeu à pressão. No julgamento de Jackson, em 2005, quando sob interrogatório pelo advogado de Jackson, Thomas Mesereau, ele admitiu que ele disse coisas nessas entrevistas porque ele "estava tentando descobrir como sair de lá" [6]:



Citação:


Pergunta. Lembre-sa de dizer à polícia, "Vocês são agressivos"?


Resposta. Sim. Lembro-me de dizer à polícia isso.

P. Okay. E, depois que continuaram pressionando, você finalmente disse: "Você sabe, eu acho que ele fez cócegas em mim", certo?


R. Não.


P: Você se lembra disso? Você se lembra de, em primeiro lugar, dizer que você não sabia, e depois...


R. Sim, eu me lembro de dizer em primeiro lugar: "Eu não sei."


P. E depois de dizer à polícia: "Vocês são insistentes", você acabou finalmente dizendo: "Sim, ele me fez cócegas", certo?


R. Eu acredito que é como foi.


P. Okay. Você meio que ia e voltava durante a entrevista, não é? Um segundo você diria: "Ele me fez cócegas", e no segundo seguinte você diria que você não tinha certeza, correto?


R. Eu estava tentando descobrir como sair de lá.


P. Eu entendo. E você se lembra de exatamente como você se sentiu, em 1993, durante a entrevista, certo?


R. O sentimento de, sim, chorando e confuso. [6]



Também foi revelado que após o primeiro interrogatório de Jasosn Francia pela polícia, em 1993, ele foi enviado à terapia com um conselheiro chamado Mike
Craft, e o promotor Thomas Sneddon estava presente pelo menos uma vez no escritório de Craft, enquanto Jason estava lá, no então Jason não poder dizer qual a comunicação que se passou entre os dois homens, em por que Sneddon estava. Segundo um artigo publicado no USA Today, em 7 de Fevereiro de 1994, o terapeuta a que Jason Francia foi enviado foi organizado e pago pelo escritório do xerife do condado após a mãe do menino expressar preocupação com o fato de que os policiais do xerife encontraram e ligaram para o filho dela, enquanto ela não estava presente. [9]

 

Um terapeuta pago pela polícia justamente depois que a mãe reclamou da forma como a polícia agiu. O que vocês pensamq que aconteceu? Que o terapeuta iria contra quem o estava pagando? Ou ia conseguir um jeito de convencer Jason de que Jackson era o culpado por tudo?

O quanto a promotoria confiou na história que conseguiram pressionar Jason Francia a contar é indicado pelo fato de que eles nunca apresentaram acusações contra Jackson com base em alegações de Jason Francia, apesar de estarem, obviamente, desesperados para encontrar uma outra suposta vítima além de Jordan Chandler.


No entanto, a mãe de Jason, Blanca Francia, tendo uma página do playbook dos Chandlers: contratou advogados civis e, ao final de 1994, ameaçou Jackson com um processo civil. Com o caso Chandler atrás dele e um plano para lançar um novo álbum em 1995, Jackson resolveu o caso com as Francias fora do tribunal. Como testemunhado no julgamento de Jackson em 2005, dois assentamentos foram assinados com os Francias – um com Blanca e outro com Jason Francia. Consta que Jackson lhe s pagouUS $ 2,4 milhões.


Deve-se notar que apenas um julgamento criminal pode enviar um criminoso para a cadeia, um julgamento civil só pode resultar em um prêmio em dinheiro, assim, como a liquidação dos Chandler, esse não era um caso de Jackson comprando o caminho dele para fora de uma acusação criminal. [Você pode ler mais sobre a liquidação Chandler link aqui.] Dois júris já haviam decidido, em abril de 1994, não indiciar Jackson. No entanto, um processo civil poderia ter resultado em um, prolongado processo judicial, com muita publicidade negativa para Jackson, e isso, independentemente da falta de credibilidade das alegações e do resultado, teria afetado a capacidade de Jackson para promover um novo álbum. A linguagem em ambos os assentamentos com Blanca e com Jason Francia enfatizam que não houve admissão de qualquer irregularidade por parte de Jackson. O fato de que ambos, Jason e Blanca Francia, foram chamados a depor em 2005, no julgamento de Jackson, é uma clara indicação de que tais assentamentos de ações cíveis não impedem e não podem impedir ninguém testemunhar em um tribunal criminal.

 

Os acordos feitos por Jackson com os acusadores deles, portanto, apenas colocaram fim a processos civis ou ameaças de processos civis, mas jamais impediram que ele fosse indiciado e julgado criminalmente. Assim, é uma tremenda asneira dizer que os acordos compraram o silêncio.



No ano de 2005, m o julgamento de Jackson, Jason alegou que o primeiro ato de improbidade ocorreu em 1987, no condomínio de Century City de Jackson, em Los Angeles, quando Jason tinha uns sete anos de idade. De acordo com a história, enquanto a mãe estava limpando o apartamento, ele e Jackson assistiram a desenhos animados na televisão e Jackson supostamente começou a fazer-lhe cócegas, que resultou em um "concurso de cócegas" entre os dois. Jason alegou que, apesar de lhe fazer cócegas a mão de Jackson mudou-se para a virilha e ele tocou a área genital por cima das roupas.


Um segundo ato de impropriedade foi descrito, semelhante ao primeiro, que ocorre no mesmo lugar, mais uma vez enquanto assistiam a desenhos animados, um ano e meio mais tarde, desta vez, quando Jason tinha uns oito anos, oito anos e meio de idade. Jason mais uma vez afirmou, enquanto assistia a desenhos animados, Jackson foi para trás dele e começou e o "abraçou". Jason alegou que ele começou a lhe cócegas e, ao fazê-lo, Jackson novamente tocou a genitália por acima das roupas. Ele afirmou que o contato com a área genital durou pelo menos uns quatro, cinco minutos.


Um terceiro ato de improbidade foi reivindicado ter acontecido em Neverland, na arcade, quando Jason tinha uns dez anos e meio de idade. Ele alegou que, ao jogar um videogame, Jackson novamente começou a fazer-lhe cócegas e, de alguma forma, eles acabaram no sofá em posição de "concha". Jason alegou que, desta vez, Jackson colocou a mão por dentro da bermuda e tocou-lhe os testículos. Ele alegou que isso durou cerca de três a quatro minutos. Neste ponto, Jason sentiu a necessidade de enfatizar para o júri: "Leva um monte de aconselhamento para superar, apenas para que vocês saibam". [6]



Jason alegou ainda que toda vez que Jackson fez cócegas nele, a estrela colocou uma nota de cem dólares nas calças dele. Jason alegou que ele nunca disse à mãe sobre o suposto abuso: "Eu nem acho que até hoje ela saiba" [6], disse ele no banco de testemunha, em 2005, apesar de a mãe dele ter contratado advogados civis e ameaçado processar Jackson sobre as acusações em 1994.


Durante o julgamento de 2005, o testemunho de Francia de Jason não foi considerado credível pelo júri, e os interrogatórios policiais impróprios que conduziram às alegações dele não foram o único motivo. À exceção da alegada ilegalidade, Jason Francia não parecia saber ou se lembrar de nada e foi apanhado em várias contradições e mentiras. Pelo menos, este jovem parecia ter uma memória muito ruim, pouco confiável e em constante mudança.

Na idade de 24 anos, sentou-se no banco de testemunhas e alegou que ele não sabia se ele já assinou um acordo com Jackson. Ele alegou que não tinha ouvimos sobre o pagamento que mãe dele recebeu de Hard Copy (tabloide americando que pagou a diversas pessoas para que contassem histórias falsas sobre MJ) até dois dias antes do depoimento e que ele nunca discutiu sobre isso com a mãe.


Na primeira, ele alegou que ele nunca disse à mãe que ele tinha sido tocado de forma inapripriada, mas depois admitiu que ele contou, afirmando que ele estava "enganado" mais cedo. Ele alegou que ele nunca disse que os advogados que representavam a ele em 1994, Terry
Cannon e Kris Kallman, de que ele foi indevidamente tocado, mas, mais tarde, no depoimento, ele disse que não sabia se ele já tinha dito a eles, e, mesmo depois, ele disse que lhes disse.


Em um dos interrogatórios de 1993 e 1994, Francia alegou que, durante um episódio de cócegas, ele apagou, e, por isso, ele não se lembra de nada além de cócegas. Em 2005, quando Mesereau perguntou se ele teve um black-out como ele poderia ter dito à polícia que a mãe dele não estava na sala, ele respondeu: "Eu bloqueei. Eu não tive um balck- out "[6]. Por favor, note, o condomínio de Jackson era um pequeno apartamento e a alegada inadequação ocorreu enquanto Blanca Francia estava presente, limpando, e capaz de andar até eles a qualquer momento.


Quando a polícia perguntou a Jason em 1993 e 94, se alguma coisa inadequada já tinha acontecido com ele em Neverland, ele disse: "Eu estava em torno de muitas pessoas" e, quando o pressionaram sobre a terceira história dele que que houve cócegas na arcade – o incidente no qual ele, agora, alega que Jackson colocou a mão  nas calças dele –,  Jacson disse que não sabia se Jackson o tocou inapropriadamente enquanto fazia cócegas nele. Na verdade, ele disse que não tinha certeza sequer se Jackson fez cócegas nele [6].


Mesereau apontou que, em uma entrevista com a polícia em outubro de 2004, Jason afirmou que essse terceiro incidente de cócegas durou mais de dez segundos, mas ele não lembrava quanto tempo. No julgamento, apenas um par de meses depois, Jason, de repente, lembrou que durou de três a quatro minutos.


Quanto ao dinheiro que Jason supostamente recebeu de Jackson após supostos atos impróprios, quando Jason Francia inicialmente foi interrogado pela polícia em 1993 e 94, ele alegou que Jackson lhe prometeu dinheiro cada vez que ele lesse um livro ou conseguisse uma boa nota, porque Francia tinha dificuldades na escola e com a aprendizagem (em 2005, no estande,  ele admitiu que ainda tinha problemas com leitura). Essa história depois, de alguma forma, evoluiu para Jackson colocando dinheiro nas calças depois de cada cócega.


Durante o julgamento, quando perguntado se o advogado Terry Cannon ainda o representava , Jason disse: "Eu não penso assim, não" [6], mas depois disse que não sabia se Cannon o representava. Mesereau o lembrou de que Cannon estava presente em uma reunião que Jason teve com os promotores no dia 6 de dezembro de 2004. Nessa reunião Jason não queria que a entrevista fosse gravada. Quando Mesereau lhe perguntou por que, num primeiro momento, ele alegou não se lembrar de que ele fez esse pedido. Então, quando foram apresentados os documentos que mostraram que ele, de fato, o fez, ele não poderia testemunhar qual motivo foi: "Eu não sei" [6] e "fita de gravação é estranho. Eu não sei. Não, eu não sei "[6]. Os documentos também mostram que ele pediu a Cannon para estar presente na entrevista, mas Jason disse que não lembrava o porquê  de Cannon estar lá e se ele lhe pediu para estar lá ou não.


Durante o julgamento, quando perguntado se qualquer acusação criminal já havia sido apresentada contra Jackson com base nas reivindicações dele (nunca houve), Jason respondeu: "Eu não sei muito. Eu não assisto ao noticiário". [6]

 

Não, não é uma piada, ele disse isso. Como se para saber se alguém foi acusado em razão de suas alegações, você precisase ver o noticiário. Pelo amor de Deus!


Mesereau perguntou a Jason sobre outra reunião com os promotores realizada em 19 de novembro de 2004, quando a mãe dele foi entrevistada no escritório do Promotor. Mais uma vez, Jason primeiro alegou não saber nada sobre o assunto: "Eu não sei... Mim e minha mãe não fala sobre essas coisas muito "[6]. No entanto, quando Mesereau lhe mostrou que ele estava presente nessa reunião, Francia, de repente, lembrou-se: "Agora eu me lembro, sim "[6. ].  Na verdade, não só Jason estava presente, mas ele também foi entrevistado pelos procuradores e pediu que a entrevista não fosse gravada naquela ocasião também. Novamente, Francia não se lembrava de nada disso: ele não se lembrava, sequer, de que aquela entrevista pelos procuradores, que durou cerca de uma hora, ocorreu, apesar de que isso aconteceu apenas um par de meses antes do depoimento dele no julgamento de Jackson!


Assim, não surpreendentemente, Jason Francia não causou uma boa impressão no júri no julgamento de Jackson. O Primeiro jurado, Paul Rodriguez, disse a Nancy Grace, em entrevista após o veredicto.

Citação:


GRACE: Sr. Rodriguez, você acredita no garoto que veio, que agora é um jovem ministro * afirmou que Jackson o molestou no passado?


RODRIGUEZ: Bem, nós tivemos um pouco de problema com isso, porque ele não tinha ideia de onde algum do dinheiro dele veio; e ele não queria falar com a mãe dele. E assim, esse tipo de coisas que nós meio que não focamos (o que acontece na nossa vida) , mas mantemos–  mantivemos isso no fundo de nossas mentes.


GRACE: Então seria seguro dizer que você não acredita nele?


RODRIGUEZ: Sim, seria muito difícil acreditar nele... [8]

 

[...]

GRACE: Sim. E quanto a uma criança que se tornou um jovem ministro *, que afirmou claramente qeu Jackson o molestou – acariciado os órgãos genitais dele?

 

Observe que Grace está falando da mesma pessoa, o mesmo Jason Francia, como que tentanto enrolar Paul Rodriguez.



RODRIGUEZ: Mais uma vez, como você disse antes, você sabe, sobre a situação dele ou o testemunho dele, era difícil comprar toda a história, quando ele agia como se ele não soubesse de nada. Quero dizer, ele agiu de modo muito parecido com a mãe do outro acusador, você sabe, ele simplesmente não parecia credível. Ele não pareceu nos convencer, como nós queríamos ser convencidos. E ele – ele estava deixando muitas lacunas nas declarações dele. [8]



(* O Ministério Público e os meios de comunicação constantemente tentaram fazer Jason Francia parecer mais crível, enfatizando que ele costumava ser um ministro, um pastor, na juventude.)

 

É muito revelador que Rodriguez tenha comparado o depoimento de Francia com a da "a mãe do outro acusador", Janet Arvizo, que foi amplamente considerado, mesmo por jornalistas pró-acusação, como um testemunho desastroso para a acusação.


Fontes:

[1] O testemunho de Blanca Francia em 2005 o julgamento de Michael Jackson (5 de abril, 2005)

[2] Lisa Campbell - The King of Darkest Hour do Pop (Branden Publishing Company Inc., Boston, 1994)
http://books.google.hu/books/about/Michael_Jackson.html?
id=BVC9zltjf-EC&redir_esc=y

[3] testemunho de Wade Robson em 2005 o julgamento de Michael Jackson (05 de maio de 2005)

[4] Michael Jackson: The Making Of A Mito - Parte 1
http://www.stereoboard.com/pdfs/Michael-Jackson-The-Making-Of-A-Myth-Part-I.pdf

[5] britânica GQ Magazine (maio de 2006)

[6] testemunho Jason Francia em 2005 o julgamento de Michael Jackson (Abril 4-5, 2005)

[7] Nota informativa complementar em apoio à oposição ao movimento do promotor para a admissão dos delitos anteriores Alegadas (25 de Março, 2005)
http://www.sbscpublicaccess.org/docs/ctdocs/032505suppopp1108.pdf

[8] A entrevista de Nancy Grace com o presidente do júri, Paul Rodriguez (CNN.com, 13 de junho de 2005)
http://transcripts.cnn.com/TRANSCRIPTS/0506/13/ng.01.html

[9] Funcionários desesperados para pregar Michael Jackson (EUA Hoje, 7 de fevereiro, 1994)

 

 

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O Caso de Sneddon Contra Michael Jackson Era Besteira: Matt Taibbi – Rolling Stones

O Caso de Sneddon Contra Michael Jackson Era Besteira: Matt Taibbi – Rolling Stones


13 de junho de 2011

Traduzido por Daniela Ferreira para o blog O Lado Não Contado da História

Trecho de "A Nação no Espelho" Matt Taibbi, Rolling Stone. Iss. 977/978 New York:


Ostensivamente uma história sobre trazer um abusador de criança à justiça, julgamento de Michael Jackson foi, na verdade, uma espécie de desfile de regresso à casa de insípidos tipos americanos malandros, otários e planejadores sem talento, atolados em desemprego, quer direta... ou não, com carreiras fictícias da era da informação, à procura de dinheiro de qualquer maneira que pudessem. O Mestre de Cerimônias do processo foi o promotor Tom Sneddon, cujo papel metafórico neste reality show americano foi  representar o  medíocre coração cinzento da Maioria Silenciosa Nixonian – a amarga  coceira da mediocridade  a grudar em qualquer um que já tinha tido um período de férias em Paris. O primeiro mês, ou assim, do julgamento caracterizou talvez a coleção mais comprometida de testemunhas de acusação já montada em um caso criminal americano – quase a um grupo de mentirosos condenados, vendedores ambulantes de fofocas pagos ou pior. As primeiras testemunhas contra Jackson incluíam um guarda-costas, que perdeu o tribunal, porque ele estava sob custódia enfrentando acusações decorrentes de uma série de assaltos à mão armada, inclusive segurando um Jack in the Box com uma arma, uma ex-empregada de Neverland, que tinha roubado um esboço que Jackson tinha feito de Elvis Presley e vendeu para os tabloides por trinta mil dólares, outro ex-funcionário que tinha perdido uma ação por demissão injusta contra Jackson e teve que pagar parte de um acordo de 1,4 milhão dólares como resultado.

E, então, havia a figura chave n caso, a mãe do acusador, que teve que reclamar a Quinta Emenda, no primeiro dia do depoimento dela para evitar o interrogatório sobre a alegação de fraude contra o sistema assistencial – uma testemunha tão completamente cheia de merda que os próprios assistentes de Sneddon se encolheram abertamente durante a maior parte dos cincos dias de depoimentos dela. Nas próximas seis semanas, praticamente todas as peças do caso dele implodiram em audiência pública, e o drama chefe do julgamento rapidamente se transformou em uma corrida para ver se o DA conseguiu colocar todas as testemunhas dele no banco sem ter qualquer um deles removido do tribunal em algemas.

obsessão de Sneddon por Jackson era uma vingança baseada na fé tão cega e desesperada como o "caso" de George W. Bush contra Saddam Hussein. Se Ahmad Chalabi tivesse ido a Neverland alguma dia, Sneddon o teria colocado no stand também.

O caso dele eram asneiras. Califórnia contra Jackson acabou por ser, basicamente, um conto de uma família de malandros de baixa renda, que tentaram estabelecer uma acusação criminal de abuso sexual contra uma celebridade rica como um prelúdio de uma ação civil.




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