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Entrevista de Tom Mesereau à Iconic Magazine


Thomas Mesereau
Entrevista Exclusiva
À Iconic Magazine

 

 




















Traduzida por Daniela Ferreira para o blog The Untold Side of the Story
Fonte: Iconic Magazine, edição de 7 de junho de 2012

IM: Iconic Magazine
TM: Tom Mesereau

IC: Primeiramente, nós queríamos dizer muito obrigado a você pelo que você fez por Michael, durante o julgamento. É uma honra agradecer a você pessoalmente.
TM: Michael era uma pessoa maravilhosa, muito amoroso, muito decente, muito espiritual, um gênio musical além da comparação, e obrigado a você por seu interesse e elogios.
IM: Como vice se tornou um jurista?
TM: meu pai era um graduado da United States Military Academy em West Point e teve aulas na faculdade, embora ele não fosse um advogado, sempre sugeriu que se eu não tivesse certeza do que eu queria fazer na minha vida, eu deveria ir para faculdade de Direito. Ele considerava educação muito valiosa e ofereceu muitas oportunidades para  diferentes coisas: se políticas, negócios, direito ou um especialista em lei. Ele sempre me incentivou a considerar isso. Em, em certo momento eu pensei em ser um jornalista, e na verdade eu fiz um mestrado no LS, em Londres e comecei a faculdade de direito nos anos seguintes.  Na verdade, dois meses depois eu senti que eu senti que não queria estar na escola, assim, eu falei para o Reitor e nós concordamos que  eu deveria sair por um ano. Eu explorei opções em trabalho de correspondência estrangeira e jornalismo durante aquele ano e acabei decidindo voltar para a faculdade de direito e isso é o que aconteceu.
IM: Então, depois que você deixou a faculdade de direito, você conheceu a adorável Susan Yu. Como você a conheceu?
TM: Eu estava em um espaço sublocado, em outro prédio, dentro da firma de advocacia, ela estava com uma firma de obrigação civil, nós nos tornamos amigos e, em certo ponto, decidimos abrir nosso escritório juntos.
IM: Juntos, depois que vocês abriram o escritório e, eu tenho certeza, depois de muito sucesso, vocês foram contatados pela família Jackson. Está correto? Como eles entraram em contato com você pela primeira vez, em relação ao caso de Michael?
TM: Eu estava defendendo o ator Robert Blake, em um caso de homicídio de lato perfil, em Los Angeles; ele foi acusado de matar a esposa dele e , naquele momento, esse era o caso de maior visibilidade nos Estados Unidos. Enquanto eu o estava defendendo o Rancho foi invadido , em novembro de 2003. Eu tinha tirado dez dias de descanso para me preparar para o julgamento por homicídio de Robert Blake, em fevereiro de 2004, desligando meu celular e me afastando de tudo isso. Quando eu estava dirigindo para casa, eu liguei meu celular e dentro de um minuto ele estava tocando sem parar. Pessoas em volta de Michael Jackson, em Las Vegas, onde ele estava naquele momento, estavam desesperadamente me pedindo para voar de encontro a ele e eles disseram que ele queria que eu o defendesse. Eu disse a eles que eu não poderia servir a  dois mestres ao mesmo tempo. Seria muito antiético para mim, pegar o caso dele, quando eu estava já estava no caso de Robert Blake há quatro meses. Eu disse se Michael Jackson for acusado, isso será um caso muito maior que o caso de Robert Blake, mas eu tenho obrigações com meu cliente atual e eu não vejo como eu posso, eficientemente, trabalhar nos dois ao mesmo tempo.  Eu conhecia Randy Jackson há anos, mas eu nunca tinha encontrado Michael. As ligações continuaram vindo e eu continuei dizendo que eu e estava muito lisonjeado, mas isso não seriam, em minha opinião, profissional e ético. Eu estava no meio da seleção de um júri para o caso de Robert Blake e ele e eu tivemos uma grande desavença, o que continuará confidencial. Eu acabei me desligando do caso e em muito pouco temo, Randy Jackson me ligou e disse: “Olhe, nós sempre quisermos você, você não está disponível?” Eu acabei fazendo uma viagem secreta para a Florida para encontrar Michael pela primeira vez. Eu fiz algumas perguntas e voei de volta , tudo secretamente, e dentro de  um período muito curto de tempo, Randy disse: “Depois que você entrevistou Michael, ele disse que não quer ninguém mais.” É claro, eu disse a todos eles que o único advogado que eu insistia que fosse parte do time era Susan Yu. Ela é realmente brilhante, criativa advogada, que trouxe uma lida perspectiva para entender evidência e estratégia.  Tanto Randy quanto Michael sabiam  sobre ela e a queriam também. Havia alguns outros advogados, que estiveram com o time, eles, é claro, queriam se livrar de Mark Geragos e Bem Brafman e alguns desses advogados continuaram, mas tão logo eu fiquei preocupado e Michael ficou preocupado, Tom Mesereau e Susan Yu eram os principais advogados na defesa dele e foi assim que começou.
IM: Esta foi uma escolha muito sábia dele! Antes de seu apontamento como advogado, qual foi seu sentimento pessoal sobre o caso e qual era a sua opinião sobre o que estava acontecendo?
TM: Eu sou muito cético sobre o que a mídia diz, em geral. Eu tinha seguido à distancia o caso Chandler, em 1993 e eu certamente era um grande admirador do falecido Johnnie Cochran, que representou Michael Jackson naquele capítulo. Quando eu li sobre isso, eu fiquei muito suspeitoso por diversas razões. Claramente a mídia estava se alimentando de Michael Jackson e salivava sobre esta chocante estória. Mas isso não fazia sentido para mim, que um pai, cujo o filho foi molestado, iria abrir mão de uma investigação criminal e pedir apenas por dinheiro. Isso nunca vez sentido para mim. Quando eu estava defendendo Robert Blake, Johnnie Cochran e eu recebemos prêmios como advogados de defesa criminal em Los Angeles e ele era alguém que eu via como um exemplo e um herói. Eu amis tarde soube que ele tinha recomendado a Michael e Randy que me contratassem como advogado de defesa. Mas eu estava apenas cético sobre este grande frenesi da mídia  que estava começando a crescer em torno de Michael Jackson. Eu tenho visto o bastante da mídia para saber que ela faz com as pessoas. Meu sentimento era que isso era um aumento, uma estória  exagerada, que a mídia estava criando e eu estava muito cético.
IM: Dentro de tudo que aconteceu com Michael, era difícil para ele confiar nas pessoas. Como você trabalhou em ganhar a confiança dele?
TM: A primeira coisa que eu tive que fazer foi aprender sobre a evidência e o cliente. Eu não conhecia Michael Jackson. Eu não conhecia a evidencia; A mídia já o estava condenando antes que eu tivesse a chance de olhar para qualquer coisa.  Eu estava muito impressionado pelo o que a advogado anterior dele esteve fazendo. Ele aprecia estar tão excitado por estar no caso e gostava tanto da mídia que eu não achava que ela estava ajudando a situação. Portanto, eu abordei isso com um estado mental muito neutro. Eu queria saber quem era a pessoa, o que ele gostava, de onde ele veio, o que influencia a personalidade dele, o desenvolvimento dele e a vida. Eu queria pensar objetivamente, ver o que a promotoria pensava que eles tinham e chegar a minha própria conclusão. É claro, eu tinha me encontrado com Michael Jackson, conversado com ele profundamente sobre a vida dele, a situação e sobre quem os acusadores dele eram e não demorou muito para eu concluir que ele não era capaz de fazer aquele tipo de coisa. Eu quero dizer, a noção de que Michael Jackson tinha, antes de tudo, molestado crianças e prejudicado uma criança, que tinha câncer, e maliciosamente dado álcool para entorpecer essa criança para praticar atos perversos, não fazia sentido para mim. Ele não aprecia ser o tipo de pessoa que seria ao menos capaz de imaginar esse tipo de comportamento. Se você adicionar a isso que eles o estavam acusando de ser o cabeça de uma conspiração criminosa para encarcerar uma família, sequestrar crianças e cometer extorsão criminosa, novamente, isso aprecia ser absurdo. Daí, é claro, nós começamos a encontrar informações sobre os acusadores dele eu comecei a perceber que a família tinha tentado algo similar com a Loja JC Penny e eles tinham histórico de se aproximar de celebridades como George Lopez e Chris Tucker para conseguir dinheiro. Havia muito mais sobre eles que era questionável. Depois, eu comecei a me informar mais sobre o caso Chandler, em 1993, e quão suspeito tudo isso aprecia. A promotoria apresentou evidência de que outros jovens homens tinham sido molestados, como Mcaulay Culkin e Wade Robson e nós começamos a nos aproximar deles e, é claro, eles estavam sobre tremenda pressão para não participar do julgamento, porque a mídia tinha passado a impressão para o mundo todo de que ele não tinha chance de vencer o esse julgamento. Daí, eu descobri que Chandler não queria nada com esse julgamento e ele tinha, aparentemente, voado para a Europa para ficar além da busca da promotoria e do delegado para ele testemunhar.
Eu comecei a olhar para o outro acusador que disse que nada tinha acontecido e, depois, ele e a mãe dele queriam uma enorme quantidade de dinheiro, então, a mãe dele queria vender a história dele para tabloides. Eu comecei a olhar para os inúmeros processos contra Michael Jackson, pelos empregados de Neverland e outros; e eu tive que voltar e perceber que o mundo de Michael Jackson não diferente de qualquer outro mundo, e ele era percebido como tão vulnerável, tão infantil, tão criativo e alguém que não queria entrar em um tribunal e gastar dias e semanas com advogados e deposições, questionamentos cruzados e coisas desse tipo; e, de repente, isso começou a ficar claro que isso era um esquema, era uma fraude  e a promotoria, a polícia e o delegado estavam cegos pelo próprio desejo de fama. Eles estavam vendo apenas o que eles queriam ver e ignorado o outro lado das cosias. Eu chequei a conclusão de que este homem era completamente inocente, que era incapaz de cometer esses alegados crimes e nós tínhamos que provar isso no tribunal.
IM: Você mencionou os Chandlers. Originalmente, eles concordaram em aceitar o acordo para não ir a julgamento. Como foi isso, eles estavam autorizados a testemunhas neste caso?
TM: Antes de tudo, como parte de um acordo no processo civil nos Estados Unidos, você não pode concordar em não testemunhar em um processo criminal; isso seria contra a política pública e execução, portanto, você não pode a pagar dinheiro a alguém e tê-los, formalmente, concordando que eles não irão aparecer em um paralelo caso criminal ou não cooperar com o governo e a investigação. Isso é algo que você não pode fazer na América. Portanto, houve um acordo civil, eu olhei profundamente para dentro disso e tive a impressão de que Michael tinha sido aconselhado por várias pessoas a pagar o dinheiro e encerrar o capítulo. É claro, as pessoas que o aconselharam a fazer isso não estavam assinando o cheque, ele estava. Minha impressão foi de que eles estavam dizendo a ele que esta publicidade iria prejudicar a carreira dele e que a soma pedida era minúscula comparada com o que ele podia ganhar e ele acabou convencido de que era o melhor caminho a seguir. Mesmo que ele estivesse muito relutante, parece-me que Michael foi pressionado de muitas formas diferentes, por muitas diferentes pessoas a encerrar aquele capítulo, assinar o cheque e se livrar da coisa toda. Ele se arrependeu por ter feito isso como eu tenho certeza que todos vocês sabem e eu fiz uma declaração antes do julgamento criminal dele de que foi um grande erro fazer o acordo e que isso tinha apenas aberto uma Caixa de Pandora e levou outras pessoas a pensar “Por que trabalhar se você pode processar Michael Jackson?” e eu acho que foi a principal motivação por trás desse novo julgamento.
IM: Com certeza! Houve um significante dia que a mídia apelidou de “O Dia do Pijama”. Você considera que o juiz não foi razoável, dado que Michael realmente caiu no banheiro, por exigir que Michael viesse para o tribunal do hospital?
TM: Bem, eu preferiria que ele tivesse permitido mais flexibilidade a Michael, mas, dada a situação. Eu entendo a preocupação do juiz. Você tem que voltar e, antes de tudo, olhar para o caso OJ Simpson. O juiz naquele caso, que tinha uma forte reputação de ser um excelente jurista, teve a carreira dele arruinada, porque a percepção foi de que ele deixou o caso sair do controle. Ele não queria entrar em conflito com a promotoria e os advogados de defesa; deveria ter sido um julgamento curto e acabou levando nove meses. Depois do julgamento, nenhum juiz em Los Angeles permitiu uma câmera no tribunal até poucos anos atrás. Portanto, aqui, um pequeno juiz de Santa Maria, que estava, provavelmente, um pouco traumatizado pelo que ele viu acontecer ao juiz do caso OJ Simpson, estava lidando com um caso muito maior que o caso OJ Simpson, a maior cobertura midiática na história da América, na verdade, devido a quem era Michael Jackson. Ele sabia que isso esse julgamento tinha o potencial para sair do controle, para parecer um circo e realmente arruinar a carreira dele e eu penso que ele, provavelmente, viu Michael no capô da SUV, o que foi antes de eu entrar no caso, e sentiu que algo, provavelmente iria testar a energia dele. Quando eu soube o que tinha acontecido com Michael (cair no chuveiro) eu fui até o juiz e queria que ele conversasse com os médicos no hospital, mas ele se recusou e bateu o pé e disse “Se ele não estiver aqui em certo tempo eu irei revogar a fiança e coloca-lo na cadeia pelo resto do julgamento”. Eu fiquei horrorizado com isso, portanto fui eu quem disse a Michael e o pessoal dele: “Ele não tem tempo para ir para casa, ele não tem tempo de se trocar, ele tem que vir para o tribunal agora mesmo!”.
IM: Você considera que um caso televisionado teria beneficiado Michael sabendo como a mídia a estava contra ele?
TM: Teoricamente, isso poderia ter beneficiado, porque eu não acho que mídia estava reportando o questionamento das testemunhas pela defesa. Eu percebi que alguns repórteres distorciam os testemunhos por correrem para fora da corte e anulando o questionamento pela defesa. Claramente, uma câmera no tribunal mostraria mais dramaticamente o outro lado. Contudo, eu não mudaria nada, porque nós vencemos em todas as acusações. E ele foi completamente justiçado, em minha opinião, portanto, olhando para trás, eu não mudaria nada. Nós vencemos!
IM: Certamente. Como foi a decisão de que Michael não testemunharia?
TM: Essa é uma decisão que você sempre reserve tomar, até o último segundo. Você quer ver como o julgamento está acontecendo e como você percebe que o júri está reagindo.  Michael queria testemunhar e dar o lado dele da estória, no entanto, eu sentia como se ele já tivesse testemunhado no vídeo do documentário de Bashir e nas partes cortadas que não foram incluídas no Documentário de Bashir, ele tinha dito tudo que ele precisava dizer. Também, lembre-se de que ele fisicamente e emocionalmente devastado por esta experiência; ele estava exaustado, ele não estava dormindo, nem comendo. Eu estava conversando com ele às 3 ou 4 da manhã. Ele ligaria para Susan Yu às 3 ou 4 da manhã para falar sobre coisas e ele não estava em boa posição, física e emocionalmente. Todavia, eu o teria colocado para testemunhar se ele quisesse testemunhar, se eu sentisse que era necessário, mas eu senti, naquele estágio, que nós estávamos vencendo o julgamento. Ele abordou todos os assuntos que precisava abordar naquele testemunho no vídeo tape e não era necessário testemunhar.
IM: Quando o julgamento terminou, o mundo queria ouvir de Michael, ouvir o lado de das coisas. Você sabe por que a decisão foi que Michael permanecesse completamente em silencio?
TM: Michael e a família dele deixaram o tribunal vitoriosos! E foram diretamente para Neverland. Susan Yu e eu não demos uma conferencia de imprensa, embora muitos jornalistas no mundo inteiro quisessem, mas nós sentimos que nosso lugar era com Michael e a família dele em Neverland, assim, nós fomos para lá, também. Michael e a família dele estavam muito aliviados, muito agradecidos e não havia nenhum senso de estático júbilo. Havia uma sensação de gratidão. Isso era exatamente o que Michael queria fazer. Le precisava se curar, fisicamente e emocionalmente, ele parecia simplesmente horrível no dia do veredito, eu tenho certeza que vocês se lembram disso. As bochechas dele estavam chupadas, parecia que ele não tinha dormido por semanas e tinha dificuldade para comer. Infelizmente, ele iria para casa depois de um dia em julgamento e todo mundo em Neverland tinha assistido a cobertura na TV, que era muito dirigida ao resultado que a eles mais audiência que justiça, dessa forma, ele iria para casa pra esta perturbadora discussão sobre o que a m´dia estava dizendo e o que estava acontecendo no tribunal. Ele tinha que ser perturbado por isso, mesmo com Susan Yu e eu encorajando-o sobre o caso estar indo bem. Nós não podíamos garantir o que o júri iria fazer, mas estava indo bem e nós estávamos esperançosos de que ele seria absolvido de todas as acusações. Inobstante, você está no meio do ambiente da mídia assim e você é muito desconfiado pelo sistema em geral, ele estava aterrorizado pelo que poderia acontecer aos filhos dele, a ele. Ele tinha que se curar de tudo isso.
IM: Depois do julgamento, Michael deixou Neverland e decidiu sair pelo mundo. Isso foi por sua instrução ou escolha dele mesmo?
TM: Definitivamente, isso foi escolha dele, mas foi minha recomendação, minha muito forte recomendação. Lembre-se de que o condado de Santa Barbara está ao norte de Los Angeles, onde eu tenho escritório e eu nunca tinha tentado um caso no Condado de Santa Bárbara. Santa Maria é uma cidade de blue colar classe trabalhadora muito conservadora. É um lugar de pessoas muito agradáveis, bela paisagem. É o lugar onde Michael decidiu viver; ele adorava passar o tempo lá; ele criou Neverland. No entanto, eu vivi lá durante o julgamento e eu tive um pressentimento muito bom sobre o promotor e o delegado dele; e minha sensação foi de que eles estavam devastados pela derrota, eles se sentiram humilhados diante do mundo inteiro. Quando Susan e eu os encontramos pela primeira vez, eles estavam caminhando nas nuvens, eles estavam no topo do mundo, eles sentiam que eles iriam vencer o mais o caso da história. Depois disso, eu tive a sensação de que eles estavam muito envergonhados pela derrota que eles fariam qualquer coisa para pegar Michael Jackson. Eu sentia que ele nunca viveria em paz lá, novamente. Eu direi a vocês exatamente as palavras que eu usei: “Michael, esta é uma rede de caras brancos. Eles foram humilhados. Eles nunca tiveram o governo olhando sobre os ombros deles quando isso se tornou uma questão racial, como nos estados do Sul e esses caras controlam o show e eles nunca lhe deixarão em paz. ‘O tempo de Neverland’ passou e você precisa se mudar para algo novo. Abra um capítulo melhor na sua vida.” Eu recebi ligações de pessoas em torno dele que ficaram chateadas com essa recomendação. Eles me perguntaram se eu tinha informações específicas sobre algo que iria acontecer. Eu disse “eu não preciso disso, eu apenas sei, e, pelo que eu tenho visto, este não é o lugar para ele viver, novamente”.
IM: Certamente! Ele alguma vez expressou os sentimentos dele sobre a América.
TM: Bem, depois que eu fiz essa recomendação, a próxima vez que eu soube dele, ele estava ligando para Susan Yu do Oriente Médio e todo dia Michael ligaria para Susan do Bahrain, para assistência na transição. Eu nunca abordei esse tema com ele novamente, para ser honesto com você. Eu certamente soube, exatamente com você, o quão triste ele estava com a América, nosso sistema de justiça e o jeito como ele foi tratado. Quem pode culpa-lo, é claro? Mas eu nunca diretamente abordei isso com ele.
IM: OK! Uma coisa que eu quero tocar com você, uma das alegações mais ridículas de todo o julgamento, exceto pelas acusações de abuso sexual, foi a alegação de sequestro. Isso é tão ridículo que é risível. Como os outros nunca estiveram no tribunal?
TM: Havia uma séria razão estratégica para eles fazerem isso. Antes de tudo, nós temos uma concepção no direto americano chamado “Prova Ouvi Dizer” o que é uma declaração extra-tribunal, feita por alguém que não está no tribunal para ser questionado. Em outras palavras, se alguém diz alguma coisa em Neverland, em teoria, você pode trazer isso para o tribunal, exceto se essa pessoa está definida para ser questionada. Há uma exceção para isso em um caso de conspiração, que é chamada de exceção Ouvir Dizer co-conspirador. Se uma alegação de conspiração é feita, alguém tem permissão para vir e testemunhar sobre o que aquele alegado co-cosnpirador disse; mesmo que aquele co-conspirador não esteja no tribunal para ser questionado ou testado em relação àquela alegação. Portanto, trazendo acusações de conspiração, você permite que essas pessoas testemunhem sobre o que outros co-cosnpiradores disseram ou fizeram fora do tribunal. Número dois: ao trazer acusações de conspiração e alegações de que todos estes outros indivíduos são co-conspiradores, você é capaz de assusta-los. Uma vez que eles descobrem que há a uma chance de ser acusados de conspiração criminosa, o que é uma acusação criminal muito séria, que pode levar à prisão, eles contrataram advogados e os advogados deles dizem a eles para não se envolver e aborrecer a promotoria – não ajude a defesa, salve sua própria de pele. Dessa forma, o que nos restou foi ter essas pessoas testemunhando sobre o que aquelas pessoas disseram ou fizeram. Toda vez que eles pensavam que alguém iria ajudar Michael Jackson, eles ajuizavam um documento chamando-o de co-conspirador para amedronta-lo. A terceira razão era que eles queriam fazer Michael Jackson parecer um monstro e um gênio criminoso, que não tinha problemas em sequestrar e ameaçar uma família. Eles pensaram que essas acusações extras o fariam mais condenável, e permitiria que eles o desvalorizassem mais, diante de um júri. Lembre-se de que é uma comunidade muito conservadora, onde a taxa de condenação é muito alta. Essas eram as três razões principais para eles trazerem essa acusação, eu penso e, obviamente, o tiro saiu pela culatra!
IM: Isso é absurdo, pelo que você acabada de dizer, isso parece completamente inimaginável!
TM: Nesse sentido, eles provavelmente nos ajudaram! Porque as acusações eram tão absurdas.
IM: Saindo do julgamento, como era o seu relacionamento com Michael?
TM: Quando Michael se mudou para o Oriente Médio, eu falei com ele um par de vezes, mas nós não estávamos muito em comunicação. Houve um período de nove meses, quando Susan Yu estava falando com Michael e Grace regularmente. Eu meio que ajudava Susan de tempo em tempo, quando ela o estava ajudando com a transição; tudo sobre lidar com executivos, vender animais de Neverland, você nomeie isso. Ela estava gastando muito tempo, mais que eu. Portanto, eu não estava realmente falando com muito com ele, apenas de vez em quando e, usualmente, a preocupação era relacionada a negócios. Eu não fui realmente parte da vida dele em um sentido pessoal depois do julgamento. Eu tinha o sentimento de que eu tinha feito o trabalho que eu estava lá para fazer. Eu disse a ele a primeira vez que eu o encontrei, “Michael, eu sei que você não está acostumado a ouvir isso, mas eu não estou aqui para entrar no seu império do entretenimento e financeiro! Eu estou aqui para vencer o caso criminal!”
IM: Quando você fala sobre o julgamento, você parece muito passional sobre o trabalho que você fez, especialmente por Michael. Por que isso? Você formou uma conexão com ele?
TM: Sim, eu acho que formei! Esta foi a hora mais sombria dele. Eu o conheci, provavelmente, no pior capítulo da vida dele, quando ele estava simplesmente aterrorizado, deteriorando fisicamente e psicologicamente e simplesmente morrendo de medo de perder os filhos dele. Ele não podia acreditar que ele estava nessa situação. Eu o vi como um espírito criativo, muito vulnerável e com coração maravilhoso, com um jeito humanitário muito generoso e desejo de mudar o mundo de uma forma positiva. O fato de que ele foi jogado nesta masmorra legal pelo sistema criminal americano é simplesmente repugnante. Assim, eu vi quem ele era, senti quem ele era, eu percebi a injustiça de todo o processo. Eu desenvolvi uma lealdade muito passional lá e eu não deixei isso interferir em minha objetividade; você tem que dar um passo atrás, objetivamente, e, periodicamente, ver como um caso está se desenvolvendo, como as coisas parecem, legal, e factualmente. Apesar disso, eu desenvolvi um sentimento passional por ele e um passional desgosto por essas acusações e o que a promotoria estava tentando fazer.
IM: Você trabalhou com Aphrodite Jones, também. Você a ajudou fazer o livro dela? Como foi trabalhar com alguém que, primeiro, estava pensando o completo oposto?
TM: Eu não confiei nela no início! Eu a conheci no caso Robert Blake, ela estava cobrindo o caso. Eu notei que ela era muito agressiva! Quando eu entrei no caso de Michael Jackson, ela tentou falar comigo e eu dei a ela um olhar gelado. Ela parou, e eu não quis nada com ela, eu não estava falando com ela. Eu penso que foi cerca de uma nos após o veredito que nós esbarramos um no outro, em uma galeria em Beverly Hills. Ela me disse que ela estava repensando a forma como ela cobriu o julgamento e o que a mídia fez com Michael Jackson. Eu ainda não confiei totalmente nela, por isso eu disse “Olhe! Todo mundo pode cometer erros na vida, mas certamente esse é um grande que você comentou, e minha opinião! Mas se você quer alguns fatos, envie um rascunho para mim e eu posso dar uma olhada, eu mesmo, e decidir se eu realmente acredito em você, você é bem vinda a fazer isso.” Ela começou fazendo isso e eu tive a impressão de que ela estava embarcando em algo que iria afazer um grande serviço a Michael e à família dele aos fãs dele em todo o mundo, assim, eu a ajudei e não fui pago por isso. Eu pensei quer era a coisa certa a fazer e ela acabou sendo fiel à palavra dela.
IM: É um livro muito bom, se pelo menos Michael o tivesse lido. Como você se sentiu depois que soube que Michael tinha falecido?
TM: Bem, eu fiquei em choque! Minha primeira reação foi negação, porque durante anos eu escutei tantos falsos rumores sobre Michael. Eu esperava que isso fosse outro absurdo da mídia! Eu estava no meio de um julgamento, em Los Angeles, com Susan e nós estávamos saindo do tribunal e a namorada de Randy Jackson, naquela época, que estava nos assistindo com um aspecto de computador do nosso caso, disse que Michael tinha morrido. Eu entrei no tribunal e dois oficiais vieram a mim e disseram o mesmo. Eu liguei para meu escritório e minha secretária eletrônica estava cheia, pessoas do mundo inteiro tentando saber minha impressão sobre isso. Eu fiquei tão chocado e devastado e eu não queria acreditar nisso.
IM: Quando nós tivemos o julgamento contra Conrad Murray, você pensa que as acusações certas foram feitas contra ele?
TM: Eu penso de um prático ponto de vista. Eu posso entender porque a família e os fãs pensam que homicídio em segundo grau era mais apropriado! Era apropriado, dado o que ele vez, mas como um experiente advogado criminal, eu senti que com uma acusação de homicídio em segundo grau, dada a ausência de antecedentes criminais e os fatos do caso, o júri poderia começar a sentir empatia por ele, se eles sentissem que ele enfrentando passar a vida da prisão. Eu tinha medo de saber como eu tenho usado excesso de acusações de promotores para minha vantagem. Eu senti que a coisa mais importante era condená-lo e responsabilizado, tirar a licença médica dele, encarcera-lo e enviar a mensagem de que médicos não podem fazer aquele tipo de coisa às pessoas. Eu estava mais preocupado sobre ele ser condenado e ser responsabilizado que sobre a severidade das acusações, que podem, facilmente, ser um tiro pela culatra! Eu defendi casos nos quais as pessoas poderiam ter sido condenadas por agressões, mas eles foram acusados de tentativa de homicídio, porque a promotoria queria carregar nas acusações e assombrar essas pessoas. Eu olhava para os jurados e dizia: “Vocês sabem que não houve nenhuma tentativa de homicídio aqui! Isso é abuso de poder.” Portanto, de um prático ponto de vista, eu penso que as acusações foram corretas.
IM: Concordo! Para nós isso foi como uma montanha russa emocional e nosso time também fez manifestações e petições para revogar a licença dele. Esse era nosso principal objetivo. Ninguém nunca irá pagar o bastante pelo que ele fez!
TM: A licença foi tirada dele, ele é um criminoso condenado pelo resto dos dias dele e ele está na prisão! Portanto, isso pode não ser o número de anos que as pessoas queriam, mas ele foi responsabilizado!
IM: Você acha que a promotoria fez um bom trabalho neste caso?
TM: Sim! Eu penso que eles fizeram um excelente trabalho! Eles fizeram tudo perfeitamente. O promotor era muito agressivo, mas profissional ao mesmo tempo. Ele não estava acima do topo de forma que ele pudesse perder a credibilidade e eles simplesmente fizeram um excelente trabalho naquele dia.
IM: Nós terminaremos a entrevista com uma nota positiva. Se você tivesse a oportunidade de dar a Michael um pequeno conselho hoje, qual seria?
TM... o conselho que eu daria a ele seria para ser mais cuidadoso com as pessoas em volta de você, você confia demais! Você é muito generoso! Você é muito vulnerável com pessoas que vem a você e dizem que elas irão resolver suas dificuldades, cuidar dos sues negócios para você ser mais criativo. Você deve ter mais cuidadoso com que você confia!
IM: Esse seria um conselho muito bom, Tom! Foi simplesmente maravilhoso conversar com você e agradecer a você por passar um tempo conosco. Você se importaria se nós enviássemos a você uma cópia da revista?
TM: Eu adoraria ver isso!
IM: Obrigado, novamente, por tudo que você fez durante o julgamento e em nome de todos os nossos leitores, obrigado.
TM: Obrigado a todos vocês! Eu sou muito honrado e privilegiado por ter conversado com vocês.

Iconic Magazine agradecerá, mais uma vez, a Tom Mesereau por nos proporcionar esta esclarecedora entrevista!









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Sim, Eles Usaram Amytal Sódico

Sim, Eles Usaram Amytal Sódico




Por  lynande51
Traduzido por Daniela Ferreira


No livro Michael Jackson Was My Lover existem alguns documentos, entre eles o Consentimento para administrar anestesia que eu te mostrarei a seguir. É um consentimento de base e para aqueles de vocês que não conseguem decifrar a escrita, eu vou fazer isso para vocês. Isso diz na segunda linha a solução intravenosa.

Isso não é correto, deveria ter o nome da anestesia não solução intravenosa, que poderia ser cerca de uma dúzia de coisas como soro fisiológico, D5 W, D51 / 2, e D51 / 2 + NS, apenas para dar alguns exemplos. Essas são soluções IV e são elas que penduramos em um poste ao lado do leito do paciente e ficam geralmente em sacos de 1000-1500mls. Eu não sei por que alguém iria escrever solução IV, onde deveria constar o nome do anestésico, a não ser que eles não quisessem que alguém soubesse o que eles estavam fazendo. Na linha abaixo se lê: incluindo mas não limitado aborto e morte.

Esta é a linguagem padrão para Consentimento para administrar anestesia, porque quase todas têm esses riscos. Você não tem esses riscos associados a uma solução IV ordinária, pois elas são basicamente fluidos corporais diferentes. Você geralmente não sabe se alguém é alérgico a uma anestesia até que seja administrada, por isso é que você precisa que eles assinem isso antes, porque quando algo dá errado em uma sala de operação, é isso que geralmente aconteceu.




Outra coisa que pode ser importante saber é que não é recomendado como uma anestesia pediátrica e não tem recomendações de dosagem para um paciente pediátrico que é o que Jordan era. Nesse caso, eu pergunto por que um pai que era um profissional de Odontologia, simplesmente extraindo um dente de leite, sequer considerou tal coisa, quando havia cerca de um milhão de outras coisas que ele poderia ter feito. Um exemplo seria a puxá-lo muito rapidamente e ele estaria fora. Eu não acho que Evan tinha muito boas intenções quando ele lhe deu essa droga (a Jordan) não é?


Bem, agora que nós estabelecemos que o Amytal Sódico provavelmente foi administrado, temos de perguntar em que dia isso aconteceu, e a data está no canto inferior esquerdo. Diz 16/07/1993 ou 16 de julho. Eu mostrarei a vocês a primeira página da carta, agora famosa, do Dr. Mathis Abrams, que é datado no mesmo dia, por e-mail, e faz referência a um telefonema de Barry Rothman, em 14 de julho. Isso foi 2 dias antes da administração do Amytal Sódico, e antes que eles "soubessem" o que tinha acontecido. Isso significa que eles entraram em contato com Mathis por meras suspeita, ou como Geraldine Hughes e Mary Fisher dizem, porque Barry Rothman sabia como fazer isso.




Nota da tradutora: É preciso fazer uma pausa aqui para refletir. A carta de Dr. Mathis foi enviada depois que Rotham narrou a ele uma história fictícia, na base do “e se isso estivesse acontecendo” e na tal carta, Dr. Mathis afirma que seria abuso sexual. Se o Amytal foi ministrado depois do recebimento da carta. Não fica evidente que a droga foi utilizada para fazer Jordan acreditar na história que Rothman já tinha contado ao psiquiatra? Não fica evidente que o Amytal foi usado para implantar memórias em Jordan para que ele fosse convincente ao contar sobre o “abuso” ao psiquiatra? Geraldine Hugues diz que não acredita no uso do Amytal porque eles tinham um plano bem traçado, mas ocorre que o Amytal fazia parte do plano, evidentemente.

Bem, agora que o plantio de falsas memórias foi estabelecido, precisamos descobrir como Evan Chandler teria sabido do uso desta droga e o que aconteceu que o fez mudar de ideia.

Eu vou mostrar a vocês como:

Na Califórnia, e depois em todo o país, estava sendo noticiado, naquele momento, um caso intrigante. Foi o caso de Gary Ramona. A filha o acusou de abuso sexual depois de ir a um terapeuta e eles usaram a droga Amytal Sódico. Ele processou o terapeuta e ganhou depois de perder tudo o que tinha: o trabalho dele, a casa e a família dele. A parte mais triste é que a filha ainda acredita, mas o que isso tem a ver com Jordan?




Pai Vence Processo em Caso de memórias Falsas


14 de maio de 1994|MARIA L. La GANGA | Equipe de Escritores do Times


Traduzido por Daniela Ferreira


Em um caso histórico que pode alterar fundamentalmente como os terapeutas fazem os trabalhos dele – e que poderia aumentar a responsabilidade deles – A Corte Superior de Napa Valley decidiu sexta-feira que dois terapeutas do Condado de Orange implantaram memórias falsas de abuso infantil em uma paciente e injustamente prejudicaram o pai. O júri decidiu em votação de 10 a 2, que a terapeuta Marche Isabella, Dr. Richard Rose, chefe de psiquiatria da Western Medical Center, em Anaheim, e o hospital foi negligente no tratamento de Holly Ramona, agora com 23 anos. O júri concedeu ao pai US $ 500.000 em danos.

O caso recebeu atenção nacional porque marca a primeira vez que um tribunal permitiu que um terapeuta fosse processado por implantação de falsas memórias. Isso tem estado na vanguarda do debate sobre a terapia de recuperação da memória, a questão mais polêmica a assolar a profissão de saúde mental em décadas. Gary Ramona, a quem Holly disse repetidamente tê-la estuprado entre as idades de 5 a 8 anos, foi "totalmente justificado" pela decisão, o advogado do pai, Richard Harrington, disse em uma entrevista sexta-feira:

"Eles descobriram que as memórias de que Gary Ramona tinha molestado Holly Ramona eram falsas", disse Harrington. "F-A-L-S-A. Falso. E eles descobriram que os acusados ​​foram negligentes; o que eles eram."
Rose chamou a decisão "um veredicto muito estranho." Representantes do Hospital disseram que não tinham conhecimento do veredicto.

Mas o júri não premiou Gary Ramona com os US $ 8 milhões que ele procurou por danos e perdas salariais. Em vez disso, os jurados concederam a Ramona $ 250.000 por salários perdidos, até à data, e US $ 250.000 por perdas futuras. Quando as acusações de incesto surgiram, em 1990, Ramona perdeu o emprego de $ 400.000 por ano como vice-presidente de marketing mundial da Robert Mondavi Winery, e a família se desfez. "Esta é uma tremenda vitória", disse Gary Ramona sexta-feira. "Este veredito significa que o júri viu o que eu sempre soube: Que as supostas memórias de Holly são o resultado de drogas dos réus e charlatanismo, não algo que eu fiz."

Aqui está um link para o artigo inteiro




Você vai notar que a data do artigo e da resolução do processo foi 14 de maio de 1994. Após esta notícia nacional, nos dias seguintes, Evan dificilmente poderia dizer que ele tinha usado esta droga em Jordan e foi quando ele decidiu mudar a história, porque não é um soro da verdade, mas uma droga que, quando administrada irá causar falsa informação a ser plantada na memória. Especialmente quando a pessoa também está recebendo informações falsas de ser gravadas e filmadas pela pessoa que faz o questionamento. Evan também sabia que Jordan nunca poderia ser questionado pela defesa, porque se ele fosse e contasse a história de ser colocado sob anestesia paraextrair o dente de leite o seu caso iria virar fumaça.

Agora que nós estabelecemos que existe uma grande probabilidade de que Amytal Sódico tenha sido usado por Evan em Jordan, fique atento para o resto dos documentos que estão no livro. Eu sei que é difícil acreditar que Victor Gutierrez teve tudo isso junto e ninguém nunca o leu, mas vou te dizer que até eu fazer uma digitalização eu não conseguia lê-los de tão pequenas que eram as impressões.


Nota da tradutora: Evidentemente todos sabem que o propósito de Victor Gutierrez foi acusar Michael. No então, mesmo nos livros de detratores podemos encontrar informações importantes que absolvem Michael. Batsa ler com cuidado.

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Amytal Sódico Para Jordan

Amital Sódico Para Jordan Chandler




Escrita por Vindicatemj
Traduzido e aditado por Daniela Ferreira



O objetivo deste post não é responder se definitivamente foi dado Amital sódico a Jordan Chandler ou não. O objetivo é avaliar os possíveis efeitos que administração dessa droga pode ter tido sobre Jordan Chandler.

A entrevista de Jordan com o Dr. Richard Gardner nos leva a 16 de julho de 1993 como a data em que Evan Chandler colocou o menino para dormir a fim de extrair o dente dele. Depois que Jordie recuperou a consciência o pai lhe perguntou se alguma coisa tinha acontecido entre ele e Michael e depois de alguma hesitação o rapaz disse "sim" pela primeira vez. Até então, Jordie havia sempre negado a ocorrência de algo impróprio entre os dois. A droga sob a qual Jordan começou a falar foi dita ser amytal sódico, que é erroneamente considerada como um "soro da verdade".

Quatro dias antes disso, em 12 de julho, o detetive particular Anthony Pellicano entrevistou Jordan Chandler no apartamento de MJ, em Century City, e fez a ele perguntas diretas e específicas, por cerca 45 minutos, sobre o relacionamento dele com Michael Jackson. No livro "The King of Pop Darkest Hour" Lisa D. Campbell diz que a Jordan negou até mesmo ter visto o corpo de Michael, ainda mais abuso sexual:

"O menino respondeu NÃO a cada uma das pergunta. Pellicano perguntou se ele já tinha visto o corpo de Michael, e o menino disse ‘NÃO, mas ele levantou a camisa uma vez para mostrar as manchas em sua pele’. Jordy então reclamou que seu pai sempre quis que ele escrevesse roteiros e que seu pai dele só queria dinheiro."

Pellicano explicou que era importante para ele saber por si mesmo se tinha acontecido, porque se tivesse, ele teria acabado com Michael ele mesmo. Foi só depois que Jordan negou qualquer irregularidade por parte de Michael Jackson que Anthony Pellicano se envolveu no caso em nome de Michael.

Assim, as perguntas que eu me fiz foram:

Será que Jordan realmente disse a verdade sob a droga?
O Amytal foi mesmo dado a ele?
E é amytal sódico é um soro da verdade?

Em busca das respostas, o primeiro passo foi olhar para o que os outros têm a dizer sobre isso:

Diane Dimond diz que obteve informações de fontes confidenciais, Ray Chandler (tio do menino) e documentos, incluindo o próprio relatório do anestesista. Eles mostram que não foi dado Amytal a Jordan Chandler naquele dia. De acordo com registros do anestesista, não há nenhuma referência ao barbitúrico Amytal sódico. A compra de amytal de sódio requer a apresentação de formulários específicos ao Drug Enforcement Administration (DEA). Tais formas foram localizadas neste caso por agentes da lei ou da mídia.

Ela afirma que "dúvidas sobre se o Dr. Chandler implantou o abuso no subconsciente de Jordie enquanto o menino estava sob a influência da anestesia surgiu pela primeira vez em uma história que correu na revista GQ”. (Artigo de Maria Fischer, Outubro, 1994).

Yan Halperin diz que D. Dimond pode não estar ciente do fato de que a história de sódio amytal foi relatada pela primeira vez, não por Fischer, mas por um jornalista da KCBS-TV cinco meses antes. O repórter perguntou a Evan Chandler se ele tinha usado a droga em seu filho. Ao invés de negar que amytal de sódio foi envolvido, Chandler alegou que ele tinha usado a droga apenas para extrair o dente de seu filho e que, embora sob a influência que a droga, o menino saiu com a acusação.

Maria Fischer, no entanto, não se contentou em confiar exclusivamente no repórter da KCBS-TV. Ela foi direto à fonte dessa informação e perguntou a Mark Torbiner se ele usou amytal de sódio durante o procedimento odontológico em Jordan Chandler. Ao invés de negá-lo, ele disse a Fischer, "Se eu o usei, era para fins odontológicos".



E aqui um artigo que discute o caso de Gary Ramona que foi falsamente acusado pela filha de abuso sexual depois que ela foi submetida ao amytal de sódio pelo psiquiatra dela. Fischer faz referência ao caso em seu artigo GQ. Geraldine Hughes (autora do livro Redemption defensora da inocência de Michael), por outro lado, não acredita na teoria de Amytal sódico. Ela diz:

“Não, eu acho que é a história deles sobre como eles descobriram. Eu realmente acredito que a coisa toda foi traçada e planejada []. Eles fizeram parecer que eles só levaram o menino para o psiquiatra e é aí que ele conseguiu a informação. Então eu estou ouvindo a coisa de sódico, então eu pensei, primeiro você disse que o psiquiatra é o único que obteve a informação, mas agora você está dizendo, o pai o colocou sob um soro da verdade e eu estou assim: ‘O que é isso?’."

No entanto Ray Chandler, tio de Jordan Chandler, forneceu uma transcrição da entrevista do sobrinho com um psiquiatra como uma prova de que amytal sódico tinha sido administrado. Nessa entrevista Jordan Chandler diz:

"Meu pai tinha que extrair meu dente uma vez, como, enquanto eu estava lá. E eu não gosto de sentir dor, então eu disse ‘você poderia me colocar para dormir? ’ E ele disse que sim. Assim, o amigo dele me colocou para dormir, ele é um anestesista. E uhm, quando eu acordei meu dente estava fora, e eu estava bem – um pouco fora de mim, mas consciente. E meu pai disse  que o amigo dele tinha ido embora, era só ele e eu – e meu pai disse: 'Eu só quero que você m diga se aconteceu alguma coisa entre você e o Michael?’. Eu disse ‘sim’ e ele me deu um grande abraço e foi isso."

Dois pontos a considerar aqui:

1.     Amytal sódico é uma droga psiquiátrica que não deve ser ministrada como anestesia, embora ela funcione como tal. Porém, se for usada para esse fim, deve ser ministrada por um anestesista. Por isso Evan precisava da presença de Mark Torbiner. Para qualquer anestesia de uso comum da odontologia, evidentemente Evan não precisaria de uma especialista, pois ele é era um dentista. Assim, se o uso da droga não foi planejado, por que diabos Torbiner estaria lá?
2.     Por que Evan decidiu perguntar a Jordan algo tão importante justamente após uma cirurgia oral, quando, provavelmente, Amytal foi usado? Se a intenção não era aproveitar-se do efeito que o Amytal tem, qual seja de induzir a pessoa a criar memórias falsas, por que não conversar com Jordan em melhor ocasião?


Deixe-me rever todos os itens acima para não esquecer as coisas:

• O pai de Jordan, Evan Chandler, admitiu na televisão que ele tinha usado a droga para extrair o dente de Jordan.

• O amigo dele, Mark Torbiner, o anestesista, vagamente confirmou dizendo: "Se eu o usei, foi para fins odontológicos."

• Jordan também disse ao psiquiatra que ele foi posto para dormir antes de ter o dente arrancado.

• Ray Chandler disse uma coisa para D.Dimond e outra para todos os outros, pois ele incluiu no livro dele, "All That Glitter", a entrevista de Jordan com o psiquiatra, onde ele fala sobre o dente dele ter sido extraído sob o uso de um sedativo.

• E apenas a apoiadora de Michael, Geraldine Hughes, duvida de que a história de que Evan usou uma droga que altera a mente parece ser um fator em favor da inocência de Michael.

Uma vez que tudo isso é um pouco confuso o passo seguinte foi buscar informações sobre amytal sódico para entender como funciona. Todas as fontes disponíveis nos dizem que amytal sódico não é soro da verdade absolutamente, pois apenas leva as pessoas a fantasiar.

O fato de que o direito internacional também se refira ao amytal de sódico como um meio de tortura explica por que o anestesista foi tão cuidadoso na formulação da declaração dele ("Se eu o usei, era para fins odontológicos."). Ele não queria complicações para si mesmo, embora a escolha desta droga para extrair um dente seja altamente incomum, porque amytal sódico não tem efeito de nalgesia (apenas pode levar a perda da consciência) o objetivo é totalmente diferente, pois é usado principalmente em psiquiatria.


Outro ponto interessante é que desde que as "provas" obtidas sob amytal de sódico não é considerada verdadeira, não é admissível no tribunal. E uma vez que Evan Chandler admitiu que tivesse dado ao filho essa droga (mesmo correndo o risco de ser acusado de usá-la como um "meio de tortura") ele parecia não querer testemunho do filho dele fosse dado em tribunal, nem o dele. Interessante...

Mais um ponto que merece destaque é que a sedação com amytal sódico “ocorre em uma hora ou mais e tem a duração de 10 a 12 horas", o que revela que o uso dela para extrair um dente era extremamente inadequado. No entanto, se foi usado torna-se um sinal claro de que Evan Chandler a deu ao filho dele exclusivamente para fins de interrogatório e / ou plantar falsas memórias na mente dele.


Alpha
Enciclopédia de Inteligência diz:

"O termo 'soro da verdade’ foi aplicado a drogas que são utilizadas em narconalysis. Este termo é um nome impróprio de duas maneiras: as drogas utilizadas não são soros e a veracidade não é garantida. Embora as inibições sejam geralmente reduzidas, as pessoas sob a influência de soros da verdade ainda são capazes de mentir e ainda tendem a fantasiar. Tribunais têm decidido que as informações obtidas a partir de narcoanalysis são inadmissíveis.”

Narcoanálises não é usada nos Estados Unidos como um método de interrogação. O uso antiético de drogas da verdade é classificado como uma forma de tortura de acordo com a lei internacional. No entanto, eles são utilizados na avaliação de pacientes psicóticos, na prática da psiquiatria.
Soros da verdade são divididos em classes de acordo com a duração da sedação: ultracurtos, curtos, médio e longo prazo. Amytal sódio é um barbitúrico de ação média. A sedação ocorre em uma hora ou mais e tem a duração de 10 a 12 horas. Amytal sódico deprime o sistema nervoso central. É usado como um sedativo, hipnótico, e anticonvulsivo e para narcoanálises. Quando amytal sódico é usado para narcoanálises pode ser chamado de uma "entrevista Amytal".

Uma fonte ainda mais informativa é um estudo da CIA de métodos especiais de interrogatório por meio de soros da verdade. Este relatório afirma que Amytal sódico é uma droga perigosa, pois causa a morte em caso de sobredosagem, portanto, usá-la para fins de interrogatório, requer a manutenção dele no corpo em um nível baixo, mas constante, através de múltiplas injeções intravenosas:

Amytal sódico pode ser administrado por via oral, mas seria difícil de conseguir e manter a dose apropriada usando a via oral. Assim, para narcoanálises o único método de administração utilizada é a injeção intravenosa.

Uma pessoa submetida à influência de uma injeção por via intravenosa de amytal sódico passa por todas as fases de embriaguez progressiva. Externamente, o efeito da sedação é dramático – as maneiras do pacientes ficam mais soltas, o corpo relaxa. Algumas pessoas ficam momentaneamente empolgadas; alguns se tornam bobos e risonhos. Isso geralmente passa, e a maioria dos indivíduos adormece, surgindo mais tarde em vigília, semidesorientados. A descida para a narcose e além, com doses progressivamente maiores pode ser dividida da seguinte forma:

I.                  FASE SSEDATIVA
II.                II. INCONSCIÊNCIA, com reflexos exagerados (estágio hiperativo).
III.             INCONSCIÊNCIA, SEM REFLEXOS, MESMO A ESTÍMOLOS DOLOROSOS. Neste estágio a consciência é perdida e o coma se segue. O sujeito não responde nem mesmo a estímulos nocivos, e não pode ser despertado.
IV.           MORTE. Na última etapa, a respiração cessa.


Se todas as etapas podem ser distinguidas em determinado sujeito depende em grande parte da dose e da rapidez com que a droga é induzida. Na anestesia, as fases I e II podem durar apenas dois ou três segundos.
A primeira fase, ou sedativa, podem ainda ser divididas:

Primeira fase: Nenhum efeito evidente, ou efeito sedativo leve.

Segunda fase: Nebulosidade, calma, amnésia. (Após a recuperação, o sujeito não vai se lembra do que aconteceu nesse ou "inferiores" estágios).

Terceira fase: Fala arrastada, velhos padrões de pensamento interrompidos, incapacidade de integrar ou aprender novos padrões. Má coordenação. O paciente torna-se inconsciente de estímulos dolorosos.

A terceira fase sedativa é o palco do “trabalho” psiquiátrico. Ela pode durar apenas alguns minutos, mas pode ser estendida por lenta injeção adicional da droga. A prática usual é levar o paciente rapidamente para o Estágio II e conduzir a entrevista quando ele está transitando entre o estágio sedativo à plena consciência.

Administrar medicamentos requer julgamento clínico.  Para saber o que esperar e como reagir adequadamente ao inesperado é preciso muita habilidade técnica e clínica. O processo requer pessoal médico qualificado e reflexão sóbria sobre a profundidade da anestesia pelo barbitúrico (amytal de sódio) irá confirmar que não seria suficiente apena ter acesso a um médico local.

Exemplos

... O paciente foi mantido em semiconsciência. Em seu discurso ele foi grosso, resmungava, e desconectado, mas sua discrição foi drasticamente reduzida. Este período de interrogatório é valioso, com duração de apenas cinco a dez minutos a uma hora, poderia ser novamente induzido  injetando mais amytal e sedando o paciente novamente. Vários pacientes revelam fantasias, medos e ilusões que se aproximam de delírio, muito do que poderia ser facilmente distinguido da realidade. Mas às vezes não há nenhuma maneira de o examinador distinguir a verdade da fantasia, exceto por referência a outras fontes.

Um sujeito alegou ter um filho que não existia, outro ameaçou matar, à primeira vista, um padrasto que tinha sido morto um ano antes, e ainda outro confessou ter participado de um assalto, quando na verdade ele só tinha adquirido bens dos participantes. Durante a entrevista de acompanhamento, nove dos 17 admitiram a validade das confissões deles, oito repudiaram as confissões e reafirmaram as versões anteriores. Os resultados mostraram que os indivíduos normais que tiveram boas defesas e sem traços patológicos evidentes poderiam furar a suas histórias inventadas e se recusam à confissão.

J. M. MacDonald, que, como um psiquiatra para Tribunais Distritais de Denver, teve uma vasta experiência com narcoanálises, diz que o interrogatório sob o efeito de drogas é de valor duvidoso. Suspeitos de crimes sob a influência de barbitúricos podem falsamente confessar crimes que não cometeram. E a tendência de que um interrogado vá dar as respostas que são desejadas e não a que são fatos é intensificado pelo uso de drogas: a literatura está repleta de advertências de que um sujeito em narcose é extremamente sugestionável. No estado de embriaguez de narcoanálises pacientes estão propensos a aceitar falsas construções do terapeuta.




If all subjects under the sodium amytal narcosis are extremely suggestible it is no wonder Jordan never spoke of any molestation before the drug, but after its administration hesitantly agreed that it had taken place. He could have easily acquired the knowledge about his alleged “molestation” from his own father who admitted that he used this drug on him, though “for dental purposes” only.

Se todos os indivíduos sob narcose de amytal sódico são extremamente sugestionáveis não surpreende que Jordan nunca tenha falado sobre qualquer abuso sexual antes de droga, mas após a administração dela, hesitante, tenha concordado que havia acontecido. Ele poderia facilmente ter adquirido os conhecimentos sobre o alegado "abuso sexual" através do próprio pai, quem admitiu que usou a droga nele, embora "para fins dentários" apenas.

E, embora saibamos que Evan Chandler disse que administrou o medicamento ainda não sei se ele a usou para interrogá-lo ou plantar falsas memórias em sua mente deliberadamente ou inconscientemente (apenas por perguntar sobre os detalhes do "abuso"). Para saber uma resposta para isso precisamos nos fazern mais algumas perguntas e, dependendo de qual respostaa cada um de nós der, assim será também a nossa conclusão sobre este assunto.

Sugiro algumas questões que incidem não sobre Jordan Chandler, mas sobre o caráter e a natureza do pai dele:

Poderia Evan Chandler usar esse tipo de droga para interrogar o filho?

Ele podia. Além disso, ele mesmo disse que ele tinha usado essa droga altamente imprópria em Jordan e especialmente convidado um anestesita para isso.

Havia alguma outra maneira para ele obeter a resposta que queria?

Não, não havia. Uma vez que a única resposta que ele estava recebendo do filho era uma negação obstinada de qualquer má conduta por parte de Michael e eu penso que Evan Chandler tinha certeza que ele não poderia forçar Jordan a falar de qualquer outra forma.

Mas se ele quisesse uma resposta honesta, ele iria apenas conversar com o menino, sem o uso de droagas.

Ele foi capaz de lidar com a imaginação dele, que o estava matando havia meses?

 Eu acho que ele não foi. Este homem era incapaz de lidar com suas emoções e paixões em geral. O pai de Jordan Chandler era um cara extremamente desconfiado, ciumento e indisciplinado, que venceu suas duas esposas, teve uma briga com o padrasto da Jordan, David, e até mesmo fez um atentado contra a vida do próprio filho, muitos anos depois. Ele foi consumido por emoções muito fortes e era capaz de tomar decisões fatais como o suicídio dele, em novembro de 2009, mostra.

Mesmo que ele estivesse usando amytal sódico para "fins dentários" apenas, poderia resistir à tentação de fazer perguntas a Jordan sobre o envolvimento dele com Michael Jackson? Um homem como esse? Não, eu acho que ele absolutamente não podia. Além disso, parece que o objetivo principal dessa droga era extrair alguns "segredos" de Jordan.

Será que ele tomou cuidado especial para fazer as perguntas de forma neutra, de forma a não sugerir alguma ideia para seu filho enquanto ele estava sob sedação?

Ele não tomou. Ele certamente perguntou perguntas detalhadas e gráficas tanto quanto possível e, provavelmente, repetiu-as incontáveis vezes. Mesmo se não fosse intenção deele plantar falsas memórias na mente de Jordan o mero questionamento sobre "quem tocou o pênis de quem” e "quantas vezes eles se masturbavam um ao outro" foi o suficiente para levar o menino a fantasiar.

Qual foi o resultado que Evan Chandler obeteve?

E que outro resultado poderia obter?

Por que ele só fez perguntas a Jordan depois que ele recuperou a consciência após uma sedação com amytal e por que foi sobre a relação dele com Michael?

Porque isso é tudo o que ele estava interessado e porque era a continuação do que ele estava perguntando a Jordan sob sedação. Ele não quis saber se ele sentia qualquer dor após o procedimento (que mostra que o pretexto de extrair um dente era uma completa besteira), ao invés disso, ele foi verificar se o menino se lembrava do que ele tinha dito a ele sob narcose. Ele só fez com que o menino se lembrasse disso. E isso é tudo que Evan queria saber e fazer.

* * *
Aqui estão alguns vídeos sobre os resultados desastrosos da aplicação de técnicas de "recuperação da memória" na mente de algumas pessoas. Eu nunca soube que poderia ser tão ruim assim (e se Jordan for um caso sem esperança?).





Aqui é a história de Meredith Maran, um jornalista premiada e autora de vários best-sellers de não-ficção. Ela discute a devastação da família dela e da redenção final em torno de sua experiência de falsa memória. Definindo como pano de fundo os escândalos de abuso sexual, começando com o infame julgamento pré-escola McMartin, Maran compartilha, com honestidade incrível, a inacreditável história pessoal dela.



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